Motivos De Um Crime

8 Capítulo oito. Precauções


Notas iniciais
Olá meus amores, espero que tenham gostado do cap curto anterior e_e
Bem, esse ta um pouco longo u_u
Quem amou o episodio 23 de tvd? *u*
Digamos q eu, como Stelena e Klaroline feliz que sou, amei ♥
Ate pq o Delena n foi lá essas coisa, enfim u_u minhas leitoras delenas sorry ;x
Nos vemos nas notas finais, boa leitura ^^
Ah! Esse cap esta na visão da Caroline >< digamos que ele vai ser o único na visão dela U_U

Motivos de um crime
Capítulo oito — Precauções.

Se ele pudesse aceitar que tudo o que eu mais desejo é ir. Suspirei completamente derrotada enquanto dividia a minha dor com aquele quarto vazio. Por Deus eu sempre fui uma boa pessoa e tudo o que fiz de errado fora seguir Klaus, não, isso não fora errado, afinal errado seria eu me casar com alguém que eu não amasse.
— Senhora Mikaelson? — desviei meu olhar para a porta reconhecendo a enfermeira que me visitava todas as tardes — Aqui esta o seu remédio, sabia que seu marido pegou meu número só para lembrar-me de seus remédios?
Revirei os olhos, sim, eu estava com ciúmes, mas acima de tudo, estava cansada. Klaus passara os últimos anos cuidando de mim, enfrentando a doença ao meu lado e eu me sentia completamente cansada, esgotada. Nunca desejei depender de ninguém e agora ele esta sabe Deus onde fazendo sei lá o que.
Fechei os olhos força sentindo a enfermeira colocar o remédio em mim, era diretamente na veia, ela segurava minha mão enquanto o líquido transparente se misturava ao meu sangue, logo o cheiro do remédio se fez presente dentro de mim e incontrolavelmente senti o sono pesar. Detestava os remédios fortes que tomava, quase sempre dormia quando os aplicavam em mim.
— Pronto Senhora Mikaelson, apenas descanse, o doutor Alaric logo virá conversar com a senhora — me aconcheguei na cama vendo a enfermeira sair do quarto. Suspirei encarando o teto, pisquei uma, duas, três, quatro vezes, logo minhas palpebras foram ficando pesadas, e o teto azul fora se misturando ao escuro. Adormeci.
Acordei quase quatro horas depois. Me sentia estremamente cansada, como se não tivesse nem ao menos dormido, aquilo me irritava, todos os dias eram sempre assim. Sentei na cama pegando meu celular, não sei bem ao certo mas algo me dizia para ligar para Klaus. Sorrir ao lembrar do nome do meu amado.
— Klaus, Klaus, Klaus — disse sorrindo várias vezes, como adorava dizer aquele nome, principalmente quando vinha acompanhado de 'eu te amo'.
— Ah! Então finalmente acordou? — reconheci a voz de Elena vendo-a entrar no quarto, sorrir, ela era uma das poucas amigas que me restaram.
— Elena — disse sorrindo, ela veio ate mim e eu a abracei.
— Esta se sentindo melhor? — é eu com certeza não me sentia melhor.
— Estou sim, onde esta Nik? Ah, sinto tanta falta do meu bebê — choraminguei.
— Ele ficou em casa com Stefan e Catharina, sinto muito não sabia que você desejava vê-lo, é que hospital é ruim para trazer crança.
Como assim ela não sabia que eu desejava vê-lo? É meu filho, ora.
— Tudo bem, você esta certa, bem... nóticias do Klaus?
Só então me lembrei que iria ligar para ele, olhei para minhas mãos vendo o celular. Pedi licença a Elena e digitei o número de Klaus, meu coração estava doendo, doendo ate demais. Olhei pelo quarto não vendo mais minha amiga ali, suspirei pensando que talvez tivesse sido rude com ela, resolveria depois.
Tum, tum, tum. Klaus não me atendia.
— Atende, amor — revirei os olhos ligando novamente — Klaus? — sorrir quando ele atendeu o celular.
— Esta tudo bem Caroline? — ele me perguntou nervoso, sim, sua voz estava trêmula, eu sabia que tinha algo errado.
— Klaus o que houve? Por que sua voz esta assim?
— Nada sweet, só me diga que você esta bem — ele insistiu, suspirei.
— Sim, esta tudo bem, quando você volta?
— O mais cedo que imagina, meu amor.
— Klaus não faça nada de errado, sabes que mexer com Damon é cadeia na certa, por favor meu amor, eu lhe imploro, não faça nada que vá se arrepender.
Ele pareceu pensar, ficara um tempo sem me responder, então me surpreendi quando ao fundo escutei um choro, silencioso, mais ainda sim um choro.
— Klaus — insisti desesperando-me pela situação que estava — Klaus me responde! — já sentia meus olhos marejarem, pela aflição que sentia.
— Estou aqui Caroline — finalmente a voz dele se fez presente, cheguei a respirar fundo aliviada por escuta-lo.
— Klaus onde você esta? — minha voz estava trêmula por tentar controlar o nervosismo — Klaus me responda! — céus por que ele precisava demorar tanto?
— Estou voltando, me perdoe Caroline — e desligou.
Por que a sensação de sentir o mundo inteiro passando entre suas mãos? Por que eu me sentia perder-me dele? Senti-lo tão longe de mim quanto ele sempre esteve perto? Onde estava Klaus? O que ele estava fazendo? Essa perguntas não tinham respostas. Não! Eu não deixaria mais ninguém resolver tudo por mim, sairia dali, iria embora, se tivesse que morrer, eu morreria, não aguentava mais ficar ali sentada vendo meus dias acabarem aos poucos.
Decidida disso, me levantei tirando todos os fios que estavam presos em mim, logo a máquina disparou por não sentir mais meus batimentos cardiacos. Precisava sair antes de alguém chegar, apenas fiquei de pé e logo senti minhas pernas ainda mais pesadas, como desejava a maldita cadeira de rodas ali. Por que eu tinha que ser tão fraca? Por que não podia resolver sozinha os meus problemas? Assim que começei a fazer esforço meu coração passou a bombear mais rápido. "Só tens que repousar Caroline, seu coração não pode aguentar esforço algum, muito menos aquele que fez com Klaus no quarto ontem, receio que tenhamos câmeras em todos os quartos" Mesmo naquela situação lembrar das palavras de Alaric me fez corar e ao mesmo tempo culpar-me por estar desobedecendo-o, mesmo sabendo que colocava minha vida em risco.
Caminhei ate a porta, ainda usava a 'camisola' do hospital, apenas vestir o meu hobby antes de abrir a porta e ter uma das maiores surpresas da minha vida, nunca, jamais imaginaria que eles estariam ali novamente, bem a minha frente com aquele olhar de pena, olhar que eu não aguentei. Meu corpo fraquejou, senti minhas pernas fraquejarem e tudo escureceu.
— Caroline! Caroline! — pisquei os olhos escutando aquela voz. — Caroline abra os olhos, querida — eu reconheci aquela voz.
Abrir meus olhos pesadamente, pisquei mais algumas vezes ate reconhecer Alaric, me sentia tão longe e demorara alguns instantes ate eu poder gesticular qualquer palavra. Mas as lembranças de antes de desmaiar vieram e eu entrei em desespero. Sentei bruscamente, ofegante.
— Caroline, se acalme — eu malmente o escutava e minha respiração só ficava mais ofegante ate eu não conseguir mais respirar, o ar fugia dos meus pulmões e eu tentava respirar a qualquer custo — Respire devagar Caroline, rápido injetem o calmante nela — fechei os olhos com força assim que senti a picada da agulha, meu coração desacelerou assim como a respiração, e de repente me sentir desfalecer.
Tudo escureceu, novamente.
Escutava um breve choro, ainda reprimia a ideia de abrir os olhos, mas aquele choro estava realmente me irritando. Respirei fundo e pausadamente abrir meus olhos vendo de imediato o teto azul do quarto do hospital, céus como odiava aquilo, aquele local, era tudo tão deprimente. Suspirei afim de mandar a pessoa que chorava, se calar.
— Filha? — filha, filha, filha, aquela palavra se repetiu várias vezes na minha mente com a voz doce de minha mãe.
Rapidamente desviei meu olhar para o lado onde encontrei a dona da voz chorando e ao seu lado um homem que tinha o mesmo olhar triste, Bill Forbes. Mesmo que me recusasse a isso, meus olhos marejaram e meus braços anciavam abraça-los enquanto ambos me fitavam.
— Caroline como isso foi acontecer? — perguntou meu pai se pondo em pé com minha mãe enquanto se aproximavam de mim.
Meu corpo congelou e eu tentava gesticular qualquer palavra dizer o quão surpresa eu estava com eles. Respirei fundo controlando minha respiração e os batimentos do meu coração. Meus olhos já não aguentavam mais segurar as lágrimas e assim que eles me abraçaram comecei a chorar compulsivamente. Como senti falta do abraço deles, de sentir o calor do corpo deles, meus pais, meus amados pais.
— Pai, mãe — disse dentre soluços finalmente os fitando, tão de perto, tão perto de mim — C-como vocês souberam?
— Por que não nos disse querida? — perguntou minha mãe, Lizz, com a voz ainda falha pelo choro — Tyler ligou imaginando que não sabiamos.
— E onde esta aquele seu marido irresponsável? A largou não foi? Assim como eu disse que... — dizia meu pai, minha mãe o cortou.
— Chega Bill! Não vê que ela esta sofrendo demais?
Meu pai se calou, eu sentei na cama e suspirei, meu corpo ainda estava dolorido e a dor em meu coração só aumentava. Por Deus, como sentia saudades de Klaus, onde ele estava? Levada pela preocupação me abrace ignorando a briga de meus pais, queria Nik em meus braços, a pequena copia de meu amado, onde estava meu filho?
— Mamãe! Mamãe! — eu sorrir reconhecendo de imediato aquela voz.
Meu filho entrou no quarto correndo me chamando, tive novamente vontade de chorar. Ele pulara na cama ignorando a presença de seus avós e começou a beijar meu rosto. Eu o abracei o mais forte que pude, meus olhos involuntariamente voltaram a chorar enquanto eu sorria bobamente.
— Mamãe que saudades da senhora, já vamos para casa? — ele me perguntou olhando-me nos olhos, as belas orbes azuis sorrindo junto aos lábios.
— Meu querido, prometo que logo iremos — só então lembrei que meus pais estavam ali, desviei meu olhar para eles que olhavam diretamente para meu filho — Nick quero que conheça seus avós — disse e meu pequeno olhou para tras.
Meus pais sorriam para Nick, nem pareciam os mesmo quando o levei ainda no colo para conhecê-los. Não eu não queria me lembrar daquele dia. Balancei minha cabeça afastando o passado de perto de mim, Nick parecia muito tímido, afinal nunca vira aquelas pessoas a sua frente, quero dizer, ele não se lembrava deles.
— Qual é o seu nome, querido? — perguntou minha mãe sorrindo para Nick.
— Nickolas Forbes Mikaelson — ele respondeu todo orgulhoso — Vou fazer 5 anos, o nome da minha mãe é Caroline Mikaelson e do meu pai é Niklaus Mikaelson!
— Ah parabéns querido, como você é inteligênte — Lizz sorria, não parecia algo falso, mas eu ainda tinha meio receio quanto a eles.
— E ai garotão? — meu pai abraçou meu filho a força quase esmagando-o — Então é você o homem da casa?
— S-sou só quando o papai não esta em casa — respondeu meu flho com dificuldade enquanto se soltava do abraço de meu pai, rir achando graça da cena.
— E ele costuma deixar vocês sozinhos por muito tempo? — perguntou meu pai ainda desconfiado, argh aquilo estava me irritando.
— Não vovô, papai me deixa na escola e vai trabalhar, depois me pega na escola e ficamos em casa, sempre jogo futebol com ele nos finais de semana — meu filho era tão inocente, nem percebia o objetivo das perguntas do avô.
Bufei irritada afim de me notarem e perceberem que eu não estava gostando do rumo da conversa. Minha mãe cutucou meu pai e ele pareceu se tocar.
— Onde esta seu marido, filha? — perguntou minha mãe ternamente.
— Procurando um coração para mim, aliás... — fui interrompida pela enfermeira.
— Senhora Mikaelson? Esta na hora do remédio, receio que tenham que sair senhores, pois a senhora Mikaelson terá que descansar após receber o remédio — disse a enfermeira educadamente.
— Meu filho pode ficar comigo? — pedi, desejava passar a noite com Nick.
— Desde que a senhora descanse — disse a enfermeira, eles costumavam fazer tudo aquilo que os pacientes 'terminais' pediam. Sorrir para ela.
— Obrigada — respirei fundo voltando o olhar para meus pais, onde estava toda aquela emoção de antes? Por que eu não me sentia mais tão feliz assim por revê-los?
— Esperaremos lá fora querida — minha mãe acariciou meu rosto e beijou minha testa, exatamanete como fazia quando eu era pequena.
Meu pai não disse nada, apenas me abraçou e beijou a cabeça de Nick, que a essa hora estava deitado na cama ao meu lado abraçado a mim, como eu adorava ser abraçada pelo meu filho. Então, meus pais sairam e a enfermeira se aproximou, pedi a Nick para olhar para o outro lado enquanto a enfermeira aplicava o remédio em minha veia, não queria que ele visse aquilo. E novamente o cansaço me bateu assim que ela saiu, suspirei me confortando na cama.
— A senhora quer mimir, mamãe? — perguntou meu anginho.
— Por que não me conta como foi seu dia na escola? — ele deu uma risada.
— Mas mamãe, hoje é sábado, eu não tenho aula — e beijou meu rosto — Vou cuidar da senhora enquanto o papai não chega.
— Oh meu amor, então venha deitar com a mamãe.
Sorrir o aquecendo num abraço, ele deitou sua cabeça sobre meus seios e finalmente fechou os olhos. Novamente veio a vontade de chorar, céus, eu não queria morrer, a quem eu queria enganar? Eu não queria e não podia morrer. Respirei fundo controlando o choro e fechei meus olhos, meu filho já dormia e antes que eu pudesse realmente dormir, minhas lembranças vieram a tona. O dia que conheci Nick, nossa primeira vez, o casamento, meus pais, Nickolas, tudo, tudo se fez presente e eu temia que estivesse morrendo para minha vida estar passando dentre meus olhos, rir com o pensamento e suspirei.
Meu casamento, um dos dias mais felizes de minha vida...

Mystic Falls — 14:50
7 anos atrás

— Tem certeza disso Carol? Vocês mal se conhecem — disse Elena vestida num belo vestido azul curto.
Respirei fundo, uma, duas, três, quatro vezes reavaliando os motivos pelos quais me casaria em 10 minutos. Motivo número um: eu amava Klaus, não tinha dúvidas disso, e depois dele voltar e enfrentar meus pais para ficar comigo, eu, eu não me via mais longe dele. Motivo número dois: Klaus era completamente o contrário de homem que planejei a minha vida toda, era um ex criminoso que vivia a vida perigosamente enquanto o meu sonho era casar-me com um homem bem sucedido e me tornar uma dama da sociedade, pelo menos esse era o sonho da minha mãe e aos poucos se tornara o meu, mas ao ver Klaus eu sentia que era com ele que eu deveria viver. Motivo número três: Nunca homem nenhum me completou tanto quanto ele me completa, não só an cama mas em todos os aspectos, sim, eu tinha plana certeza que me casaria com ele, viveria com ele, amaria ele por toda a minha vida.
— Claro que sim, Elena — sorrir para ela.
Estavamos numa pequena sala, esperavamos o outro casamento acabar, iria me casar no papel, afinal, qual a lógica de casar na igreja quando toda a sua família esta contra você? E a de Klaus... bem ele não fez questão de falar sobre ela, acredito que deva ter algum problema, assim como a minha. Respirei fundo me olhando no espelho da sala, estava num curto vestido branco, nada muito extravagante ou comportado demais, meu cabelo caia madeixas enroladas e uma maquiagem leve. Klaus ainda não havia chegado e eu me via nervosa, céus, quem deve atrasar é a noiva e não o noivo.
— Stefan me ligou e disse que já esta vindo — disse ela.
— Klaus esta com ele? — Elena balançou a cabeça negativamente.
Novamente respirei fundo e coloquei um pouco de agua para mim beber, bebi o líquido de uma vez enquanto controlava o nervosismo. Ele iria desistir? Iria?
— Céus, onde ele esta? — bufei passando a andar de um lado para o outro.
— Calma Car, ele logo logo deve aparecer — a morena tentou me tranquilizar.
— Ele já devia estar aqui — bati o pé pouco me importando com o salto.
Fora então quando o recém-casal abrio a porta da sala em que eu iria me casar, estavam sorrindo e trocavam beijos e abraços, me vi invejando a felicidade deles porque naquele momento, estava aflita e sentia tanto medo de perder Klaus. Idiota, me xinguei revirando os olhos, mataria aquele loiro se ele não aparecesse.
— Niklaus Mikaelson e Caroline Forbes — pude escutar me chamarem de dentro da sala, céus, e agora? O que eu faria?
Com todo a pouca coragem que me restou, segui para dentro da sala, a porta de dentrada se abrio e um Stefan ofegante apareceu bem a tempo de acompanhar Elena, mas nada de Klaus. Bufei entrando na sala, já estava irritada e nervosa demais.
— Onde esta o noivo? — perguntou a juiza.
— Esta chegando — menti, nem sabia onde Klaus havia se enfiado.
— Klaus não atende o celular, Carol — disse Stefan, bufei irritada.
— Ótimo, Vossa Excelência receio que... — fui interrompida.
— Cheguei!
Aquele sotaque, sim, com certeza era Niklaus. Desviei meu olhar para trás vendo Klaus ofegante ainda na porta, céus ele estava um desastre, o terno amarrotado e todo suado e respirava como se não fizesse isso a séculos. Revirei os olhos, era nosso casamento, por que ele não podia se preocupar um pouco mais?
— Hm — resmunguei virando de frente para a juiza.
Escutei ele cumprimentar Elena e Stefan e logo se pôs ao meu lado, o ignorei, que lógica é essa minha? Casar brigada com meu marido? Deu um breve sorriso achando graça do meu pensamento, mas ainda não olhava Klaus.
— Sweet — sussurrou.
— O que você quer Klaus?
— Casar com você, ora — debochou ele.
— Hm — revirei os olhos desviando meu olhar para a juiza que nos encarava.
— Podemos começar? — perguntou ela.
Eu e ele balançamos a cabeça afirmando. Então a cerimônia começou, fora demorado, ela nos explicava a seriedade do casamento, as responsabilidades e tudo mais. Escutava atentamente, tanto eu quanto Nik que estava serio ate demais, nunca o vi levar algo tão a serio como o nosso casamento, e finalmente a hora mais esperada chegou. Respirei fundo, nervosa.
— Niklaus Mikaelson você aceita Caroline Forbes como sua legítima esposa? — perguntou a juiza — Para ama-la e respeita-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, ate que a morte os separe?
Encarei Klaus e finalmente o vira sorrir, do terno ele tirou uma caixinha preta, sim, ali estaria nossas alianças. Por esse momento esqueci de tudo, do atraso de Klaus e todas as besteiras que ele fez, esqueci da minha família e de todos os erros cometidos, só existia eu e Klaus no mundo inteiro.
— Aceito — disse ele enfim abrindo a caixinha deixando amostra uma linda aliança. Klaus colocou a aliança em meu dedo anelar e beijou minha mão.
— Caroline Forbes, você aceite Niklaus Mikaelson como seu legítimo marido? Para ama-lo e respeita-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, ate que a morte os separe?
— Sim — disse de imediato, tinha plena certeza que desejava passar o resto da minha vida 'presa' a Niklaus, pena que a minha vida não seria tão longa assim.

Hospital de Chicago — 21:33
Atualmente

Pisquei os olhos várias vezes antes de finalmente acordar, Nick ainda estava abraçado a mim e dormindo tranquilamente em meus braços. Sorrir ao lembrar de meu casamento, ah, mais tarde havia descoberto que Nik se atrasara por conta da aliança que escolhera, tivera que trabalhar ate o último minuto para conseguir o dinheiro do meu anel. Dei uma breve risada lembrando-me de tudo que passara com Klaus, sim, eu era completamente feliz.

Notas finais
O que acharam? Mereço comentários? *-*
Lembrem-se, comentários me deixam muito feliz *---------*
Apesar da fic n viver a partir deles, mas é sempre bom u_u
Enfim, queria perguntar o que acham de uma ideia louquinha minha >
Minha sister estava conversando como e perguntou "Sah por que você não conta a história do Stefan e da Elena no seu livro?"
Então eu pensei que, talvez, seria legal uma fic Stelena a partir dessa historia *-* O que acham? A história deles desde o comecinho? >
Bem... ate o próximo cap no fds T_T
Beijos da Sah ;*