Notas iniciais
Olá pessoal, como estão todos? Eu espero sinceramente que bem. Primeiramente eu peço desculpas por este capítulo ter sido postado tão tarde. Mas é que acontecimentos que não dependem de nós aconteceram. Quando eu fico no serviço até mais tarde quem posta o capítulo para mim é a Miyukiki. E hoje infelizmente ela não pode. Miyukiki foi na noite de ontem ao hospital e foi internada, por isso vamos rezar por ela e mandar boas vibrações. Estou muito preocupada, o carinho que tenho por minha co autora é imenso e verdadeiro. Ao me acordar vi que tinha uma mensagem dela para mim. Onde ela dizia que ficaria internada e me pedindo para postar o capítulo e avisar á vocês. Então, percebam o quanto de afeto ela tem por todos. Sobre o capítulo espero que se divirtam lendo, nós nos divertimos escrevendo. Bom era isso. Mandem boas vibrações para a nossa amada. Chibi Lord ~

Todos a minha volta sabem maquiar seus sentimentos.

Mostrando meias verdades.

Em um mundo de constante faz de conta ser real é contraditório.

Em meio a fantasias eu demonstro meu verdadeiro eu.

Assustador e temente.

Sou assim.

Incompleto, errôneo e frágil.

Sou real. Sou impulsivo e explosivo.

Sou um louco.

Um louco apaixonado.

Chibi Lord~

Ao chegarem à residência dos Trancy, Sebastian e Ciel tiveram que tomar rumos diferentes. Ciel foi puxado para longe do mais velho pelo amigo Alois e pela namoradinha deste, que havia se tornado mais uma fã do pequeno, e Sebastian foi arrastado por Hannah, que estava singularmente bela naquela noite.

A dona da festa vestia um vestido longo com um grande decote, evidenciando a saúde de sua juventude e uma grande abertura lateral no vestido que chegava até a metade de suas coxas, macias e amorenadas.

E a mulher havia escolhido Sebastian como sua companhia para a festa. Afinal nada de estranho, certo? Ambos belos, jovens e livres.

Sebastian dançou com ela e riu, em sua companhia, das piadas dos convidados. Fez às vezes de companheiro da anfitriã e ainda havia o fato de ser seu aniversario, o que lhe acarretou receber inúmeros parabéns.

Muitas vezes tentou escapar furtivamente sem sucesso. Sebastian queria estar com Ciel, mas era arrastado de um lado para o outro e a criança amada ficou abandonada, com um olhar triste em uma mesa qualquer.

Partia seu coração a cada vez que seus olhos se encontravam e ele via aquela sombra de melancolia nos olhos belos. E foi no momento em que o tio tentava ir para junto de seu menino que, tristonho e solitário, brincava com o arranjo da mesa que mais uma jovem e bela dama o convidava para dançar. Ele queria negar, mas seria uma falta de educação renegar uma dança a uma moça que lhe dava os parabéns e lhe sorria carinhosamente.

Acabou por aceitar. Mas para seu desespero, o mais velho viu Alois chegar na mesa onde seu sobrinho estava. Não que Sebastian quisesse que o pequeno passasse a noite toda a sós. Mas é que Alois vinha em companhia de duas garotas.

Uma era Lizzy, sua namoradinha, e a outra uma menininha, pequena, provavelmente um tantinho menor que Ciel. Ela tinha os cabelos curtinhos na altura do pescoço, negros e lisinhos, a pele branquinha e os olhos verdes. Usava a fantasia de Alice no país das maravilhas. Alois se aproximou de Ciel, o abraçou e sussurrou-lhe algo ao ouvido, Lizzy o beijou nas bochechas e a garotinha foi apresentada ao seu menino.

Ela o cumprimentou com uma graciosa saudação. Como a das damas de antigamente e o coração temeroso do homem sofreu um baque ao notar seu pequeno se curvar e beijar, galanteador, a frágil mão que a garota lhe ofereceu.

Ela pareceu um moranguinho de tão rubra quando ele fez isso. Sebastian queria gritar para que todos se afastassem daquele que era seu. A menina era tão linda. Ao lado de Ciel eles eram uma dupla tão perfeita que era quase como uma pintura. Sebastian ficou desorientado, tonto e não era porque girava sem parar com uma mulher pelo salão.

Era porque a poucos metros de distância de onde dançava, com quem não se preocupava sequer em guardar o nome, Ciel, seu amado garoto, tirava a pequena dama para dançar. Pegou a mão dela, a segurou pela cintura pequena e começaram a se mover pelo salão.

A menina ria timidamente e ganhara mais uns tons de carmim em sua face angelical. No exato instante em que a garotinha riu de um gracejo qualquer que o pequeno don Juan lhe fez e escondeu no pescoço de Ciel as maçãs avermelhadas pela vergonha provinda da timidez, Sebastian apertou com demasiada força o braço da sua acompanhante de dança.

–Está me machucando! — disse baixo a loira, fazendo um biquinho que o maior julgou irritante.

–Perdoe-me, preciso ir. Desculpe-me. — abandonou a moça só em meio a pista de dança.

Precisava desesperadamente fumar, ou cometeria um crime passional. E em uma festa à fantasia num Valentine´s day.

Sebastian foi para uma varanda que havia na casa, saindo porta afora como um louco. Não tinha cigarros consigo, afinal, não fumava quase nunca e ainda mais na presença de Ciel. Apoiou as mãos na pequena balaustrada, respirando fundo, engolindo a vontade de gritar e chorar. Era um sentimento tão avassalador que cegava a doer fisicamente.

–Está tudo bem? -Hannah apareceu ao seu lado com uma expressão preocupada e a mão em seu ombro.

–Não. — o homem respondeu sinceramente. — Perdoe-me mas eu preciso ir embora, não me sinto bem.

–Oh, é claro, não se preocupe com isso. Quer que eu peça para levarem você para casa? Ciel pode dormir aqui.

–Não! – ele respondeu súbito. — Não se preocupe. E novamente me desculpe.

Sebastian deu as costas à mulher. Caminhou a passos largos e pesados até estar de volta ao salão onde a música tocava e os casais riam e dançavam.

Em meio à pista seu Ciel dançava com a garota. O homem se aproximou pegando o braço do menino com certa brusquidão, assustando a ambas as crianças.

–Vamos embora! – ele disse sem dar chances de conversa, já puxando Ciel.

–Espera, por quê? Deixe-me apresentar a você minha nova amiga. – o adolescente pediu ao tio, tentando se soltar.

–Não, eu não quero conhecer ninguém. Vamos. — o moreno falou baixo, somente para o sobrinho lhe ouvir.

–Mas por quê? Agora que eu também estou me divertindo você quer ir embora? — o tom sarcástico era evidente na fala do menor.

–Porque sim! Vamos embora agora! — já estavam longe do burburinho das pessoas alegres.

–Não quero! Eu vou ficar! — Ciel se soltou, puxando o braço e o cruzando-os à frente do peito.

Sebastian voltou-se e pegou Ciel novamente pelo braço, desta vez falando em um tom bem alto o qual todos podiam o ouvir.

–Você não tem querer, vamos embora agora! – e o puxou para fora da casa.

Já dentro do carro voltavam para casa. O tempo mudara qual o humor de tio e sobrinho e agora caía uma chuva torrencial. Sebastian percebeu que a noite que começara tão especial terminara de forma desastrosa. Bufava raivoso segurando fortemente o volante enquanto um Ciel visivelmente emburrado resmungava ao seu lado.

–Você é tão egoísta... – ele dizia baixinho.

O mais velho tentou tocar na coxa do garoto mas Ciel se esquivou de seu toque.

–O quê? – o homem perguntou. — Que foi? Eu lhe avisei que a festa seria chata.

–Foi chata para mim que sou uma criança. — Ciel foi sarcástico e o maior arregalou os olhos. — Para você, que estava cercado por bajuladores, deve ter sido divertidíssima. – o mais jovem cruzou os braços em frente ao peito.

–Eu me diverti tanto quanto você. Eu avisei que era melhor ficarmos em casa.

–Eu só queria que fosse um dia especial, porque é seu aniversário. — o menino segurava as lágrimas e Sebastian deu graças ao bom Deus por terem já chegado em casa.

Parou o carro e levantou o rostinho do outro com os dedos.

–Todos os dias são especiais ao seu lado, Ciel.

–Não venha com bobagens. — o menino estapeou a mão do tio tirando-a de seu rosto. Saiu a passos rápidos do carro e entrou na casa.

Sebastian respirou fundo e foi guardar o carro na garagem. Depois entrou sem pressa dentro da residência. Sabia como era Ciel, sabia o quanto ele era genioso. Se estava bravo com ele não haveria nada que ele pudesse fazer. Pelo contrário, se tentasse intervir de algum modo só pioraria a situação.

Portanto aprendera que era melhor deixar que o menor se acalmasse e depois, quando ele quisesse, viesse procurá-lo e ele, como sempre, estaria de braços abertos, agradecido por ter sido perdoado por algo que não tinha feito.

Sebastian pensou que, provavelmente, Ciel subira para o seu próprio quarto. Foi recebido por Sky que fungou como se o recriminasse.

–O que foi? Eu não fiz nada de errado desta vez! – o homem resmungou para o cão. O animal o olhou, deu um grande bocejo e foi embora. Resumindo: não estava nem aí com as suas desculpas, pensou Sebastian.

Subiu as escadas e foi para seu próprio quarto. Tirou a fantasia e olhou-se no grande espelho. Havia marcas de maquiagem de esqueleto em seu rosto e ele podia sentir o perfume de todas as garotas com quem dançara nesta noite. Foi então para o banheiro decidido a tomar uma ducha pra tirar tudo aquilo. A água descia pelo seu corpo enquanto ele se relembrava, cheio de ciúme, do seu pequeno dançando com a garotinha de cabelos negros.

Apenas então ele pensou se Ciel sentira o mesmo ao vê-lo dançar com todas aquelas mulheres. Nenhuma delas significava nada para ele e o homem julgava que, por esta razão, Ciel não devesse se importar.

Mas agora sob a água fumegante ele refletia que talvez houvesse mesmo feito uma burrada. “Eu fervi ao vê-lo dançar com uma única menina. Que sentiu ele, sozinho na mesa e me vendo com outras?” Desligou a água e passou a mão por seus cabelos úmidos.

Por que sou tão idiota? Estraguei a noite dele e ele havia sido tão amoroso ao me dar o meu presente. Tantos anos de solidão me fizeram ser assim tão insensível?”

Decidiu que esperaria Ciel se acalmar e então conversariam e ele se desculparia por sua grosseria para com seu sobrinho. Sebastian se vestiu, perdido em simulações do que diria quando estivesse mais uma vez em frente do menino e quando abriu a porta do banheiro se surpreendeu. Ciel estava sentado em sua cama. Estava usando uma camisa longa de Sebastian que ele havia pego para usar como pijama e trazia uma pequena toalha jogada nos ombros. Os cabelos úmidos mostravam que ele também tomara um banho.

Olhou para o tio e este viu que seu belo rosto estava livre da maquiagem de vampiro. Ele virou-se de costas para seu tio e sussurrou.

–É seu aniversário... eu não quero ficar brigado com você.

Essas palavras fizeram o mais velho abrir um largo sorriso. “Ah, meu Ciel, como não te amar?”

–Eu fui um cretino. Não fui?

–É! Foi! — ele respondeu cruzando os braços. A voz de quem estava dando uma bronca. E Sebastian achou que mesmo bravo ele era fofo.

Sentou -se na cama ao lado do menino e pediu, fazendo voz de súplica.

–Mas você vai me perdoar, não é? -Ciel permaneceu com o rosto virado para o outro lado. — Por favor?

Ele suspirou e deu uma olhadela de canto para o tio. — Você me perdoaria? -O adolescente virou-se e abraçou o tio, escondendo o rosto no pescoço dele. — Só desta vez... – Ciel sussurrou.

–Eu sei que eu errei. Me desculpe. É que quando eu te vi dançando com a menina...

–Estávamos apenas dançando, tio. — ele sussurrou. — Você dançou a noite toda e eu não disse nada. Mesmo me sentindo triste com sua desatenção.

–Mas nenhuma daquelas mulheres significava algo para mim.

–E nem a amiga de Elizabeth para mim. — ele respondeu firme. — Consegue entender?

Sebastian se sentiu envergonhado. Ele já era um homem-feito, com mais de 30 anos e seu sobrinho de 14 anos parecia sempre mais maduro do que ele nesses momentos.

–Sim. Eu sei disso, meu amor. Me perdoe.

Sebastian ergueu seu rosto para poder olhar aqueles olhos lindos. O azul e o violeta que o embriagavam. Ciel então sorriu-lhe e o mais velho pensou quão parecido com um anjo seu sobrinho era.

–Perdoo... Mas só porque é seu aniversário. — ele brincou. “Ah... não posso mais me manter distante dele... não quando ele me sorri assim...” Sebastian se aproximou para roubar aqueles lábios rosados num beijo cheio de amor e possessividade. Suas bocas se uniram e o mais velho pode finalmente satisfazer o seu desejo.

A boca do pequeno era tão macia e quente. Sebastian entreabriu os lábios dele e para poder adentrá-la. Não lhe era possível descrever o sabor de Ciel em sua boca. Tão doce, divino. Como algo que ele ansiara por toda a sua vida, fazendo-o esquecer-se completamente anos de sofrimento e solidão. Fazendo-o querer mais e mais de seu menino.

Sebastian

Eu beijava Ciel apaixonadamente. Segurei sua nuca e o aproximei ainda mais. Eu explorava a boca pequena com minha língua enquanto minha outra mão descia por suas costas. Eu devia me conter mas não consegui.

Logo minha mão acariciou as nádegas macias, firmes e arredondadas. E senti um gemidinho dele escapar em meio ao beijo. Eu o apertei junto a mim, nosso beijo se tornando mais quente a cada momento.

Nem mesmo percebi que eu o havia puxado para o meu colo. Eu tinha consciência apenas da suave fragrância de Ciel, seu sabor, o som maravilhoso de seus gemidos. Eu estava completamente duro e me forçava levemente contra o corpo dele.

Estávamos sozinhos em casa. Eu havia dado à Sra. Coburgo o fim de semana de folga. Não havia ninguém com que se preocupar. Ninguém para me deter.

Seria tão fácil. Derrubá-lo na cama e deitar-me sobre ele! Meu peso impedindo-o de me afastar. Não ouvir seus protestos, calando-o com minha boca ansiosa. Me enterrar naquele corpo virginal e jovem.

Provar daquele fruto de pecado. Tão fácil e delicioso.

E tão errado...

Ciel era tudo para mim. Fora o anjo de asas brancas e imaculadas que viera trazer luz à minha escuridão. Que estendera suas mãozinhas delicadas e me acolhera sem me julgar, sem me questionar, perdoando-me e amando-me até mesmo quando eu me aproveitei dele tanto numa noite de febre quanto quando ele buscou, em meus braços, proteção em uma noite tempestuosa.

Eu o fiz chorar, eu o fiz sofrer e eu nem sequer fora capaz de protegê-lo da maldade e do desejo de outros demônios. E mesmo assim ele estava ali comigo.

Me amando, me fazendo sorrir, me fazendo viver em vez de me fechar como eu havia feito por tantos anos. Aquecendo meu coração com sua voz linda e a música celestial que seus dedos produziam a cada vez que ele se sentava ao piano.

E ali estava ele agora, em meus braços. Sua pequena boca sendo tomada por mim, minhas mãos percorrendo e apertando o macio corpo. Eu querendo devorá-lo, saborear cada som pecaminoso dele que vibrava suave e baixinho na minha boca. Ele, que devia ser meu filho... ele, que eu queria como amante... ele, que era e sempre seria o meu amor. Separei nossos lábios. A minha respiração descompassada, meu coração acelerado. Eu precisei parar ou não haveria retorno.

Olhei para ele e me arrependi de o fazer. Ciel trazia as faces absolutamente coradas, ele arfava com a boquinha entreaberta. Os lábios rosados, tentadores. Ele ergueu os olhos para mim e sorriu, envergonhado. E eu fiquei ali fascinado por aquelas cores. Um, tão azul.

Não o azul comum mas o azul que um dia fora o tom que distinguira os nobres. E por isso era chamado de Azul Royal. Profundo e tão belo quanto o oceano. O outro de uma tonalidade violeta, quase sobrenatural. Hipnotizava. Era a cor que ele recebera na ocasião em que começara a partilhar uma vida junto a mim. Aquela cor era quase um símbolo de nossa união.

Suspirei e pisquei, tentando afastar os pensamentos cheios de luxúria de mim. Sorri para Ciel e ele devolveu-me um sorriso lindo. Ele se recostou no meu peito e ali ficamos abraçados e em silêncio por algum tempo. Ciel tinha uma expressão pensativa e eu fiquei intrigado. Em que ele pensaria?

–Tio Sebastian?

–O que é?

–Você poderia acender a lareira?

–A lareira? Você está com frio? -Em meu quarto havia uma pequena lareira que eu nunca acendera desde que morávamos aqui.

A casa era uma construção antiga que fora reformada em algum ponto do passado para atender aos luxos e comodidades modernas. Tínhamos um excelente aquecimento central, então, lareira para quê?

–Eu posso regular o termostato para a casa ficar mais quentinha. — Respondi prontamente

–É que... eu acho que seria legal acender a lareira pelo menos uma vez. — ele respondeu olhando para o chão e balançando os pés levemente. — Eu até pedi para a sra. Coburgo deixá-la com tudo pronto. Vai ser só acender.

Franzi as sobrancelhas e ri daquele pequeno desejo. Ciel ainda era uma criança.

–Está bem, vamos lá.

Eu me levantei, tirei-o do meu colo e o deixei sentado sobre a cama. Fui até a lareira e realmente estava tudo pronto. A lenha estava lá e acender o fogo foi algo rápido e limpo.

Em pouco tempo um calor suave a agradável preencheu o ambiente. A chuva continuava lá fora, gelada mas ali estávamos aquecidos. Ciel apagou as luzes, deixando aceso apenas um abajur no criado-mudo. O fogo crepitava e as paredes se enchiam de belos reflexos dourados e avermelhados. Ficamos sentados lado a lado, em frente ao fogo.

Admirando sua beleza por algum tempo e então a mãozinha de Ciel procurou a minha. Eu o olhei sorrindo.

Meu pequeno sorriu timidamente e, desviando os olhos, sussurrou.

–Tio Sebastian... eu estou pronto.

Notas finais
Oi, gente, aqui é a Miyukiki. Espero que tenham gostado do cap. Tô escrevendo isto aqui no hospital porque tive de ser internada de repente. Mas acredito que terei alta em uns três dias então fiquem tranquilos que Minha Redenção continua normalmente. Tio Sebastian tem um ciúme muito violento de seu menino. Isso é algo que ele vai te de trabalhar ou vai acabar de cabelos brancos antes da hora kkkk Neste aspecto Ciel com certeza é o mais maduro dos dois. Ele já tem certeza de seus sentimentos e controla o seu ciúme. Sebastian também tem certeza de seus próprios sentimentos mas o ciúme faz parte dele XD Finalmente o grande momento chegou ( ou melhor, chega no próximo ). Ciel decidiu e isto é muito bom. Todos os meses de carinho, amor e preparativos vem pra tornar está experiência algo muito importante e que acontece segundo o menino. Muito obrigada por todo o seu carinho, pelos lindos reviews e favoritos. Graças às palavras de vocês que nós conseguimos o incentivo para Minha Redenção. Muito obrigada mesmo! E por favor, perdoem o nosso atraso em responder. Todos receberão as respostas sem falta. Beijos, meus amores. Miyukiki