Notas iniciais
Karyash: Heeey, como vão?! Espero que bem. Estou aqui com meu primeiro projeto nesse site com a diva da Annie! Eu realmente espero que vocês gostem, afinal decidimos tudo com muito carinho e cuidado. E antes de tudo, saibam que não estamos persuadindo ninguém a levar MTK para a vida. Não estamos persuadindo ninguém a transar, matar, etc. Annie: Olha eu aqui de novo ¬u¬ "Mas Annie, sua louca, você nem dá conta das fics que tem, lá vem você com outra?" Rá, culpem a Mary aí em cima u.u (só eu posso chamar ela assim u.u). Essa menina me convenceu totalmente a fazer uma parceria com ela, e eu realmente não me arrependo de jeito nenhum. Nosso entrosamento foi incrível, fomos falando coisas aleatórias e 10 minutos depois... Bum! Surgiu Mistake *-----------* Eu até fiquei emocionada ~quem me conhece sabe que eu choro por tudo :v~ Faço minhas as palavras da Mary! NÃO ESTAMOS OBRIGANDO NINGUÉM A SE MATAR, ATIRAR EM ALGUÉM OU A TER SONHOS ERÓTICOS COM O NATSU E O GRAY! ~ ¬u¬ ~ Então, fiquem ligados. Mistake é uma fanfic bem... Interessante. Como o próprio nome já diz, ela fala sobre os erros que cometemos, e como eles muitas vezes são necessários. Espero que vocês gostem desse novo projeto, por que ele já virou meu xodó. E lembrem-se: Errar é humano, mas perdoar, também. Boa leitura! E agora de modo mais sério: não estamos persuadindo nenhum usuário, principalmente menor de idade, a praticar atos sexuais e levar o tema tratado na fanfic para sua vida. Fanfic é somente uma criação de uma pessoa que é passada para outras, e não um modelo de vida para quem lê. Se estão cientes disso, prossigam com a leitura.

Um dos caras parou de berrar quando um disparo atingiu o teto.

A sala em que se encontravam cheirava a mofo e sangue seco, o que explicava claramente o motivo de estarem ali. Passando os olhos rapidamente, contou mais ou menos quatorze pessoas, incluindo os três.

Gray estava com medo. Suas mãos tremiam presas atrás de suas costas, o estômago revirava com o pensamento iminente de morte. Três homens guardavam a única porta do lugar, enquanto o líder ainda mantinha sua arma voltada para cima.

Sting.

Naquele momento desesperador, se perguntava por que havia se metido com ele. Queria muito culpá-lo, ou até mesmo Gajeel, que também estava ali, com um semblante impassível de quem não sentia nada. Se alguém era responsável por isso, esse alguém era o próprio Gray. Dizer que havia sido influenciado não passaria de pura hipocrisia, pois se recordava muito bem do quanto estava amedrontado quando insistiu que ele o ajudasse.

Mas as coisas saíram totalmente do controle.

Agora via o quanto fora ingênuo, ou tolo, por achar que poderia ser capaz de enfrentar aquilo, e vencer. Só que aquele esquema traiçoeiro, e com Gray não poderia ter sido diferente. Nem mesmo com Gajeel, que já levava aquela vida há algum tempo.

Muito menos para Jellal.

Olhou para o amigo, que também na mesma situação, não esboçava absolutamente nada. Ele não deveria estar ali, e isso certamente só deixava Gray numa situação ainda mais angustiante. Imaginava se estava conseguindo fingir tão bem quanto eles, já que sentia o sangue frio como gelo em suas veias.

Sting foi até o meio da sala, ficando embaixo do único ponto de luz que iluminava o local, que ainda balançava devido ao tiro. Colocou uma das mãos na cintura e coçou a testa com o cabo da pistola, levantando alguns fios loiros. Parecia entediado em ter que matar todos ali presentes, o que com toda certeza não melhorava em nada a ansiedade mortal de Gray. Queria que ele fizesse logo o que tinha que fazer, e rápido. Pelo menos pagaria todos os erros que cometera. Mas Sting era do tipo de cara louco, que gostava muito de jogar psicologicamente com seus reféns, antes de acabar dolorosamente com cada um.

— Olha, tudo isso aqui é um grande pedaço de merda. Eu realmente queria estar no meu escritório contando minhas notinhas e tomando uma cerveja gelada. Mas sabe por que eu não posso?

Ninguém ousou responder.

— Por que vocês não me deram a porra da grana!

Gray nem ao menos piscou quando Sting atirou no cara que estava gritando antes. O sangue espirrou no rosto de outro cara ao lado, mas este também não teve audácia de se mexer.

— Cara barulhento. — Resmungou, estalando a língua. Gray sentiu todo o sangue fugir de seu rosto quando ele direcionou o olhar para os três. — Nesta sala tem grandes camaradas antigos que não deveriam estar aqui. Mas nenhum de vocês me pagaram, e muitos me traíram. Estou muito magoado. — Fechou os olhos, colocando a pistola sobre o peito melancolicamente.

Depois sorriu, revelando o azul insano do seu olhar para mirar em mais um ali, que logo recebeu o mesmo destino que o anterior.

— Muito magoado mesmo.

— Espera, nós ainda podemos ser úteis! — Sugeriu nervosamente um deles, dava para sentir a loucura em suas palavras. Ninguém queria morrer. — Podemos te pagar com serviço!

Sting torceu a boca, balançando a cabeça negativamente.

— Olha, cara. Eu não sei não. Servir a mim é uma coisa séria, que envolve lealdade.

— Eu posso ser leal a você, eu juro!

— Sério? — Parecia ter aceitado a ideia, o que animou o cara. Até ele sorrir diabolicamente, e estender a pistola a ele. — Então atire em quem está ao seu lado.

O homem arregalou os olhos, embasbacado de boca aberta. A expressão de quem estava ao lado dele era de puro pavor.

— Mas ele é...

— Seu amigo? — Completou Sting com uma pergunta, achando graça. – Se quer servir a mim, terá que fazer tudo o que eu mandar. Não me disse ser leal?

Um silêncio mortal reinou no ambiente, como se todos estivessem prendido a respiração.

— A vida ou a amizade. Você escolhe.

Não foram necessários mais de três segundos para que ele tomasse a decisão. Mais um disparo ecoou alto quando ele tirou a vida de seu próprio amigo.

Percebeu que Jellal apertava os punhos tão fortemente, que seus dedos estavam brancos e seus braços tremiam de leve. Não sabia se ato era para reprimir o tremor, ou se a raiva o fez tremer.

Gajeel continuava apático.

A risada cruel de Sting fez com que alguns rissem junto com ele de modo débil, as mentes já enlouquecidas se agarrando a qualquer possibilidade de sobreviver.

— Você é realmente obediente, cara. — Pegou a arma de suas mãos e se agachou para dar leves tapinhas em suas costas. Achando estar a salvo, o homem acabou sorrindo de leve, mesmo que seus olhos estivessem desatinados. — Mas, não vai dar.

Gray se sobressaltou levemente quando Sting colocou o cabo da pistola na boca do cara, e puxou o gatilho. Devido a pouca distância, o sangue espirrou no rosto dele, que se levantou com um sorriso nos lábios.

— Não vai dar para nenhum de vocês.

O coração de Gray falhou quando o viu fazer sinal com as mãos para os seus capangas, que rapidamente sacaram suas armas e passaram a atirar em todos ali. Fechou os olhos e se encolheu, ouvindo cada disparo, tentando adivinhar quando seria atingido para pelo menos ter algum bom pensamento antes do fim.

Mas depois de alguns segundos, tudo ficou em silêncio. Quando ele abriu os olhos, deu de cara com o sangue e os olhos opacos e sem vida. Exceto por ele, Gajeel e Jellal.

Estavam vivos.

— Ainda não chegou a vez de vocês, meus amigos. — Agora Sting estava em frente a eles, os braços cruzados em frente ao corpo e com uma face divertida. A pouca iluminação acima dele deixava seu rosto na penumbra, o que contribuía para sua figura insensata. — Tenho algo grande preparado para vocês três, espero que não me decepcionem.

O alívio de estar vivo não conseguia superar o temor crescente diante daquela notícia. E eles mal sabiam que alguns dias depois prefeririam ter morrido naquela noite.

— Vai ser divertido.

Alguns meses atrás...

Um porão empoeirado e recheado de embalagens representavam o caráter exclusivo de Gajeel. Ele nunca foi um adolescente normal. Para ele, nada mais no mundo lhe importava...

Nem mesmo sua família.

— Gajeel, saia desse porão imundo! — Reclamou sua mãe, praticamente ao longe.

Estendia as roupas recém-lavadas no varal, observando o Redfox. Ela não aguentava mais a situação de seu filho. Sempre desleixado... Jogado nos cantos... Isso a enlouquecia. Já havia tolerado por muito tempo aquele tipo de comportamento. Liandra faria de tudo. Estava na hora de dar um fim naquilo.

O moreno levantou-se do sofá velho em que se encontrava revelando à sua mãe uma figura lamentável. Fazia dias que não tomava banho...

Fazia dias que... Gajeel não era Gajeel.

— Chega, levante-se. — Exigiu Liandra, agarrando-o pelo braço fortemente, quase o machucando.

Levou-o até a lavanderia, enchendo alguns baldes com água em seguida. Não estava mais suportando tudo aquilo, porém isso não significava que o deixaria de lado. Ele era seu único filho, afinal.

— O que deu em você, Redfox?! Esqueceu-se de sua vida?! DA PORCARIA DA FACULDADE QUE EU PAGO PARA VOCÊ?! VOCÊ NUNCA FOI INGRATO! — Rebelou-se ao lembrá-lo da faculdade particular que o colocara. Fazia seis meses que a criatura não estudava...

— Você não tem medo, Liandra? — O semblante plangente de Gajeel agora se tornava sombrio, completamente desvairado. Sua mãe engoliu em seco, erguendo-se com relutância.

— Eu perguntei se VOCÊ NÃO TEM MEDO, LIANDRA! — Agora fora a vez de seu filho elevar-se, andando vagarosamente até sua progenitora. Liandra recuou com passos esguios, chocando-se contra a parede devido à aproximação do filho. — Eu vou aonde eu quiser, quando eu quiser, fazendo o que eu quiser. Está claro?!

Ah, Gajeel... Se você soubesse o quanto ela quer dizer-lhe um enorme “não!”, o quanto ela quer brincar com você em nome dos velhos tempos... Mas ela sabe que não dá. Você cresceu e se rebelou, enquanto ela só observava ao longe, sem poder, ao menos, te proibir de ser tão ingrato e tão ridículo.

— Seu rebelde! — Sussurrou sua mãe, escorregando na parede gélida que se encontrava agora a pouco com Gajeel. Limpou as lágrimas de pena que desciam de seu rosto robusto enquanto tremia. Lá vai aquele idiota novamente... E também foi-se a Liandra que persistia na presença de seu filho em casa... Aquela Liandra que nunca perdeu para seu filho.

Mas ela sabia que depois dessa vez, manter contato com Redfox seria demasiadamente impossível.

...

As luzes da cidade iluminavam mais do que a luz lunar. Aquela era uma cidade tão cheia de edificações que praticamente ficava impossível observarem algo do quesito “natural”.

Em meio a aquele breu, Gajeel caminhava nervosamente. Parecia estar ansioso para algo, ou talvez, com tanta relutância que preferia ficar ali. Repentinamente ele andava com rapidez, outras vezes ele andava nervoso.

— Eeer... Gajeel...

Instintivamente, procurando quem ousara pronunciar seu nome, detectou aquela figura insignificante abaixo de si. Ela era dona de sucintos cabelos azuis, com uma faixa laranja costumeira, não possuindo nenhum “volume físico” para seduzir algum homem e, para piorar, ser surpreendentemente uma verdadeira anã.

Seu nome era Levy McGarden.

Em resposta, Redfox deu passos apressados e longos para afastar-se daquela garota estranha que não parecia surpresa com seu afastamento urgente.

Ela já estava acostumada a tudo aquilo. Já fazia parte de seu dia ser ignorada por quem amava. Por que diabos ele não lhe dava a mínima? Por conta da sua estatura? Falta de seios? De traseiro? Ou melhor, falta de corpo? Aos olhos dos homens, Levy não era nada mais do que uma criança. Se ela não mencionar sua idade, o sexo oposto lhe considera de menor, mesmo. Ah, se ela insinuar que tem mais de dezesseis anos, é capaz de ficar com medo de risadas para sempre. Mas, por que tratá-la tão mal? Levy tinha pena de si mesma.

Diferente das outras vezes em que Gajeel dava uma de esperto correndo dela, a azulada preferiu tomar outras atitudes. Dessa vez, o acompanharia.

Com o celular em mãos, ligou a lanterna enquanto vagava por todos os cantos. Já estava começando a ficar com medo. Aquele breu todo e nenhum sinal do seu amado. Onde diabos aquele tatuado foi parar?!

Passou a se fixar nos cantos das paredes gélidas da cidade. Ouvia de tudo um pouco. Zumbidos, barulhos estranhos, gemidos agonizantes de dor. A cada passo que dava, os sons pareciam piorar. Fechou os olhos e respirou fundo. Estava fazendo isso por Gajeel. Não era por qualquer um. Ela tentaria. Precisava ser forte. Pelo menos dessa vez.

Enfim avistara a umbral de um beco mais escuro do que o resto da cidade. Ligou a lanterna novamente, após ter apagado sem querer, bem de leve. Vislumbrou os cabelos negros de Gajeel e uma jaqueta de um homem estranho que ela não sabia dizer quem era. Escutou cochichos. E logo após, visualizou uma pistola de cabo longo.

Assustada e apressada, McGarden correu bem depressa de volta à sua casa. Tudo o que queria saber era: “no que diabos Gajeel se meteu?!”.

...

Após recuperar-se de um susto e sobressalto indecifráveis, a azulada respirou fundo. Tinha medo do que poderia ter acontecido com Gajeel. Será que ele estava bem? Será que... Aquele homem era um conhecido seu? Em meio a tantas dúvidas, decidiu desabafar. Ninguém era melhor do que Lucy Heartfilia para isso. Queria poder conversar com Erza também, mas a ruiva raramente estava disponível numa hora dessas.

Discou o número da loira rapidamente.

— LUCY? LUCY? VOCÊ ESTÁ AÍ? — Falou assim que a ligação foi atendida.

Lucy ficou tremendamente preocupada. Levy estava com muito pânico na voz.

— Estou sim. O que houve, Levy? — Respondeu a loira, acompanhando o pânico de Levy, porém um pânico de preocupação e não de medo. Se é que isso é possível.

— É o Gajeel. E-Ele...

Do outro lado, Heartfilia arregalou os olhos. Dando a Levy uma voz de quando estava visivelmente maliciando:

— Não me digam que vocês...

— Lu-chan... É coisa séria. — Respondeu Levy, toda acanhada. Ela realmente odiava quando Lucy ficava tirando uma com sua cara. A loira sabia que Levy o amava, assim como Erza, mas quando resolvia perturbar, era capaz de buscá-la até no inferno.

— E então?! O que foi?!

Logo, Mcgarden contou tudo. Sem deixar escapar nenhuma vírgula. Lucy ficara boquiaberta com tudo aquilo, mas não retiraria conclusões precipitadas.

Tudo o que ambas queriam eram explicações.

E Lucy as teria, de uma forma ou de outra.

Notas finais
Karyash: ~não sei o que pôr aqui, mas vocês devem ter né? *obrigação de vocês* -qq~ Annie: KKKKKKKKKKKKKK. UÉ Bem, nesse prólogo tem muita coisa pra sacar, mas só quem é bom de mistério que vai conseguir captar alguma coisa. Mistério? Sim, mistérios! Eu amo, vocês sabem u.u ~ e a Mary também. E mais uma coisa, antes que vocês reclamem, a fic é Nalu. A capa e sinopse já dizem isso. ~se é que alguém leu. E EU QUERO COMENTÁRIOS, A OPINIÃO DE VOCÊS É MUITO IMPORTANTE. E se não comentarem... De noite, quando estiverem dormindo, alguém vai estar debaixo da sua cama para lembrá-los disso OwO. Até a próxima! Beijos da Annie e da Mary U3U