Moon River

54 Capítulo Quarenta e Seis


Notas iniciais
Deus me abençoe depois desse capítulo hahah Boa leitura ♥

— Capítulo Quarenta e Seis —

— Bella —

New York – Agosto de 2016

Carmen, o nome pipocava em minha cabeça. Eu não podia acreditar que depois de tanto tempo finalmente tinham descoberto o mandante das ameaças.

Enquanto Edward e Carlisle faziam ligações, Esme ficou comigo no intuito de me manter calma. E, eu me esforcei muito para não perder o controle.

Eu estava grávida, não podia me dar ao luxo de ficar nervosa nem nada do tipo, apenas tinha de deixar com que resolvessem aquela situação, tudo ficaria bem. Estávamos todos nos entendendo, Carmen seria devidamente mantida longe da gente, nada mais nos desestabilizaria.

— Renesmee e Lucy estão vindo para cá — Edward me avisou, mas logo foi fazer outra ligação, desligando quando Carlisle fez um sinal para que aquilo acontecesse. — O que foi?

— Carmen fugiu – Carlisle declarou e, senti minha barreira protetora emocional, até então sólida, rachar. — Estavam expedindo um mandado de prisão para ela, por conta da acusação de trabalho escravo que ela financiava, então descobriu e fugiu do país.

Esme ao meu lado suspirou, apertando minha mão.

— Eles estão atrás dela, o marido, Eleazar, também fugiu. Tanya provavelmente vai ser chamada para depor para verem se ela tem alguma pista da mãe e, Kate na França também.

— Fique calma, okay? Nós resolveremos isso — Edward disse para mim.

— Você nem pense nisso, Edward Cullen! — exclamei. — Deixe a policia cuidar disso, você não é da policia, não vai sair por ai caçando Eleazar e Carmen.

Ele revirou os olhos.

— Eu mesmo os matarei quando os ver, Bella, eles passaram anos atormentando minha família.

— A policia confirmou que eles são os autores de todas as ameaças? — Esme perguntou ao marido. — Eu ainda não consigo acreditar que Carmen era a pessoa por trás de todas as ameaças, ela nem nos conhecia antes de Edward nascer.

— Bom, não nos conhecíamos, mas de alguma forma ela estava de olho na gente, sabe-se lá porque — Carlisle voltou a ligar. — Vou falar com Jasper, mandar ele trazer Luke até aqui, é melhor que estejamos juntos.

— Ah Deus, estamos vivendo em uma prisão domiciliar — resmunguei, Edward sentou ao meu lado, puxando-me para seus braços.

— Vai tudo ficar bem — ele prometeu. — Você não quer ir lá para cima dormir um pouco? Tivemos um dia agitado. Prometo mandar Ness atrás de você quando ela chegar.

Eu tentei ir contra aquilo, queria ficar acordada para ter certeza de que todos estariam bem, mas estava morrendo de sono, eu precisava mesmo dormir um pouco. Sabia que não podia ficar em paranoia, pelo bem do bebê.

— Tudo bem — concordei, Esme afagou meu braço antes de Edward me guiar para o segundo andar, ele me levou até seu antigo quarto, deixando com que eu deitasse em sua cama. — Prometa-me que vai mandar Renesmee me acordar quando ela chegar, preciso apenas de um cochilo de meia hora. — Olhei a hora no relógio no pulso de Edward, oito da noite, era um bom horário.

— Pode deixar. — Ele beijou minha testa. — Sinto muito por essa confusão, Bella.

— Não é sua culpa. — Toquei em seu rosto. — É culpa de Carmen.

— Vão pegar ela, então vão jogá-la em uma cadeia e eu nunca mais deixarei com que ela saia de lá. — Assenti, afagando sua face com a expressão dura. — Eu amo você, Bella.

— Eu também te amo. — Me estiquei para beijá-lo. — Estou feliz que tenha se entendido com Carlisle.

— É, eu também, mas acho que Esme ficará ressentida com ele agora.

— Ela o ama — murmurei. — Nós dois tínhamos ressentimentos um sobre o outro, mas mesmo assim estamos juntos, Esme e seu pai irão sair dessa.

Edward me beijou mais uma vez, então saiu da cama.

— Edward?

— Eu sei, mandar Renesmee até você assim que ela chegar, descanse um pouco, Bella. — Ele desligou a luz, saindo do quarto.

Respirei fundo, fechando os olhos.

***

Eu estava em meu apartamento, em meu quarto, quando acordei, mas Edward não estava ao meu lado na cama e o local estava bagunçado. Levantei confusa, olhando ao redor para o lugar totalmente revirado, até que ouvi.

— Mãe! — Era Renesmee, sem duvidas era minha filha e, ela estava com medo, apavorada.

Fui até a porta, mas estava trancada e não conseguia a abrir de forma nenhuma.

— Mãe! — Renesmee gritou por mim de novo, ela parecia estar chorando. — Mamãe, mamãe, me ajude. Ela vai me matar.

Então, começou um choro de bebê alto e que fazia meu coração doer.

— Mãe, eles vão matar o Anthony, mãe!

Eu gritava e batia contra a porta, querendo de qualquer forma abri-la.

— Mamãe, mamãe! — A voz de Nessie ficava cada vez mais longe. — Mamãe, estátua, estátua!

O código de segurança, ela estava usando o código de segurança.

— Renesmee, Renesmee! — gritei.

— Mãe, acorde, mãe! — Então a voz dela estava mais próxima, abri os olhos, deparando-me com o teto do antigo quarto de Edward na mansão. — Mãe? — Olhei para o lado, vendo Renesmee.

— Você está viva! — exclamei sentindo meu coração bater alucinadamente, a puxando para mim. — Filha, filha. — A agarrei.

— Foi só um pesadelo, mãe — Ness me consolou. — Estamos todos bem, prometo.

Assenti, enterrando meu rosto em seu cabelo, tendo certeza de que ela estava bem. Que o bebê estava bem, que ninguém estava os levando de mim.

— Que horas você chegou?

— Antes das nove, já são onze, você deveria voltar a dormir.

— Não depois desse pesadelo. — A soltei, observando seu rosto. — Eu fiquei com tanto medo, pensei que eles iriam matá-la...

— Mãe, não, relaxe, okay? Você está grávida, não pode ficar assim, ninguém vai me machucar.

— Ainda se lembra da palavra de segurança, não é?

— Sim, estátua! — Ela balançou a pulseira em seu braço. Renesmee colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. — Eu prometo que se alguém tentar tocar em mim eu vou gritar bem alto, muito alto, mãe

— Eu não posso te perder, Nessie — sussurrei com medo. — Eu não sei viver sem você, meu amor.

Os olhos verdes dela foram invadidos por lágrimas, então Nessie me abraçou.

— Eu não viveria sem você, mãe, então, por favor, não faça nada estúpido — pediu. — Por favor, só cuide de si mesma, eu morreria se algo te acontecesse.

Long Island – Setembro de 2016

Nada foi resolvido, o que só deixou Carlisle mais furioso do que nunca. Ninguém tinha rastro algum de Eleazar ou Carmen, pareciam que eles tinham simplesmente evaporado do mapa mundi, enquanto um peso de crimes como sonegação de impostos, financiamento de trabalho escravo e para completar as ameaças, pesavam em suas costas.

Para contornar toda a tensão que estávamos vivendo nas últimas semanas desde a morte de Alice, a família inteira decidiu viajar. Iríamos passar o fim de semana do feriado do dia do trabalho em Long Island, todos nós, para tentarmos ter um pouco de diversão.

— Papai, eu estou falando sério, ou você corre, ou eu vou fazer xixi no seu carro! — Nessie exclamou, contorcendo-se no banco de trás, enquanto Edward pisava mais no acelerador, estávamos indo tão rápido que os carros de Carlisle e Jasper já tinham ficado para trás, assim como os dos seguranças que levávamos conosco.

— Ei, calma ai, Speed Racer, prefiro o seu carro sujo de xixi do que a gente batendo, está de noite e chovendo, desacelere — ordenei a Edward, que desacelerou, ele odiava dirigir devagar, mas comigo grávida era quase uma lei obedecer os meus limites de trânsito, não os do estado.

— Eu juro que se ela fizer xixi aqui eu vendo esse carro e compro uma moto.

— O pai dos meus filhos na vai andar de moto, é perigoso — declarei.

— Menos conversa, mais velocidade, pessoal, minhas bexiga vai explodir — Nessie choramingou.

— Isso que dá você beber tanto refrigerante — Edward acusou.

— É, eu sei, sou gulosa demais. Um dos sete pecados capitais, Deus agora está me punindo com minha bexiga pequena — ela falou, me fazendo rir.

— Pronto, chegamos! — Edward anunciou, estacionando na frente da casa. Ela era no fim da praia, a casa mais perto ficava bem longe e, com a chuva e a noite nos cercando, quase não víamos nada, os outros nem tinham entrado na rua ainda. Ele jogou as chaves para Nessie, que pulou para fora do carro, correndo da chuva para casa.

Sai com um guarda chuva, herança de ser nativa de Forks, enquanto esperava Edward recolher as malas para entrarmos em casa também. Estávamos rindo de Nessie quase fazendo xixi no carro, quando os outros chegaram, Esme reclamando da chuva, assim como Tanya que tinha seus cabelos escovados.

— Péssimo tempo para uma praia — Tanya resmungou, se enfiando debaixo do meu guarda chuva, com Luke em seu colo, ainda que ele estivesse querendo ir para a chuva. — Vamos entrar logo, Bella!

— Vamos! — concordei, então ouvi o primeiro grito.

— Estátua! — Edward largou as malas, correndo para casa, para o grito de socorro da nossa filha.

— Façam alguma coisa, façam alguma coisa! — implorei aos seguranças, largando o guarda chuva. Eles fizeram, eram cinco deles e conduziram todos nós para o interior da casa, enquanto Carlisle e Jasper gritavam com eles querendo entender o que estava acontecendo.

Tudo foi como um borrão em minha mente, enquanto eu pensava que nunca mais veria Ness, enquanto minhas mãos gelavam e meu coração falhava. Nós fomos colocados dentro da casa, ainda desnorteados com tudo aquilo, então nos deparamos com mais homens e, dois deles totalmente reconhecíveis, James e Caius.

Nessie e Edward estavam presos nas mãos de dois homens lá dentro, ele tentava a todo custo se soltar, enquanto ela chorava em silêncio, encarando Caius com ódio. Eu senti minhas pernas bambas e, senão fosse por Carlisle ao meu lado me segurar, eu sabia que teria caído direto no chão.

— Olá família! — Caius saudou, indicando que os falsos seguranças, recém contratados por Carlisle, por terem sido indicados sendo muito bons e de confiança, nos faziam sentar nos sofás da sala.

Eu fiquei entre Carlisle e Lucy, com Esme ao lado do marido. Tanya, Jasper e Luke em um sofá menor, Edward e Nessie continuavam de pés, sendo mantidos ali pelos homens com eles. Todos os homens ali tinham armas em mãos e, eu sabia que um movimento em falso e eles atirariam.

Sentia-me nauseada, fraca, eu só queria chorar, mas minha cabeça não processava nada daquilo bem.

— Foi você, claro que foi você — Carlisle disse para o irmão, Caius assentiu rindo, sua risada estremecendo minha espinha.

— Óbvio que sim, sempre fui eu. — Ele estava sentando em uma poltrona, com um copo de uísque em mãos. — Agora todos estão aqui e, tudo que preciso é fazer com que todos morram, então tudo que roubou de mim, irmão, será devidamente colocado em minhas mãos novamente.

— Eu não te roubei nada! — Carlisle gritou, tentando se levantar e, um dos homens de Caius, posicionado atrás de nós dois, apontou uma arma para a nuca dele.

— Não? Bom, Esme ao seu lado é o que então? Ela era minha, Carlisle.

— Eu nunca te amei, Caius! — Esme gritou e, a arma mudou para a nuca dela. — Caius, você não pode estar fazendo tudo isso por minha causa, nós passamos pouco meses juntos, você não pode pensar em destruir a família de Carlisle por algo tão mínimo.

— Sim, você está certa, não é apenas por isso. Ele te tirando de mim foi apenas uma chama para todo o fogo. — Caius sorriu e, seu sorriso era verdadeiramente maligno. Olhei para Edward, que continuava tentando se soltar, balancei minha cabeça para ele, pedindo de forma muda que ele ficasse quieto, até mesmo Renesmee estava quieta. — Carlisle não me roubou só você, ele roubou sempre a atenção de todos. O filho preferido, o herdeiro querido. A empresa. — Caius apertou o copo em sua mão.

Sempre era por dinheiro, isso sempre causaria guerras, brigas e mortes. Sempre.

— Você teve tudo, não é Carlisle? — indagou ao irmão. — A mulher que eu queria, o título de Senhor Cullen depois da morte do nosso pai, o comando da empresa. Bom, você é um cretino, não poderia ter tudo isso e ser feliz.

— Então você começou a nos ameaçar — Edward disse, a voz carregada de ódio.

— Sim — Caius gargalhou. — Você foi minha primeira vítima, garoto. Carlisle estava tão contente com Esme e seu herdeiro, eu tinha de deixá-lo maluco. Então, porque não inventar que eu era seu pai? Era maravilhoso ver a duvida nos olhos do meu irmão, o desespero. Ele mal conseguia disfarçar. Então, ameacei cada um de vocês, em cada casamento, em cada nascimento. Era a forma de Carlisle ver que ele podia ter tudo, mas que tinha alguém pronto para tomar tudo de suas mãos.

Segurei o braço de Carlisle quando ele ameaçou se levantar.

— Quando nós fomos sequestrados. — Caius bebeu um pouco. — Ah, foi tão hilário, eu infelizmente não planejei nada daquilo, mas Carlisle já estava cheio de paranoias com as ameaças, ele realmente pensou que morreria.

— Por que você não matou nenhum de nós durante todo esse tempo, então? — Edward questionou, quis gritar para ele calar a boca, ainda que eu temesse que nenhum de nós pudesse sair vivo daquela casa de praia.

— Ah Edward, você era o primeiro da lista, é claro. Como sucessor de Carlisle, eu queria te matar, quis muito te matar. Mas Isabella estragou tudo na noite que foi presa. Eu ia matá-lo aquele dia, por isso mandei aquela ameaça, para que ela fosse incriminada, só que Carmen com o plano imbecil das joias dela fez a menina ser presa antes que eu pudesse enfiar uma bala em sua cabeça e dizer que foi sua namorada.

Levei minhas mãos ao meu rosto, pensando em como aquela maldita noite poderia ter terminado muito pior com a morte de Edward. E, comigo sendo acusada por matar o homem que eu amava.

— Alice era aliada de vocês, não era? — Nessie perguntou a voz rouca, mas estável, a encarei, chegando a mesma conclusão que ela.

Foi a vez de James rir.

— Papai precisava de uma aliada entre vocês, então sim, ela estava do nosso lado. — Ouvi Lucy do meu lado arfar, segurei em sua mão. — Ela foi tão fácil de seduzir, tinha dezesseis anos quando eu fui até ela, enchendo sua cabeça contra os pais e o irmão. Ela odiava o fato de Edward acabar sendo o sucessor de Carlisle, mesmo que ela quisesse aquilo, enquanto o irmão odiava tudo.

— Seu cretino! — Jasper gritou, Luke em seu colo, agarrado ao pai escondia o rosto em seu peito. — Ela era apenas uma menina de dezesseis anos.

— Mas ela nos foi muito útil para entregar muitas das ameaças por não ser rastreada. E, ela te detestava Jasper, não faça um escândalo quanto a isso, okay? Ela nem podia dizer se os filhos eram meus ou seus.

— A ameaça de Carmen, como foi que fizeram ela ser acusada pela última ameaça? — indaguei, sentindo-me um lixo.

— Na verdade aquela ameaça foi dela mesmo — James revirou os olhos. — Amadora. Nós não ameaçamos ninguém depois da ameaça que sua filhinha recebeu, não tínhamos mais Alice para nos ajudar nisso e, os policiais estavam chegando muito perto.

— Tudo bem James, vamos acabar com isso — Caius se levantou. — Esperei muitos anos para ver meu irmão arruinado, eu finalmente consegui uma boa oportunidade para ver isso acontecer, depois dele passar uma vida inteira de merda tendo medo da própria sombra. Demorou Carlisle, eu fui falho em muitas vezes quando podia ter acabado com você e sua família de merda, mas agora vou conseguir. — Ergueu o copo para o irmão.

— O que você vai fazer? — Nessie indagou.

— Um acidente, criança — Caius se voltou para ela. — Todos vão pensar que o que houve aqui não passou de um acidente, um simples vazamento de gás, então uma explosão que queimará cada um de vocês. Sem Carlisle, sem os herdeiros dele, eu assumirei a empresa.

— Você é um monstro! — Lucy exclamou, chorando. — Você destruiu minha mãe, você vai matar sua própria família só por dinheiro e inveja. — A arma que antes estava na nuca de Esme, foi redirecionada para ela. Enfiei Lucy debaixo do meu braço, eu não podia proteger minha filha, então protegeria qualquer um da minha família que conseguisse. — Carlisle não tem culpa de ter sido escolhido o sucessor do pai dele, você é um fracassado, Caius!

— Lucy, não! — pedi baixinho.

— Sua filha da puta! — Caius gritou, arrancando a arma da mão de um de seus capangas, apontando para a cabeça dela.

— Pode me matar, eu não ligo. — Ela o encarou, devia estar morrendo de medo por dentro, mas por fora parecia incrivelmente forte. — Eu não vou morrer como minha mãe, sendo enganada, iludida e abaixando a cabeça para um babaca como você. Se tem algo que aprendi sendo uma Cullen, é manter-me em pé, mesmo com todo o mundo desmoronando, então atire na minha cara se você quiser.

— Teimosa. — Caius arqueou uma sobrancelha. — Sabe, sua mãe queria que você e seu irmão ficassem vivos, era o único pedido dela, como ela falava James?

— Matem todos, menos meus bebês. — James riu.

Carlisle rosnou ao meu lado.

— Bom, a maioria de vocês morrerá intoxicado com o gás, então seus corpos queimarão, mas eu não cheguei até aqui sem poder ter o prazer de acabar com um de vocês pessoalmente, então quem será? — Caius observou a arma em sua mão. — Algum voluntário? — Ele girou pela sala. — Os sucessores? — Parou diante Renesmee e Edward. — Os agregados por casamento, ou o caçula? — Ficou perto de Jasper, Luke e Tanya. — A menina teimosa? — Voltou-se para Lucy. — A mãe do futuro bebê Cullen? — Ele sorriu para mim. — Ou meu irmão? — Carlisle estava a um passo de voar sobre Caius. — Ou a namorada que me dispensou? — Ele piscou para Esme.

Caius rodou novamente a sala, apontando a arma para cada um de nós, escolhendo seu alvo por fim. Eu quis vomitar, gritar e chorar, mas não tive tempo porque logo o disparo pode ser ouvido e, tudo ficou escuro para mim.

Notas finais
Tentem não me matar, okay? hahah O próximo capítulo é o último e, vocês não vão querer a autora morrendo antes dele ser publicado. Sério, não me mantem hahaha Beijos! Lola Royal. 21.07.16