Motivos De Um Crime

4 Capítulo quatro. Desafios


Notas iniciais
Cap *------------*

Motivos de um crime

Capítulo quatro — Desafios.

— Klaus — a voz de Caroline parecia tão distante — Klaus acorde — abrir pausadamente meus olhos vendo um anjo em minha frente, quero dizer, vendo Caroline a minha frente, ou melhor, em cima de mim.

— Hm — resmunguei piscando os olhos tentando acordar.

— Você dormiu demais — ela sorrio me dando um selinho — A enfermeira vai já chegar e não quero que ela veja meu marido nu.

Rir do comentário dela, Caroline sabia ser muito ciumenta quando queria. Empurrei ela para o meu lado e levantei da cama, não estava em meus planos dormir, mas já que eu dormir mesmo é melhor me apressar. Vestir minhas roupas espalhadas pelo quarto e vi minha loira vestir a camisola do hospital.

— Esta tudo bem? — perguntei estranhando o silêncio dela.

— E por que não estaria?

— Não sei, você nunca fica calada — e ela nunca fica mesmo.

— Estou pensando que ontem Elena veio me visitar e eu não abrir a porta — ela riu e eu adorei vê-la rir, a quanto tempo ela não ria na minha frente.

— Você estava ocupada demais chantageando seu marido — me aproximei dela e a dei um breve beijo, precisava ir.

— Você vai mesmo?

— Sabe que sim, sweet.

Ela sorrio, sorrio tão largo que eu ate estranhei aquele sorriso. Se ajoelhou e me abraçou, retribui o abraço ainda estranhando tal ato repentino.

— Você nunca mais me chamou de sweet.

— Se esse era o problema, voltarei a chamá-la de sweet — dei um breve sorriso acariciando o rosto belo da minha amada.

— Promete que não vai demorar? — as orbes azuis dela me fitavam.

— Não vou demorar, logo estarei aqui — sorrir dando outro beijo na testa dela. Precisava ir, se eu ficasse mais um pouco perderia a coragem de partir.

— Tudo bem, eu amo você e cuidado!

— Eu também te amo, sweet — dei um beijo demorado nela e sai dali.

[...]

Estava no meu carro, a estrada em que estava me levava a Chicago, local exato que desejava ir. Tinha algumas dividas a serem cobradas com um certo amigo.

Horas se passaram ate eu finalmente chegar a cidade de Chicago, era noite já e a cidade brilhava. Já tinha ate me esquecido de como era morar na capital, a 7 anos não pisava naquela cidade.

Estacionei o carro perto de um bar muito conhecido, costumava frequenta-lo nos meus tempos de crime. Respirei fundo e entrei nele, logo na entrada havia dois mastros com mulheres dançando semi-nuas sobre eles, desviei meu olhar, meu objetivo era outro.

Logo pude ver alguns olhos de seguranças se dirigirem a mim, é, eu era proibido de entrar naquele bar, confusões com Damon. Revirei os olhos passando dentre a multidão de pessoas para a area vip, ou seja, a area onde estava o 'chefe' de toda aquela barganha.

— Identidade — um dos seguranças me pediu enquanto me barrava de passar. Bufei irritado.

— Vim falar com... — fora quando meus olhos desviaram do segurança para a mulher que dançava no palco atrás dele.

Arquiei as sobrancelhas surpreso, era...

— REBEKAH! — gritei furioso, vi minha irmã mais nova me encarar surpresa enquanto cobria os seios espostos.

Desde quando minha irmã mais nova virara prostituta? Senti meu sangue esquentar e antes de qualquer pessoa me empedir, subir naquele palco tirando Rebekah de lá pelo braço, a loira se debatia, tentava me esmurrar enquanto eu a puxava. Ninguém tentava me empedir, outros ate riam da situação. Cansado dela se debater tanto, a agarrei colocando-a em meu ombro e saindo daquela boate, voltaria lá outra hora, agora daria um jeito em minha irmã.

— Me solta Nick! Argh — ela resmungava.

E como fiz com Caroline anos atrás, joguei minha irmã dentro do carro pela janela. Entrei depressa e antes dela sair tranquei o veiculo dando partida. Ceus o que acontecera com esse mundo? Tudo bem que eu era excluido de toda a família, mas a que ponto os Mikaelson chegaram para minha irmã estar servindo de prostituta?

— O que estava fazendo lá? — perguntei frio.

— Trabalhando, aliás, era o que eu devia estar fazendo agora! — vi ela bufar e se abraçar ainda cobrindo os seios, ela usava apenas uma calcinha dourada.

Tirei meu casaco ainda dirigindo e joguei sobre ela.

— Aquilo não é trabalho, onde estão todos?

— Papai morreu, mamãe entrou em depressão, Elijah assumiu a empresa depois que Finn roubou mais da metade dela e por fim Kol esta terminando a faculdade.

— Você não deveria estar fazendo o mesmo? — eu não sabia agir naquela situação, deveria bancar o pai dela?

— E você não deveria demostrar um pouco de compaixão pela morte do papai?

— Você sabe muito bem que ele não era meu pai e que sempre nos odiamos.

— É, mas antes eramos uma família! Forever and ever, se lembra?

Eu realmente me lembrava, desde pequeno eu, ela e Elijah eramos unidos, nada nos abatia. Nossa, como eu havia me distanciado dos meus irmãos, a mais de anos não via Elijah e a ultima vez que vi Rebekah ela ainda tinha 16 anos.

— O que a levou a arranjar aquele trabalho? — desconversei do assunto.

— Matt — ela mais sussurrou do que falou, quase não entendi.

— O que tem o entregador de jornal? — eu ainda me lembrava dele, era o garoto que minha irmã se apaixonara e eu ameçara se chegasse perto dela.

— Ele... morreu — percebi a voz dela ficar falha.

— Sinto muito — ela me olhou surpresa, é... ainda não tinha apresentado meu novo eu a minha família, muito menos Caroline.

— Quem é você?

— Nicklaus, seu irmão mais velho — resmunguei finalmente estacionando o carro, estavamos em frente a uma pousada, sairia mais barato que um hotel.

Ela saiu do carro agarrando-se ao meu casaco como se estivesse com frio, revirei os olhos tirando do carro minha pequena mala. Entramos na pousada e eu pedi um quarto, Rebekah a toda hora me olhava como se não acreditasse que era realmente eu ali. Bufei já irritado com isso e abrir a porta do quarto que dividiria com ela.

— Eu não disse que ficaria aqui com você — ela disse.

— Não quero você naquele bar — exigi, o que dera na cabeça da minha irmã mais nova? Onde estava aquela Rebekah mimada que eu protegia?

— Klaus você não sabe o que é amar uma pessoa e a perder — vi ela abaixar a cabeça triste, nunca havia visto ela daquele jeito — Você só sabe amar a você mesmo, eu, EU Klaus, eu amei Matt como nunca amei ninguém, e então o perdi — seus olhos começavam a lagrimar, as orbes azuis cheias de mágoa e tristeza.

— Rebekah...

— Não Klaus! Calado! — ela gritou enfurecida enquanto chorava — Você some a mais de 10 anos e agora reaparece do nada querendo bancar meu irmão mais velho!

— Rebekah preciso que me escute...

— Não! Eu não quero escutar você! Me deixe em paz!

— Rebekah! — gritei chamando a atenção da loira — Me escute por Deus!

— Sabe quando foi a última vez que fiquei sabendo de você? Quando o papai disse que você não iria mais na minha festa de 16 anos, você abandonou toda a nossa família para viver como um ladrão, isso mesmo, um ladrão!

— Rebekah! — gritei novamente avançando pra cima dela.

A agarrei pelos braços e a sacodi, pude ver os olhos esbugalhados dela me fitando assustada. Ela tentava se afastar mas eu ainda a segurava, mantendo-a firme entre meus punhos, por Deus ela conseguia me estressar mais do que ninguém.

— Eu sou casado, tenho um filho e uma esposa a quem amo muito, larguei a vida de crime a exatos 7 anos e só voltei a essa maldita cidade porque minha esposa esta morrendo e eu não sei como salva-la — a soltei me afastando.

Sentei na cama passndo a mão entre meus cabelos agoniado. Caroline precisava de mim e eu estava perdendo tempo com minha irmã mais nova, se Rebekah por perder Matt ficara naquele estado, não conseguia me imaginar perdendo Caroline.

— O que Nick? — ela perguntou com a voz calma, quase num sussurro.

— Isso que você ouviu — respondi friamente.

— Nick... eu... não fazia ideia — vi ela se aproximar de mim ficando de joelhos na minha frente, senti sua mão quente acariciar meu rosto, e então suspirei derrotado.

— Eu a amo e não posso salva-la — senti meus olhos marejarem, por Deus em 7 anos nunca chorei tanto como ando chorando nesses dias.

— Nick o que ela tem?

— Ela precisa de um transplante de coração, mas não é qualquer coração, precisa ser um O- e a fila é inacreditável — fechei meus olhos tentando impedir que as lágrimas caissem.

Então senti Rebekah acariciar meu rosto, mesmo sem querer deixei algumas lágrimas cairem e suspirei, meus pensamentos iam longe, iam ate onde estava Caroline, imaginava ela na cama de hospital sozinha. Como será que ela estava?

— Um coração O negativo? É só disso que você precisa?

A encarei incrédulo, como assim era só isso que eu precisava? Conseguir um doador O- era o mesmo que encontrar uma agulha num palheiro, praticamente impossivel.

— Rebekah preciso ligar para Caroline — disse me afastando dela indo ate a mochila que trouxera comigo — É melhor você aproveitar e tomar um banho, amanhã a levo de volta para a sua casa... — fui cortado.

— Ficarei com você — aquilo me assustou.

— O que? — perguntei pegando o celular ainda sem acreditar naquilo.

— Você precisa de mim agora e eu farei o possivel, tudo bem?

Dei um breve sorriso antes de vê-la entrar no banheiro, realmente seria bom ter minha irmão ao meu lado. Peguei meu celular estranhando ver 37 chamadas não atendidas, por Deus como eu não atendi meu celular? Cliquei na tela vendo que todas as mensagens eram do Stefan, aquilo me preocupou mais ainda, o que será que acontecera a Caroline? Nickolas? Respirei fundo discando o número de Stefan, já estava aflito e nada dele atender.

— Klaus onde enfiou esse celular? — escutei a voz de Stefan na outra linha.

— Caroline esta bem? Por que me ligou tantas vezes? — perguntei preocupado sentindo aos poucos meu mundo cair enquanto Stefan parecia querer me torturar com tanto silêncio.

— Klaus, Caroline teve um ataque cardiaco a mais ou menos 2 horas, mas esta tudo bem agora — meu coração disparou e aos poucos se tranquilizou ao escutar que ela estava bem, mas eu precisava saber por Caroline, precisava ouvi-la.

— Quero falar com ela, por favor.

— Tudo bem, Elena esta lá com ela junto de Nick.

Stefan então levou o celular para Caroline, passaram-se segundos enquanto para mim pareciam minutos, horas, aquele silêncio estava me matando e tudo se tranquilizou, senti uma paz dentro de mim ao escutar a doce voz dela.

— Klaus, esta tudo bem, Stefan que é muito dramático — escutei ela rir e eu sorrir com isso, nada me deixava mais feliz do que a alegria de Caroline.

— Estava preocupado, você...

— Niklaus pode me da a toalha? — senti meus músculos gelarem ao escutar a voz de minha irmã, droga Caroline entenderia tudo errado.

— Quem esta ai? — perguntou minha esposa friamente, pude sentir pelo seu tom de voz que ela ficara triste e isso doeu em mim.

— Caroline não é o que você esta pensando, Rebekah é minha...

— Calado Niklaus Mikaelson! Eu preocupada com você enquanto você estava numa aventura fora do nosso casamento? Passar bem!

Não pude nem responder e ela já havia desligado, senti meu sangue ferver, por Deus por que minha mulher não deixa eu me explicar? Revirei os olhos discando novamente o número de Stefan. Caixa de mensagem, revirei os olhos novamente dicando o número de novo, caixa de mensagem. Bufei, nem tentaria ligar para o dela para saber que estaria desligado.

— Nick a toalha! — pigarreou minha irmã do banheiro com o braço estendido pra fora da porta.

— Pegue Rebekah — resmunguei jogando a toalha na mão dela.

Agora teria que encontrar um coração O negativo e fazer minha esposa compreender que Rebekah era minha irmã e não minha amante. Caroline sempre foi assim, me lembro de quando começamos a namorar, ela dizia nunca mais querer voltar para Chicago e isso era ate bom para mim já que precisava sumir com todo aquele dinheiro. Deitei na cama e fechei os olhos, Caroline, Caroline, Caroline, como seria a minha vida se eu não a tivesse conhecido? Talvez estivesse preso ou quem sabe ate mesmo morto, lembro-me perfeitamente de quando ela falou isso.

Dolton — 12:34

7 anos atrás.

— Estou com fome — resmungou ela cruzando os braços.

Sorrir com a atitude dela, realmente fora uma ótima escolha 'raptar' Caroline. Não me sentia mais só e cada birra dela me deixava ainda mais feliz, vai entender. Fui trocar a macha do carro mas ao invés disso apertei-lhe a coxa o que a fez me dar um tapa na minha mão e cruzar as pernas.

— Ah que foi sweet? — perguntei dando uma breve risada.

Pude ver passarmos por uma placa: Bem-vindo a Dolton, dizia nela.

— Você Klaus! Estou com fome e não aguento mais andar nesse carro!

Revirei os olhos, é ela não estava para brincadeiras hoje, quero dizer, desde que 'ficamos' ela anda ainda mais exigente. Sorrir de canto lembrando da noite maravilhosa que passamos, sim, eu não podia viver sem aquela coisa loira irritante.

— Tudo bem sweet, faremos uma parada na próxima lanchonete ok?

Ela sorriu e deu praticamente um pulinho batendo as palmas, como em uma comemoração. Não sabia ao certo ainda o que estava me acontecendo, mas tinha certeza que não era nada bom, Caroline nunca poderia me deixar, eu nunca a deixaria ir.

— Klaus — me chamou enquanto eu dirigia.

— Sim?

— Você não pretende mudar de vida? Sei lá, cursar uma faculdade, quem sabe?

— Sou formado em administração, sweet — dei um breve sorriso de canto ao vê-la me encarar incrédulo, o que? Eu havia me formado a poucos anos.

— Então por que não vive uma vida direita?

— Por que... — me cortou.

— Não, não há justificativas, um dia quero poder olhar para trás e sorrir feliz pelo que eu tenha feito.

— Não vai se arrepender do que esta fazendo agora? — fui sínico.

— Espero esta ao seu lado quando eu olhar para traz, eu sei que parece loucura mas você é totalmente o oposto que programei para mim e tudo aquilo que não programamos são sempre o que nos deixam mais feliz — ela sorrio dando uma pausa, eu achei aquele o sorriso mais lindo dela — Talvez dois a três filhos, quero ter uma menina e que se chame Carrie...

Sem querer acabei por rir daquilo que ela falava, atrapalhando-a, filhos? Casamento? Morarmos juntos? Eu a conhecia à o que... cinco semanas? E ela estava planejando uma vida toda para nós?

Fora então que eu parei de rir quando olhei novamente para ela, toda a animação que ela tinha não estava mais ali, e a maneira linda como ela sorria dera lugar a uma face magoada, podia jurar que a primeira vez que a fiz chorar foi a mais dolorosa. Caroline virou o rosto contra mim e ficou olhando para fora, para a paisagem que passava pela janela. Suspirei vendo-a daquele jeito podia vê-la chorar atraves do retrovisor, ela estava sim chorando, chorando por minha causa.

— Caroline... — a chamei devagar passando a mão pelo seu braço.

— Esqueça o que eu disse — ela disse afastando-se do meu toque — Eu... eu... não passo de uma menina para você, uma garota sonhadora, mas se quer saber, nunca fiz planos com meu namorado! — ela respirou fundo levando a mão a boca para abafar um grito, surpresa — Oh my God! Tyler, céus como fui me esquecer dele?

Tyler, nunca vi nome mais idiota, aposto que deveria ser também um idiota qualquer. Bufei irritado em imaginar ele a beijando... a tocando como eu a toquei. Não! Caroline não iria a canto nenhum muito menos ver esse Tyler.

— Receio que esse Tyler seja corno uma hora dessas — dei um sorriso sarcastico tentando esconder a minha irritação, sim, eu estava com ciumes.

— Ele nunca saberá de nós — ela ainda parecia magoada.

Então Caroline fez uma das maiores loucuras que já vi, abrio a porta do carro comigo dirigindo-o a 100km/h, por Deus aquela loira é doida. Eu rapidamente estacionei antes que ela pulasse, iria chama-la, mas ela saiu do carro me deixando só no carro. Bufei mais do que irritado com toda aquela cena.

— Caroline! — a chamei saindo do veículo, fechei a porta com força encarando-a andar pela beira da estrada, distanciando-se. — Caroline!

— O que foi, Nick? — ela gritou de volta virando-se para mim, estavamos distantes um do outro e isso me impedia de agarra-la e coloca-la no carro.

— Não posso deixar você numa estrada, vamos ao menos chegar na cidade!

Vi ela dar um sorriso, não feliz e sim sarcastico.

— Tenho que voltar para Tyler, isso que existe entre nós não irá a lugar algum para você! Minha festa de noivado será semana que vem, eu tenho que esta lá — noivado? Eu entendi bem? Ela iria ficar noivo de um cara com nome idiota?

Me calei, realmente ela fora apressada em planejar nosso futuro, mas eu não queria que ela fosse embora. Então Caroline atravessou a estrada ficando do lado oposto do meu, me irritei mais ainda com aquilo, ela estava me deixando de vez? Não, ela não podia fazer isso. Corri em direção a ela, pude vê-la revirar os os olhos quando me aproximei.

— Por que esta fazendo isso? — a puxei pela cintura para mim, encarando aquelas orbes azuis tão lindas, que dessa vez estavam manchadas de vermelho.

— Klaus eu tenho um namorado que me pedirá em casamento no dia da campanha do meu pai, e eu preciso estar nela. Você acha que as pessoas não me reconhecem por onde passamos? Meu rosto aparece em todos os jornais como "procurada", preciso e vou voltar para casa! — ela se afastou de mim e eu senti como se fosse um pedaço de mim saindo, doeu, nunca me apeguei dessa modo a mulher alguma.

Vi um carro qualquer parar oferecendo carona, mas eu ainda estava estático enquanto ela entrava no veículo.

— Seu namorado não vai também? — perguntou a mulher que dirigia.

— Ele não é meu namorado, assim como não é nada para mim — e fechou a porta do carro da mulher, segundos depois saindo.

Olhei para o carro se distanciando, pensei em ir atras, mas do que adiantaria? Klaus MIkaelson havia sido apenas uma aventura para uma mulher qualquer, eu havia sido uma aventura para Caroline. Irritado voltei para o meu carro. Nem se quizesse voltaria para Chicago, teria que me desfazer de todo o dinheiro e isso eu nunca faria.

Chicago — 01:33

Atualmente.

Suspirei, lembranças e mais lembranças. Aquela fora a primeira vez que perdi Caroline, lembro-me perfeitamente de ter ido embora, tentava esquecê-la me afundando em bebidas e mulheres que se vendiam, mas nenhuma delas era Caroline, o aroma de flores dela ficara impregnado em mim, as imagens das noites que passamos juntos, eu iria enlouquecer se não a tivesse para mim. Então faltando 3 dias para a campanha do pai dela eu decidir voltar a Chicago.

Me aconcheguei na cama lembrando-me melhor desse dia enquanto estava de olhos fechados, cheguei de noite em Chicago praticamente na hora que Caroline ficaria noiva, ri, essas eram boas lembranças das quais valiam a pena compartilhar.

Como Caroline imaginaria que eu estava em uma aventura com outra mulher, quando, só consigo pensar nela? Amanhã ligaria para ela, isso se Stefan já não tenha dito que Rebekah era minha irmã, talvez Caroline me ligue antes. Ah, já havia ate esquecido do romance passageiro de Stefan com minha irmã, pelo menos seria útil.

Notas finais
Obrigada por lerem >.
Beijos da Sah ;*
Posto cap novo sábado e_e