Notas iniciais
Oii Cupcakes ♥! O capítulo de hoje está menor, porque o dia foi bastante agitado. Espero que entendam. Eu realmente quero agradecer pelo comentário da AndreaNeves no capítulo passado. Você é demais! Obrigada mesmo. Espero que gostem do que está por vir. Boa leitura...

ROMANCES MENSAIS

LIVRO XII – MISTÉRIOS DE DEZEMBRO

CAPÍTULO IV — DANOS

Meu coração ainda estava abalado quando Clint entrou no laboratório. Era sempre assim. Ele sempre conseguia mexer com minhas emoções e me fazer parecer uma adolescente inexperiente com apenas um olhar. Clint sabia como me fazer perder a razão, como esquecer que eu sou uma agente da CIA e ex-membro do Tentáculo, uma organização criminosa russa da qual não tenho orgulho de dizer que participei.

Quando eu tinha três anos, um grupo do Partido Nazista colocou fogo no edifício onde eu vivia em Stalingrad com meus pais. Na tentativa de me salvar, minha mãe me atirou pela janela para um soldado russo antes de morrer no fogo. O nome do soldado era Ivan Petrovitch e ele cuidou de mim e se tornou meu pai adotivo.

Enquanto eu estava sob a proteção de Ivan, muitos adversários tentaram me atacar. Ao que parece, eu era filha de um membro importante da KGB, a principal organização de serviços secretos da União Soviética, e de uma das poucas pessoas conhecidas que sobreviveu ao Mirakuru, um soro de supersoldados japonês criada na Segunda Guerra Mundial, que causa maior resistência e induz a um desenvolvimento acima da média da inteligência, força e regeneração física.

Ansiosos para saber a influência que o soro teria sobre mim, um dos membros do Tentáculo me sequestrou quando eu tinha dez anos e me apresentou para o Tentáculo em Madripoor, uma ilha que é capital de um principado ao sul de Singapura. Durante sete anos, eu fui treinada para me tornar uma assassina e uma espiã perfeita. De repente, eu me tornei uma máquina de matar sem sentimentos, que agia conforme as ordens dos meus superiores, sem me importar com nada nem ninguém.

Minha situação melhorou um pouco quando conheci Nick Fury. Um dos diretores da CIA, que viu algo em mim além de uma marionete perigosa controlada por sanguinários. Com a ajuda dele, eu assumi uma nova identidade e me tornei Natasha Romanoff, uma agente especial da CIA.

Mas mesmo convivendo em um ambiente muito mais amoroso que o Tentáculo, eu ainda não era capaz de expressar minhas emoções. O mundo ainda era acinzentado e entediante. Não havia nada que realmente me surpreendia ou despertava meu interesse. Eu estava apenas me deixando levar pela correnteza. Era como comer uma comida sem tempero. Não tinha graça, sentido.

E então Clint apareceu. Sua excentricidade e mente brilhante me sugaram para um mundo novo. De repente, minha vida ganhou cores vibrantes e a cada novo encontro era sempre imprevisível. Ele me puxou para sua família, me fez amar e me sentir amada. Clint me fez conhecer sentimentos que eu nunca imaginei que seria capaz de sentir. Ele me fez sonhar, acreditar em um futuro, querer ter uma família, achar que merecia uma segunda chance, ainda que no fim, eu soubesse que isso nunca seria possível para alguém como eu.

Por isso foi tão difícil ir embora e mais ainda dizer por telefone a Clint que deveria esquecer de nós. Esquecer dos nossos momentos e se esquecer de seus sentimentos por mim. Eu sabia que foi covardia da minha parte, mas eu simplesmente não sabia lidar com as perdas e com o forte choque de realidade. Eu simplesmente não poderia ficar e continuar a fingir que nada aconteceu.

Mesmo agora, depois de anos sem nos encontrarmos, ele possuía uma influência sobre mim que me fazia perder completamente os sentidos. Diante de sua presença, eu me sentia inquieta, perdida, em completo conflito. Ele ainda continuava a ser a única pessoa no mundo capaz de me fazer perder a fala e fazer meu coração bater como um louco.

— E então, Shawn? O que foi que você tem para mim? – Questiona Clint, assim que se aproxima de nós.

— Barry, termine isso para mim, por favor. – O cientista se afasta do corpo de Bernard, no qual ele costurava, e entrega a agulha e a linha para que Barry terminasse de fechar os cortes que ele fez no tórax do homem.

— Está bem. – Concorda Barry, assumindo a posição de Shawn.

— Caitlin, ajude o Barry. – Orienta Shawn, retirando suas luvas. A jovem concorda e se aproxima do namorado. Shawn pega algo em seu carrinho e suspira. – Bom, como eu disse ao telefone, você estava certo sobre ter algo de errado com a bala. Ela não é algo que eu já tinha visto antes. Nem mesmo consegui encontrar em fabricação. Cait resolveu analisar a bala pelo microscópio e conseguimos encontrar a pequena logomarca HYDRA um pouco danificada pelo impacto da bala. Depois de analisarmos melhor, descobrimos que o projétil também era um estojo para o microchip que nós encontramos.

— Conseguiram descobrir o conteúdo? – Questiona Clint, recebendo de Shawn um potinho com o microchip dentro.

— Não. Nós tentamos, mas não conseguimos, Clint. – Lamenta Cait, suspirando. – Estava criptografado com alta tecnologia.

— Nós tentamos descriptografar, mas não conseguimos. Desculpa, tio Clint. – Barry também lança um olhar de culpa ao homem, que sorri compreensivo, enquanto coloca o capacete que estava debaixo de seu braço sobre o armário próximo.

— Você veio de moto no meio de uma nevasca? – Questiona Shawn, encarando Clint como se o historiador tivesse duas cabeças. Clint apenas dá de ombros como se isso não fosse nada demais. O cientista se aproxima do amigo e o cheira. – Clint! Você bebeu? São seis horas manhã!

— Eu sei. Sinto muito. De qualquer forma, vamos nos concentrar no que realmente importa. – Clint muda de assunto. Ele poderia ser maluco, mas sempre procurava dar um bom exemplo para os sobrinhos. Ter o olhar repreendedor de Barry sobre si o deixava envergonhado. – Natasha, você cuida da decriptografia do microchip.

— Tudo bem. – Concordo, pegando o microchip da mão de Clint. Por alguns segundos, nossas mãos se tocam e sinto um arrepio percorrer minha espinha. Nós nos encaramos brevemente, antes de eu me afastar para ir ao computador que havia na sala.

— Barry, quero o relatório da necrópsia. – Pede Clint, aproximando-se Bernard, Barry e Cait com Hopper e Shawn.

— A causa da morte foi a perfuração da veia jugular externa por um projétil de arma desconhecida. Horário do óbito foi aproximadamente às uma e vinte da madrugada. – Ouço Barry explicar, enquanto tentava acessar o arquivo criptografado. O rapaz falava com a voz afetada e era nítida a sua tristeza. Bernard era alguém importante para ele.

— Certo. Agora quero que exponha a sua análise profissional do caso. – Clint se aproxima mais do sobrinho e mesmo sem ver o seu rosto, eu conseguia imaginar a expressão de confiança que ele transmitia a Barry. – Você é o meu sobrinho com o maior QI da família depois do meu. Use o seu conhecimento e os dados a seu favor para me explicar o ocorrido.

Barry se cala. Parece analisar as palavras do tio. Cait sussurra palavras de apoio ao namorado. Shawn e Hopper observava com curiosidade. Termino de descriptografar o microchip e me viro para ouvir a visão de Barry sobre a tentativa de assassinato do tio.

— Você estava certo, tio Clint. Bernard era mesmo o alvo. – Afirma Barry, suspirando. – Levando em consideração que estávamos no escuro e que o tiro só ocorreu depois da movimentação de Bernard, já era uma teoria bastante convincente. Após a análise do ângulo do tiro e como o atirador foi preciso em acertar um ponto vital, isso só solidifica as suas suspeitas.

— Bom trabalho, Barry. – Elogia Clint, abraçando o sobrinho. Eles se afastam e Clint parece sussurrar alguma coisa para o rapaz, que assente e o abraça de novo. – Muito bem, Natasha. O que descobriu?

— Aparentemente, o microchip tem apenas um vídeo nele. – Respondo e Cait se aproxima imediatamente.

— Como conseguiu descriptografar o arquivo? – Pergunta a garota com curiosidade. – E de maneira tão rápida?

— Anos de experiência. – Respondo, dando de ombros. – E o arquivo parece ter sido feito para que eu o descriptografasse. Ele usou o mesmo sistema do Tentáculo para criptografar.

— Coloque o vídeo. – Pede Hopper e se colocam atrás de mim para assistir ao vídeo. Assinto e coloco o vídeo para ser reproduzido.

De repente a tela do computador fica preta e um som semelhante aos de filmes de terror passa a ressoar. E então, Taskmaster aparece com a máscara misteriosa e o som de sua risada macabra.

— Clint Barton e Natasha Romanoff. Confesso que é uma honra ter os dois reunidos depois de tantos anos se evitando. Quer dizer, eu acredito que estejam os dois juntos nesse momento. — Responde Taskmaster, levando a mão ao queixo. O mascarado volta a dar de ombros e encara a tela. – Bem, eu estou aqui apenas para os cumprimentar e dizer que estou ansioso para ver a dupla dinâmica em ação novamente. Tenho altas expectativas em você, Clint. Espero que diferente dos outros inúteis da CIA e do FBI, você me entretenha um pouco. Nós voltaremos a ter contato em breve. Então, divirta-se com as minhas pistas. O nosso jogo está apenas começando.

E então a tela volta a ficar escura. Viro-me para Clint e ele estava com uma expressão indecifrável, algo quase incomum vindo do homem. Surpreendendo-me ainda mais, ele volta a se aproximar de Bernard e o encara por longos minutos em completo silêncio. Seus olhos não expressam nada que me desse uma dica do que se passava em sua cabeça.

Clint se abaixa ajoelha no chão e coloca a cabeça sobre suas mãos em uma espécie de referência a Bernard. Ele havia me explicado certa vez que esse gesto é realizado em sinal de respeito no Japão durante as cerimônias importantes. E naquele momento, entendo que esse é o agradecimento de Clint por todos os anos de serviço prestado e companheirismo que compartilharam enquanto estiveram juntos. Aquela também era a sua despedida ao amigo.

E sem dizer nada, Clint se levanta, caminha até o capacete dele e vai embora. Demoramos algum tempo até entendermos o que havia acontecido. Levanto-me e sigo Clint, na tentativa de o alcançar e entender o que ele iria fazer. Mas tudo o que recebo antes de o ver partir de moto em meio a tempestade de neve é uma mensagem dele informando que me encontraria na Penitenciária de Segurança Máxima de Hawkins no horário marcado. Suspiro e noto a presença de Hopper ao meu lado.

— Eu sei que não preciso dizer isso, mas me prometa que você vai o proteger. – Pede Hopper, encarando o caminho que o irmão fez minutos atrás. – Nós dois sabemos que Clint é muito mais sensível do que demonstra ser. Ele já perdeu duas pessoas importantes para ele esse ano. Clint está furioso e pela mensagem e o histórico do Taskmaster, ele não vai parar até ver a queda completa de Clint, assim como ocorreu com todos os agentes que ele desafiou.

— Não se preocupe. Eu ficarei de olho nele. Eu prometo. – Garanto, ainda que não soubesse exatamente o que eu faria para manter Clint Barton no controle.

[...]

Faltava dez minutos para dar o horário marcado quando entro na Penitenciária de Segurança Máxima de Hawkins. Eu não sabia o que esperar desse reencontro com o Dr. Martin Brenner. O homem é simplesmente um psicopata sádico que não demonstrou arrependimento algum pelo que fez com a própria filha, depois de ter sido preso acusado de ter usado a Eleven e mais outras dezenas de crianças em experimentos desumano com medicamentos, na tentativa de reproduzir um soro semelhante ao Mirakuru.

— Agente Romanoff? – Questiona um homem alto de cabelos e olhos pretos com uniforme dos agentes da penitenciária aproximando-se de mim. Assinto, um pouco confusa por ele saber o meu nome e eu não fazer ideia de quem é ele. O agente sorri e estende a sua mão. – Muito prazer. Eu me chamo Edward Hood. Clint já nos informou sobre o que está acontecendo. Por isso, vim conduzi-la para o local onde vocês irão se encontrar com o Martin Brenner.

— Hã... certo. Obrigada, agente Hood. – Agradeço, correspondendo ao aperto de mão.

— Então, vamos? – Pergunta e eu assinto, concordando.

Percorremos pelas instalações da penitenciária em silêncio até chegarmos ao local comentado. Dois agentes vigiavam a porta do que imaginei ser uma espécie de sala de reunião e abrem espaço ao reconhecer o agente Hood. O homem os cumprimenta rapidamente e abre a porta, fazendo sinal para que eu entrasse primeiro.

A sala onde encontraríamos Brenner era na verdade uma sala de interrogatório, com um espelho falso, uma mesa de metal e três cadeiras. Além de Clint, que esperava sentado em uma das cadeiras, haviam mais três policiais apostos, provavelmente como medida de segurança. Sorrio discreta ao pensar que mesmo conhecendo Clint tão bem, ele não cansava de me surpreender com o tamanho de sua influência. Ele havia conseguido um espaço reservado na penitenciária de segurança máxima da cidade, algo que eu sempre tive dificuldade de conseguir, mesmo sendo parte da CIA.

— Você chegou. – Ele comenta, virando-se para mim com o seu típico sorriso presunçoso. – Obrigado por ter acompanhado a Natasha até aqui, Ed. Eu fico te devendo uma. Diga a sua esposa que em breve levarei o mel que ela tanto gosta e vou almoçar com vocês. Estou com saudades de comer da torta de frango dela.

— Não precisa agradecer, Clint. E espero que não demore mesmo. Lindy sempre reclama que você desapareceu e que nunca mais levou o mel dela. – Comenta o agente Edward, sorrindo. – Bom, eu irei pedir para um dos meus homens irem buscar Martin Brenner. Todos vocês, fiquem de olho no prisioneiro. Estarão encrencados se algo acontecer a Barton e sua amiga. – Os homens assentem concordando e Edward se volta para nós. – Se precisar de mais alguma coisa, é só me avisar, Clint.

— Obrigado, Ed. – Clint agradece e o agente se despede com um aceno antes de deixar a sala. Meu ex-namorado se vira para mim e puxa a cadeira para mim. – Sente-se.

— Como conhecia o agente Hood? – Pergunto, sentando-me ao lado de Clint.

— Ele me procurou através de um amigo em comum, pedindo uma ajuda para que a filha dele conseguisse realizar uma cirurgia nas pernas, já que a garotinha não poderia andar e ele não tinha condições de arcar com o preço. Eu consegui que o pai de Austin e Aaron fizesse a cirurgia dela de graça. Desde então, nós nos tornamos grandes amigos. Ele cuida de alguns presos específicos para mim e eu estou sempre ajudando a família dele. – Explica Clint, dando de ombros.

— Eu nem mesmo me surpreendo com isso. – Comento, sorrindo discretamente. Clint tinha a ideologia de se tornar amigo de todos através de seu sistema de trocas. Ele realizava um favor a pessoas que ele julgava serem importantes para ele no futuro e então quando momento chegasse, o favor seria retribuído. – Por onde você esteve depois que deixou a delegacia pela manhã?

— Eu fui cuidar de alguns detalhes do sepultamento de Bernard e entrei em contato com os filhos dele. Eles devem chegar hoje à noite em Hawkins. – Responde Clint com o olhar distante. – Aproveitei para devolver a Scarlett para Mon-El e espairecer um pouco.

— Você está bem? – Pergunto e ele assente fracamente.

Nossa conversa é interrompida quando a porta da sala de interrogatório é aberta. Viramo-nos para a porta e observamos Martin Brenner ser puxado até a cadeira, algemado nos braços e nas pernas. Sem cuidado algum, ele é jogado na cadeira e todos os policias se colocam em alerta para o caso de precisarem interferir em alguma ação do antigo cientista.

— Clint Barton. Mas ao que devo a honra da sua célebre visita? – Ironiza Martin, encarando Clint com um olhar perigoso. – E ainda acompanhado da graciosa agente Natasha Romanoff.

— Cale a boca e nos dê o que nós precisamos. – Digo e o cientista ri, parecendo se divertir com a minha impaciência.

— Sempre tão doce e adorável, agente Romanoff. Confesso que senti falta de você nesses últimos dois anos. – Comenta o homem, lançando um olhar malicioso. – Apesar dessa sua personalidade intragável, a idade continua a fazendo muito bem.

— Sabe, dr. Brenner, eu não sou um homem muito paciente. – Começa Clint com o tom de voz causal, no entanto, seus olhos eram intensos e intimidantes. Martin parece sentir o mesmo, pois imediatamente ajeita a postura que antes estava relaxada. – E tudo se torna ainda pior quando eu sinto que estão me enrolando. Meu grande amigo foi morto e eu sei que você teve contato com os capangas da HYDRA nos últimos meses. Então eu acho melhor você começar a abrir a boca e me dizer o que sabe ou eu terei o prazer de descontar em você toda a frustração que sinto pelo mal que você fez a minha sobrinha. E eu tenho certeza de que você sabe que nunca é uma boa ideia me desafiar.

— Mas é claro, sr. Barton. – Concorda Martin, dando um sorriso nervoso. O homem então se aproxima do centro da mesa e faz sinal para que fizéssemos o mesmo. – Eu recebi uma carta com as coordenadas de que eu deveria entregá-la ao senhor.

— E onde está essa carta? – Pergunto, desconfiada com a história de Martin. Ao mesmo tempo, ele parecia estar sendo sincero.

— Em minha cela. – Responde o homem e eu acabo dando uma risada irônica.

— Acha mesmo que somos idiotas? – Questiono, encarando-o irritada. Aquilo era uma perda de tempo.

— Eu estou falando a verdade, agente Romanoff. Como eu poderia trazer a carta se não tenho bolsos para guardar? Os agentes não permitiriam que eu trouxesse a carta. Eles a rasgariam no momento em que vissem a carta. – Explica Martin, encarando-me com seriedade.

— Tudo bem. Vamos visitar a sua cela. – Concorda Clint, levantando-se de sua cadeira. No entanto, ele se aproxima de Martin por trás e aproxima a boca do ouvido do homem. – Mas se eu souber que você está mentindo, eu irei acabar com você de forma lenta e dolorosa. Você irá sentir de uma vez todos os danos que causou as crianças que você matou ou destruiu a infância. Você entendeu, Brenner?

— Sim, senhor. – Concorda Martin, parecendo nervoso com a aproximação de Clint.

— Bom, pessoal, teremos que visitar a cela do sr. Brenner. Vocês se importariam de nos acompanhar? – Questiona Clint, encarando os agentes que o serviam como nossa proteção.

— Como desejar, sr. Barton. – Responde um dos homens e eu me surpreendo novamente pela autoridade de Clint sobre os agentes.

E assim, sem qualquer dificuldade ou burocracia, Clint, Martin, os agentes da penitenciária e eu seguimos para a cela do cientista, na esperança de termos alguma resposta do próximo passo que Taskmaster daria.

Notas finais
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