Notas iniciais
comemorando o dia dos namorados eu estou postando mais um capitulo dessa fic, então espero que ela esteja do agrado de voces e quem sabe sirva de inspiração para alguns eheheheh

- você poderia fazer essa chuva parar sabia? – sugeriu Konan.

- poderia mas se eu interferir demais com a natureza posso chamar atenção – respondeu ele – nessa época do ano é natural chover muito nessa região.

Já fazia quase metade de um dia que chovia sem parar e isso ameaçava estragar o dia de liberdade dos jovens jinchurikis que aguardavam ansiosos a começo do festival que teria na vila vizinha, bastava só duas horas de viajem e eles chegariam lá, mas com uma chuva incessante possivelmente não teria festival e nem o show de suas bandas favoritas, ficarem trancados no esconderijo era a ultima coisas de que eles precisavam.

- pobrezinha da Lyna-chan, ela queria tanto assistir o festival... – comentou o pai de Nagato, e sua irmã também queria assistir o evento daqui também.

Já fazia horas que todos cercavam ele dando indiretas, Nagato achava irônico que após tantas recomendações para que ele não usasse seu poder levianamente agora queriam que ele alterasse o clima para permitir um festival.

- nii-san, faz isso por mim?? – a menina de 13 anos implorava como um cachorrinho.

- está bem! Mas depois não reclamem sobre isso! – respondeu ele cedendo a pressão.

Todos os jovens vibraram de alegria enquanto Nagato tomava o caminho para a superfície, assim que atravessou o templo do topo da colina ele estava fora do esconderijo, erguendo suas mãos para o céu ele emitiu uma pequena onda de chakra que aos poucos foi dissipando as nuvens sobre o local.

- as vezes eu sinto falta de lidar com assassinos psicopatas, pelo menos com eles você não se sente mal por decepciona-los – comentou ele.

- mas com eles você não pode ter a satisfação de ver um belo sorriso – disse Konan atrás dele.

Nagato se virou e viu os garotos saindo do esconderijo olhando a região ao redor, estavam empolgados como se fossem crianças embora as únicas crianças fossem a irmã de Nagato e a filha de Gaara, vendo-os tão felizes ele já não mais se importava de usar seus poderes.

- seu rinengan lhe trouxe dor a vida inteira, estava na hora dele lhe trazer um pouco de felicidade – comentou Konan ao lado dele.

- não foi apenas dor que ele me trouxe – respondeu ele olhando sugestivamente.

Eles se encaravam e Konan ruborizou, apesar que as vezes eles se pegavam aos beijos nunca chegaram a efetivamente namorar, apenas era algo que despertava num momento e se acalmava em outro, embora todos soubessem eles não assumiam nada, quando pensaram em se beijarem mais uma vez a pequena irmã de Nagato pulou entre eles.

- nii-san, nós já podemos ir não é? – perguntou ela animada.

- ainda não Chun-chan, só a noite – respondeu ele decepcionado – e alias você vai ficar aqui comigo e nossos pais, você é jovem demais pra sair por ai em festivais.

- mas a Lyna-chan é mais nova do que eu e ela vai também! – protestou Chun quase chorando.

- isso por que seu irmão Nagato quer você pertinho dele – disse Konan para anima-la – vai ser mais divertido do que aquele festival barulhento.

A menina se animou e foi correndo de volta para o esconderijo, ambos suspiraram imaginando que agora ela não sairia do pé deles.

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A hora da partida se aproximava e todos os jovens faziam o possível para se arrumarem, uma verdadeira corrida onde as meninas se ajudavam enquanto o garotos já estavam praticamente prontos, tendo tempo de sobra eles decidiram fazer bom uso dele.

- como eu disse já tenho tudo planejado! – insistiu Kasuga mais uma vez.

- se elas nos pegam vamos morrer, você sabe que a yuzu nee-chan é muito vingativa! – alertou Hagane – deve ser aquele bijuu dela...

- não vão nos pegar, veja só, eu calculei perfeitamente onde fazer o buraco e aperfeiçoei a técnica, então vamos nessa! – insistiu ele.

O rapaz ruivo tocou a parede com a ponta do dedo e a rocha derreteu lentamente abrindo um buraco circular de 10cm, pelo buraco dava pra ver o grande quarto que a meninas usavam.

- mas a Lyna-chan também está ai, não quero espiar uma menininha – reclamou Jikuta.

- seu idiota! Quem aqui quer ver uma menininha de 12 anos!? Eu quero ver a Yuzu nee-chan e a Sari nee-chan, você pode se contentar com a Eria que é do seu tamanho!

Os três passaram a se revezar diante do buraco para ver as garotas jinchurikis se arrumando, o buraco ficava entre o guarda-roupa e uma mesa e por isso era difícil de notar, eles estavam tão concentrados na espionagem que nem notaram alguém se aproximando.

- que merda vocês estão fazendo? – reclamou Ryko atrás deles.

- fala baixo idiota! Estamos vendo as meninas se trocando! – reclamou Kasuga – elas estão demais só de roupa de baixo!

- vocês não têm vergonha? Elas são praticamente nossas irmãs! – insistiu ele.

- irmãs o diabo! Venha ver aqui também que num instante você esquece essa historia de irmã!

Kasuga voltou a olhar pelo buraco e o que ele viu o surpreendeu, era a boca de uma delas, de repente um jato de uma substancia densa e grudenta vôo na cara dele fazendo-o cair pra trás.

- alguém já descobriu o que é isso que a Eria cospe? – perguntou Hagane interessado.

Num instante as 4 garotas apareceram na frente deles, todas vestindo roupões e de braços cruzados com um olhar assassino.

- eu rezarei por vocês – avisou Ryko murmurando os mantras budistas.

- francamente eu vou juro que vou mandá-los pro inferno dessa vez! – reclamou Yuzuhina.

- foi idéia do Kasuga! Ele me arrastou contra minha vontade! – defendeu-se Jikuta.

- sem desculpas! Os três vão pagar o preço pela ousadia! – avisou Sari fazendo uma lamina surgir do braço.

- os três? E o Ryko não entra na conta não!? – perguntou o portador do yonbi.

- o Ryko não se interessa por mulheres! – respondeu a Eria.

- que fique claro que é por minha religião e não por preferências – alertou ele.

No andar superior Nagato e Konan sentiram os tremores vindos de mais abaixo, mas nem sequer se preocuparam.

- espero que eles lembrem que estamos embaixo da terra – comentou Nagato despreocupado – não quero ter que desfazer uma colina inteira pra retirá-los dos escombros.

- deixe-os, eles agüentam muito mais nos treinos – disse Konan – você prefere o vestido vermelho ou o branco?

Ela estava parada diante dele segurando as duas peças do seu pequeno vestuário, Nagato tentava imagina-la com cada um dos vestidos mas era difícil manter a concentração diante do que passava pela cabeça dele, ela notou como ele parecia incapaz de escolher e se divertiu com isso.

- tudo bem, vou pedir ajuda a sua mãe – disse ela sorrindo – tente se vestir como alguém da sua idade, lembre-se que agora temos 20 anos.

Ela saiu do quarto dele deixando Nagato atordoado, em seguida ela foi ao próprio quarto e abriu seu guarda-roupa e viu que esses realmente eram seus únicos vestidos pois todo o resto eram roupas praticas ou de batalha, ao constatar isso ela se deu conta de como sua vida se resumia a campos de batalha.

- se você não consegue encontrar algo bom peça ajuda as meninas – sugeriu a senhora Chiharu – elas estão um pouco mais... como vocês dizem mesmo? Descoladas?

- eu não sei se realmente fico boa em alguma roupa bonita – disse Konan triste – desde criança eu só vestia trapos e depois de adulta eu usava apenas o nosso uniforme, eu nem sei se posso usar um vestido sem passar vergonha!

A mãe de Nagato começou a gargalhar deixando Konan confusa.

- minha querida, até quando você era mais velha você já era linda – explicou ela – agora que voltou a ser uma garota jovem na flor da idade você tem que viver de acordo como você se sente!

Chiharu a puxou pela mão e saiu arrastando-a sob protestos até onde as garotas estavam, o corredor estava meio destruído e uma tabua tampava o pequeno buraco na parede, assim que elas entraram viram que as garotas estavam prontas, Konan percebeu que todas elas estavam lindas e desejáveis e que qualquer homem ficaria de joelho por elas.

- meninas, ajudem a Konan-san a ficar maravilhosa para meu filho – pediu ela se curvando.

As garotas praticamente pularam em cima de Konan e começaram a despi-la em meio a uma confusão que mais lembrava uma luta, elas lutavam pra arrumar a vice-lider da akatsuki enquanto a mesma tentava escapar das 4 garotas que a “atacavam”.

- vai por mim, quando terminamos o Nagato-sama vai querer tirar férias pra ficar só com você! – disse Yuzuhina cuidando do penteado dela.

- quanto ela calça? Preciso achar um par que combina com o vestido! – gritou Eria enquanto revirava o guarda-roupa.

- por favor meninas! Eu realmente não vou ficar boa vestida como adolescente! – implorou ela.

- isso aqui é simples demais pra ela – observou Sari olhando uma meia-calça – tem que mostrar o que ela tem de mais lindo!

Konan desistiu de argumentar quando viu que estava sendo prontamente ignorada e se rendeu a vontade das outras, Lyna que era a única que não participava da bagunça ficou apenas assistindo o que as outras chamavam de “equipando-se para a guerra do amor”

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Era 4 horas da tarde e todos já estavam prontos, como levaria algumas horas pra chegar na vila vizinha os jinchurikis partiriam primeiro para chegarem ao anoitecer, o tempo máximo de festa que eles teriam era até meia noite para que pudessem estar de volta antes do nascer do sol.

- cara, da vergonha sair com você – reclamou Kasuga olhando pro Ryko.

O jinchuriki do 5 caudas estava usando um traje de monge pratico para correr ou lutar, a roupa era toda preta e o único adorno era o grande colar em volta do pescoço.

- não ligo para suas futilidades, só estou indo ao festival por que é bom descansar ocasionalmente.

- acho que elas estão vindo – alertou Jikuta.

As garotas apareceram pela porta secreta que dava pra fora da colina e os rapazes assoviaram na hora ao vê-las, Sari estava sensualmente mortal usando um vestido de peça única que ia até a metade das coxas bem apertadinho fazendo contorno aos seus dote femininos, Yuzuhina usava um vestido de duas peças parecido com o de Sari só que num estilo jeans, Eria que tinha um corpo pequeno e quase infantil decidiu apelar pro estilo lolicon usando um vestido esvoaçante todo branco que ia até abaixo do joelho.

- nossa! Além de poderosas elas são absurdamente...

- pare de falar essas coisas de nossas irmãs! – reclamou Ryko apertando o pescoço se Kasuga.

- onde está a Konan? – perguntou Hagane – quero ver como a titia ficou!

De titia ela não tinha nada, usava um vestido azul turquesa aberto nas costas e nas laterais das pernas num estilo chinês, seu cabelo estava preso no mesmo estilo com um coque pra trás, logo os garotos começaram a babar ao vê-la.

- se você vier com o papo de que ela é quase nossa mãe eu te mato agora mesmo – alertou Kasuga para Ryko.

Konan ficou totalmente constrangida enquanto que as garotas aplaudiam fervorosamente e pediam pra ela desfilar na frente deles, a vontade que Konan tinha era de sumir e se enfiar no quarto.

- vocês já estão pront... – Nagato parou de falar quando viu Konan.

No mesmo instante todo mundo começou a rir quando viram a cara dele, estava totalmente evidente que ele aprovara o novo visual dela mas de um jeito que a deixava vermelha de vergonha.

- filho, feche a boca ou vai deixá-la sem jeito – comentou o pai de Nagato.

Nagato pigarreou para recuperar a compostura e ordenou que todos os jinchurikis se alinhassem diante dele.

- vou lembrá-los mais uma vez: nada de arrumar confusões ou fazer qualquer coisa que chame a atenção, provavelmente haverá ninjas de todas as vilas lá seja a serviço ou apenas por diversão – alertou ele sério – ao menor sinal de que vocês foram descobertos devem se retirar imediatamente, vocês também irão obedecer a Yuzuhina e se ela disser que já é hora de ir embora nada de reclamações.

- sim senhor! – responderam todos juntos.

- e você Lyna terá que ficar com um deles o tempo todo, podem alternar como quiserem mas eu quero um de vocês sempre ao lado dela!

Eles resmungaram algo mas logo cederam, era melhor isso do que ficarem sem aproveitar o festival e por isso combinaram que cada um deles tomaria conta de Lyna por meia hora.

- agora que estamos entendidos vocês podem ir – disse Nagato.

Eles gritaram em comemoração e no instante seguinte todos os oito desapareceram sumindo na mata que cercava a vila.

- se ao menos eles fossem tão rápidos nos treinamentos... – disse ele desolado.

- então podemos ir filho?

Os pais de Nagato chegaram trazendo a pequena filha, os dois se juntaram a eles e juntos seguiram pelas escadarias do templo em direção a vila que ficava aos pés da colina, quando chegaram lá a vila estava toda enfeitada e luminosa dando um ar agradável ao lugar, a família inteira raramente iam a vila mas agora podiam circular sem serem percebidos.

- vamos cuidar da Chun enquanto vocês se divertem sozinhos – disse o pai dele em seu ouvido – tente agir naturalmente, a Konan também não está muito confortável com essa situação.

Os pais junto com a irmã mais nova seguiram em frente enquanto ele ficou a sós com ela, ambos se encararam por um instante e depois desviaram a vista meio envergonhados.

- então o que vamos fazer agora? – perguntou ele.

- é a minha primeira vez num festival também, não sei o que fazer – respondeu ela.

Nagato então passou a olhar tudo em volta procurando um caminho, normalmente era fácil pra ele coletar informações durante uma missão mas descobrir o que fazer num festival parecia pior que uma missão rank S, por isso ele decidiu imitar as pessoas ao redor.

- que tal olharmos todas as barracas? Podemos jogar em algumas delas – sugeriu ele.

Os dois seguiram juntos de mãos dadas como se fossem um casal de namorados, no caminho Nagato notou que Konan parecia muito constrangida e ele se perguntou se era por ele estar ao seu lado, mas logo ele notou que era por causa dos olhares de todos por onde eles passavam, a roupa que Konan usava era muito sensual e suas pernas apareciam quase que inteiramente, os seios volumosos ficavam evidentes demais e as costas abertas chamavam muita atenção, afinal eles estavam em uma vila pequena não acostumada a extravagâncias apesar de que ela não era a única que usava roupas chamativas ali.

- não sinta vergonha por você ser linda, se eles se incomodam com isso não merecem contempla-la – disse ele.

- as meninas exageraram – disse ela sem jeito.

- pra mim está ótima, venha, achei um jogo interessante.

Os dois foram até a barraca onde tinha um jogo que consistia de retirar o máximo de peças possíveis de uma torre feita de blocos retangulares sem derrubar a torre, os prêmios variavam de acordo com a quantidade de blocos retirados, na entrada havia um aviso que proibia o uso de habilidades ninjas, Nagato sorriu por não precisar de truques pra vencer um jogo que requeria apenas destreza e inteligência.

- qual prêmio você quer? – perguntou ele.

- aquela tiara é linda – respondeu ela apontando para a tiara.

- pra ganha-la você precisa retirar metade dos blocos – avisou o dono da barraca – ninguém nunca conseguiu.

Ele não se intimidou e depois de pagar pelo jogo começou a retirar os blocos, realmente era difícil faze-lo pois ele tinha que retirar de posições que mantivessem o equilíbrio, mas logo ele percebeu que havia um truque no jogo e já que estavam usando um truque ele respondeu do mesmo jeito usando o poder dos seus olhos para distinguir os blocos que eram propositalmente mais pesados que outros, em 3 minutos ele concluiu o objetivo deixando o dono da barraca perplexo.

- espero que você não tenha usado nenhum truque – disse o homem.

- não creio que preciso de truques pra isso não é? – ele perguntou enquanto mostrava os blocos mais pesados.

O homem decidiu não insistir nisso para não ser descoberto e deu a tiara para Konan, ela a pôs na cabeça e combinou perfeitamente com ela.

- quer um suco? Eu estou com sede – perguntou ele.

Ela aceitou e Nagato foi comprar o suco na barraca que ficava do outro lado da rua, enquanto ela esperava um rapaz aproximou-se dela pondo a mão em seu ombro displicentemente.

- o que a maior gata desse festival está fazendo sozinha? – perguntou ele roçando o nariz no ouvido dela.

- não estou sozinha – respondeu ela com uma voz agressiva.

- agora não está mesmo – insistiu ele.

O rapaz segurou o queixo dela pra fazê-la virar o rosto na direção dele, quando ela já estava prestes a derrubá-lo ouviu a voz de Nagato atrás deles.

- se não tirar a mão dela em 5 segundos não terá mais uma mão depois disso – avisou ele segurando dois copos de suco.

- fica fora disso otário, ela é muita mulher pra você – respondeu o homem debochadamente.

- já se passaram 5 segundos – disse Konan.

O rapaz ouviu um som de algo quebrando e quando olhou para sua mão que estava sobre o ombro dela viu que simplesmente todos os ossos da mão estavam quebrados ou deslocados, a dor aguda só veio alguns segundos depois.

- eu teria cuidado dele – disse Nagato seguindo com ela pela festival.

- sim, e provavelmente levaria metade do festival junto, meu jeito foi mais discreto – respondeu ela.

- se você chama de discreto virar a mão dele ao avesso...

Os dois começaram a rir juntos, seguiram pelo festival e participaram de vários jogos, por muitas vezes cruzaram com sua família e ficaram com eles por algum tempo, Nagato brincava com a irmã enquanto Konan conversava com os pais dele.

- então querida, quando vai dar o bote? – perguntou Chiharu.

- o-o-oque?

- meu filho está louco por você mas você não da brechas, desse jeito nunca vou ser avó – comentou ela triste.

- senhora! Nagato e eu somos amigos de infância e que por sinal desde a muitas décadas atrás! – disse ela nervosa.

- e você acha que ninguém vê que quando estão sozinhos trocam beijos apaixonados? – comentou ela – vocês querem mas não seguem em frente, o que te segura?

- acho que eu tenho medo – respondeu Konan.

- vamos indo? Ainda temos muito o que ver aqui – perguntou Nagato chegando até elas.

Ela cumprimentou a senhora Chiharu uma ultima vez e seguiu com Nagato pelo festival, mas antes a senhora aconselhou a Konan para aproveitar a segunda vida que ambos receberam como compensação pela ultima que não puderam viver.

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- Sua irmãzinha é muito fofa! – elogiou uma garota – você que cuida dela?

- pois é, eu e minha irmãzinha somos muito ligados, eu sempre cuido dela – disse Kasuga segurando a cintura dela.

- eu adoro jovens responsáveis – disse ela encarando aqueles lindos olhos vermelhos.

Os dois começaram a trocar beijos enquanto Lyna brincava numa barraca jogando argolas nos alvos, pouco tempo depois Ryko achou os dois, assim que viu o portado do 5 caudas Kasuga tratou de arranjar uma desculpa pra dispensar a garota dizendo que antes do festival acabar voltaria a vê-la.

- é mais seguro deixar a Lyna com um Oni do que deixar com você – reclamou o jovem monge.

- cara, não estraga tudo! A Lyna é um imã de gatas que adoram rapazes responsáveis! – implorou o outro.

- e certamente é muito responsável usar a irmã para propósitos como esse – disse o outro – vim pegá-la agora, pode ir paquerar a garotas.

Ryko chamou Lyna que correu para seu lado, como o outro não estava curtindo como os outros não tinha problema em deixá-la se divertir enquanto a vigiava.

- você viu a Sari? Eu já encontrei todo mundo por ai mas ainda não vi ela – comentou Kasuga.

- eu a vi andando com três caras que tinham as mais suspeitas intenções com ela – respondeu Ryko.

- três de um vez!? Aquela ali é insaciável! – comentou o 4 caudas – se a Yuzu nee-chan descobrir a gente é que vai pagar o pato.

- não é culpa da Sari, ela herdou os instintos do nanabi – explicou o outro – provavelmente ela está agindo igual a uma abelha rainha, você sabia que o nanabi era uma mistura de todos os insetos?

- sério? Então quando ela quiser ter filhos vai por uma larva no macho igual a uma vespa? – brincou o outro – espero que ela não seja igual a viúva negra que come o macho depois da relação!

Até o Ryko riu disso, mas depois uma sombra de preocupação passou pela mente dos dois que imaginaram a mesma coisa ao mesmo tempo.

- é melhor acha-la antes que ela faça uma besteira! – sugeriu Ryko.

- concordo com você cara! – disse Kasuga.

Os dois pediram a Lyna que achasse Sari pois a menina tinha o melhor faro de todos e conseguia rastrear as pessoas pelo cheiro, não demorou muito pra encontrarem a 7 caudas comendo um espetinho sentada num banco de uma praça.

- pelo amor de deus, me diga que você comprou isso! – disse Ryko ao vê-la.

- claro, onde mais eu ia conseguir comida por aqui? – perguntou ela.

- e onde estão os caras que estavam com você?

- ahh eles, a gente curtiu muito e depois nos separamos – explicou ela com um jeito malicioso – depois pedi a um deles pra fazer companhia pra Yuzu nee-chan.

A garota apontou para uma direção, do outro lado da praça sobre muita arvores Yuzuhina estava se agarrando com um rapaz e as mãos já rolavam soltas pelos corpos um do outro.

- aquele cara ta atacando a Yuzu nee-chan!? – perguntou a pequena.

- ta sim mas de um jeito que ela gosta – respondeu Kasuga gargalhando – é melhor tirar a menina daqui antes que ela veja o que não deve.

- por essa eu não esperava – disse Ryko decepcionado – vamos ver o que os outros estão fazendo.

Os 4 jinchurikis saíram da praça e pelo caminho encontraram mais casais fazendo indecências nos cantos escuros, Sari é claro se separou deles pra ir aproveitar também e Kasuga na primeira oportunidade já estava cantando uma garota.

- e você Lyna? Quer fazer o que?

- vamos brincar juntos Ryko nii-san? Eu quero ir na roda gigante! – respondeu ela empolgada.

- claro que sim irmãzinha! – concordou ele orgulhoso – acho que posso contar que você por mais alguns anos.

Ele saiu segurando a mão dela como um verdadeiro irmão responsável faria, enquanto isso todos os outros jinchurikis curtiam sua liberdade pela qual lutariam em breve.

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Na outra vila o festival continuava e tanto Konan como Nagato aproveitavam mais livremente, agora eles estavam diante do jogo onde se bate com uma marreta para ver sua força.

- acho que essa marreta é pesada demais pra você moça – alertou o dono do jogo.

- talvez eu seja mais forte do que pareço – respondeu ela pegando a marreta.

Konan levantou a marreta e bateu com força na plataforma do chão fazendo o peso subir direto pro sino, todos ficaram impressionados com a força dela.

- foi moleza! – disse ela fazendo pose.

As outras mulheres ao redor começaram a aplaudir e Konan saiu com um ar de vitoriosa.

- realmente isso é muito divertido – comentou Nagato – como eu queria ter apreciado isso na minha outra vida.

- não se pode apreciar os prazeres da vida quando se vive para lutar – comentou Konan – agora eu percebo que não fizemos nada por nós mesmo naquele tempo.

Os dois caminharam juntos até chegarem a colina que protegia a vila, naquela área não tinha ninguém e era escuro o bastante pra que os dois tivessem privacidade, após sentarem num banco eles se encararam felizes e começaram a trocar beijos, os beijos foram se intensificando até que suas línguas se tocassem e se entrelaçassem os corpos se uniram em um abraço apertado enquanto ele pouco a pouco ia inclinando-a para trás até que Konan estivesse deitada no banco com ele por cima, quando o rapaz começou a beijar o pescoço dela Konan se assustou e pediu para ele parar, se levantando ele deu espaço para ela e viu que Konan tinha tristeza no olhar.

- Konan, por que sempre que eu lhe toco você se afasta? Por que parece que lhe faço sofrer? – perguntou ele confuso.

- eu não sou digna de você Nagato, eu não quero que você sofra uma desilusão por minha causa!

- e por que você acha que eu iria me desiludir com você?

- por que eu não sei o que sinto por você de verdade, sempre que eu olho pra você eu vejo o Yahiko e relembro o que eu e ele vivemos naqueles tempos – respondeu ela dolorosamente – como eu posso corresponder os seus sentimentos se os meus estão presos ao passado?

- era só isso? Você está confusa por causa da minha atual aparência? – disse ele como se fosse nada.

- não é só isso! Quando o Yahiko morreu eu pensei em deixar a akatsuki pois não suportava a tristeza, mas você continuou em frente mesmo estando naquele estado – explicou ela – eu fiquei ao seu lado por que sentia pena de você e me preocupava com o que podia acontecer com você naquele estado, como eu posso aceitar o seu amor se o que eu sentia por você era pena!?

Ela começou a chorar intensamente enquanto Nagato a observava, parecia uma garota sofrendo pelo primeiro amor, então ele sorriu e se ajoelhou diante dela.

- Konan, se eu fosse uma lembrança ruim você teria motivos para continuar com nosso trabalho após a minha morte? – perguntou ele calmamente – talvez você ache que tinha alguma responsabilidade ou deve, até mesmo culpa, mas você permaneceu firme e tentou realizar o meu desejo.

- mas eu...

- por que acha que eu restaurei a sua juventude?

- por que eu estava correndo risco de vida, e uma velha não poderia ajuda-lo – disse ela triste.

- eu restaurei sua juventude por que queria que você tivesse a mesma oportunidade que eu tive – explicou ele – eu renasci nesse mundo e meu corpo era de criança mas minha alma era velha, mas ao viver com minha nova família, ao me re-encontrar com você, ao adotar os garotos... tudo o que vivemos até agora restaurou o meu espírito, eu quero começar uma vida nova com você Konan, por isso eu a restaurei, pra que o seu passado ficasse pra trás.

- mas e se eu não conseguir esquecer? – perguntou ela preocupada.

- eu te ajudarei a esquecer, mas você não precisa esquecer o Yahiko por minha causa, lembre-se dele com o mesmo carinho que lembra agora e por ele que se sacrificou por nós vamos viver essas novas vidas.

Konan voltou a chorar mas dessa vez era de felicidade e alivio, seu coração que até pouco tempo atrás estava confuso e hesitante agora transbordava de um sentimento que ela achou que nunca mais sentiria em toda a sua vida, quando Nagato ofereceu a mão ela aceitou prontamente e com um ninjutsu os dois surgiram sobre a colina bem a tempo de ver os fogos que estouravam pelo céu iluminando a escuridão e comemorando a felicidade deles.

- antes que essa guerra comece eu quero viver o máximo possível – disse Nagato – e quero que todos que amo possam desfrutar disso também.

Konan puxou o rosto dele para beijá-lo e segurando sua mão o guiou para o meio do bosque que cobria a colina, lá longe de qualquer olhar curioso eles finalmente decidiram se entregar um ao outro, Konan que antes fugia disso agora tomava todas as iniciativas guiando a mão dele pelo corpo dela enquanto se beijavam ardentemente, com um movimento da mão dele todos os arbustos se reuniram numa única massa que serviu de cama para eles, uma vez que se deitaram começaram a explorar um ao outro de todas as formas, Nagato colocou a mão entre as pernas dela que ele achavam tão macias e assim arrancou um suspiro dela.

As sensações que Konan sentia estavam alem de sua imaginação, ávida por sentir mais ela começou a despir o corpo dele tocando toda a superfície do peito, apertando-o contra seu corpo e quase lhe arranhando as costas com as unhas, ele igualmente fazia o que podia para senti-la contra si e agora aquele vestido que antes parecia curto e ousado se tornara um incomodo, com dificuldade ele desfez o nó que prendia a parte de cima revelando os seios dela como ele jamais viu em sua vida.

- você é linda – elogiou ele.

- me faça sentir assim – pediu ela se entregando completamente.

Nagato passou a língua no pescoço dela fazendo-a tremer um pouco, ele então passou a beijar toda a extensão do caminho do pescoço até chegar entre os seio beijando-os levemente, quando Konan suspirou e se recolheu ele sentiu que ela gostara e então investiu mais ousadamente chupando os bicos e passando a língua ao redor deles, com uma mão ele acariciava os seios enquanto a outra tratava de abaixar mais o vestido revelando sua barriga.

- eu te quero toda para mim – falou ele quanto beijava a barriga dela.

- eu também quero – respondeu ela com uma voz sensual.

Retirando completamente o vestido dela restara só uma calcinha entre ele e o que ele mais desejava, logo a peça incomoda também fora jogada pro lado e ele pôde saciar seu desejo, primeiro começou a beijar as laterais da coxa dela subindo aos poucos enquanto ela já se deixava dominar pelo prazer, quando ele finalmente tocou os lábios na região intima dela arrancou um suspiro e um pequeno grito de prazer, sem esperar mais ele abocanhou sua vagina chupando os lábios e passando a língua em seu interior, Konan contorcia-se de prazer enquanto afundava a mão no cabelo dele puxando-o com mais força para que ele a penetrasse mais profundamente, em meio aos gemidos ela colocou sua pernas sobre o ombro dele.

- não pare! Mais forte! – implorou ela enquanto tocava os próprios seios.

Satisfazendo o desejo dela Nagato passava a língua mais vigorosamente no interior dela enquanto Konan gemia mais alto, pouco tempo depois ele sentiu a umidade aumentar e o corpo dela se contorcer sem muito controle dela para em seguida amolecer, após saboreá-la Nagato subiu para beijar mais o pescoço dela enquanto ouvia a respiração pesada dela.

Mas Konan não contentou-se apenas em sentir, ela queria faze-lo sentir também, por isso após inverter as posições ficando por cima dele ela começou a beija-lo completamente, passava a mão por todo o corpo dele e subitamente desceu para a calça que ele vestia, rapidamente ela começou a tirar o cinto e abrir a roupa que já contava com um grande volume por baixo.

Assim que baixou a calça dele viu que ele não usava nada por baixo e o rapaz ficou meio constrangido, então como se estivesse completamente segura de si ela segurou o membro dele fazendo leves movimentos enquanto beijava a base do pênis, a respiração de Nagato ficou mais pesada e ela se excitou com isso e passou a beijar a ponta do pênis passando também a língua por ali, antes que Nagato dissesse qualquer coisa ela pôs tudo na boca descendo até o fundo enquanto ele numa reação involuntária quase se levantou se ela não tivesse posto a mão sobre o peito dele para mantê-lo deitado.

Subindo e descendo com força ela fez Nagato subir aos céus de prazer, o rapaz segurou os ombros dela acompanhando o ritmo que ela fazia, as vezes ela parava e chupava a ponta, outras vezes retirava da boca e o lambia de cima a baixo para de novo engoli-lo completamente, as vezes ela se esforçava para mantê-lo deitado quando o corpo dele se reclinava para frente devido a algum reflexo.

- Konan, eu estou quase.... não posso segurar – disse ele tentando faze-la parar.

Mas Konan não parou pois era isso que ela desejava também, ignorando o aviso dele ela continuou mais intensamente ainda até ele gozar, ela sentia os jatos fortes dentro da boca e ficou alguns segundos parada até ele terminar, quando ele finalmente despejou tudo ela de um gole só engoliu.

- d-desculpe, eu não queria... – disse ele envergonhado.

- você é delicioso – respondeu ela sussurrando no ouvido dele – eu quero mais disso, mas de outro jeito.

Sem esperar que ele entendesse o que ela queria dizer Konan sentou-se sobre ele e bem devagar foi introduzindo o pênis dele em si, quando entrou completamente ela gemeu de prazer e começou a se movimentar, mexia o quadril para a frente e para trás ou subia e descia, Nagato se inclinou para trás enquanto ela chocava o corpo com o dele, para não ser completamente dominado por ela Nagato apertou os seios dela fazendo-a gritar de prazer, então para retribuir ela passou a se mover com mais força, Nagato pegou as mãos dela que se sustentavam sobre seu peito e levantou-se ficando sentado pela primeira vez, colocou as mãos dela para trás e apertou as nádegas dela com força, agora era ele quem controlava o sexo enquanto imobilizava Konan que se derretia em prazer, estocando com força ele gemia cada vez que se corpo se chocava com o dela enquanto Konan gemia e gritava livremente, as vezes Nagato tomava o rosto dela para si beijando e chupando a língua dela avidamente, aos poucos eles se envolviam tanto que suas mentes não conseguiam formular nada além de sentir tudo ao máximo, como se estivessem hipnotizados pelo outro eles transavam intensamente até que gozaram juntos com Nagato preenchendo-a completamente enquanto Konan envolvia a cintura dele com as pernas apertando-o contra si, ainda continuaram unidos e se movimentando por mais um minutos até que seus corpos desabaram pro lado, ambos respiravam pesadamente enquanto se encaravam com o olhar mais desejoso do mundo.

- isso foi maravilhoso! – comentou ele sorrindo para ela.

- nunca me senti assim em toda a minha vida, obrigado Nagato – disse ela encostando a cabeça no peito dele.

Os dois permaneceram assim abraçados e nus por quase uma hora, já era de madrugada e eles sabiam que logo os jinchurikis voltariam pra casa, então eles se levantaram e passaram a procurar as peças das roupas que voaram ao redor, quando juntaram tudo ainda nus eles se encararam e se abraçaram para sentirem os corpos um do outro uma ultima vez essa noite, após se vestirem eles saíram do mato e chegaram ao pátio do templo de onde dava pra ver a vila logo abaixo.

- quantas pessoas estariam ou ainda estão fazendo o mesmo que nós? – perguntou ele displicentemente.

- posso imaginar que algumas dezenas de casais estão por ai aproveitando – respondeu ela após se apoiar no ombro dele – só agora eu consigo sentir prazer pela vida, desejar viver cada vez mais ou invés de ficar desejando que o fim se aproximasse logo.

Um pouco depois os jinchurikis voltaram, estavam mais vivos do que nunca e pareciam terem curtido intensamente, Lyna vinha carregada nos ombros de Ryko pois havia desabado de cansaço pelo caminho.

- comportaram-se? – perguntou Nagato.

- claro que sim, eu estava de olho neles – respondeu Yuzuhina.

- acho difícil que você possa ter visto alguma coisa com aquele cara em cima de você – comentou Hagane rindo.

- alias você, Eria e Jikuta sumiram no meio do festival – comentou Sari – onde os três foram se meter?

- numa festinha particular de um filho de nobres que aproveitaram a ausência dos pais para festejar na mansão – respondeu Eria – festa na beira da piscina é uma maravilha!!

Enquanto todos comentavam o que tinham feito Nagato abaixou o rosto com a mão sobre a face pensando no que fazer com eles.

- tudo bem dessa vez, já esperávamos que comporta-se fosse a ultima coisa que fariam – disse Konan para tentar consolar o companheiro.

- você acha que eles...

- é mais do que obvio não acha? Adolescentes trancados no subterrâneo uma vez soltos numa farra faria mais o que além disso? – respondeu ela certa do obvio.

Nagato então fez uma expressão que só um pai preocupado com os filhos faria, então eles perceberam que suas vidas estavam praticamente começando agora, era o renascimento que eles tanto esperaram.

Notas finais
bem, o que acharam? espero que tenha sido intenso o suficiente pra compensar uma vida inteira que eles nao aproveitaram!!!