Monsters like ghosts and demons?
2 2. Woman in White Part2
Then...
— A Jessica sabe sobre isso? As coisas que você fez?
— Gente. Para. — Brooke disse mas a ignoraram.
— Não, e não vai saber.
— Que saudável! Boa sorte, Sammy. Mas terá que encarar o que você é...
— E o que eu sou?
***
— Onde ela foi? — May perguntou.
— Não sei — Sam respondeu meio bobo com o ocorrido.
As luzes do Impala ligaram, captando toda atenção.
— Quem está dirigindo o seu carro? — Brooke perguntou baixo. E Dean tirou a chave de seu bolso.
O carro começou a avançar. E eles começaram a correr. O Impala os alcançariam. Então Sam e Dean puxaram as garotas para pular da ponte. O carro parou com os faróis ligados na beirada.

Sam ajudava Maya a subir novamente. Quando finalmente conseguiram Sam e May gritaram, respectivamente, por Dean e Brooke.
Os dois apareceram se arrastando para fora do rio.
— Ei, vocês estão legal?
— Super — Dean falou pelos dois com sarcasmo. Os dois caçadores que estavam em cima da ponte começaram a rir.
*** {de volta a ponte}
— O carro está ok? — Maya perguntou a Dean.
— Sim. O que quer que tenha feito isso não deixou rastros. Essa Constance é uma vadia! — e então ele fechou o porta malas com força e se virou pra caçadora.
— Ela não nos quer na parada, está óbvio — Brooke disse ao se aproximar. Ela fedia que nem Dean — onde a trilha nos leva agora, gênios?
*** {no hotel}
— Podemos pegar um quarto aqui também, seria melhor. Já que vocês também estão. — Sam propôs.
— Ok. — as meninas assentiram.
— Então vamos...
***
— Um quarto por favor... — Dean disse e jogou um cartão de crédito.
— Vocês terão um reencontro ou algo assim? — o dono perguntou quando pegou o cartão de crédito.
— Desculpe-me? — Sam perguntou.
— Outro dia, um tal de Buhr Anfraim veio. Ele pagou o quarto para um mês.
***
— Jura? — Maya se encantou quando Sam abriu a fechadura do quarto de John com um clips.
Todos observaram o quarto. Fotos coladas, malas e tudo mais.
— Parece que ele não vem há uns dois dias, no minimo — Brooke concluiu.
— Círculo de sal — todos se viraram para Sammy, que estava agachado mexendo no sal — ele tentava se proteger de algo. Estava preocupado.
— Eu não entendo... Homens diferentes, idades diferentes... — Maya suspirou.
— Papai descobriu — Sam disse quase dando de ombros.
— Como assim? — Dean perguntou.
— Ele achou o mesmo artigo que vocês. Contance é nossa mulher de branco...
— Papai teria queimado o corpo. Onde ela foi enterrada?
— Aqui não diz. Podemos falar com o marido dela, Joseph.
— Ok, Maya vá com ele — ele disse apontando para a garota — vou tomar um banho e acho que Broo também vai querer — ele sorriu ao olhar para moça, que sorriu de volta.
— Hey Dean, — Sam o chamou — Desculpa pelo que disse sobre a mamãe e o papai...
Dean fez sinal de pare.
— Não banque a mulherzinha — Sam riu.
— Certo, babaca.
— Vadia.
*** {ainda no quarto de John}
— Ei, cara, estou faminto. Quem vem comigo na lanchonete? — Dean perguntou após sair do banho.
— Eu vou ir falar com Joseph — Sam falou brincando com uma foto que ele achara do pai.
— Também vou — Brooke disse e foi para o lado de Sammy.
— Ok. Parece que vai ter minha companhia, senhor Dean — Maya brincou e saiu do quarto junto ao caçador.
Ao saírem encontraram vários policiais. Dean puxou May para o lado contrário deles e então pegou o telefone e discou número de Broo.
— Oi, Dean.
— Oi, — ele sorriu mas logo voltou ao normal — tem policiais aqui fora. Deem no pé.
— Mas e vocês?
— Eles já nos viram. Tchau. — então desligou — Problema, oficiais?
— Onde estão seus parceiros? — o policial do estrada indagou.
— Parceiros? Que parceiros? — Maya respondeu.
O oficial mandou o outro entrar no quarto de hotel.
— Então. Delegado falso. Cartão de crédito falso. Tem algo que seja real?
— Meus peitos — Dean disse risonho e Maya riu.
Os policiais encostaram os dois no capô da viatura.
— Têm o direito de permanecer calados. Qualquer coisa pode ser usado contra vocês no tribunal...
*** {no hotel}
Sam ouvia as mensagens de voz de Jess.
— Essa é sua namorada? — Brooke perguntou.
— Aham... — Sam disse em outro mundo.
O telefone de Broo começou a tocar e ela atendeu a chamada de Dean.
— Sam. Precisamos ir. — ela disse se levantando e indo em direção da porta — Agora.
*** {delegacia}
— Querem nos dar seus verdadeiros nomes? — o xerife perguntou entrando na sala com um livro em mãos.
— Já falei. É Ted Nugent. E minha irmã, Eliza Nugent. — Dean disse sorrindo.
— Vocês têm fotos de dez pessoas desaparecidas na carteira além de coisas satânicas. Garotos, vocês são, oficialmente, suspeitos.
— Faz sentido, porque quando o primeiro desapareceu eu tinha um ano. — Maya disse bufando.
— Sei que têm parceiros. Um deles é mais velho — o xerife mexeu no diário e o colocou em cima da mesa — Diga-me, Dean. — ele abriu o diário mostrando o que tinha dentro — pensei que este poderia ser seu nome... Veja, folheei isso três vezes e até agora eu não entendi. Mas eu achei isso — ele apontou para uma folha onde estava escrito "Dean 35-111". — Agora, me diz o que diabos isso significa.
*** {na casa de Joseph Welch}
— Olá, você é Joseph Welch? — Brooke perguntou quando um velho abriu a porta.
— Sim.
Sam mostrou a ele o fato de seu pai, perguntando se ele estivera ali.
— Sim. Está mais velho, mas é ele. Há quatro dias veio aqui. Disse que era repórter — o velho disse e devolveu a foto a Sam.
— Isso mesmo. Estamos trabalhando junto — Brooke disse parando de frente ao homem .
— Bom, não sei em que tipo de história estão trabalhando. Mas as perguntas que ele fez sobre Constance... Ele perguntou onde estava enterrada.
— E onde foi mesmo? — Sam perguntou.
— Confirmação de fatos — Brooke explicou ao homem.
— Em um lote atrás da minha antiga casa.
— Por que se mudou? — Broo perguntou ao homem.
— Não irei morar na casa em que meus filhos morreram.
— Bom, isso é o bastante, adeus. — Brooke disse a Joseph e seguiu para o carro.
— Sr. Welch, você casou se novamente? — Sam perguntou antes de entrar no carro. Brooke estranhou e o encarou.
— Não mesmo. Constance era o amor da minha vida. Agora preciso ir. — ele disse triste.
— Sr. Welch, já ouviu falar de uma Mulher de Branco? — Sam tinha passado dos limites e levou um peteleco de Broo. Joseph negou — É uma história de espíritos. Mulheres que eram traídas pelos maridos. Então elas matavam os filhos e depois de notarem o que fizeram, se matavam. Agora elas estão amaldiçoadas, caminhando por estradas e matando homens infiéis que encontram.
— Você acha que Constance matou os próprios filhos? Eu cometi erros, mas ela nunca faria isso. Nunca. Agora vão embora. — Joseph falava com um nó na garganta.
*** {na delegacia}
— Já disse, é a combinação do armário do colegial. — Dean repetia isso centena de vezes.
— Vamos fazer isso a noite toda? — o xerife perguntou rabugento.
— Senhor, acabamos de receber um chamado. Tiros em Whiteford. — um policial comunicou ao xerife.
— Têm que ir ao banheiro? — o xerife perguntou aos dois caçadores.
— Não.
E então ele prendeu os dois a mesa com algemas e saiu da sala.
— Ótimo. Nunca passei tanto tédio numa delegacia... — Maya suspirou.
Dean olhava para o diário de seu pai até achar um clips. Ele o pegou e sorriu. Dean abriu a algema e foi ajudar May a abrir a sua.
— Hey! Como você... — Dean mostrou o clips — Ah, vocês, Winchesters, e seus truques — ela riu e saiu de lá junto dele.
*** {Impala}
Sam e Brooke estavam no Impala chegando a delegacia. Sammy recebeu uma ligação e logo atendeu.
— Um chamado falso? Sabe Sam, acho que isso é ilegal — a voz de Dean saiu.
— De nada, mas o crédito é da Broo — depois de dizer isso ele se virou para a caçadora, que sorriu pra ele.
— Minha garota. Mas ouça, precisamos conversar...
— Nem me diga... O marido de Constance foi infiel — disse Sam. — Estamos lidando mesmo com uma mulher de branco. Ela foi enterrada atrás da casa...
— Sammy, você quer calar a boca e colocar no viva voz? — Dean falou a Sam do outro lado da linha.
O Winchester fez o que ele pediu. Ligou o viva voz.
— Estou tentando te contar... Ele se foi. Papai saiu de Jericho.
— Como você sabe? — Brooke perguntou.
— Estou com o diário dele.
— Ele não vai a lugar nenhum sem isso — Sam comentou — O que diz nele?
— Mesma coisa de ex-fuzileiro... Coordenadas e etc.
— Quais coordenadas? — Brooke perguntou — Onde está Maya?
— Ela está aqui fora. As coordenadas são: 35-111.
— Dean, o que está acontecendo? — Sammy falou preocupado.
Sammy freou o carro quando notou que a Mulher de Branco estava no meio da estrada.
— Sam, Sam?
— Saaam! Ela tá aqui... — e Brooke sumiu junto com a mulher, que voltou logo em seguida.
— Leve-me para casa.
***
— Leve-me para casa.
— Onde está Brooke?
— Leve-me para casa.
— Não — e as portas do carro se trancaram. Sam tenta sair frustadamente. O carro começou a andar pela estrada. Eles chegaram na casa de Constance.
— Não faça isso — Sam falou para Constance.
— Nunca poderei voltar para casa... — ela falou tristemente.
— Tem medo de voltar. Por que? — Constance saiu do banco de trás para o da frente.
Ela sentou-se no colo de Sam e começou a seduzi-lo.
— Não pode me matar — Sam constatou — Não sou infiel.
— Foi com seu irmão... — ela sussurrou e Sam se enrijeceu. Constance riu satisfeita. Sam tentou ligar o carro novamente e com essa tentativa Constance sumiu.
O Winchester sentiu uma dor. Uma dor horrível. Constance enfiava suas unhas em seu peito.
***
— Sam? Sam?
— O que aconteceu? — Maya perguntou se aproximando.
— Constance — Dean se limitou a isso.
***
O Winchester sentiu uma dor. Uma dor horrível. Constance enfiava suas unhas em seu peito.
Até Dean e Maya aparecerem e atirarem várias vezes na vadia.
— Vou te levar para casa — Sam disse e ligou o Impala. Acelerou e adentrou a velha casa com o carro.
— Sam!
— Sam!
— Hey. Está bem? Consegue se mexer? — Dean perguntou abrindo a porta do Impala e ajudando a tirar o Sam do carro.
Constance segurava um retrato em mãos. Olhou para os três caçadores e os prenderam com uma bancada.
— Cadê a Brooke? — Maya perguntou entre gemidos de dor.
— Aqui — a voz de Brooke foi escutada por todos. Ela estava em cima da escada.
Apareceu duas crianças. E água escorria da escadaria.
— Mamãe. Você voltou para nós.
As crianças abraçaram Constance até que os três fantasmas desaparecessem em cinzas.
— Como sabia que iria funcionar? — Dean perguntou empurrando a bancada.
— Na verdade foi sorte... — Todos riram com o comentário da caçadora.
— Espera... Então foi aqui que ela afogou os filhos? Tinha medo de enfrentá-los? — Maya perguntou meio confusa.
Sam concordou.
— Bom trabalho, Sammy — Dean bateu no peito do irmão, que reclamou da dor.
— E vocês estavam malucos atirando no fantasma com balas normais?
— eu salvei sua pele! — Maya reclamou.
— Aliás... Se estragar meu carro, eu te mato. — Dean confessou.
Todos riram, menos é claro, o próprio Dean.
***
Os meninos estavam no Impala e as meninas no Opala de Maya.
— 53-111... Black Water Rigde, Colorado. Papai está lá. — Sam dizze.
— Fascinante. A que distância?
— Uns 900km. O estranho que é no meio do nada.
— Se irmos rápido podemos chegar amanhã.
— Dean... a entrevista — Sam suspirou.
— Claro. Vamos para sua faculdadezinha então.
***
— Por que paramos aqui? — Maya perguntou entediada.
— Devolver o Sam para livros e estudos — Dean resmungou.
Sam o olhou; o reprovando.
— Tchau Sam — Brooke o abraçou.
— Tchau — Maya acenou de dentro do carro.
Os dois carros arrancaram deixando Sam para trás. Na entrada do campus.
***
— Jess? Jess? — Sam a procurou por toda a casa. Finalmente desistindo, pensando que ela havia saído se deitou na cama.
Pingos de sangue caíram em seu rosto fazendo-o olhar para o teto.
— Não! — e Jess queimou no teto.
***
— Sam! — Dean o chamou.
— Jess!
— Sam! Sam! — Dean entrou no quarto em chamas e resgatou Sam. Que nem no dia que sua mãe morreu.
— Jess! Não!
***
Sam e Dean estavam em frente ao lugar em chamas e repleto de bombeiros.
O Winchester mais novo arrumava algumas armas no porta-malas do Impala.
— Temos trabalho a fazer. — Sam jogou a arma dentro do porta-malas e o fechou — Ligue para as garotas.
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