Notas iniciais
Bom, gente, esse capítulo tem uma parte um pouco tensa...
Outra coisa: Provavelmente, eu não vou mais poder postar durante mais ou menos sete dias a partir de amanhã à noite, porque eu vou para um lugar onde não tem internet... Eu gostaria de pedir mil desculpas a todos e, quando eu voltar, vou tetar postar um capítulo por dia durante cinco dias pra recuperar o atraso! Por favor, me perdoem!
Bom, eu vou tentar postar mais um hoje e, se não der, eu tento postar amanhã!
Beijoo e Ótima leitura!

O lugar era escuro e úmido. Havíamos entrado na floresta. Não sei quanto tempo levamos para chegar, mas eu estava morta de medo. Enfim, ali estávamos. Eu estava muito atordoada, mas acho que era o interior da montanha... Uma caverna um pouco grande.

“Demorou, Louis... Que aconteceu? Não estava conseguindo lidar com essas duas... coisinhas?” um outro homem abordou-nos desta forma na caverna. Provavelmente notara a ferida em Louis, que fechava-se com rapidez.

“Garden, por que você não foi no meu lugar, então?” Louis retrucou.

“Deixa isso pra lá! O importante é que você chegou!” Garden disse “Bom, mas eu gostaria de trocar algumas palavras com Ariana, nossa preciosidade.” Ele soltou uma risadinha.

Nana estava parada ao meu lado. Louis estava atrás de nós e Garden a nossa frente.

“Do que andou se alimentado?” Garden continuou “Parece fraca!” ele riu alto “É claro, não teve coragem de matar mais ninguém depois de devolver o favor ao motorista...” ele fez um “tsc, tsc” e voltou a rir.

Certo... Então, Nana se vingara do motorista que ela matar; eu teia que perguntar-lhe sobre isso depois, caso saíssemos dali inteiras...

“Só me digam logo pra eu me trouxeram aqui...” Nana pediu.

“Bom, você fugiu do seu casamento com o meu irmão... Isso não foi nem um pouco legal, ainda mais depois de termos feito você pisar a terra novamente!”

“Ótimo modo que vocês usaram para isso...” Nana murmurou, mas foi ignorada.

“E, ainda por cima, não sei se você notou, mas... Colocou a vida da sua amiguinha em risco!” Garden deu uma piscadela.

“Vocês não farão nada de ruim a ela!” Nana suplicou “Por favor!”

Eu não dizia nada. Não tinha nada a dizer... Só podia sentir as lágrimas escorrendo e minhas pernas vacilando, até que eu caí de joelhos e Nana olhou-me apavorada. Ajoelhou-se ao meu lado e começou a me segurar...

“Acalme-se... Fique de pé... Vamos lá!” ela me suplicava em sussurros desesperados.

“Garden” Louis chamou “por que não vai dar um trato na amiga enquanto eu cuido da nossa Ariana!” sugeriu num tom malicioso.

Então, eu pude ver Nana ser arrancada de mim enquanto gritava “Não”... Vi-me sendo levada por Garden, um vampiro de cabelos loiros e olhos muito verdes-vivos.

“Mas que garota linda!” ele murmurou num tom ainda mais malicioso que o de Louis, enquanto me carregava mais para dentro da caverna “Acho que sei bem o que vou fazer com você!” ele riu.

Notei que a caverna era ainda maior que eu imaginava quando ele começou a me conduzir por um corredor dentro dela e eu vi umas cinco entradas para cômodos diferentes dentro da caverna. Entramos num sexto cômodo. Havia uns bancos de pedra encostados nas paredes. Ele me colocou deitada em um e ajoelhou-se ao meu lado para olhar em meus olhos.

“Muito bem...” disse ele “Não tenha medo...”

“O que você vai fazer? Se pretende me matar, mate logo!” sibilei.

Matar?” ele riu “Quando eu posso fazer de você minha esposa e, aliás me aproveitar um pouco?”

Senti como se alguém apertasse meu coração com muita força... Então, eu estava ali para ser torturada!

Mas ele começou com a dor ao morder meu pescoço... Meus olhos arregalaram-se, meu corpo começou a contorcer-se e meus gritos saíram mais agudos que nunca...

Porém, ele parou depois de poucos segundos. Ele tomara um pouco do meu sangue. Sua expressão era deliciada...

“Adorei seu gosto!” ele sorriu com aqueles dentes muito ensanguentados “Mas vamos nos divertir um pouco mais!”

Então, ele deitou-me no chão... Eu sentia-me mortalmente fraca... Olhei-o nos olhos e pude ver ali cada vez mais malícia e tinha a impressão de saber por quê.

Senti lábios molhados e com um gosto de ferro tocarem os meus... Ele me beijava. Eu não retribuía o beijo, é claro... Mas sua língua teimava em entrar na minha boca e eu fechara os olhos porque não queria olha-lo. Minhas lágrimas não cessaram...

Sem parar com os beijos, Garden subiu em mim... Deitou-se sobre mim e continuou a me beijar. Eu não conseguia fazer nada além de chorar... Sentia-me inútil e fraca... Ele foi passando suas mãos nojentas por todo meu corpo, até chegar ao meu sexo. Voltou suas mãos aos meus peitos e começou a massageá-los; soltei um gemido de nojo. Eu podia escutar meus próprios soluços. Nada poderia livrar-me daquilo naquele momento...

Eu encontrava-me estirada no chão com um vampiro maldito beijando meu pescoço e massageando meus peitos contra a minha vontade, e pensando: “Nada poderá me salvar agora”, enquanto lágrimas escorriam por toda a minha face e caíam perdidas no chão...

Nada poderia me salvar... Eu estava enganada... Algo, ou melhor, alguém poderia me salvar e seu nome era: Nana (ou pelo menos seu apelido era esse).

Notas finais
Bom, espero que tenham gostado! Muito obrigada a todos por lerem! Comentem a opinião de vocês! Beijoo...