Moon River

20 Capítulo Dezesseis


Notas iniciais
Você que está lendo isso, senta aqui e vamos ter uma conversa séria. Gente, a história foi pensada desde o início para ter capítulos em 2000, não é algo que simplesmente joguei no meio do enredo. Ainda termos capítulos em 2000, não sei quantos, mas sim, eles não vão desaparecer do nada. Lamento muito se alguns não compreendem que eles são sim importantes para o enredo em geral, não posso fazer nada contra isso. Mas, peço que não fiquem reclamando a cada capítulo de 2000 como se eu estivesse os postando para sacanear vocês. Eu não faço isso, posto porque eles são parte da história, então tem de serem postados. Este é um capítulo de 2000, então peço que por mim e pela minha mente que já está cheia de coisas, que não deixem comentários me brigando, ou reclamando por ser um capítulo do passado. Não quando está estabelecido desde o começo que eles existiriam. Boa leitura!

— Capítulo Dezesseis —

— Bella —

Seattle – Janeiro de 2000

Meu quarto no dormitório da faculdade estava silencioso, não ter Jessica por perto era uma verdadeira maravilha. Tinha sido absurdamente fácil contrabandear Edward para dentro do dormitório feminino, o passando pelos seguranças da portaria, na verdade eles nem se importaram com isso, desejando boa noite para a gente como se o que estávamos fazendo não era nada errado, quando era e muito.

Mas, como eu era a ilegal aquela noite, mantive-me quieta quanto a passividade e submissão daqueles que deveriam proteger o dormitório feminino de garotos que era totalmente proibidos de entrarem depois das seis da tarde.

Edward e eu não dissemos nada um para o outro enquanto caminhávamos para meu quarto, ou quando entramos lá e eu tirei os saltos que usava, os deixando de lado. Apenas sentei na cama, com ele sentando ao meu lado, então virei meu rosto para o seu deparando-me com seu olhar esverdeado no escuro do quarto.

Meu coração palpitou, como se eu estivesse o vendo pela primeira vez de novo. A mão dele tocou em meu rosto, gentilmente, como se eu pudesse quebrar a qualquer momento com seu toque. Então, seus lábios se encontraram com os meus, foi um beijo calmo, que permitiu que eu pudesse aproveitar cada instante dele.

O jeito como Edward primeiro me dava um selinho, para então aprofundar o beijo, enquanto sua mão ainda em meu rosto fazia um afago doce. Ainda sendo gentil e carinhoso como ele era, o Cullen mordeu devagar meu lábio inferior, fazendo com que eu gemesse baixinho em seus lábios.

Deitei na cama, fazendo com que ele deitasse sobre mim, o encaixando entre minhas pernas, amaldiçoando aquele vestido ainda não ter sumido do meu corpo. Mas, Edward não parecia com pressa alguma, lentamente continuava beijando minha boca, até que a sua decidiu percorrer meu pescoço e, me pegando de surpresa, foi um pouco mais além ali, dando mordidinhas até que chupou minha pele, o que acarretou em mim apertando seu braço, extasiada com o que ele tinha feito.

Uma de suas mãos alcançou meu seio, enquanto ainda beijava meu pescoço, tocava em mim por cima do vestido, estimulando-me de um jeito que estava me deixando completamente maluca. Minhas mãos se perderam em seu cabelo, o bagunçando ao passar meus dedos por ali, o puxando a medida que Edward me beijava mais ainda e tocava em meu seio.

Por fim, suas mãos encontraram o zíper do vestido na parte de trás, ergui meu corpo o suficiente para que ele conseguisse abri-lo. Afastando-se um pouco de mim, Edward o puxou para fora do meu corpo, deixando o vestido cair sobre o chão e lá ficou pelo resto da noite.

A cama era terrivelmente pequena, mas aquilo pareceu ótimo para nós dois que pudemos ficar mais perto um do outro. Edward estava sorrindo quando voltou a me beijar, suas mãos voltando aos meus seios, ali protegidos apenas por um sutiã de renda, também preto.

Foi minha vez de começar a despi-lo, ele usava uma camisa social azul escura, abri um botão de cada vez, para tirá-la de seu corpo, aproveitando para tocar em seus braços no processo. Edward tinha dito que corria toda manhã, depois fazia algum tempo de musculação, o que explicava seu corpo definido, mas não de uma forma exagerada, ele era simplesmente perfeito.

Como se estivéssemos revezando, ele esperou que eu terminasse de tirar sua camisa para tirar meu sutiã. Senti minhas bochechas corarem quando fiquei parcialmente nua diante dele, mas estava tão entregue aos seus beijos e toques que não consegui me prender muito tempo a qualquer vergonha.

As mãos de Edward foram substituídas por sua boca em meus seios, o que fez com que eu tivesse de agarrar o espelho da cama quando sua língua tocou em mim ali. Era maravilhoso, eu me senti nos céus e não sabia como conseguiria aguentar tudo mais que ainda viria pela frente.

Uma das mãos dele passeou despretensiosamente por minha barriga, enquanto sua boca beijava e sua língua umedecia meus seios, alternando entre eles. Até que, sua mão chegou a minha calcinha, a puxando para baixo, o primeiro contato direto me fez gritar, sentindo Edward sorrir contra meu seio esquerdo com minha reação.

Ele penetrou um dedo em mim, devagar, parando de beijar meus seios para virar seu rosto em minha direção e analisar meu rosto. Mordi o lábio, fazendo Edward colocar mais um dedo, então os girou lá dentro. Meu corpo estremeceu e agarrei com mais força o espelho da cama, jogando meu quadril em direção a Edward, querendo mais dele.

O Cullen continuou movimentando seus dedos dentro de mim, com a outra mão massageando meus seios, fazendo com que gemidos desconexos saíssem de minha boca. Seu dedão encontrou o ponto de mais prazer do meu corpo e, com apenas três dedos, ele conseguiu me dar uma experiência sexual muito melhor do que os outros caras que eu já tinha ficado.

Quando gozei, com um gritinho abafado para que não chamasse muito atenção para meu quarto, a expressão de Edward estava dividida entre felicidade e luxuria. Ele tirou seus dedos de mim, os chupando enquanto continuava me encarando, seus olhos verdes pareciam selvagens.

Antes que eu pudesse o puxar para mim, Edward colocou seu rosto entre minhas pernas, usando sua língua para terminar de me dar prazer. Minhas mãos foram parar em seu cabelo, o mantendo ali pelo máximo de tempo que pude antes de me encontrar exausta. Então, o puxei para mim como queria, lhe dando um beijo sem ligar para meu gosto em seu boca, aquilo na verdade parecia tão sexy e perfeito, ele era meu.

Decidida a lhe dar o máximo de prazer que conseguisse, fiz com que fosse a vez dele de se deitar na cama. Tirei seus sapatos, os jogando para longe, então tirei seu cinto e desabotoei sua calça, a tirando junto de sua cueca.

Edward já estava duro e, saber que tudo aquilo era por mim, para mim, encheu meu peito de um orgulho diferente de todos que já tinha sentido. Ele me desejava e sentir-me desejada era muito bom.

O coloquei em minha mão, a movimentando para cima e para baixo, o vendo arfar quando por fim passei minha língua na cabeça de seu membro. Levantei meus olhos para ele, que me encarava de volta, com uma mão ele segurou meu cabelo, o tirando de meu rosto e o colocando em sua mão, deixando com que tivesse total visibilidade do que estava fazendo.

Abaixando minha mão, coloquei mais dele em minha boca, então chupei com força. Edward gemeu meu nome. Isabella nunca tinha parecido tão poderoso quanto naquele momento.

Passei minha língua por todo seu comprimento, então o masturbei com a mão, enquanto com a outra tocava em seu peitoral e abdômen definidos. Mas, eu preferia tê-lo em minha boca, sendo assim não demorei muito mais em voltar a chupá-lo, o que pareceu ser muito mais do agrado de Edward também.

Meus movimentos foram unidos aos dele, que ainda segurava em meu cabelo, nossos ritmos se misturaram e se eu ia rápido ou devagar, ele me acompanhava. Então, Edward gozou em minha boca, engoli, pela primeira vez e mesmo o gosto sendo estranho, não senti vontade de vomitar.

Vi a cabeça de Edward desabar contra os travesseiros, rastejei até ficar sobre ele, que prontamente me abracei. Nossos corpos nus se tocando, suados, recuperando-se dos primeiros prazeres da noite.

— Isso foi maravilhoso — Edward disse, segurando em minhas mãos.

— Foi mesmo — concordei, o beijando, ele também não se importou onde minha boca esteve antes e trocamos um beijo longo. — É tão bom estar com você — proferi.

Ficamos ali por algum tempo, eu podia sentir seu coração bater tão alto quanto o meu.

— Você tem cheiro de morangos, isso é tão agradável! — Edward disse em algum momento. Ele se curvou para beijar meu pescoço, fazendo com que meu corpo todo se reascendesse, aparentemente o dele também.

Senti seu membro novamente duro, o que me fez rebolar em seu colo, fazendo Edward segurar em meu quadril, beijando com mais força meu pescoço. Ele sentou, fazendo com que eu sentasse também, estiquei meu corpo para a mesinha de cabeceira, resgatando uma camisinha na gaveta.

Edward parecia surpreso com o fato de eu estar protegida, afinal mulheres geralmente não tinham camisinhas consigo. Abri o pacote, deslizando a camisinha por seu membro já totalmente duro, então ele me penetrou de uma vez.

— Edward — gemi seu nome bem alto, sem pudores daquela vez, cravei minhas unhas em suas costas, enquanto voltava a rebolar em cima dele.

Edward estocava em mim rapidamente, então desacelerava o ritmo, suas mãos dividiam-se entre meus seios, a estimular meu clitóris ou a tocar em minha bunda. Eu o beijava, concentrando-me em seus lábios e em não parar de rebolar para ele, dando beijos por todo seu pescoço também, o chupando ali como ele tinha feito em meu pescoço, deixei uma marca roxa ali e fiquei estranhamente feliz com aquilo.

Em algum momento o prazer da situação foi tão grande que minhas unhas deslizaram por toda suas costas, o arranhando e fazendo a cabeça de Edward tombar em direção ao meu peito, mas o que também fez ele acelerar o ritmo de seu membro dentro de mim e de sua mão em meus seios. Ele me colocou na cama, então saiu de mim totalmente, para entrar de novo, repetindo o ato, fazendo com que eu começasse a ficar sem ar.

O meu orgasmo veio logo, forte e comigo gritando, quando Edward entrou mais uma vez em mim ao mesmo tempo que sua mão friccionava meu clitóris. O orgasmo dele veio em seguida, quando o abracei com minhas pernas, rebolando mais ainda para ele e dando beijos mais calorosos em seu pescoço.

Ele gemeu meu nome, deitando-se sobre mim, tão cansado quanto eu estava.

— Eu te amo — Edward disse, encarando-me.

Sorri, toquei em seu rosto, então o beijei devagar, ainda o sentindo em mim. Minhas pernas ao redor de seu quadril e meus peitos tocando no dele, os deixando eriçados pelo contato.

— Amo você, Edward — falei.

Edward sorriu também, então nos sentou na cama, dando um longo beijo em minha testa.

— Quero passar o resto da minha vida com você, Bella.

— Vamos fazer isso. — Segurei em seu rosto com ambas as mãos, levantando-me de seu colo. — Eu nunca irei deixar você partir, Edward — prometi.

— Nunca? — perguntou contente com aquilo.

— Nunca. — entoei. — Teremos tudo que quisermos, o principal será um ao outro. — Um sorriso bobo tomou conta de meu rosto, então depositei um beijo na bochecha dele.

— Uma casa, dois filhos...

— Um menino e uma menina? — perguntei animada. — Ele pode se chamar Anthony? Adoro seu segundo nome.

— A menina pode se chamar Renesmee? — foi a vez dele perguntar, me deixando confusa com a escolha do nome. — Mistura dos nomes de nossas mães, Esme e Renee — contou sorridente.

— Vamos pensar nisso depois. — Ri suavemente, o fazendo rir também. — Eu ainda tenho mais camisinhas na gaveta — avisei.

— É muito bom ouvir isso! — Edward exclamou, voltando a me beijar com intensidade.

Seattle — Fevereiro de 2000

Edward ria quando sai do banheiro, o xingando por ter me convencido a fazer sexo no banho quando eu estava claramente atrasada para o trabalho. Ele saiu atrás de mim, enxugando o cabelo em uma toalha, enquanto outra estava enrolada em sua cintura.

Vê-lo molhado não foi muito bom para mim, não quando eu estava realmente atrasada para o trabalho e precisava correr para a joalheria. Comecei a procurar minhas roupas dentro da mochila que eu tinha levado para a casa de Edward, eu estava dormindo ali com ele por pelo menos uma semana.

O que significava que era uma semana de atrasos para a aula e trabalho, levando em conta o quanto era difícil manter minhas mãos longe do corpo dele e as dele do meu. Estava colocando a calcinha, quando Edward me abraçou por trás, depositando um beijo demorado em meu pescoço.

— Edward, eu estou atrasada! — exclamei mais uma vez, o afastando, continuando a me vestir.

— Precisa mesmo ir trabalhar hoje? É sexta-feira — ele resmungou, jogando a toalha que usava para enxugar o cabelo na cama.

— Não jogue toalha na cama, Edward Cullen. — A atirei contra ele, me enfiando em meus jeans. — E, é claro que tenho de ir trabalhar hoje, ou você se esqueceu de que amanhã é a grande festa da joalheria? Não posso falhar com Tanya, não nesse momento tão importante.

Edward pareceu triste por não conseguir que eu passasse o resto da tarde com ele, mas assentiu.

— Podíamos sair para jantar — sugeriu.

— Ah não. — Coloquei minha blusa. — Eu não quero sair, amanhã já vai ser uma loucura maior ainda, podemos ficar aqui mesmo.

— Tudo bem, mas no dia dos namorados vamos sair para jantar e você que não tente me enrolar, senhorita Swan — ele afirmou.

— Pode deixar, no dia dos namorados serei toda sua, já pedi até mesmo folga para Tanya. — Fui até ele, o beijando rapidamente. — Tire essa careta do rosto, Edward, eu tenho de ir trabalhar.

— É, eu sei.

— E você tem de ir a empresa ainda, esqueceu que tem uma pilha de relatórios adiados? Seu pai vem para Seattle amanhã, você não vai querer ele lhe irritando por conta disso, não é?

Os Cullen, Esme e Carlisle, estavam vindo de New York especialmente para a festa da joalheria, o que só colocava mais pressão em mim para que tudo desse certo. Edward por outro lado não estava ligando muito para seu estagio na empresa do pai na cidade, ele preferia pegar mais aulas de cursos livres na faculdade do que ir para lá. Na verdade, eu tinha de ser honesta, Edward não era mesmo um bom homem de negócios, ele teria sido um médico muito melhor.

Estávamos juntos a cerca de um mês e a cada dia eu me via mais apaixonada por ele, era como se eu tivesse encontrado o homem perfeito, que nunca soube que estava procurando. Nos brigávamos, fazíamos as pazes, brigávamos de novo, nos beijávamos e o mundo parecia estar em uma sincronia nunca vista antes.

Descemos juntos de seu quarto na mansão Cullen quando acabei de me arrumar, ele me deixaria na joalheria, então seguiria para a empresa. Então, ambos nos surpreendemos juntos quando nos deparamos com Alice e Jasper chegando ali.

— O que estão fazendo aqui? — Edward perguntou desconfiado, Alice e Jasper até onde eu sabia estavam morando em um apartamento no centro da cidade. Eu tinha os visto algumas vezes, de passagem pela mansão, ou quando fui almoçar com Edward e Alice surgiu, foi tão ruim quanto a primeira vez e eu tinha colocado a irmã dele na listinha de pessoas que eu odiava, junto com Carlisle e Esme.

— Vamos passar o fim de semana aqui — Alice disse, ordenando para o motorista colocar suas malas no quarto dela. — Iremos voltar com papai e mamãe para New York na segunda, estou farta dessa cidade! — exclamou, tirando seu casaco, então me notou ali. — Ah que horror, você ainda está por aqui.

— Claro que ela está por aqui, Bella e eu somos namorados, Alice! — Edward exclamou furioso. — Por que vocês não ficam no apartamento de vocês? Não precisam se enfiar na mansão — reclamou com Jasper, que apenas deu de ombros.

— Alice quis vir para cá.

— Ora Edward, a família deve ficar reunida em um momento importante como esse. — Alice piscou para ele, deixando o irmão confuso, mas não esperou que ele perguntasse nada e seguiu para a escada.

— O que ela quis dizer com isso? — Edward perguntou ao cunhado.

— Não faço ideia — Jasper comentou, também confuso. — Sério, os hormônios da gravidez estão enlouquecendo Alice.

Aquele era o motivo — a gravidez — que me fazia ser o máximo gentil e simpática que conseguia com a irmã do meu namorado. Ela estava grávida, não queria brigar, muito menos prejudicar a saúde de uma mulher que carregava um bebê dentro de si.

— Que seja! — bufei. — Vamos Edward, eu estou cada vez mais atrasada! — reclamei, ele concordou com um aceno de cabeça. — Até depois, Jasper.

— Até Bella!

***

Cheguei na joalheria praticamente correndo, depois de uma sessão de beijos com Edward que foi mais longa do que o esperado no carro. Era muito raro conseguirmos sair sem seus seguranças, afinal as ameaças a família Cullen continuavam existindo.

— Olha quem chegou — Tanya cantarolou ao me ver entrando na joalheria, ela estava ali com a mãe e as vendedoras que recebiam instruções para o dia seguinte, onde elas também estariam para a apresentação oficial da joalheria. — E de cabelo molhado, bem no meio da tarde. — Lançou um sorriso malicioso para mim. — Estava nadando, Bella? Ou se divertindo no chuveiro?

— Oi senhora Denali! — Ignorei o comentário de Tanya, indo cumprimentar a mãe dela.

— Olá Bella, tudo bem? — perguntou Carmen para mim, dando um sorriso gentil.

— Sim, sim e com a senhora? — perguntei.

— Ah maravilhoso — Carmem disse empolgada. — Estou tão contente com Tanya sabendo tocar tão bem a joalheria e a organização da festa. — Sorriu para a filha, que pareceu surpresa com o elogio. — E tenho muito a agradecer você Bella, por ser uma amiga tão bom para minha Tanya e estar a ajudando tão bem com tudo isso.

— É só meu trabalho — falei, corando.

— Mas você o faz muito bem — Carmen afirmou. — Bom meninas, eu preciso ir, tenho de ir escolher meu vestido para amanhã ainda. Te vejo amanhã Bella. — Ela me abraçou, beijou o rosto da filha e saiu da joalheria.

— Isso é estranho — Tanya murmurou quando a porta se fechou.

— O quê?

— Mamãe, ela está estranha hoje, esteve assim o dia inteiro. — Franziu o cenho. — Bom, deve ser alguma dieta dela. — Riu. — E ai Bella? Chuveiro ou estava nadando na piscina dos Cullen?

— Vai se catar, Tanya! — exclamei, sentindo minhas bochechas corarem. — Mas, se quer saber mesmo, chuveiro.

— Tarde animada. — Ela gargalhou. — Só que agora é hora de trabalhar, Swan. Mais tarde você se diverte novamente no chuveiro.

Eu ri, querendo mesmo mais um momento no chuveiro com Edward. Ou melhor, vários momentos.

Notas finais
Como dito nas notas lá em cima, peço que sejam gentis em seus comentários. Tudo bem? Eu não preciso de comentários grosseiros e se receber um irei apagar. Quanto as leitoras que entendem a necessidade de 2000, ou aquelas que não deixam comentários estúpidos, muito obrigada por serem vocês. Eu daria uma cesta de chocolate para cada se meu dinheiro não estivesse todo empregado em passagens de ônibus. Beijos! Lola Royal. 16.04.16