Notas iniciais
Oii Cupcakes ♥! Como vocês estão? Espero que muito bem. Aqui estou eu com mais um capítulo cheio de doçura de nosso casal. Espero que gostem, pois logo a ação estará de volta. Quero agradecer a AndreaNeves pelo comentário adorável no capítulo passado. Obrigada mesmo! Espero que se divirtam e se encham de amores com esse capítulo. Boa leitura...

ROMANCES MENSAIS

LIVRO XII – MISTÉRIOS DE DEZEMBRO

CAPÍTULO XVI – PEDIDO

— Aaron? – Suspiro, sentindo uma certa tristeza ao falar o nome de um dos garotos que eu acompanhei crescer e tinha um enorme carinho por ele. Apesar de tudo o que ele fez e de todas as coisas erradas com as quais ele se envolveu, o sobrinho mais velho de Clint continuava a ser alguém com quem eu me preocupava. – O que pretende fazer? Pelo que eu sei, a Howl at the Moon não pertence mais a Matthew. Como vamos conseguir entrar?

Matthew Hawk, também conhecido como Matt, é um amigo de faculdade de Clint. Quando ainda namorávamos, dez anos atrás, Clint e eu fomos algumas vezes ao Howl at the Moon. Era um lugar divertido que íamos sempre que precisávamos descansar um pouco das loucuras de Hawkins. Por ficar na cidade vizinha, era mais fácil a gente ir e voltar no mesmo dia e conseguíamos nos desestressada da nossa agitada rotina.

— Não se preocupe com isso. Eu vou dar um jeito. Você sabe que eu sempre dou. – Responde, dando um sorriso confiante. Suspiro e assinto, concordando. Ele me aperta contra si e eu sinto todo aquele calor de seu corpo que me aquece mesmo no mais intenso inverno. E então, relembro de meu encontro com Taskmaster a forma como ele parecia obcecado por Clint me deixa tensa. – O que foi?

Afasto-me do homem e o encaro. O vento balança meus cabelos e sinto a brisa gélida maltratar meu rosto. Encolho-me contra o casaco de Clint e observo seu bonito rosto. Apesar de terem se passado vinte anos desde a primeira vez que nos vimos, Clint não havia mudado tanto e a idade só havia trago aquele ar mais maduro a sua expressão. Os fios brancos misturado aos cabelos em um corte jovial e a sombra da barba que crescia o deixavam incrivelmente atraente.

— Taskmaster. – Sussurro e passo a encarar a cidade de Hawkins. – Ele está obcecado por você precisa tomar cuidado, Clint. Ele... ele conhece o seu golpe de paralisia. Aquele mesmo que você usou comigo uma vez. Disse que está de olho em nós e pelo visto vem nos estudando há muito tempo.

Ouço Clint dá uma risada anasalada. Viro-me para encará-lo e ele não parecia surpreso com a informação, enquanto encarava a cidade. Com a expressão pensativa. Mais uma vez, eu não fazia ideia do que se passava em sua cabeça.

— Eu já esperava por algo assim, afinal, ele tem informações sobre onde foi o nosso primeiro encontro, onde nos beijamos e a pessoa que acompanhou os momentos mais importantes de nossas vidas. – Comenta Clint, dando de ombros. – Mas não se preocupe com isso.

— Ele disse que possui habilidade mnemônica. O que é isso? – Pergunto e ele me encara com a expressão despreocupada.

— Na verdade, é uma técnica que facilita a memorização de algo ou ajuda a expandir a memória, através de exercícios de associação que relacionam algo simples a outra coisa complexa, tornando-a mais fácil de memorizar. Algo bem semelhante a memória fotográfica que Damon e eu temos, que é a capacidade de se lembrar de coisas vistas, com um nível de detalhe perfeito. – Explica Clint, sorrindo com doçura. – Obviamente, ambas exigem que o cérebro seja exercitado para chegar ao nível avançado que nós temos. Eu me treinei quando criança e continuo fazendo isso mesmo agora. Aperfeiçoei minhas técnicas e treinei Damon para que desenvolvesse suas habilidades. Infelizmente, acredito que ele não faça mais os exercícios que eu o obrigava a fazer quando criança. Caso contrário, ele poderia ter se tornado ainda melhor do que eu.

— De qualquer forma, você precisa tomar cuidado. Ele sabe que meu nome de nascença é Natalia. Taskmaster sabia sobre os nossos filhos. Ele sabia nossos golpes e como me imobilizar. Ele é perigoso... Do que você está rindo? – Pergunto, ao ver o sorriso idiota nos lábios de Clint e a expressão surpresa.

— Não é nada. É só que é sempre adorável te ver preocupada comigo. – Responde e eu bufo, irritada.

— Clint! Eu estou falando sério! Esse homem...

— Apenas peço que confie em mim. Eu vou vencer o jogo dele e acabar com a HYDRA. Vingarei a morte de nossos filhos e farei todos que ousaram machucar minha família se arrependerem amargamente. – Clint me interrompe com seriedade. Ele encara o céu e dá um sorriso suave. – Agora, eu apenas quero aproveitar essa tranquilidade momentânea e a sua companhia. Vamos esquecer por cinco minutos tudo o que tem tirado a nossa paz nesses últimos dias e apenas descansar.

Suspiro e passo a observar os detalhes em Clint. As manchas de sangue em suas roupas, nas mãos e no rosto. Isso me trazia lembranças das inúmeras vezes que estivemos nesse mesmo lugar, depois de passarmos por missões complicadas.

Nós nos sentávamos na beirada do prédio mais alto do hospital e encarávamos a cidade em silêncio, apenas apreciando a companhia um do outro. Era confortável e relaxante. De repente era como se nossos problemas não fossem tão grandes assim e que éramos capazes de enfrentar qualquer desafio.

— Você se lembra quando estivemos aqui pela última vez? – Pergunta Clint de repente, quebrando o silêncio que havia entre nós.

— Sim. Foi um dia depois de ter me pedido em casamento. – Respondo, dando um sorriso nostálgico. – Peter acabou tendo problemas com um criminoso e o trouxemos aqui para ser consultado por Echo.

— Você se lembra do que me disse naquele dia? – Pergunta e eu o encaro, pensativa. Ele sorri como se compreendesse que eu não me recordava do que o eu havia dito a ele dez anos atrás. – Você disse que antes de me conhecer, o amor era apenas uma palavra que você ouvia as pessoas dizer e que não entendia o significado. Era algo que tornava as pessoas vulneráveis, irracionais, cegos e doentes. Algo não confiável e que deveria ser evitado a todo custo. Mas então, você percebeu que estava certa, mas descobriu também que o amor era muito mais do que isso, ainda que não fosse capaz de explicar. Mesmo assim, você sentia que se continuasse ao meu lado, seria capaz de compreender.

— O amor sempre foi um sentimento complexo para mim. – Confesso, sorrindo nostálgica ao me lembrar da conversa a qual Clint se referia. Ele então se vira para mim e pega em minhas mãos. Seus olhos verdes brilhavam intensamente e me atraiam para o universo que era Clint.

— Você também me ensinou o que é amor, Natasha. Você me fez entender que o amor é o conhecimento, a aceitação, a confiança e o desejo de entrega. Amor é confusão. Daquelas que fazem você sentir raiva, tristeza, saudade e arrependimento todas as vezes em que brigamos. É sentir tudo. É toda a loucura cerebral que vem por trás de um simples “amo você”.

“É ver a pessoa que você ama e não conseguir pensar em mais nada nem em mais ninguém. É bagunçar a cabeça. É sentir saudade de alguém que está agarrado a você agora apenas com a possibilidade de ficarem afastados. É um sentimento de invencibilidade em conjunto com a impotência. De poder fazer tudo por alguém e ao mesmo tempo não se sentir suficiente.

É aquela maldita dor. É dor que dói rasgando o peito, mas não dói ao mesmo tempo. É tristeza que embaralha o mundo ao nosso redor. É algo que torna a visão turva, mas que também traz visão de um mundo novo. O amor é respeito e carinho. É querer sempre o melhor para essa pessoa. Amor é sobre conhecer e sempre desconhecer. É nunca enjoar mesmo sabendo muito sobre alguém. Amor é completude e, ao mesmo tempo, construção constante. É a perfeição imperfeita.” – Arfo diante da declaração de Clint. Sinto minhas mãos tremerem e toda aquela intensidade que somente o homem a minha frente é capaz de transmitir.

— Eu senti e ainda sinto sua falta. Muita. Não houve um dia em que eu não pensei em você, em nós, em nossa família. Eu sei que você tem seus motivos para me querer longe e que é difícil ficar ao meu lado, mas eu amo você. Amo pensar na possibilidade de passarmos o resto de nossas vidas juntos. Amo o fato de ser capaz de me apaixonar diariamente por você mesmo depois de ficarmos dez anos afastados. Amo o jeito que você sorri e como se dedica em ajudar as pessoas. Amo como você ama os meus sobrinhos e como sempre apoia as minhas loucuras, mesmo que possa se arrepender depois. Eu amo a doce e carinhosa Natalia Rushman. Amo a destemida, impulsiva e poderosa Natasha Romanoff. Eu amo a divertida e companheira Naty. Amo a cuidadosa e maternal tia Tasha. Eu amo todas as suas versões. E amo mais ainda saber que eu sou uma das poucas pessoas que conhece cada uma delas. Então, por mais egoísta que seja o meu pedido, por mais desesperado que eu possa parecer e por mais sufocante que meus sentimentos possam ser, você poderia considerar me dar mais uma chance a nós dois? Eu não posso garantir que a nossa vida será perfeita e nem que estaremos sempre seguros. Minha vida é um verdadeiro caos e infelizmente é tarde demais para eu mudar essa situação. Mas eu prometo que te amarei diariamente. Darei tudo de mim para que dê certo dessa vez e que....

Sem ter qualquer controle sobre o meu corpo, calo Clint com o choque bruto de nossos lábios. Eu não sabia dizer se estava me deixando levar pelas palavras apaixonantes de meu primeiro amor ou se estava sensível demais por causa da bebida e dos acontecimentos inesperados da noite, mas a verdade é que eu sentia que eu precisava ter mais de Clint.

De forma possessiva, boca domina a minha em um encaixe perfeito. Suas mãos deslizam pelas minhas costas e sobem até a minha nuca, onde sinto os fios de cabelo serem puxados, provocando sensações avassaladoras. Clint abandona meus lábios e passa a distribuir beijos pelo meu rosto e pescoço. Meu corpo se arrepia e eu me sinto completamente entregue ao sentimento arrebatador que me fazia experimentar um intenso nirvana.

Mesmo estando a mais de trinta metros de altura, em um dos dias mais frios de inverno, minha pele parecia em chamas. Cada célula do meu corpo clamava por sentir mais de Clint. E era nesses momentos que eu tinha a plena certeza de que ele continuaria sendo o único homem que eu seria capaz de amar até o fim de minha vida.

Ofegante, com lábios inchados e vermelhos, nós nos separamos em meio a selinhos carinhosos e lentos, que não parecia em nada com o beijo de tirar o fôlego que trocamos segundos atrás. Clint encosta nossas testas e narizes. Nossos olhos se encontro e um acabamos rindo sem motivo algum.

— Por favor, não foge de mim. – Implora Clint, acariciando meu rosto. Ele exibia uma expressão séria e desesperada. – Não vai embora. Eu me sinto completamente dependente de você e não sei se seria capaz de suportar te perder mais uma vez. Desde que você se foi, tenho sofrido com insônia e enxaquecas. Você me faz seguir pelos trilhos certos, Natasha. Você traz paz e um lar a meu coração. Então, por favor, fica comigo.

— Eu não vou a lugar algum. – Sussurro e sorrio com sinceridade.

Eu sabia que eu estava indo completamente contra tudo o que eu disse a mim mesma anos atrás. E que enfrentaríamos desafios ainda mais traiçoeiros de agora em diante. Ainda assim, ao sentir os lábios eufóricos de Clint sobre os meus mais uma vez, em um beijo doce e cheio de alívio, eu soube que eu havia feito a escolha certa.

Por mais difícil que possa ser, meu coração me diz que eu quero e preciso acreditar em nós. Que é a minha vez de ser feliz e que isso só será possível se eu estiver com Clint. Se ele estiver ao meu lado, tornando meus dias cheios de vida, fazendo-me sentir que vale a pena sonhar e que posso conquistar tudo o que desejo. Mesmo a minha tão sonhada e impossível família não parecia mais tão impossível ao lado dele.

[...]

— Eu não acredito! – Hillary leva as mãos a boca para evitar que um grito histérico de animação saísse de sua boca. – Vocês são o casal mais lindo e fofo do mundo!

Rio e suspiro, sentindo-me como uma adolescente contando sobre o namorado para a melhor amiga e não uma mulher de quase quarenta anos que é agente da CIA e uma ex-assassina do Tentáculo. Mas naquele momento, eu não podia evitar me sentir assim.

A televisão da sala estava ligada em um filme qualquer, enquanto eu estava deitada no colo de Hillary e recebia um cafuné da garota, que havia insistindo que essa era a forma mais divertida para comentar sobre namoro entre amigas. No início relutei, mas ela tinha razão. Era divertido acompanhar as caras e bocas que ela fazia a cada informação compartilhada.

Depois da noite mágica onde passei ao lado de Clint na cobertura do hospital, apenas nos beijando e observando a cidade até Leonard receber alta e cada um seguir para sua casa, eu mandei mensagem para Hillary, informando que Clint e eu havíamos voltado.

Ansiosa e completamente tomada pelo espírito da curiosidade, assim que viu a mensagem pela manhã, Hillary não perdeu tempo em aparecer em minha casa para saber todos os mínimos detalhes de nossa conversa. Ela estava tão animada que mais parecia era ela quem estava namorando.

A primeira parte da história arrancou muitos xingamentos e expressões raivosas de Hillary sobre Taskmaster e a armadilha de Alexi, que levou Leonard ao hospital. Mas assim que passei a contar sobre a declaração de Clint, ela não demorou a assumir sua expressão apaixonada e sonhadora.

— Eu sabia! Meu sonho está se realizando! Agora vocês só precisam se casar e me adotar. E depois disso, eu finalmente posso sair da minha própria casa e ir morar com vocês. Eu amaria morar na mansão luxuosa do Clint. – Responde Hillary, voltando a mexer em meu cabelo, sorrindo sonhadora.

— Está tão ruim assim na sua casa? – Pergunto, virando-me para ela. Hillary suspira e assente, cansada.

— Minha mãe vai me enlouquecer até as festas de fim de ano. – Dramatiza Hillary, choramingando. – Acredita que depois que chegou em minha casa ontem, minha mãe reclamou de todos os alimentos da geladeira e do armário de compras, reclamou dos móveis da minha casa, da decoração de Natal e ficou até duas da manhã reclamando da minha falta de namorado, que na minha idade ela já tinha se casado e que já tinha me tido. Ela está exigindo uma neta! Como se minha vida já não fosse complicada o suficiente, ela colocou na cabeça que vai me arranjar um marido.

— Ela só quer o seu bem. – Comento rindo, enquanto me levanto.

— Eu sei. Mas minha mãe é controladora demais. Tudo tem que ser do jeito dela, na hora dela. Nada do que eu faço é bom o bastante. – Hillary resmunga, virando-se para mim. – Eu a amo, mas nós nos damos muito melhor quando estamos longe.

— Pense que essa pode ser a chance que vocês precisavam para se resolverem. – Aconselho e ela dá uma risada irônica.

— Ou a forma que o universo encontrou de me enlouquecer. Mais dois dias convivendo com a sra. Natalie Beaumont e eu serei internada no hospício do meu pai. – Retruca, indo até a cozinha para pegar um pouco de suco que eu havia feito. – Você bem que podia me colocar em uma missão internacional. Alguma missão onde eu tenha que ficar até o ano que vem.

— Você já está em uma missão, esqueceu? Preciso de você para lidar com o Taskmaster. – Respondo, levantando-me para ir até a cozinha preparar algo para comermos.

— Sim, mas nós só iremos viajar para Budapeste em uma semana. Não sei se serei capaz de sobreviver com a presença da minha mãe me infernizando, dos pestinhas dos meus irmãos destruindo a minha casa, dos meus primos saindo escondido de casa para aprontar e dos meus tios cuidando da minha vida como se não tivesse mais nada para fazer. – Explica a garota, bebendo um pouco do suco em seguida. – E se eu viesse morar aqui enquanto minha família estiver na minha casa? Você sabe que eu sou organizada, sei cozinhar e sou ótima faxineira.

— Oferta tentadora, mas nós duas sabemos que a sua mãe não permitiria que isso acontecesse. – Relembro e ela choraminga, frustrada.

— E o que eu faço? Mesmo se eu disser que estou trabalhando, vai chegar uma hora que minha mãe vai desconfiar. Preciso de algum evento para participar ou algo que me tire de casa. – Comenta Hillary, sentando-se na bancada da cozinha americana, observando-me pegar os ingredientes para fazer panquecas para nós.

— Bom, amanhã nós vamos precisar mesmo sair a trabalho. – Afirmo e ela me encara com curiosidade.

— O que iremos fazer? – Pergunta, sem disfarçar sua animação com a possibilidade de passar o dia longe da família.

— Clint encontrou um cartão no bolso do casaco de Alexi que tinha a data de amanhã, o nome da casa de show Howl at the Moon, o horário e o nome de Aaron Moon. – Explico e ela arregala os olhos.

— Aaron Moon? Está brincando comigo? Pensei que ele fosse se manter escondido depois de ter fugido da prisão. No que ele está pensando? – Questiona Hillary, pensativa.

— Eu não faço ideia, mas Clint acha que Aaron estará com a pista da próxima etapa do jogo. Iremos amanhã para confirmar se as suspeitas dele estão corretas. – Respondo, mas Hillary continuava com uma expressão de incerteza em sua face.

— Howl at the Moon? Por que ele escolheu uma casa de shows tão distante daqui? São umas duas horas de ida para chegar até lá. – Comenta a garota, encarando-me com curiosidade.

— Clint e eu costumávamos visitar essa casa de show quando ainda namorávamos. É mais uma jogada de Taskmaster. – Conto, preparando a massa da panqueca. – Clint também conseguiu o celular e a carteira de Alexi. O celular será dado a Felicity para ver se ela descobre alguma informação sobre Taskmaster e os documentos foram entregues para que a CIA para realizar a perícia.

— E como vamos entrar nessa casa de show? Você quer que eu tente meus contatos para conseguir ingressos? Soube que os ingressos são bastante concorridos desde que o novo dono assumiu a Howl at the Moon.

— Não será necessário. Aparentemente o... – Antes que eu continuasse a explicar para Hillary que Clint cuidaria de tudo, meu celular começa a tocar. Suspiro e me viro para Hillary, enquanto colocava a massa de panqueca na frigideira. – Poderia atender? Acho que ele está em cima do sofá ou na estante.

— Claro. – Concorda a garota, indo atrás de meu celular. – Oi Clint. A Natasha está ocupada, mas pode falar comigo. Sim. Estou na casa dela. Ah, tudo bem. Eu aviso sim. Certo. Certo. Obrigada.

— O que ele queria? – Questiono, assim que Hillary retorna para cozinha.

— Ele pediu para avisar que hoje a noite nós iremos nos encontrar com Austin e Ally. Que eles conseguiram as cortesias para o show deles no Howl at the Moon para amanhã. – Responde Hillary, sorrindo. Correspondo ao sorriso e suspiro. Mais uma etapa do jogo está prestes a se iniciar.

Notas finais
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