Motivos De Um Crime
12 Capítulo doze. Surpresas
Notas iniciais
Quero dedicar ele a Pammela e Julia por terem comentado s2
Adorei ;3
Falando um pouco da Bonnie que aparecera hj u.u
Vcs preferem ela do livro ou da serie?
Bem eu amo as duas >< mas a do livro combina mais com o Damon *-*
Pq quando penso na da serie so consigo ver ela com o Jeremy s2
Enfim, boa leitura *-*
Motivos de um crime
Capítulo doze — Surpresas
Suspirei tediado, céus, por que era tão difício fazer minha irmã calar a boca? Me sentia uma criança ao lado dela. Por Deus, haja fogo para uma pessoa só, parecia ate mesmo Catharina, céus essa sim fala pelos cotovelos, tenho ate pena do Stefan e da Elena em escutar a filha deles tagarelando, graças a Deus Nick não é tão falante assim.
— ... E depois você foi levado para a sala de cirurgia, o homem mirou no Stefan, acho que confundio com o Damon, mas foi ate engraçado ver o tão malvado Damon Salvatore tomar a frente para salvar o irmão, ele ta bem não se preocupe Nick, a bala passou de raspão — ela suspirou e eu não pude me sentir mais surpreso. Como assim Damon protegendo o Stefan?
— Rebekah eu realmente quero ver meu filho e a minha esposa, céus eu já posso andar — murmurei mudando de assunto, não gostava nada de lembrar que Silas havia tentado realmente me matar. E se eu estiver certo, ele tentara novamente.
— É Nik... precisou alertar você de algo — Rebekah respirou fundo e depois supirou, parecia nervosa — A Caroline e eu nos demos muito bem, mas de uns dias pra cá ela anda insuportável por causa dos remédios, Alaric suspendeu uns, mas os que ele acrescentou estão deixando-a muito nervosa, ainda mais por causa...
— Por causa... ?
— O cabelo dela ta caindo, ela esta muito diferente de dias atras quando você viajou e tem outra coisa — a loira mordeu o labio inferior demostrando ainda mais seu nervosismo e só aumentando ainda mais o meu.
— Que coisa?
— Rebekah! — desviei meu olhar para a porta vendo meu irmão Kol trazendo algo nas mãos, parecia um celular, algo do tipo — Você pirou? Como assim chamou a Bonnie para vir para cá?
— Ora Kol, ela fará parte da família não é? Tem que conhecer a Caroline antes de... — ela se calou mas eu completei a frase em minha mente. Antes de Caroline morrer, eu já sabia que minha esposa não estava nada bem, mas escutar ou ao menos me lembrar disso me incomodava demais — Desculpe Nik.
— Você é mesmo uma idiota Rebekah — resmungou Kol desviando a olhar para mim — Hey Nik não vai levantar mais não?
— Não me chame de idiota Kol! — gritou Rebekah ganhando a atenção do meu irmão mais novo. Céus, eu estava servindo de que ali? Plateia?
— Só uma idiota mesmo para chamar a Bonnie pra cá — vi ele bufar revirando os olhos — Eu já disse que ela é mais velha, eu tenho que parecer maduro, ainda estou saindo com ela a duas semanas e você vem estragar tudo!
— Estragar por que sua namorada mais velha vem conhecer nossa família? — Rebekah revidou e eu só me aconcheguei na cama revirando os olhos.
— Você vem com esse papo de 'fazer parte da família', ela vai fugir desse jeito, caramba ela é minha professora na faculdade.
— E quantos anos tem essa tal de Bonnie? — perguntei desenteressado.
— Deve ter a idade da sua esposa, ela é muito gata, ruiva, corpo de modelo e cabelos cacheados, ela parece ate um anjo — disse Kol todo animado, mas eu sabia como ele era, afinal se parecia muito comigo. Não aguentaria mais de dois meses com essa tal de Bonnie e a largaria.
— Homens — resmungou Rebekah cruzando os braços e revirando os olhos.
— Niklaus — escutei meu nome e sorrir, eu reconhecia aquela voz, era Alaric, com certeza para me liberar e isso me deixava incrivelmente feliz — Que susto nos deu, em?
— Vamos logo para a parte que me da alta Alaric.
— Você já pode ir Klaus, mesmo eu sabendo que sairá daqui direto para o quarto de Caroline — ele deu um breve sorriso e desviou o olhar para meus irmão — E vocês dois não canssem ele, afinal Klaus precisa de repouso.
Sorrir, finalmente veria Caroline, céus, como estava com saudade dela e Nick.
[...]
Cerca de duas horas se passaram, Caroline não me deixava entrar por nada dentro do quarto. Por Deus para que tanta demora com Rebekah e minha sogra dentro daquele quarto? Revirei os olhos sentado na cadeira de espera.
— Pai um homem perguntou de mim pelo senhor — desviei meu olhar vendo Nick com um boneco do Ben10 é acho que é esse o nome.
— O que?
— É, eu tava comendo com o Tio Kol e esse homem perguntou pelo senhor e aquele seu amigo, o Tio Dimon.
Estranhei, logo a primeira coisa que me veio a mente era um dos capangas de Silas, isso ate um homem alto e loiro aparecer no corredor. Eu não o conhecia, mas ele estava vindo em minha direção e a primeira coisa que fiz foi me levantar colocando Nick para tras de mim, em sinal de proteção.
— Papai esse é o homem — apontou Nick e eu desviei o olhar do meu filho para o homem alto a minha frente, deveria ter a minha altura se não um pouco maior, e de certa forma ele me lembrava eu anos atras.
— Klaus Mikaelson — disse o homem sorrindo de canto — Como esta? É dificil sobreviver a uma bala perdida.
— Quem é você? — o questionei desviando o olhar para os lados, não havia ninguém ali, mas eu não estava com medo, temia pelo meu filho que apertava cada vez mais minha perna com medo.
— Silas, caro amigo.
Arquiei as sobrancelhas surpreso. Então aquele era o filho da puta que estava roubando dinheiro dos hospitais, matando pessoas e praticando propina, era esse o maldito que mandara me matar, era esse o maldito que eu iria matar?
— Filho da puta! Achas que pode vir ate aqui me ameaçar?
— Klaus Mikaelson, ex criminoso, sem ficha alguma na polícia, nunca foi pego pelos seus contrabandos, assassinatos ou roubos de banco, posso dizer que seria o melhor criminoso que já tive que matar, mas estaria mentindo.
— Você não irá me matar!
— É, talvez eu simplesmente — ele desviou o olhar para meu filho que escondeu o rosto na minha perna — Possa esperar seu filho sair da escola, ou visitar sua esposa no quarto, ou mandar presentes para seus familiares, isso seria de fato melhor do que o matar — ele sorrio de canto, trinquei os dentes cerrando os punhos, maldito.
— Ou eu posso matar você antes de fazer qualquer uma dessas coisas.
— Você nunca, esta escutando? Nunca será capaz de me matar, ninguém será.
Então eu escutei a porta do quarto de Caroline ser finalmente aberta, dela pude ver minha mãe e Rebekah sairem, meu filho se soltou da minha perna e correu ate Rebekah que o abraçou pegando-o no colo logo me encarando confusa ao ver o homem ao meu lado.
— Joshua? — escutei minha mãe falar sorrindo.
Só pude encarar a cena sem acreditar no que via, Esther, a minha mãe estava abraçando Silas e beijando-o? Beijando-o? Encarei a cena incredulo e ao se separarem ele sorriu vitorioso para mim.
— Amor estava contando ao seu filho como nos conhecemos — ele segurou as mãos da minha mãe e eles faziam o típico casal: coroa e novinho.
Ele deveria ser da minha idade ou mais novo enquanto minha mãe estava chegando nos cinquenta, não que ela estivesse velha, pois aparentava sim ser nova, mas mesmo assim era estranho vê-los e principalmente por aquele maldito ser Silas.
— Oh Joshua pensei que não podesse estar comigo em um momento como esse — Esther sorrio voltando a olhar para mim — Joshua é um empresário Nik, ele disse que é seu amigo de muito tempo.
— Estudamos juntos na faculdade de Administração — disse Silas, o que era claramente mentira, aquele filho da puta ordinário.
— Klaus! — chamou Rebekah, desviei meu olhar para ela — Caroline esta esperando-o.
Que se dane a minha futura morte, que se dane Silas e todo o inferno que ele causou. Agora eu precisava ver minha mulher, minha esposa que a dias não via. Céus que saudade arrebatadora eu sentia dela, de encarar os belos olhos azuis acompanhado do sorriso perfeito.
Então me afastei dali esquecendo de Silas e de tudo, esquecendo da loucura que estava a minha vida, de tudo. Ao abrir a porta vi Caroline sentada na cama assistindo tv, espere, ela estava...
— Ruiva? — perguntei me surpreendendo por ver um vermelho quase vinho no lugar dos claros cabelos loiros dela.
— Klaus — ela sorriu, o que me fez sorrir também — Você gostou?
— Você fica linda de qualquer jeito — me aproximei acariciando o rosto angelical da minha mais nova ruiva.
— É uma peruca, sua mãe me deu várias e eu adorei todas, amanhã vou estar morena e depois loira de novo — ela falava tudo animadamente só me fazendo sorrir mais, sorrir como eu só sorria para ela.
— Hey, onde esta o meu beijo, sweet?
Ela me encarou sorrindo com os olhos,eu via um belo brilho neles, o brilho que eu desejava jamais perder. Aproximei meu rosto do dela a vendo fechar os olhos e então a beijei, céus que sensação maravilhosa era provar dos doces lábios da minha esposa. Acariciei o rosto dela aprofundando o beijo, a beijando com carinho e todo amor que eu sentia só por ela, somente por ela e mais ninguém.
— Eu amo você — sussurrei assim que nossos lábios se separaram.
Nunca acreditaria, anos atras, que eu estaria amando tanto uma mulher, tão pouco amando um próprio filho. Eles era tudo em minha vida, mesmo eu sabendo que estava em risco de perdê-la.
— Eu também amo você, Klaus — ela sorriu selando nossos lábios rapidamente.
— Por que Alaric aumentou seus medicamentos?
Questionei-a, eu realmente estava muito curioso quanto a isso, ele havia suspendido e agora colocado novamente? Suspirei vendo-a marejar os olhos, será que havia falado demais? Mas eu só estava preocupado com ela.
— Sweet, o que houve?
— Klaus... — ela sussurrou deixando lágrimas cairem e de repente começara a chorar. A abracei surpreso e preocupado.
— O que houve Caroline? — pergunte abraçando-a bem forte.
— Eu... eu... — ela respirou fundo se afastando do meu abraço e me encarando nos olhos, eu podia ver claramente tristeza em seu olhar, talvez medo também.
— Caroline se acalme, não fará bem ao seu coração ficar assim — acariciei o rosto da minha esposa vendo-a fechar os olhos e finas lágrimas descerem pelo seu rosto. Ela agarrou minha mão e a beijou, exatamente como fazia quando estava aflita.
— Eu estou grávida — disse ela e meu mundo simplesmente parou.
Gravida? Como ela poderia estar grávida? Nós sempre nos protegiamos. E como se a minha mente quizesse me mandar uma resposta, pude lembrar do dia maravilhoso em que fizemos amor na mesma cama de hospital onde Caroline esta sentada. Céus como fui irresponsável.
Balancei a cabeça negativamente, eu não podia aceitar isso, Caroline estava morrendo e um bebê agora só apressaria mais a ida que eu não desejava.
— Você não pode Caroline, Alaric pode fazer algo — disse apressadamente vendo-a arquear as sobrancelhas — Vou falar com ele agora mesmo.
— Não! — ela gritou voltando a chorar — Você não entende, acha que ele não sabe? Ele quer tirar nosso bebê Klaus, nosso bebê!
Fechei os olhos e suspirei, praguejei-me internamente pela minha decisão, mas Alaric tinha que tirar meu futuro filho, Caroline não tinha condições de gerar um bebê.
— Caroline, talvez seja melhor — disse por fim abrindo os olhos encontrando os olhos cheios de mágoa dela. Aquilo me dilacerou por dentro.
— Melhor? Você quer matar nosso filho?
— Caroline me entenda, eu não posso perder você.
— Tão pouco eu essa criança! — ela estava irritada, chorava enquanto falava e eu sabia que aquilo não era bom, precisav acalma-la ou seria pior.
— Escute, vamos conversar sobre isso depois? Se acalme primeiro.
— Isso? É do nosso filho que você esta falando Niklaus!
Niklaus? Revirei os olhos, sim, ela estava realmente chateada comigo.
Fora quando uma enfermeira entrou no quarto apressadamente indo ate Caroline. Minha esposa estava tão irritada que nem dava ouvidos a jovem que falava algo como a pulsação dela estar agitada e que precisava se acalmar.
— Eu não acredto nisso Klaus, você não faz nada e ainda quer tirar nosso filho? Pois se eu tiver que morrer, morrerei com essa criança, mas nunca irei tira-la entende?
— Caroline... — iria continuar mas a enfermeira fez um sinal para eu me calar e isso fiz. Ela apontou para a saida e eu a obedeci, sabia que era melhor para Caroline eu ficar longe, pelo menos naquele momento.
Quando voltei para o corredor fora como se todos os problemas voltassem, tudo que eu havia deixado antes de entrar no quarto voltou. E eu senti um peso horrivel sobre mim, precisava dar um jeito em tudo e principalmente em Silas.
Olhei todos que estavam no corredor, Silas não estava mais lá e minha mãe conversava com uma ruiva que pelo que Kol descrevera, se parecia bastante com a tal Bonnie. Só elas estavam ali.
— Onde foram todos mãe? — perguntei me aproximando.
— Nick estava com fome, estão todos paparicando meu neto, Klaus — minha mãe deu um breve sorriso desviando o olhar para a tal ruiva — Nik esta é Bonnie, a namorada de seu irmão.
A ruiva sorrio ternamente estendendo a mão para mim, a apertei dando um breve sorriso de canto, afinal só sorria para Caroline e Nickolas.
— É um prazer conhecê-lo Sr. Mikaelson, seu irmão sempre fala sobre você — ela disse com uma voz doce que me lembrava bastante a de Caroline, mas só isso também, não que a bela ruiva a minha frente fosse feia, mas era o contraste de Caroline.
Enquanto minha esposa era alta e loira, temporariamente ruiva, Bonnie era baixa de cabelos ondulados e num tom alaranjado, o verdadeiro ruivo que poucas mulheres tinham. Tinha também pequenas sardas na face, o que a dava um jeito meigo e jovial. Ela era sim linda e Kol tinha muita sorte.
— Pode me chamar de Klaus, Bonnie — me afastei um pouco, ainda desejava falar com Caroline sobre nosso bebê.
— Já sabes não é Klaus? — minha mãe me perguntou e eu apenas afirmei com a cabeça — Faça a vontade dela, não pensas em como esta sendo difícil gerar uma vida que ela não possa ter?
— Salvarei Caroline, mãe — por que todos duvidavam disso? Eu não havia desistido, buscaria ainda um coração para minha esposa, salvaria ela e meu futuro filho.
— Mesmo que consiga um coração Klaus, Caroline ao passar pelo processo de cirurgia perderá a criança, apenas faça a vontade dela.
Cerrei os punhos, precisava entender minha esposa, mesmo não entendendo.
Notas finais
E Silas e Esther? u.u Hm, confusoes confusoes u.u
Ate o proximo, que como expliquei no cap anterior .-. estou sem tempo pra escrever ;T deixa passar as provas da facul e voltarei a mil *-*
Isso claro se eu n postar na semana que vem *-*
Adoro vcs e ate, beijos da Sah ;*
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