Minha redenção

25 O amor em lábios cálidos.


Notas iniciais
Eu tenho notado uma queda nos comentários e sei que isso é única e exclusivamente culpa minha. Sei que muitos não comentam por nunca receberem respostas e eu queria me desculpar por isso. Acontece que todos sabem o quanto é horrível mexer no Nyah pelo celular, não estou certa? E eu estou sem pc, sem note, só com o celular. Para continuar escrevendo os capítulos eu escrevo e mando pelo chat do facebook para a Miyukiki para que ela possa corrigir. Sempre escrevemos assim, mas antes eu escrevia pelo note e já mandava para ela corrigido. Agora sem computador aumenta o trabalho dela e me impede de responder os comentários e tendo que corrigir tudo o que eu escrevo ela também fica sem tempo para responder. Perdoem-me amo a cada comentário, leio cada um com uma imensa felicidade e eles todos são importantes para nós. Amamos vocês. Boa leitura. Chibi Lord~

Nem a pureza e suavidade do líquido incolor.

Nem a doçura do seu terno olhar.

Nem toda a minha força de vontade.

Nada!

Nada pode me parar.

Somente você.

Só você tem esse poder.

De me deter.

Mas você não quer, não é?

Não. Você não quer.

~ Chibi Lord

Chegaram tarde, haviam ido comer fora para comemorar o aniversário de Ciel pois, naquela noite, a Sra. Coburgo não estava em casa. Ela precisara viajar para o interior por alguns dias para resolver alguns assuntos referentes à sua própria família e os Phantomhives estavam por sua própria conta até o retorno dela.

Estava chovendo forte e fazia muito frio apesar de ainda não ter nevado e ambos se molharam ao descer do carro e correr para casa. Sky os recebeu pulando de contentamento.

– Sky! Assim você vai se molhar também! – Ciel ria enquanto tentava acalmar o amigo peludo.

– Ah... essa chuva poderia ter esperado mais meia hora para cair... olha como estamos.... – Sebastian resmungou retirando o casaco ensopado.

Ciel riu e sacudiu os cabelos úmidos, levou as mãos até eles e os alisou para trás tirando os fios que estavam grudados em sua testa e sobre seus olhos.

De olhos fechados e boquinha entreaberta.

Sebastian observou esses movimentos atentamente, “ ah...” seu sobrinho nem sequer tinha consciência do quanto esse gesto inocente fora sensual aos olhos do mais velho.

– O que foi? – Ele sorriu ao notar seu tio o observar.

– Hã? Oh, nada, nada... – arrancado de seus devaneios impuros, Sebastian desviou o olhar imediatamente de seu anjo tentador – estou apenas pensando que é melhor você tomar um banho quente para que a friagem não te faça adoecer.

– Hunf! Não sou tão frágil assim! – Ciel respondeu dando de ombros – e você também está molhado. Também precisa de banho quente ou amanhã poderá ser você o resfriado.

Sebastian sorriu, seu pequeno lhe dava uma bronca?

– Então vamos já para o banho, meu lorde! — ele disse fazendo uma reverência e Ciel mostrou-lhe a língua e revirou os olhos.

Subiram as escadas de mãos dadas, mas Sebastian a soltou quando parou diante da porta de seu quarto.

– Espera... — Ciel pediu antes que o mais velho entrasse. – eu posso te pedir uma coisa?

– Claro, Ciel, o que você quer?

– Eu... — o menino hesitou por um momento, o rosto rubro, as mãos retorcendo a barra da camisa — Nós... podemos tomar banho juntos?

Sebastian arregalou os olhos ao ouvir aquele pedido. Tomarem banho juntos? Ele e Ciel?

Com certeza não seria um boa idéia.

Nas últimas semanas Sebastian estava orgulhoso de seu auto controle, mas poderia aguentar algo como aquilo? Havia decidido que jamais voltaria a se lançar sobre seu sobrinho como naquela noite do jantar com a família Trancy. Mas também havia decidido ensinar seu sobrinho, aos poucos, lentamente, carinhosamente, as sensações e prazeres a dois. Não havia absolutamente nada de altruísmo neste gesto. Na verdade havia uma generosa dose de egoísmo.

Sebastian deveria se abster e aguardar que Ciel chegasse a uma idade mais madura... mas a perspectiva de beijar aquela boca, de tocar a pele macia e sedosa, de sentir nos braços as formas delicadas de seu sobrinho era tão doce e tentadora que suplantou qualquer restrição moral que ele pudesse ter.

Aprendera a dominar-se para poder ter aquele rosto amado nas mãos, beijar suavemente os lábios macios, entreabri-los devagar com sua própria língua e explorar a boca deliciosamente proibida. Como era difícil se conter sentindo o sabor de Ciel em sua boca, ouvir o pequeno dar pequenos gemidinhos de prazer a cada movimento de sua língua, as mãos pequenas se entrelaçando em seus cabelos negros.

– Eu acho que não é uma boa idéia...

– Oh, mas é que... hoje a sra. Coburgo não está... — o rosto de Ciel queimava de vergonha, principalmente por saber por que motivo algo assim só poderia ser feito na ausência da velha governanta — não teremos outra chance... e eu acho que seria divertido. — ele ergueu o rosto para o tio — Vamos? Por favor, eu não vou fazer nada.

Sebastian sorriu levemente, Ciel ainda era inocente. " Não é você que poderia fazer algo, meu menino...". Suspirou resignado, não havia como resistir à aqueles lindos olhos bicolores.

–Está bem, Ciel. Vá buscar suas roupas. O menino sorriu amplamente e correu para o seu quarto enquanto Sebastian, entrava em seu próprio e ia para o banheiro. O cão o seguiu desta vez ao invés de correr atrás de seu jovem dono. Sky olhava para Sebastian fixamente.

– Você está averiguando se sou um perigo para ele não é mesmo? — acariciou a cabeça dele e sussurrou — Me prometa que vai me morder bem forte se algum dia eu sequer pensar em ferir ou magoar Ciel.

Sky latiu e Sebastian sorriu. Parecia que o cão estava confirmando a promessa.

A água fumegante jorrava do chuveiro. Eles haviam decidido não utilizar a banheira, ou melhor, Sebastian havia decidido isso, julgando mais fácil se conter se Ciel não se sentasse entre suas pernas dentro dela.

Com a esponja, Sebastian espalhava o sabão delicadamente sobre os ombros de seu sobrinho, encantado com as curvas suaves de seus ombros e tentando manter seus olhos longe de outras curvas, macias e tentadoras mais abaixo.

– Hmmm... isso é gostoso... — Ciel suspirou.

A massagem suave em seu corpo fazendo -o relaxar totalmente. Ele observou as mãos grandes de seu tio se encherem de água e depois derramarem-na sobre si para enxaguar. Seus olhos se desviaram daquelas mãos e pousaram no tórax largo de Sebastian, a pele clara e macia. Seu tio tinha um corpo forte e atlético. Ergueu os delicados dedos e tocou o peito dele, curioso. Sebastian sugou o ar profundamente ao sentir a carícia, Ciel percebeu. Sentiu vontade de dar pequenos beijos naquela pele mas se conteve. Ele havia prometido não fazer nada como condição para que tomassem banho juntos não foi?

– Vire-se, eu vou lavar seus cabelos. — Sebastian sussurrou.

O menino fechou os olhos e obedeceu. Sebastian espalhou o shampoo sobre aqueles fios macios, ah... Como ele amava aquela cor única que apenas Ciel e outro alguém tinha...

Alguém esse que, outrora, o dominara mas que agora raramente ocupava os pensamentos de Sebastian.

Quando terminou ouviu Ciel dizer — Agora é minha vez de lavar os seus.

–E como você vai fazer isso? — Sebastian riu — eu sou muito mais alto que você...

Ciel franziu a testa, e sentenciou firme.

– Simples, ajoelhe-se.

O mais velho piscou surpreendido ao ouvir aquilo. Ciel sorriu — lhe confiante:

– Vamos, o que está esperando?

Sebastian ajoelhou -se, de costas para o seu sobrinho. Ciel pegou o shampoo e, delicadamente, começou a lavar os cabelos do tio. Sebastian fechou os olhos, sentindo o dígitos pequenos massagearem, carinhosamente. A sensação tão boa, tão gostosa...

– Vou enxaguar... não abra os olhos... — Ciel sussurrou e Sebastian obedeceu, sentindo a água quente e relaxante descer por seus cabelos e ombros e ao final algo mais.

A pequenina boca beijava carinhosamente os seus lábios.

Sebastian envolveu Ciel, ainda de olhos fechados, e aprofundou o beijo. Provando. Sua língua delicadamente adentrando a cavidade quentinha. As cabeças se inclinando cada uma para um lado, facilitando o contato, o encaixe perfeito de duas bocas perfeitas. Ao se separarem, Sebastian olhou para Ciel e viu a respiração do pequeno acelerada e o rosto deliciosamente avermelhado, seus olhos enfim desceram para o peito e depois para mais embaixo... e Sebastian Arfou.

Ciel estava excitado, a intimidade rosada erguia-se em sua direção. Sebastian lambeu os lábios, ante a visão. Sua mente encheu-se do desejo de provar outro sabor que Ciel pudesse lhe oferecer, sua respiração estava alterada, e sua mente enevoou-se, repleta por essa vontade. Hesitou por alguns segundos, uma parte de si repreendendo-o pelo desejo pecaminoso e outra dizendo que aquilo não faria diferença dentre tantos outros pecados que ele já cometera.

Inclinou-se e avançou para o menino, quando sentiu as mãos dele nos seus ombros.

– O que vai fazer? – Ciel perguntou, não entendendo o movimento que seu tio havia feito.

Sebastian não respondeu, apenas esticou a língua e tocou a ponta do membro do mais jovem.

–Ah...! Pare! É sujo! – Ciel gritou, sentindo-se queimar de vergonha até as orelhas.

– Não é. — Sebastian sussurrou, os olhos presos àquela parte tão íntima e preciosa da anatomia de seu sobrinho-amante — Você acabou de se banhar, lembra? Ciel, eu preciso...

E, antes que o menino pudesse retrucar, a boca quente do mais velho o engolfava por inteiro.

– Aah! — Ciel arfou, surpreendido. As mãos de Sebastian agarraram os quadris pequenos, mantendo-o firme, enquanto seus lábios acariciavam a intimidade tesa.

O sabor de Ciel em sua língua, delicioso, divino! Preenchendo sua mente, fazendo-o arfar e sentir seu próprio membro pulsar, ansioso. Abriu a boca e deixou sua língua deslizar por todo o comprimento do menino, sugando a ponta novamente e depois abrigando-o mais uma vez em sua boca.

Ele pôde ouvir seu sobrinho gemer, enchendo o ar com a doce música de sua voz . As mãozinhas se afundaram nos seus cabelos e ele sentiu Ciel se movimentar, ondulando os quadris fracamente, inexperientemente, tentando lidar com este prazer novo e arrebatador.

Erguendo os olhos Sebastian contemplou seu sobrinho. Ciel arfava, o rosto totalmente corado, os olhos fechados, os cabelos molhados caídos sobre eles, a boquinha rosada e úmida aberta, enquanto ele emitia sons que levavam o mais velho à loucura.

Como resistir a isso? Como não se abandonar a esta visão?

Sebastian não tinha forças para tal.

Entregou-se.

Sugou, a língua acariciando os pontos mais sensíveis do menor enquanto sua mão buscou o próprio membro, já dolorido e implorando por atenção. Tocou-se, a mão subindo e descendo rapidamente pela extensão rija, ele próprio gemendo.

– Ti-... Aah... anh...! T-tio... E-eu... Hnnm... n-não... consigo mais... f-ficar em pé...Ahnm... – Ciel sussurrou entre gemidos, as pernas fraquejando.

Sebastian o ouviu e rapidamente abandonou o membro do menino, mas antes que este pudesse protestar, o garoto sentiu-se erguido nos braços fortes e envolvido numa toalha branca e felpuda. Sebastian o levou rapidamente até a cama e o deitou sobre ela, mas com as pernas para fora. Ajoelhou-se entre elas, abrindo as coxas gordinhas e mais uma vez sua boca envolveu seu menino.

Ciel praticamente gritou quando os lábios de seu tio se fecharam novamente em seu membro. Aquela sucção suave e deliciosa enlouquecendo-o. Arqueou as costas e jogou a cabeça para trás, os dedos buscando mais uma vez a cabeça de seu tio, seu amante. As pernas envolvendo-a, e se cruzando nas costas nuas do homem.

Sebastian afastou a boca por alguns momentos apenas para beijar e morder levemente as coxas roliças ao seu redor. A pele de Ciel era tão doce, cheirosa, macia... era a realização de todos os seus sonhos mais devassos. Afundou o nariz na maciez deliciosa daquela carne jovem e aspirou, gravando aquela fragrância divina para sempre em suas memórias. Ciel gemeu e Sebastian voltou sua atenção ao delicado membro que pulsava diante de si. A cabeça de Sebastian agora subia e descia num ritmo enlouquecedor, sua mão acariciando seu próprio membro num ritmo ainda mais alucinado.

Com um gemido agudo Ciel se desfez, jorrando seu prazer na boca do mais velho. Era tão quente, e um momento depois Sebastian também se desfazia, jorrando sua própria semente pelos lençóis caídos no chão.

Após alguns momentos Sebastian ergueu seu olhar para o seu pequeno, Ciel jazia sobre a cama, a respiração ainda irregular, os olhos fechados e a face lindamente afogueada, os cabelos espalhados sobre os lençóis alvos.

– Ei... tudo bem...? – Sebastian sussurrou, acariciando o rosto de sua criança enquanto se deitava ao seu lado – Ciel...?

Os olhos bicolores se abriram e o fitaram e havia pequeninas lágrimas nos cantos.

– Tudo... Isso... isso foi incrível... – ele sussurrou timidamente e em seguida abraçou seu tio. Sebastian sorriu amplamente, ah... seu menino... seu amor.

– O chuveiro ainda está ligado... venha, vamos nos enxaguar e vamos dormir está bem? – O tio ergueu o sobrinho nos braços e virou-se em direção do banheiro repleto de vapor.

– Eu posso dormir aqui com você? – Ciel disse já sonolento – Eu quero dormir nos seus braços...

– Eu estou te mimando demais. – ele respondeu beijando a testa do pequeno – Mas está bem...

Sebastian apenas não disse o quanto aquele pedido o fazia feliz. Ele também desejava dormir com o calor suave de Ciel em seus braços...

Na manhã seguinte, Ciel despertou primeiro, devia ser ainda muito cedo pois a claridade que entrava pela janela ainda era pouca. Ele vestia apenas sua roupa íntima e uma grande camisa de seu tio. Sebastian, adormecido ao seu lado usava apenas uma boxer branca.

Ciel admirou o corpo, tão maior que seu próprio, e sorriu feliz. Ele amava profundamente seu tio Sebastian. Muito mais do que jamais imaginara amar alguém e as sensações que ele descobria nos braços fortes eram deliciosas e enlouquecedoras. As lembranças do prazer da noite anterior encheram sua mente e ele sentiu o rosto queimar. Nunca imaginara algo como aquilo.

Passou os dedos delicadamente pelo peito largo de Sebastian, apreciando a textura da pele, sorrindo ao vê-la ficar levemente arrepiada . Tocou um dos mamilos e riu baixinho ao ver ele se enrijecer sob o dígito. Ciel estava tão curioso, olhou para o tio adormecido, hesitando um pouco, mas em seguida aproximando a boquinha daquele ponto sensível. A língua vermelhinha circulando o mamilo arrepiado.

Sebastian gemeu, chamando o nome de Ciel e o pequeno sorriu ainda mais. Então ele também era capaz de fazer seu grande tio sentir prazer?

O mais velho virou-se ficando de barriga para cima e o menino surpreendeu-se ao ver que ele estava duro. O membro se avolumava na roupa íntima e Ciel observou ainda mais curioso.

“Eu poderia fazer algo como o que ele fez para mim?” – ele pensou timidamente — “Será que ele gostaria?”

Ciel se ergueu e foi deitar-se entre as pernas do outro, as mãos seguraram o elástico da boxer e puxaram devagarinho, baixando o tecido. Os olhos do pequeno se arregalaram quando o membro rijo praticamente saltou para fora, ereto diante de seu rosto. Ciel tornou-se vermelho como maçãs maduras e desviou o olhar por alguns minutos. Lentamente seus olhos voltaram para o objeto de sua curiosidade.

Suas mãos estenderam-se para ele e o envolveram. Suavemente ele tentou repetir os movimentos que seu tio já havia feito em si mais de uma vez. Sebastian gemeu e se remexeu, ele estava quase acordando.

Ciel engoliu em seco, reuniu sua coragem e vencendo a timidez aproximou a boca da ponta, e lentamente a acariciou com a língua macia e quente.

Sebastian despertou, ainda confuso, sentindo algo realmente delicioso que julgou ser lembrança de um sonho bom e passou a mão nos lençóis procurando por Ciel e só despertando totalmente ao se alarmar por notar a falta de seu pequeno ao seu lado.

Ergueu-se sobre os cotovelos e ia chamar por ele quando a visão fez seu coração falhar uma batida. Ciel estava entre suas pernas, a língua pequena e vermelhinha explorando seu membro, os olhos fechados e as faces rubras.

– C-Ciel?! O que está fazendo?!

O pequeno afastou a boca e disse lambendo os lábios rosados.

– Eu... apenas queria aprender... quero te fazer se sentir bem como você faz comigo... estou fazendo errado?

–N-não, não é isso...! É que você... eu... você não precisa...!

Ciel sorriu abaixando o olhar.

– Eu sei que eu não preciso... mas eu quero... quero fazer você se sentir bem...

E com essas palavras ele fechou os olhos e sua boca cobriu a ponta do membro de Sebastian, descendo macia sobre a carne pulsante.

– Aah...! — Sebastian gemeu, era demais... era a visão do paraíso: Olhar aquela boca pequenina tentando envolvê-lo, quentinha, a língua acariciando-o, os olhos de seu sobrinho fechados, os longos cílios enfeitando aquele rosto lindo de anjo, corado. Ele sentia que ia perder o controle.

Sua mão fechou-se sobre a base de seu membro e ele começou a se estimular, os olhos cravados naquele rosto, os dedos dos pés se contraindo, as pernas se esticando, arfando. O calor e umidade daquela boca fazendo-o perder a razão. Era muito bom, era bom demais...

Quando percebeu que ia atingir o clímax, Sebastian puxou-se para fora tentando evitar jorrar na boca de Ciel.

Conseguiu mas acabou por espirrar o líquido de seu prazer no rosto de seu menino.

Jogou-se nos lençóis arfando, exausto, ainda apreciando a sensação do orgasmo que corria por seu corpo. Quando voltou a olhar para Ciel viu-o passando os dedos pelo líquido claro que escorria pela linda face.

– Argh... é grudento...

Sebastian riu e se ergueu estreitando Ciel nos braços.

– Me desculpa... mas a culpa foi sua! – ele o apertou beijando o topo de sua cabeça. – Me atacando assim...

– Então, você gostou? – o menino perguntou, ansioso pela resposta.

– Sim, eu gostei muito... demais até... – ele riu embaraçado e sua reação fez Ciel rir, orgulhoso de si mesmo.

Era maravilhoso saber que ele podia fazer seu tio se sentir como ele se sentia.

– Tio Sebastian?

– Sim, meu amor?

– Eu... quero lavar meu rosto...

Sebastian riu. E levantou-se com Ciel nos braços.

– Claro, eu vou lavá-lo para você.

E ambos riram enquanto iam para o banheiro. Lá fora o sol lançava os primeiros raios de um dia lindo.

Notas finais
Oi, aqui é a Miyukiki! Espero que tenham gostado deste capítulo ( eu o adoro.... hahahaha ) Mais e mais a vida a dois deles evolui e o carinho e o amor também. Um passo de cada vez dando tempo ao corpo e ao coração para que tantas sensações sejam assimiladas de forma suave e linda. Eu me lembro deu que lá atrás no cap 5 ou 6 os leitores já imploravam pelo lemon e sempre dissemos que ele viria na hora certa, que ia demorar mas íamos fazer valer a pena. Esperamos sinceramente que vocês estejam gostando do ritmo e compreendendo como esta demora pode fazer tudo ser ainda mais doce e especial. Queremos agradecer a todos os comentários lindos! Sintam-se profundamente abraçados por nós. Cada comentário é um incentivo para nós e faz todo o trabalho valer a pena. Obrigada! Agradecimentos especiais a Madge Michaelis por sua recomendação ( um beijo, sua linda ) e a Tai Bluerose ( você não tem ideia de como seus comentários lindos nos deixam! Vou te cobrir de beijos! ) Pedimos muitas desculpas pelo atraso em responder os reviews mais uma vez... Responderemos todos sem falta! Por favor, não fiquem bravos ou pensando que não nos importamos. Não é isso. O nosso tempo vago é curto e temos optado por escrever mais capítulos porque queremos manter as atualizações semanais (esta semana conseguimos concluir um cap. inteiro e metade de dois outros. ) Portanto peço que continuem a comentar. Saibam que logo depois de postar a fic eu e Chibi Lord ficamos atualizando toda hora só para ler. É muita felicidade! Beijos e até semana que vem. Miyukiki