Monsters like ghosts and demons?
1 1. Woman in White Part1
Notas iniciais
THEN
— John... Meu nome é John Winch... — e a garota que John segurava desmaiou.
***
— DEAN! Devolve isso! Ele é meu. — Brooke gritava enquanto ia atrás do caçador (que na epoca tinha 16 anos).
— Vem peg — Dean bateu no peito do pai — Senhor... Descul...
— Vá se arrumar temos trabalho... — ele disse e saiu.
— Dean... — Brooke veio chorona e o abraçou fortemente — o que vocês fazem? Me deixam com o Sammy sem nenhuma explicação e...
— Acho que isso deve parar... — ele suspirou largando a garota no chão — Somos caçadores.

— Maya! Por que você perdeu aquela entrada? — Brooke brigou com a amiga que dirigia seu Camaro.
— Eu quero passar pela ponte — Maya falou sem rodeios. Brooke revirou os olhos.
***
Maya começou a parar o carro, fazendo Brooke levantar suas vistas do mapa.
— Ótimo! Tá fechada... Satisfeita? — Brooke brigou com May.
— Para a Megan tanto faz... — Maya falou sobre a amiga perdida, quase lacrimejando.
Brooke saiu do carro alterada pelo assunto em relação de Megan e foi falar com os policiais. Quando passou perto de um Impala mais a frente parou e analisou o carro, mas continuou sua rota.
— Um homem foi encontrado na ponte... Morto. — Brooke ouviu o policial falar.
— Ok, policial, obrigado por fazer nada. — Dean falou e Sam pigarreou.
— Obrigada. — Sam falou e sorriu se virando para ir embora quando bateu em uma mulher loira e bonita. — Desculpa eu...
— Não acredito! SAM, DEAN?! — uma garota morena, bem familiar para os Winchester, gritou. Sam virou para ver a moça melhor e viu que ela havia corrido para o irmão e enlaçado as pernas em volta de seu tronco.
Brooke cochichou algo para o caçador e ele logo a beijou, fazendo Maya e Sam pigarrear atrás deles.
— Sam... é a Brooke — Dean disse com um grande sorriso. Sam foi abraçá-la logo em seguida.
— Ei! Oi? OI?! — Maya gritou e até os policiais de viraram.
Brooke saiu do colo de Dean e parou de frente par amiga que tinha uma cara estranha.
— Eles são os Winchesters...
— Posso ajudar vocês, garotos? — Um policial de óculos escuros junto com dois agentes falou.
— Não Senhor, já estamos de saída... — Dean disse puxando Brooke pela braço — Agente Scully, Agente Mulder.
*** {hotel}
— Então... Espera- Maya fez um movimento de mão, tentando absorver tudo — eles são os caras que você vivia antes dos Jones? — Broo assentiu — Nossa!
— Quem são os "Jones"? — Sam perguntou.
— Minha família biológica, são caçadores também. — Brooke respondeu quase dando de ombros — E o que que aconteceu com o John?
— Sumiu, ele veio aqui, para Jericho, para resolver um caso de desaparecimento, todos homens.
— E foi naquela ponte? — May perguntou. Sam assentiu — Podemos ajudar?
— Claro, desde que se comportem. — Dean deu de ombros.
— Nós vamos — Brooke assentiu — mas... e a Megan? — ela perguntou diretamente para a amiga.
— Eu quero uma pausa disso, Broo... Eu preciso, eu mereço e eu quero.
Brooke suspirou.
— Temos alguém com quem falar sobre o caso?
— A namorada de Troy, Amy. — Sam disse.
— Então vamos! — Maya disse e pegou seu casaco, saindo porta a fora.
*** {painel de vítimas}
— Aquela deve ser Amy — Brooke sussurrou. Uma menina pendurava papéis com a foto de Troy nos painéis de desaparecidos.
— Você é a namorada do Troy, Amy?
— Sim, sou eu.
— Somos tios do Troy, meu nome é Dean, este é Sam e nossas irmãs, Brooke e Maya. — Dean se apresentou. A mulher olhou os quatro caçadores e disse:
— Ele nunca falou de vocês pra mim — Maya já havia ficado nervosa e mexia nas unhas.
— Você sabe como aquele garoto é. Não viemos muito para cá, viemos de Modesto.
— Estamos perguntando por aí — Sam virou de frente para ela.
— Você está ok? — uma outra mulher, amiga de Amy a perguntou, estranhando o porque deles estarem em volta da colega.
— Sim.
— Podemos fazer algumas perguntas? — Brooke perguntou pela primeira vez e a garota assentiu.
*** {em uma lanchonete ali perto}
— Eu estava falando no telefone com o Troy. Ele estava voltando pra casa e então desligou e... não ligou mais — Amy disse.
— Ele não falou na estranho? — Maya se pronunciou.
— Não que eu me lembre — ela deu de ombros.
— O lance é o seguinte, moças. Há algo estranho com o jeito que o Troy sumiu. Então, se souberem de algo... — Dean falou e as duas amigas se entreolharam — o que é?
— Com tantos caras sumindo, as pessoas falam. — a amiga de Amy disse em descaso.
— O que elas falam? — as duas moças caçadoras disseram ao mesmo tempo.
— É tipo uma lenda local... — os ouvidos dos quatro se aguçaram — uma garota que morreu em Centennial há muito tempo... Dizem que ela ainda parece por aí pedindo carona. E quem dá, desaparece.
*** {em uma biblioteca}
Dean procurava por assassinatos mas nada aparecia. Sam e Brooke pediam uma comida e Maya estava ao lado do caçador.
Já irritada a caçadora o empurra.
— Ei!
— Espíritos vingativos vem de morte violenta, certo? — ele assentiu — Então talvez — ela digitava — seja suicídio. — então clicou no único artigo que apareceu. — Foi em 1981. Constance Welch, 24 anos, salta da Ponte Sylvania. Morre afogada no rio.
— Diz por que ela pulou? — Dean disse se aproximando do computador para ver melhor.
— Aham... Estranho.
— O quê?
— Antes de ser achada, ela ligou para o 911. Ela deixa os dois filhos na banheira e quando volta os dois não estão respirando. Mortos. "Nossos bebês se foram e Constance não suportou" palavras do marido, Joseph.
— Essa ponte lhe é familiar? — Dean apontou para foto onde havia uma ponte igual a de manhã — Vou chamar os dois — e se levantou.
*** {na ponte}
— Então foi aqui que Constance fez o mergulho do cisne? — Brooke perguntou se apoiando na barreira e olhando para baixo.
— Acha que papai teria estado aqui? — Sam perguntou para Dean, mas ganhou a atenção das garotas também.
— Bem, ele está procurando a mesma história e nós o estamos procurando.
— Certo. E agora? — Maya perguntou tentando cortar o conflito.
— Continuamos procurando até o acharmos — Dean se virou para ela — Talvez leve algum tempo...
— Dean, eu avisei. Tenho que estar de volta na... — Sam dizia quando Dean o cortou.
— Segunda — ele olhou o irmão.
— Como assim? Voltar para onde? — Brooke perguntou e se aproximou mais.
— Pra faculdade — Sam a encarou após dizer isso.
— Você deixou sua família?
— Foi há dois anos e o pai me expulsou...
— Fala sério sobre isso, não é? — e todos os olhares caíram sobre Dean.
— O que? — Sam perguntou.
— A entrevista — Dean deu de ombros — acha que vai se tornar um advogado? — as meninas alternavam os olhares para os dois irmãos — casar com sua namorada?
— Talvez. Por que não?
— A Jessica sabe sobre isso? As coisas que você fez?
— Gente. Para. — Brooke disse mas a ignoraram.
— Não, e não vai saber.
— Que saudável! Boa sorte, Sammy. Mas terá que encarar o que você é...
— E o que eu sou?
— Um de nós. — Dean começou a caminhar e Sam foi atrás dele. As meninas ficaram um pouco atrás para não atrapalhar.
— Não. Não sou como você. Essa não é a minha vida — após dizer isso Sam foi para a frente do irmão.
— Você tem responsabilidades...
— Com o papai? A sua cruzada? Com elas? — Sam olhou para as moças e Dean logo fez o mesmo, mas voltando sua atenção para o irmão logo em seguida — Se não fosse por fotos, nem saberia como mamãe era. Qual seria a diferença? Mesmo que matemos quem a matou... Isso não a traria de volta. — Dean o empurrou até uma pilastra. Brooke correu até os dois e segurava as mãos de Dean, que estavam no pescoço de Sam.
— Não fale dela desse jeito. — e então o soltou e seguiu sem ao menos falar algo. Broo e May ajudavam Sammy a se recuperar. — Gente — e todos prestaram atenção em Dean de novo.
Uma mulher de branco estava em cima da barreira da ponte e então, ela pulou. Todos os caçadores correram até o local.
— Onde ela foi? — May perguntou.
— Não sei — Sam respondeu meio bobo com o ocorrido.
As luzes do Impala ligaram, captando toda atenção.
— Quem está dirigindo o seu carro? — Brooke perguntou baixo. E Dean tirou a chave de seu bolso.
O carro começou a avançar. E eles começaram a correr. O Impala os alcançariam. Então Sam e Dean puxaram as garotas para pular da ponte. O carro parou com os faróis ligados na beirada.
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