Missão

12 decimo segundo capítulo. As correspondências do futuro.


Notas iniciais
boa noite! acabei de chegar da faculdade, -dia de prova é um saco-... a pedido do fãs, postaremos mais um... nós duas amamos vocês...

As correspondências do futuro.

“o tempo é rápido para os que festejam. Lento para os que esperam. Mas acima de tudo o tempo é eterno para quem ama.”

Pov. Isabel

Assim que entrei no refeitório, pode perceber quantas pessoas já estavam tomando café da manha.

O cheiro de café, e suco de abobora, se misturava com as risadas.

Seitei no meu costumeiro lugar, entre Jesse e Diego. Foi então que as corujas matinais chegaram.

Eram algumas dezenas, muitas cinzas, outras brancas.

Enquanto todos procuravam a sua correspondência, eu tomava tranquilamente meu suco. Foi quando todas partiram que uma águia totalmente preta pousou na minha mesa. Olhei curiosamente para a ave. Na pata esquerda carregava um envelope, pegue-o.

–estranho. — disse baixo.

Em letras elegantes estava escrito, Isabel Black. Era esquisito que alguma correspondência vieses para mim. Abri receosa.

No interior do envelope avia uma carta, e alguns embrulhos.

Srtª. Black

A poção de energia esta feita porem ainda se é necessária mais algumas semanas para que fique pronta.

Como esta tudo? Conseguiu se aproximar?

Junto com a minha carta, está as dos pais da sua amiga Heloisa, e aos dos Malfoys.

Outra coisa, essa ave é especial, ela viaja no tempo. Irei usa-la para me comunicar com a Srtª.

Severus P. Snaper.

P.s. Espero por sua carta com as respostas e progressos.

–correspondências?- perguntou Jesse.

–pois é, — respondi.

Arrumei a bagunça, e coloquei as cartas de volta á embalagem.

Por sorte a mesa da sonserina era ao lado. Quando cheguei perto pode ver Heloisa e Draco conversando com Abigail.

–cartas!- disse animada.

Draco quase se engasgou com o suco, e Heloisa me olhou surpresa. Peguei o envelope e entreguei para os dois.

–nossa, — exclamou Heloisa.

– como?- perguntou meu primo.

–agradeça ao titio Severus.

– como Snaper consegui essa proeza?

–pois é. — falei desconfortavelmente.

Eu ainda não tinha tomado café da manhã, e a mesa da sonserina parecia apetitosa.

– não se esqueçam de escrever uma resposta, vou indo para a minha mesa.

–só que não, senta ai- mandou Draco.

Eu bem que queria discutir, mas a minha barriga venceu a guerra. Sentei obediente, arrumei o meu prato com tudo que tem direito. Draco e Heloisa começaram a escrever suas cartas de resposta.

–Senhorita Living?- pergunto um aluno do segundo ano.

–Sim, — disse com desanimo, pois ainda não tinha conseguido comer.

–reunião na sala do diretor.

E lá foi eu, morrendo de fome.

***

Subi as escadas rezando que pelo menos Dumbledore fosse breve. Chegando lá a porta estava fechada, e do lado de fora Tom Riddle escorado na porta.

– então, na direção no começo da aula?- perguntei.

Ele abriu um dos olhos, de um jeito preguiçoso.

–infelizmente. — disse ironicamente.

–ele sempre faz assim?

–nos deixar esperando? A sim é do feitio.

Peguei em um dos meus bolsos um par de fones de ouvidos. A primeira banda do meu Playlist era soad, depois vieram muitas outras. Em algumas partes eu cantava e outras eu apenas sabia o refrão.

Foi então que Tom me deu um cutucão, olhe para o lado, o professor Dumbledore estava na porta, me olhando com um sorriso. Retirei os fones de ouvidos, e desliguei o mp4.

–podem entrar, — disse.

–algum problema?

Quando já estávamos acomodados, ele prossegui.

–infelizmente sim. Como já devem saber o diretor esta em viagem na conferencia de preparo do torneio tribruxo. — fez uma pausa. — e eu tenho que participar de uma convenção do ministério, esta noite. O professor de poções vai cuidar dos assuntos do colégio. Mas posso contar com a discrição e com o apoio de vocês?

–claro, — disse Tom.

–com certeza. –afirmei.

–ótimo — falou aliviado- agora podem voltar para as aulas, lembrem-se que isso não pode vazar.

***

–então o diretor saiu?-perguntou Heloisa.

– por uma noite inteira.

–E estamos com carta branca?- indagou.

–na verdade, o professor de poções ainda manda. — disse enquanto copiava as instruções do quadro. Continuei. -mas isso pode ser arrumado!

–se conseguir esse feito, vai ser minha heroína. — Heloisa começou a rabiscar um pedaço de papel.

– sabe o pior?- murmurei.

–oque? — perguntou ela.

–junto com as cartas veio as nossas malas. — disse e entreguei a mala encolhida, que não era maior do que uma moeda.

–não creio! Você acha que ainda tem...

–lilithe?- completei- com certeza.

Notas finais
oque essa bebida faz? só no próximo capitulo... rsrs....