Missão

25 Tudo que precisa saber- Primeira Parte


Notas iniciais
Nota da autora Lisbella. Infelizmente a culpa é todinha minha. Anna foi viajar e deixou tudo arrumado, mas eu fiquei de corpo mole, vi muitas fanfic´s ouvi musicas, li ,e assistir todos os filmes legais que estava louca para ver. Resultado, me toquei que não tinha revisado nem postado nada. Sei como é terrível ficar animado com uma fic e pensar que ela foi abonada, ou pior em hiatus.- palavrinha que todo leitor detesta. – Mas estou de volta, ou melhor estamos. Obrigada por não abonarem o navio, e por continuarem nos animado nos comentários. Agora sobre o capitulo. Vou dividir essa ultima parte, sim quero torturar vocês. -recomento ler ouvindo essa musica, parte dela está no começo do capitulo. o endereço é - https://www.youtube.com/watch?v=5OCiq3G2Mp4 Boa Leitura!

E se não houvesse luz?

Nada errado, nada certo

E se não houvesse tempo?

E nem razão, nem rima

E se você tivesse que decidir

Que você não me quer ao seu lado

Que você não me quer na sua vida

What If?- Coldplay

Pov. Isabel.

Não podia ver mais nada, as paredes geladas das masmorras impediam que a luz passasse. Já não sabia dizer que horas eram, ou dia. Ouvia os outros prisioneiros sendo interrogados, machucados e depois nada, um silêncio mortal.

Então a porta foi aberta, fiquei cega nos primeiros instantes.

–Tom? – sussurrei.

Quando meus olhos se acostumaram pude ver que meu pai avia aberto.

–Pai? – gaguejei. – como consegui entrar aqui?

– calma, — me ajuda a levantar. – viemos te levar daqui.

Nisso saímos da cela, os corredores estavam vazios, todos já deveriam ter indo para a batalha final. Então vi Bellatriz.

Minha mãe fez algo que julgava ser impossível.

– meu amor, você está bem? – disse quando me abraçou.

– tudo bem, — Hugo disse, — foi ela que me ajudou.

– me solte, — pedi, — as minhas costas estão doendo.

– perdão querida, — preocupada passou as mãos pelo ferimento, não era muito grave o sangue já avia parado de escorrer. Estava toda suja e grudenta.

– Ele não está mais aqui? – perguntei.

– não, todos foram para hogwarts. – o loiro responde, — essa é à hora de irmos embora.

– seus amigos já foram para um lugar seguro, — minha mãe fala. – viemos para te buscar, é ótimo tem um quintal grande...

– eu não quero ir, — interrompo.

– você tem que ir! — Bellatriz manda.

– ela vai! — meu pai apóia.

– me desculpe, mas tenho que terminar o que comecei, — beijo os dois, e corro para fora — amo vocês!

Eu ainda tinha a pena; imaginei os portões do colégio e rezei a Merlin que fosse a tempo.

Um dia antes...

Quando meu professor me disse aquilo tive vontade de chorar, Dumbledore não podia ter indo, era ele que devia me ajudar. As coisas me pareceram mais sombrias e sem esperança.

Eu pensei que estivesse fazendo a coisa certa, — ou pelo menos imaginei isso boa parte do tempo – mas pelo jeito não era o suficiente.

– precisamos voltar o mais rápido possível. – Snaper advertiu.

– mas, eu não entendo fiz tudo certo. – reclamo. – Tom não pode se transformar em Voldemort.

Nisso ouço um barulho muito alto, como se um pedaço do teto caísse. Todos automaticamente começam a cercar o lugar, no principio me pareceu que um dos enfeites tivesse despencado, mas não era.

A faixa de boas vindas estava caída e no lugar avia em letras vermelhas, “Bem vindos, esse é o ultimo ano dos impuros de sangue” as ultimas parte era bem feia dizia que os sangues mestiços seriam exterminados como ratos imundos, e outras coisas. Olhei automaticamente para os outros todos estavam por perto, metade ria e a outra estava chocada.

– que coisa abominável, — ouvi uma senhora cochichando.

– bem feito, sempre souberam que isso não ia dar certo. – um rapaz disse.

Os diretores tentaram apagar, mas sem sucesso, a tinta vermelha era encantada, só sairia com o tempo. Aquilo era caro, e possivelmente feito sob encomenda.

Tom se aproxima, pela primeira vez senti um arrepio na espinha, de um modo assustador.

– que bom que te achei, — ele sorri, — vamos dançar?

O ex professore de poções faz menção de impedir, mas dou a mão a ele.

–tudo bem, — sussurrou.

– você tem algo a ver com aquilo? – pergunto a queima roupa.

– não. Por que acha isso?

– Tom, não minta para mim! — grito.

– não estou, -me arrasta pelo salão ate os corredores – olha acho que está exausta, por que não dorme? Amanha discutimos.

– você não foi ao cemitério, foi buscar a tinta. – cai a minha ficha, — o que fez, além disso? Colocou fogo em algum povoado trouxa?- O sonserino faz uma cara assustada.

– que tipo de pessoa você pensa que eu sou? – pergunta magoado. – nunca machucaria ninguém.

– e a murta que geme? – tive vontade de morder a minha língua depois de falar aquilo.

Riddle faz a pior cara possível, de quem não parece saber como responder.

– onde ouvi isso? — diz com a mandíbula travada.

Estávamos na porta do dormitório.

– eu conto como soube disso e você fala a verdade, o que acha? – ele concordou.

– ninguém me contou- menti. – eu juntei os pontinhos.

O monitor não parecia convencido.

– eu realmente fiz isso.

– pelas barbas de Merlin, por que raios isso?

–Não existe uma boa explicação, eu acho que nasci para ser mau. É o meu destino.

Ouvir isso dele foi doloroso, entrei, e corri para as escadas.

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– onde acha que vai? – perguntou quando desci com as minhas malas.

– vou embora, — respondo, — estou voltado para Alemanha, e por isso que meu tio está ai.

– quando ia me contar? – fica no caminho.

– Riddle sai da minha frente.

– não.

Bufo irritada.

– você realmente precisa me ouvir, — pede, — Isabel, não vai.

– me dê um bom motivo. – digo. – só um.

O moreno me olha profundamente do modo que só ele sabia.

–você vai para com tudo isso?- perguntei, — eu fico se largar o seu grupo.

Tom se manteve em silencio, saiu do meu caminho.

– eu te amo. – expõe.

Mas isso não era o suficiente, amar não significa automaticamente não matar, não ser mau. Não poderia o esperar por toda a eternidade. Ele tinha seu futuro, e eu o meu.

– Eu realmente tenho que ir. – disse entre lagrimas

Eu cheguei a imaginar que ele não me deixaria partir. Acho que estava tão chocado que não fez nada, apenas ficou observando enquanto Juno e eu íamos.

Deixei a gatinha, que já estava na reta final da gestação com Dumbledore. Ele pareceu gostar muitíssimo da surpresa, ali eu sabia que ela ia ser bem cuidada.

Era uma pena que não a veria mais, não podia levar nem uma criatura do passado.

– não acha que a viagem pode fazer mal a criança? – Draco indaga assim que o professor de poções chega.

– se demoramos mais talvez, — ele responde, — por agora ainda é seguro.

Pela segunda vez na minha vida imaginei o ano, senti o cheiro forte da “tinta”, mas o desconforto no estomago não era tão forte, dessa era o meu coração que doía.

Notas finais
Ainda é a Lisbella. No próximo capitulo vocês vão saber por que Isabel mudou de ideia, enquanto isso me deixem alegre com os comentários. até mais!