Monster - EM REVISÃO
10 Confusão
Notas iniciais
Acho que às vezes eu pego pesado nas palavras ou nesse hentai, mas infelizmente essa é a maneira perfeita de descrever o que acontece nessa história dark, talvez algumas coisas saiam vulgares e alguns leitores não gostem e isso de certa forma me incomoda, mesmo que ninguém tenha dito nada. Novamente, peço que tenham mente aberta e que pra quem gosta desse tipo de fic, curta bastante cada capitulo, pois escrevo com muito carinho e concentração, assim, que possam entender cada momento e sentimento da personagem, que talvez os faça sentir sensações parecidas ou que cheguem perto das dela. Obrigada por cada review de motivação, elogios e criticas, cada recomendação perfeita e a paciência que tiveram em lerem essa pequena nota, espero que aproveitem e cutam mais um capitulo. Obrigada. Dedicado a JillCullen.
Sentir sua língua quente em minha intimidade era a sensação mais inexplicável que eu já tive. A mão que apertava e arranhava uma de minhas coxas, subiu vagarosamente até meu quadril, onde apertou possessivamente, sua língua me lambia hora lentamente, hora com mais pressão, meu clitóris pulsava e estava levemente inchado pelo prazer, eu estava à beira de um transe. Minhas unhas continuaram a arranhar o piso de madeira, quando senti meu orgasmo chegar, minhas unhas pressionaram tanto a madeira que pensei que iria arrancá-las de meus dedos, algumas com certeza haviam quebrado, senti todo meu corpo em um frenesi. Minha cabeça estava completamente inclinada para trás e meu troco para frente, minha boca entrava em um formado te “o” perfeito, gemia e no momento mais intenso perdi completamente a voz, meus dedos se contraíram e eu revirava os olhos pelo prazer que sentia.
Depois de alguns segundos, ainda com a respiração pesada, meu corpo foi relaxando e perdi completamente as forças, parecia um cadáver, imóvel. Sasuke levantou-se, mas eu não tinha nem mesmo forças para acompanhá-lo com meu olhar, vi pela visão periferia que ele estava ao meu lado, agachou-se ao meu lado, virou meu corpo sem vida, ainda entorpecido, de bruços. Senti mais vulnerabilidade estando naquela posição, mas não conseguia protestar, estava cada vez mais conformada com meu destino naquela noite. Meu rosto ficou virado para o lado contrario em que ele estava e fechei meus olhos, esperando pelo que viria a seguir, não querendo imaginar seus planos sádicos.
Senti meu cabelo ser puxado e instantaneamente trinquei os dentes, para não gritar, não queria dar nenhuma satisfação aquele maníaco. Senti colocar seu rosto na curva de meu pescoço e espirar meu cheiro, lambeu aquele local e arranhou os dentes na minha pele sensível e dolorida. Uma de suas mãos foi até meu pescoço, começou a fechá-la mais ao redor, parecia tentar me enforcar, minhas mãos e meus braços estavam mortos, nem ao mesmo se mexiam centímetros, eu apenas deixava as lágrimas escorrerem pelo meu rosto e pressionar os lábios um no outro, eu até mordia para não gritar. Soltou meus cabelos e meu pescoço, e se não fosse às almofadas que estavam abaixo de mim, com toda certeza eu teria batido a cabeça no chão, pois nem forças para evitar isso eu tinha.
Novamente meu corpo foi virado, mas agora ele estava entre minhas pernas, sentia sua ereção roçar em minha intimidade e tive nojo e um misto de prazer. Tentei abrir os olhos, mas minhas pálpebras pareciam pesar cinqüenta quilos, com pouco de dificuldade consegui as abrir poucamente, minha visão estava embaçada e eu somente podia ver as chamas das velas dançarem. Escutei o vento passar pela janela e pude sentir a brisa fria da noite, minha pele arrepiou-se, mas logo depois aquele calor insuportável voltou, parecia que chamas lambiam meu corpo, mas cada vez mais se concentrava em meu centro. Sasuke assustou-me quando começou a acariciar meus cabelos, indo da testa até as pontas de meus cabelos. Não conseguia mais falar, minha garganta estava seca e dolorida, meu gemido, mais parecia um ronronar de um gato manhoso, minha cabeça estava de um lado para o outro, a única forma de protesto que eu podia agüentar. O fogo que dominava meu corpo de prazer, a dor que senti antes, não foi nada comparada a que eu estava sentindo agora.
A ponta do membro de Sasuke pediu passagem em minha intimidade, e isso me deu desconforto, a sensação era aterrorizante, ele foi indo lentamente, era estranho, ser violada daquela maneira, sem sua permissão e sentir sensações de prazer sem saber se eram voluntarias ou involuntárias. “Confusão” era a palavra perfeita para definir minha mente naquele momento. Seu membro como pude sentir era grosso e extenso, quente e pulsante, parecia que rasgaria minha carne e quando parou em minha parreira, a prova de que era intocada, rompeu essa sem menor pudor ou gentileza. A dor foi tamanha que meu corpo deu sinal de vida, como se eu tivesse tomado um choque violento. Minhas mãos param em seus ombros suados e condensados pelas gotinhas de suor ali, meus dedos escorreram um pouco, quando apertei, na tentativa inútil de que aquela dor fosse ser amenizada. Fechei os dedos ao redor de sua pele, mas duvidava de que minhas unhas ou o que restavam dela, estavam a penetrando.
Minhas pernas estavam tremendo e ele as segurou pelas coxas, pensei que talvez ele estivesse apenas tentando fazê-las parar, senti “finalmente” seu membro estar completo dentro de mim, parecia que não havia feito para aquele lugar, um quebra cabeças que na ultima peça não se encaixava. Remexi-me embaixo de si e ele levantou meu corpo junto com o dele, indo na mesma velocidade inumana, batendo minhas costas na parede, seu membro conseqüentemente, afundou-se mais em mim, devido ao impacto e eu mordi os lábios pela dor. Ele segurava minhas pernas ao redor de sua cintura e movimentava seu quadril lentamente para dentro e fora de mim, colocou seu rosto enterrado no vale entre meus seios e lambia aquela parte.
– Gemi pra mim – exigiu. Eu não tinha mais voz, ou se quer sinal de que ele existia ainda. Chorei, quando senti suas garras darem sinal de vida novamente. Como uma verdadeira e perfeita covarde, deixei minha cabeça cair em seu ombro, apoiando minha testa ali. Ele começou a movimentasse mais rápido e senti algo preencher meu interior, algo quente e de cheiro estranho, algo que eu jamais havia sentido. Eu não era inocente e nem mesmo nenhuma puritana, sabia exatamente o que aquilo significava, mas ele não parava de me invadir, isso fazia com que minhas idéias e pensamentos racionais aflorassem em minha mente. – ainda não estou ouvindo – disse com a voz ofegante — Não será um verdadeira sabe tudo se não fizer o que lhe mandão – ouvi sua risada debochada, em resposta tirei toda coragem, ou a mínima que ainda me restava e mordi seu ombros. Senti gosto e cheiro de sangue em minha língua e tirei minha boca, olhei o local da ferida barbarizada com a força que havia usado – continue – olhei estupefata a figura que me possuía sem pudor e qualquer vestígio de arrependimento, totalmente sem sentimentos, pedir por aquilo. Olhei novamente a ferida e escorria um filete de sangue.
Os movimentos de Sasuke começaram a ficar mais tensos e profundos, novamente meu corpo parecia ter levado um choque. Minhas mãos procuravam apoio qualquer a minha volta, mas não encontrava nada, senti um de meus mamilos serem mordidos levemente e isso fez com que meu interior se contraísse, uma de minhas mãos segurou no cabelo bagunçado e desgrenhado do demônio que me possuía, a outra tentava em vão apoiar-se na parede atrás de mim, mas essa não tinha paradeiro certo na parede de madeira.
Puxei seus cabelos com toda força que me restava, no momento de meu ápice, ele sugava meu seio e rodeava meu mamilo com a língua, novamente senti ser preenchida por seu gozo e ele afundar-se tanto a meu corpo, a ponto de sentir meu útero protestar pela a proximidade dando desconforto e dor em meu ventre. Seu corpo estava imóvel, quente, molhado e escorregadio devido ao suor, igualmente ao meu. Ofegávamos e eu podia sentir seu coração bater rapidamente, mas eu duvidava que aquilo fosse um coração, ou que ele realmente tinha algo parecido como aquilo.
Levantei minha cabeça, de olhos fechados a encostei na parede, ele ainda me mantinha em seus braços e sentia algo escorrer pela minha virilha. Meu perto subia e descia ainda ofegante, abri os olhos e senti-o tirar sua face de entre meus seios. Olhei em seus olhos e surpreendi-me quando meu monstro capturou finalmente e pela primeira vez, meus lábios de forma sedenta.
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