Minha Nada Mole Vida
18 Capítulo 16
Notas iniciais
Bella POV
Burra... burra... 1000 vezes burra!!!!!
Se você sabia que não ia dar certo, porque foi a esse maldito jantar, Isabella Swan?????
Ah sim, porque Edward colocou nosso namoro na mesa e eu não queria perdê-lo, mas e agora?
Dane-se... gosto demais dele, curti muito ao lado dele, mas aturar sua mamãezinha falando merda na minha orelha... isso nunca...
Esses eram os meus pensamentos a caminho de minha casa, sai em disparada pela rua, ao me situar percebi que não sabia onde eu estava, então não tive opção a não ser pegar um taxi para ir pra casa, só esperava que não fosse caro, senão iria ter que me virar com o taxista.
Meia hora depois e U$$ 35,00 mais pobre cheguei em casa, decidi me fazer de durona e não chorar na frente de ninguém, mas isso não deu muito certo até porque minha mãe, minha vó e Alice estavam no quintal conversando.
— Bells!! – exclamou minha mãe – cadê o Edward? Por que você veio de taxi?
— Ele estava ocupado... – respondi disfarçando e sorrindo, mas minha vó me olhava com uma expressão estranha.
— Me conta Bellita como foi? E os pais dele? O irmão? Jasper tava lá? Ele tava lindo? – preciso dizer que essa era a Alice?
— PÁRA!! – gritou minha vó deixando Alice com um bico – deixa a Bella falar Alice.
— Então... – e agora o que eu falo? – então... – minto ou não? – ér... então...
— você tá enrolando Bella!! – disse Alice rolando os olhos
— foi legal... ér... o pai dele é igual a ele... a casa é grande sabe... e ... agora eu tenho certeza que ele é rico – disse como senão fosse nada importante.
— E a mãe dele? – perguntou minha vó séria.
— A mãe? – sussurrei – bom a mãe... ela... ela se chama Esme... ela é bonita também...
— O que ela achou de você? – perguntou minha mãe empolgada.
— O que ela achou de mim? – perguntei pra mim mesma – e me lembrei do a bruxa me disse: “Você é tão burra que não entendeu que eu não queria ser interrompida? Pois bem, vocês vão sair desse quarto e se socializarem porque não sei se você lembra, mas está tento uma festa aqui embaixo. Depois da festa você vai embora e eu espero nunca mais te ver na minha frente você está entendendo o que eu estou dizendo? Eu não quero mais olhar pra sua cara de vadia dissimulada, você vai olhar bem no olho do meu filho e dizer que não quer mais ficar com ele porque você finalmente percebeu que não é mulher o suficiente pra ele. Estamos entendidas?”— meus olhos começaram a lacrimejar novamente – ela me achou burra, vadia dissimulada e que eu não sou mulher o suficiente pro filho dela – ao concluir essa série de elogios a mim mesma eu já estava chorando e sai correndo em direção ao meu quarto.
De longe pude ouvir minha vó discutindo com Alice e minha mãe, acho que elas queriam vir aqui e minha vó achava que eu tinha que ficar sozinha, o que era uma verdade. Eu queria ficar sozinha, sempre sozinha, como eu queria seguir a minha vida, Edward foi uma ilusão, esses meses juntos foi bom, mas não deveria ter existido, assim como esses sentimentos confusos que eu sentia em sua presença e na sua ausência principalmente.
Aiii que raiva!!!!! Como eu pude ter sido burra o suficiente para deixar me envolver com ele... era ficar, beijar e acabou... acabou droga... ACABOU... não era isso que eu queria???
Acabou... não quero mais, não quero ser humilhada, não quero sofrer... agora vai ser assim adeus Edward e olá vida antiga!!!
Mas a questão é... eu vou conseguir?
Aiiii que raivaaaaaaaaaa!!!!
Voltei a chorar...
Mas o que eu sinto é raiva mesmo?
Não sei...
Só depois de um tempo chorando percebi que eu não estava sozinha no quarto, minha vó estava lá, encostada na porta me olhando com compaixão, tentei me recompor, mas minha vó me impediu:
— Não... chora Isabella... desabafa tudo de uma vez só, que você irá se sentir melhor... – disse ela vindo em minha direção e me abraçando. – O que houve minha menina?
— Vó... foi horrível... ela é uma jararaca, uma bruxa, uma psicopata...ela não quer que eu fique com ele, ela acha que...
— Calma... me conta o que aconteceu direitinho tudo bem? – disse ela me fazendo um cafuné.
Contei tudo, desde a nossa briga antes de eu ir para o jantar, contei em como eu não queria ir, contei sobre o como Edward mudou ao eu me negar a ir, contei o meu medo de enfrentar a jararaca, contei que nos atrasamos, mas não disse o porque, disse o como ela me recebeu, como o pai dele é, de como encontramos o seu irmão, que fomos para o quarto dele para ele se arrumar, em como sua mãe reagiu em me ver no quarto dele, em tudo o que ela falou, em como eu reagi, em como o Edward reagiu e em como eu fugi.
Meu monólogo demorou cerca de meia hora ou mais e minha vó ouvia paciente e não falava nada, apenas quando eu terminei, ela finalmente se manifestou:
— Vai lá no banheiro meu amor, lava o rosto e vamos conversar tudo bem?
Assenti e sem contestar segui ao banheiro que ficava no corredor, ao invés de lavar o rosto apenas resolvi tomar um banho demorado para refrescar um pouco a cabeça. Quando voltei ao quarto, minha vó se encontrava na janela, olhando a rua com o rosto triste, não entendi nada:
— Vó o que houve?
— Senta Isabella – ela disse depois de algum tempo – vamos ter uma conversa séria agora.
— O que foi vó? – perguntei curiosa.
— Sabe o que eu estou olhando nesse momento? – perguntou ela ainda olhando pela janela e assim que viu a minha negação voltou a falar – To vendo um rapaz que não tem culpa de nada deixar essa casa desolado, por causa de uma mãe louca.
— Que? – perguntei surpresa.
— Edward, Isabella... ele acabou de sair daqui, desolado, não sei o que sua mãe disse para ele, mas o afetou demais...
— Pelo menos minha mãe me poupou trabalho – interrompi minha vó como se não me importasse.
— COMO É QUE É? – ela gritou.
— Eu já ia terminar com ele, se minha mãe fez isso por mim... melhor – disse tentando me fazer de forte e dando de ombros.
— E eu posso saber o porque dessa palhaçada Isabella? – perguntou indignada.
— Como porque vó? A senhora não escutou o que eu disse não? – perguntei revoltada me levantando da cama.
— SENTA ESSA SUA BUNDA NA CAMA AGORA ISABELLA!! – o que? Ela tá gritando comigo? – Você é burra ou se faz menina?
— Porque a senhora tá falando assim comigo?
— Porque você está sendo BURRA!! O Edward te fez alguma coisa?
— Não!
— Então porque diabos você vai terminar com ele? – porque eu não quero me envolver? Seria uma boa resposta, mas não é uma justificativa valida, não para minha vó. – Você não sabe né? – assenti e ela se sentou do meu lado – Eu vou te contar uma coisa! – depois de um tempo ela voltou a falar – Isabella, durante um bom tempo eu fiquei te observando, desde quando você era criança pra ser mais exata, era perceptível que você não queria contato muito intimo com ninguém, você fazia amigos, mas depois de uns meses se afastava, só sobrou a Alice na sua vida e depois de alguns anos o Jacob, eu sofri muito com isso sabe porque? – neguei com a cabeça — Porque eu já me sentia uma péssima mãe, por deixar minha filha sofrer na mão de um bruto, de um ogro que não ligava pra vocês, mas o pior pra mim foi me sentir uma péssima avó, porque eu estava vendo a minha neta pequena presenciar tudo aquilo, eu deixei minha neta ficar traumatizada...
— Eu não to... – tentei interrompê-la, mas ela me interrompeu novamente.
— Sim Isabella, você é traumatizada!! Nunca vi uma pessoa abominar o amor como você e isso só se justifica por causa de um trauma... há um tempo atrás eu queria te levar a um psicólogo, mas sua mãe não deixava, pois afirmava que você não era louca... nisso eu me senti novamente uma péssima vó, porque eu sabia que você precisava de ajuda e até hoje você precisa de ajuda – ela parou de falar e tentou controlar as lagrimas, pois algumas já estavam escorrendo e eu queria consolá-la, dizer que ela era a melhor vó do mundo, mas eu não consigo falar dos meus sentimentos, sempre fui assim, parei de pensar assim que ela voltou a falar – Eu achava que você nunca iria se envolver com ninguém sabe, que por toda a vida ia afastar os homens de você, mas quando você ficou mocinha, começou a sair na noite com Jacob e a cada dia ligava um rapaz diferente atrás de você eu fiquei espantada, mas alem do medo que eu sentia eu achei que você acharia alguém e esse alguém iria ajudar a curar você. Anos se passaram e esse alguém nunca apareceu, mas meu medo cresceu, porque a geração de hoje só pensa e vive de sexo e eu tinha receio de que te pegassem a força ou de que um desses rapazes que te ligava fosse atrás de você e lhe fizesse mal, só Deus sabe o quanto eu rezei Isabella para isso acabar, mas já estava perdendo a esperança – agora quem começou a chorar fui eu, saber que causei todo esse sofrimento a minha vó foi um choque pra mim- Tudo mudou, no dia em que te vi saindo com Rosalie para se preparar pra um encontro, quando eu passei por aquele momento constrangedor aqui no seu quarto, quando ele passou a frequentar nossa casa no fim de semana, quando você parou de sair a noite com qualquer um, tudo mudou, tudo... por causa dele! Ele fez isso com você!! E mesmo achando que você era nova demais fiquei contente com esse namoro, porque ele estava trazendo a minha neta pra mim de uma forma que ela nunca foi, feliz, porque eu nunca te vi tão feliz como você estava nesses últimos 2 meses e agora por causa de uma mulher mal amada, amargurada e infeliz você vai acabar com tudo isso Isabella? – eu não sabia o que falar – Pensa bem nas suas atitudes, porque Edward pode ser um rapaz ainda, mas eu acho que ele te passa segurança, alem do que vocês dois formam um belo casal – após dizer isso ela se levantou — Você precisa dormir, amanhã conversamos. – deu um beijo em minha testa e saiu.
Meu Deus...
Eu estou chocada, nunca imaginei que minha vó sofria tanto por minha causa, por minha inconseqüência, por minhas atitudes. Como ela pode se culpar pela atitude ridícula da minha mãe? Isso é injusto!! Minha vó é minha força nessa casa, minha conselheira, me arrisco a dizer que ela é a única pessoa que eu de fato respeito nessa casa.
E ela sofre... por minha causa...
Eu me lembro, de quando tinha uns 13 anos e comecei a sair com Jake e Alice, quando ficávamos no shopping até tarde ou íamos num barzinho tomar coca-cola e conversar até tarde, sempre que eu chegava em casa, não importava a hora, minha vó estava lá, acordada no sofá sempre me esperando.
Quando fiz 15 anos podia entrar na Scorpion, uma balada que aceitava menores de idade, ia todo o fim de semana lá e voltava ainda mais tarde e mesmo assim, ela sempre estava lá. Apenas recentemente que ela desencanou de me esperar na sala e eu acabo de descobrir que ela desencanou porque perdeu a fé... injusto... minha vó não merece isso... mas ela recuperou a esperança com a chegada de Edward na minha vida...
Tudo bem, eu sei que eu mudei pra caramba por causa dele, sabe a quanto tempo que eu não saio pra dançar? E posso afirmar que eu não sinto a mínima falta disso, porque eu tinha Edward do meu lado, ele me apoiava, ele ERA meu Edward. Nesses dois meses que eu passei com ele, nossos encontros constantes eram basicamente shopping, cinema, jantares, parques, sempre encontro de casais...
Tinha...
Era...
Porque tudo no passado?
Sendo que eu quero TER o Edward e ele É o meu Edward, ele sempre será o meu Edward, mesmo se eu me afastar dele, coisa que eu desejo demais, pois não posso mentir, diariamente minha mente me mostra a palavra PERIGO, eu sei que isso ocorre por causa do meu medo, do meu trauma... trauma... será que eu sou traumatizada mesmo? Essa semana mesmo vou marcar um psicólogo e descobrir isso, não posso deixar minha vó sofrer.
Mas uma coisa eu posso afirmar com ou sem trauma o meu gatinho está me ajudando a me curar, mas eu não quero terminar com ele?
Aiii Isabella se decide...
Eu gosto do Edward, gosto de estar com ele, mas depois do que eu ouvi hoje eu estava disposta a acabar com tudo para poupar o meu futuro sofrimento, porque é sempre assim... os homens iludem as mulheres e quando se cansam delas as chutam, e elas? Bom elas só se ferram... simples assim... e eu não quero ser mais uma dessas... Mas tem um porem, eu vou conseguir ficar sem o Ed? Ainda mais agora depois de tudo que eu ouvi da minha vó? Porque ela tinha razão, eu não tinha raiva do Edward, não tinha motivo pra isso... eu odiava a vaca da mãe dele... ela fará de tudo para me separar dele... e eu vou deixar?
Bom, pela minha natureza eu adoro um desafio e esse me parece um grande desafio e de brinde teria o Edward comigo..
É sogrinha... eu acho que a partir de hoje sua vida vai ser super interessante!!
Mas pra isso eu tenho que tomar uma atitude, com certeza o Edward deve estar achando que eu estou o odiando no momento, então eu tenho que desfazer esse mal entendido certo?
Para isso resolvi mandar uma mensagem meio que subliminar para mostrar que a sogrinha estava ferrada na minha mão então...
De: Bella
Para: Ed
Eu + Você contra tudo e todos s2
Achei a mensagem fofinha, mas era só isso que me vinha na cabeça, agora era só esperar a resposta. 10 minutos depois e ele não me respondeu, o desespero começou a tomar conta de mim, será que a jararaca da mãe dele conseguiu o que ela queria e ele desistiu de mim?
Quer saber vou ligar pra ele...
O telefone tocava, tocava, tocava e ele não atendia, será que ele tá dormindo? Ou ele tá ocupado? Ou ele tá com alguma vaca? Inúmeras coisas passavam pela minha cabeça e só se foram quando eu escutei o barulho da caixa postal, quer saber, vou desabafar, quem sabe ele me entende e me perdoa né?
— Oi meu gatinho, como você está? – se controla Bella, que droga, que nervoso é esse? – eu espero que você esteja bem apesar de tudo. Não tive coragem de te encarar, me senti uma covarde por causa disso, mas eu quero que você saiba que o problema não é com você e sim com a sua mãe, nunca permiti que ninguém me tratasse como ela me tratou, mas como eu prometi me comportar fiquei quieta e a minha raiva é essa, eu to com raiva do meu silêncio, nunca de você, coisa que por esse tempo que estamos juntos eu sei que está passando na sua cabeça.— dei uma pausa porque eu acho que to falando rápido demais – sabe Ed, uma coisa importante que eu quero que você saiba é que eu nunca, presta atenção, nunca quis te dizer adeus – mentira Isabella, mas se ele ouvisse a verdade se magoaria demais— acho que me expressei mal, eu quero continuar sendo sua namorada – isso é verdade, com certeza - isso se você ainda me quiser, mesmo contra a vontade da sua mãe, pois eu adoro a sua companhia gatinho, adoro estar com você e nesse tempo que eu sei que é pouco que estamos juntos você me fez sentir coisas que eu jamais imaginaria sentir. Bom gatinho, desculpa ligar a essa hora, acho que você deve estar dormindo – pro seu próprio bem - mas sei que eu não conseguiria dormir sem falar isso com você. Beijos meu anjo, que você tenha excelentes sonhos comigo, se é que você me entende— dei risada, pois eu sei que eu sonharia com ele assim.
Depois de me entender com Edward, sim, na minha cabeça agente já se entendeu, resolvi tentar dormir, pois eu precisava e no meu sonho eu sabia que iria encontrá-lo como todas as noites.
Eu não tinha idéia do quanto eu estava cansada, simplesmente desmaiei na minha cama, não me lembro de ter sonhado com Edward, mas também a forma que eu fui acordada não me ajudou em nada.
Eram 14:00 e eu fui praticamente arrancada da cama pela minha mãe, ela estava agitada demais tudo por causa da presença do Edward e do seu pai na minha casa, confesso que fiquei desesperada, o que meu sogrão estava fazendo aqui?
Mas quando eu desci já arrumada encontrei um Edward sorrindo tímido e um Carlisle a vontade. Nossa conversa foi muito produtiva, ele não sabia o que fazer para se desculpar pelas atitudes de sua esposa, minha mãe simplesmente se apaixonou por ele, as vezes eu me pergunto por quem ela não se apaixona, mas deixa quieto que é melhor.
Edward do meu lado estava tranqüilo, assim como eu, principalmente quando me sentei ao seu lado e ele automaticamente segurou minha mão, acho que nessa atitude ele queria me mostrar que sim somos “Eu + você contra tudo e todos”.
Um momento delicado da nossa tarde foi quando Edward mencionou nossa viagem e pediu autorização para minha mãe e para o seu pai que autorizou na hora assim como a minha mãe, mas como nem tudo é perfeito tinha uma vó para atrapalhar, que ela não me escute dizendo isso.
A tarefa de convencê-la foi difícil, mas não impossível tanto que ficou combinado que na sexta-feira a tarde, Edward e eu estaríamos seguindo para Flórida, ficaríamos hospedados em uma casa que ele herdou de seu vô que faleceu a 3 anos atrás.
Depois disso, eles foram embora e o tédio começou a me tomar, afinal sabia que teria que enfrentar uma semana inteira sem ver Edward.
E assim foi, na casa de minha vó Margareth, mãe do meu pai eu
tinha tudo o que uma adolescente podia desejar, um quarto gigante, computador, televisão, DVD, meus vários livros tudo, tudo, tudo, mas não tinha amor, eu podia ter morado com ela boa parte da minha vida, mas não me sentia a vontade, não era como dizer essa é minha casa, como eu faço na casa da minha vó Sophia, não podia ser eu mesma aqui, sem contar que se ela souber do Edward ela me mata!!
Meus dias passaram iguais: a manhã toda na companhia de Jacob na escola, a tarde na companhia de Jacob no inglês, no espanhol ou na academia. Já a noite eu passava trancada em meu quarto no computador falando com Jake, Edward e Alice. Só via minha família durante as refeições ou quando invadiam meu quarto me obrigando a descer para ficar com elas.
Nessa minha grande aventura a semana se passou rapidamente, quando chegou a quarta-feira comecei entrar em pânico, putz, eu vou passar um final de semana sozinha com Edward, alguém sabe o que isso significa?
Ninguém pra nos interromper!!
Será que vamos conseguir ir finalmente adiante?
Mas eu to preparada pra isso?
Aiii Jesus, Bella não surta!!
Se eu surtasse sozinha seria uma coisa, mas no meio do meu surto
envolvia constantemente Jake ou Alice e eles queriam me matar. Para eles eu deveria parar logo de frescura e fazer o que eu tanto desejo, aiii Jesus!
E Edward por sua vez no telefone me deixava ainda mais nervosa,
ele dizia das praias que tinha lá, o sol, que lá não dava pra usar muita roupa, que lá seriamos só nos dois, e assim por diante.
Na quinta-feira à noite o sono foi agitado, afinal sonhar que estava transando com Edward não era nada tranqüilo, e uma coisa eu digo, se Edward for igual na vida real como ele é no meu sonho... Jesus me proteja!!
A sexta-feira finalmente chegou, era agora ou nunca, vai ou
racha... minha mãe estava empolgada com a minha viagem, Alice se empolgou e queria me ajudar a arrumar as malas, coisa que eu neguei prontamente para o desgosto dela, minha vó estava cética, segundo ela eu teria que voltar do mesmo jeito que eu tava indo, lógico que ela tava falando da minha virgindade, mas infelizmente eu iria desiludi-la, pois durante essa semana eu me decidi, se o clima entre nós esquentasse, eu queria ir até o fim, não me importando com as conseqüências.
As 17:00 Edward estava com o carro na frente de casa com seu pai, ouvindo mais milhares de recomendações da minha vó, o que me deixava mais sem graça ainda, a seção humilhação só parou quando Carlisle disse que nós perderíamos o avião e partimos rumo ao aeroporto com uma única recomendação...
Juízo!!
Por causa da presença do pai dele no carro não conversamos direito apenas futilidades, Carlisle dizia o quanto a casa era bonita, o quão bela era a Florida, o quanto iríamos nos divertir lá e pra não perder o costume ele se desculpou novamente por causa de sua esposa. No aeroporto ele nos acompanhou para fazer o check-in o que me deixou morrendo de vergonha, poxa ele gastou dinheiro para comprar as passagens.
Depois de mais algumas recomendações e votos de diversão Carlisle foi embora e nós para a sala de embarque, assim que entramos Edward me empurrou em direção a uma parede afastada e me deu um beijo nada casto, mas infelizmente nosso “amasso” só foi interrompido pelo alerta de que iríamos embarcar.
Já no avião conversamos sobre futilidades, como foi nosso dia, o
que queríamos fazer no fim de semana, no como a mãe dele estava o tratando agora e no intervalo das conversas namorávamos um pouquinho, o que é sempre bom ainda mais tendo Edward como coadjuvante.
Ao pousarmos já estava anoitecendo, um lindo crepúsculo, o clima
estava quente demais, totalmente diferente do clima de Forks. Após pegarmos nossas malas, sendo que ele carregou as duas para que eu não carregasse peso, pegamos o taxi e seguimos para a casa dele.
Vinte minutos depois o carro estacionava em frente a uma casa
maravilhosa, grande, com um imenso jardim na frente, a casa tinha dois andares, uma piscina gigante. Meu Deus!! Essa era a casa do Edward?
Ele pagou o taxista e descemos, na porta tinha uma mulher e um
homem nos esperando, eram muito simpáticos, abraçaram Edward como se fizesse anos que não o viam:
— Meu menino!! – disse uma senhora de idade Gordinha simpática. – Como você está lindo!
— Mama!!!! Como você está? – disse abraçando a mulher e se virou
para o homem – Papa!! Que saudade. – Mama? Papa?
— Estou bem moleque – disse o senhor – que ventos o trás pra essa
casa que você ignora? Veio visitar seus velhos aqui?
— Também – disse ele sorridente – Mas o principal é que eu queria
ficar um pouco sozinho com a minha namorada – disse ele me puxando pela cintura para perto deles – Mama, Papa, essa é a minha Bella. – ao concluir ele me deu um selinho, o que me deixou sem graça. – Bells esses são Zafrina e Eleazer, eles moravam com meus avós nessa casa, eles me viram crescer, eu os considero como meus segundos pais.
— Prazer senhores! – disse tímida.
— Senhores? – respondeu o homem – querida aqui a senhora é você, afinal você está com meu patrão.
— Pára com isso Papa – disse Edward rindo.
— Prazer minha querida – disse a segunda mãe de Edward vindo me dar um beijo – seja muito bem vinda – nossa porque minha sogrinha amada não podia ser assim?
— Obrigada.
Depois disso entramos na casa que era maravilhosa, todos os ambientes eram grandes e bonitos, tudo em si tinha muito luxo, o que me fez sentir deslocada.
— Meu filho, eu não sabia que você viria acompanhado então não
preparei um quarto para a senhorita Bella, mas se a senhorita puder esperar um pouco arrumo rapidinho. – disse a mulher constrangida.
— Não precisa Zafrina, a Bella vai dormir no mesmo quarto que eu –
disse ele sem a mínima vergonha e me deixando totalmente constrangida. – bom nós vamos subir, tomar um banho e descansar, tudo bem? – disse ele me puxando para a escada.
O quarto dele era o último do corredor, tinha as paredes em tons
azuis claros, os móveis eram brancos com detalhes azuis marinho, era magnífico. Tinha uma televisão de LCD pendurada na parede enfrente a cama, em cima de sua escrivaninha tinham várias fotos dele com a sua família e em todas, ele estava super feliz, dava para perceber. Na janela tinha uma varanda com uma mesa e uma rede comprida para se deitar e a visão da mesma era para o mar.
Estava distraída olhando o mar, pensando na minha decisão de
finalmente me entregar a ele, quando senti braços fortes me abraçando pelas costas e beijos suaves em minha nuca, involuntariamente minhas mãos foram para a cabeça de Edward e a puxei em direção a minha boca, pois estava com saudade de beijá-lo.
Música: Love Story
http://www.youtube.com/watch?v=pSReHhxPcjQ
O beijo que começou calmo foi ganhando intensidade em questões de segundos, nossas línguas duelavam em nossas bocas e a cada segundo que se passava tentávamos aprofundar o contato com a nossa boca, o que não tinha como. Nossas mãos que a principio estavam a deles na minha cintura e a minha em sua cabeça começaram a percorrer pelos nossos corpos, a minha já acariciava suas costas por dentro da camisa e a dele estava em meu quadril, apertando a minha carne e me prensando em sua recente adquirida ereção.
Quando o ar se fez necessário Edward deslizou sua boca pelo meu
pescoço, dando beijos com a boca aberta, fazendo desenhos com a sua língua em minha pele, parecia que ele estava criando um caminho de fogo em mim, precisei me apertar mais nele para me segurar, pois não tinha mais força alguma nas pernas, não sabia o que fazer, minhas atitudes se resumiam em gemer baixinho e arranhar as suas costas, em um momento de ousadia me atrevi a mordiscar o lóbulo de seu ouvido, atitude que foi muito bem aprovada por Ed, pois logo após eu fazer isso ele voltou a atacar meus lábios com mais ansiedade ainda e começou a me empurrar em direção a cama.
Assim que cai na cama Edward caiu em cima de mim, mas nem o
impacto fez com que parássemos de nos beijar, quando o ar se fez necessário Edward se afastou um pouco e me encarou com um sorriso torto que matava qualquer mulher e sem dizer nada se sentou na cama e me puxou para sentar em seu colo.
Voltamos a nos beijar, mas com calma, era um beijo lento, apaixonante, mas ao mesmo tempo esse beijo era sensual, erótico, quente. Quando ele chegou ao fim Edward voltou a me encarar e começou lentamente a levantar a minha camiseta, deixando amostra o meu sutiã preto de renda, ao ver a peça ele gemeu ruidosamente.
Antes que ele voltasse a me beijar segurei na barra de sua
camiseta e a tirei também, ao me deparar com seu tórax definido e seu abdômen em forma de tanquinho praticamente fui a loucura, essa não era a primeira vez que eu o via sem camisa, mas acho que nunca iria me acostumar com essa cena, sem pensar ataquei sua boca novamente, o contato de nossas peles nos fez gemer de forma sincronizada, suas mãos caminharam para as minhas costas em busca do fecho do meu sutiã que logo que encontrado foi aberto e a peça retirada.
Após a saída da peça as mãos dele continuaram a acariciar a minha pele, porem sem nenhum obstáculo agora, sentir meus mamilos em contato com os dele era uma sensação indescritível. Sua boca novamente deixou a minha e passou a beijar meu pescoço e seguir em direção ao meu colo para enfim chegar aos meus seios, um arrepio percorreu todo o meu corpo ao sentir sua língua estimulando meus mamilos.
Meus gemidos estavam tão altos que acho que Zafrina e Eleazer
podiam ouvir do andar debaixo. Mesmo sem saber como, eu queria proporcionar pelo menos um décimo desse prazer que ele estava me dando, então meus dedos que até o momento estavam imóveis em seu couro cabeludo criaram vida e começaram a criar figuras imaginárias em suas costas, assim como ele fazia comigo.
Resolvendo arriscar mais um pouco, delicadamente deslizei meus
dedos trêmulos devido a ansiedade pelo comprimento de suas costas causando-lhe arrepios do mesmo modo que acontecia comigo e automaticamente quando chegava no cós de sua calça eu subia libidinosamente os dedos até encontrar sua nuca, trazendo-a para mais perto de mim na tentativa de aumentar o contato de seus lábios com meus seios.
Querendo mais de Edward puxei sua cabeça em direção a minha boca novamente, coisa que ele aprovou prontamente, pois literalmente me jogou para o meio da cama e voltou a se deitar em cima de mim. Sentir o peso dele sobre o meu era incrível, principalmente sentir sua ereção em contato com a minha intimidade, involuntariamente passei a rebolar sob ele e isso pareceu a estimulá-lo, pois ele passou a movimentar seus quadris em mim mimetizando uma penetração. Isso me levou a loucura tanto que enrosquei minhas pernas em sua cintura para aumentar o nosso contato.
Quando o fôlego se fez necessário Edward me encarou com um sorriso safado e perguntou:
— Bells, tudo que eu fizer em você, você faz em mim de volta? – e
passou a baixar meu pescoço de uma forma que deveria ser proibido.
Assenti sem pensar, eu queria ele, queria sentir tudo o que ele
podia me proporcionar e se tivesse ao meu alcance eu queria lhe dar o mesmo prazer.
Após a minha resposta o sorriso do Edward aumentou ainda mais e
ele se sentou sobre as minhas pernas que ainda estavam cobertas pela calça.
Ainda me encarando e sorrindo ele abriu o botão do meu jeans lentamente e desceu o zíper da minha calça, em seguida, ele colocou as mãos em meus seios os apertando delicadamente, para depois deslizá-las pela minha barriga até chegar ao cós da minha calça que foi levada junto com a minha calcinha em direção aos meus pés para finalmente serem retiradas do meu corpo.
Não posso negar que me senti envergonhada e exposta ao estar
completamente nua em frente ao Edward, mas ao escutar o seu gemido de aprovação, me esqueci totalmente desses sentimentos.
— Meu Deus do céu, Bells você é gotosa pra caralho! – e voltou a
se deitar em cima de mim me beijando ardentemente – gostosa e minha.
Após dizer isso, sua boca voltou a atacar os meus seios, enquanto a boca sugava um dos meus seios o outro recebia a atenção de sua mão e eu gemia vergonhosamente rebolando sob ele. Quando ele se cansou dos meus seios sua boca desceu pela minha barriga e suas duas mãos voltaram para os meus seios, sua língua contornou meu umbigo, me levando a loucura, eu já não sabia se eu rebolava, pois eu me contorcia, eu não sabia se eu gemi, pois para mim eu estava gritando.
Sua boca continuou a descer em direção ao meu ventre e um desespero me abateu, Deus o que esse homem vai fazer? Desesperada, tentei puxar sua cabeça novamente para mim, mas não deu certo, pois Edward prendeu meus pulsos com as suas mãos.
— Calma meu anjo, você vai gostar e eu também – disse ele com uma voz rouca.
Depois disso, ele literalmente caiu de boca em mim, tal atitude me
pegou totalmente de surpresa e isso foi perceptível por causa do meu berro. Sua língua era maravilhosa, nunca senti nada igual antes, afinal nunca ninguém me tocou dessa forma, muito menos com a língua, ora ele lambia, ora ele chupava, ora ele mordia...
Eu estava indo a loucura e tudo piorou no momento em que ele
penetrou um dedo em minha abertura, Deus, como isso é bom demais!! Seu dedo se movia em sincronia com a sua língua e não me agüentei, meus dedos dos pés começaram a se contrair, minha visão começou a ficar embaçada, minha garganta ficou seca, meu corpo começou a convulsionar, meus membros a tremer, minha freqüência cardíaca estava a milhão, minha respiração ofegante, sentia a umidade em minha vagina aumentar cada vez mais... essa era uma sensação totalmente nova, incontrolável, eu ia em busca a um alivio que eu desconhecia, mas Edward estava disposto a me dar, principalmente quando ele investiu um segundo dedo em meu interior, com isso meu ventre se contraiu e eu senti um alivio me dominar, uma sensação de torpor, uma sensação maravilhosa, uma sensação única, era como se minhas veias e artérias fossem fios desencapados que tivessem dando choques de prazer por todo o meu corpo ao mesmo tempo, era como se eu estivesse em uma queda livre, era sem duvida a melhor sensação da minha vida.
Antes que eu pudesse me recuperar, senti o peso de Edward em cima de mim novamente e minha boca foi atacada de uma forma luxuriante, deliciosa e que deveria ser proibida. Sentir o gosto da língua de Edward misturada com o sabor dos meus sulcos foi extremamente excitante e afrodisíaco, tanto que nem parecia que eu acabei de ter o primeiro orgasmo da minha vida, pois estava molhada novamente.
Quando tivemos que parar o beijo por causa da nossa necessidade
absurda de respirar Edward me encarou com um sorriso safado.
— Você prometeu que tudo que eu fizesse em você iria retribuir. –
concluiu ele dando um sorriso torto, caindo do meu lado da cama e me levando para cima dele. – Então meu anjo pode começar. – concluiu ele colocando as mãos atrás da cabeça e sorrindo.
Apesar de não saber como fazer, isso era tudo o que eu queria,
tocar Edward de acordo com a minha vontade e assim eu fiz.
Primeiro fui de encontro a sua boca novamente e a beijei com vontade, minha língua percorria toda sua extensão de forma deliciosa e excitante, pra mim pelo menos, com as minhas mãos agarradas em seu cabelo.
Quando decidi finalizar o beijo, caminhei com a minha boca rumo ao seu pescoço e lá eu fiz um pequeno estrago, as mãos de Edward não estava mais na sua cabeça e sim acariciando a minha e podia escutar ele sussurrando palavras desconexas e ao olhar para seu rosto percebi que ele estava de olhos fechados e com a face totalmente sexy.
Me lembrei de como fiquei quando ele beijou meus mamilos, será que ele ficaria igual? Então resolvi testar e com a minha língua contornei-o.
— Puta que... pariu... Isabella vo-você quer... me matar! – disse
Edward transtornando, mais gemendo do que falando.
Olhei para seu rosto e dessa vez me deparei com duas orbes verdes me encarando, isso significa que eu estou fazendo certo? Pois eu estava confiante e amando causar essas reações no corpo dele, já que eu podia sentir sua ereção ainda maior sob mim.
Quando me contentei com seus mamilos segui fazendo caminhos
aleatórios pela sua barriga livre de pêlos. Cada gominho de seu abdômen recebeu uma atenção especial, Edward gemia, xingava, apertava meu cabelo e conduzia minha cabeça para baixo. Ao chegar no cós de sua calça insegura olhei para ele.
— Tira Isabella! – disse como se fosse uma ordem que eu se pensar duas vezes obedeci, mesmo com receio.
Com a calça aberta, pude visualizar sua boxer vermelha e o volume da sua ereção sem a calça parecia muito maior, agora eu estava curiosa, nunca havia visto um homem sem roupa exceto nos livros de biologia e agora meu homem estava sob mim então eu tinha que aproveitar. Tirando coragem do alem, segurei no cós de sua cueca e a puxei junto com a calça.
MEU DEUS DO CÉU!!!!!!!
EU TO LITERALMENTE FODIDA!!!
O que é isso meu Deus?
É normal um homem ser desse tamanho?
Ele vai caber dentro de mim?
Ele vai me machucar tenho certeza!
— Isabella!! – a voz de Edward me tirou dos meus pensamentos –
algum problema, gostosa? – disse ele rindo.
— Edward... você... você vai caber??? – perguntei em duvida.
— Vai meu amor, vai caber tudo dentro de você, nós damos um jeito,
agora vem cá, vem gostosa, me beija vai – disse ele me puxando em direção a sua boca.
O contato de nossa pele totalmente nua nos fez gemer, sentir o pênis de Edward rígido como uma rocha em minha barriga era tudo de bom, agora imagine sentir ele dentro de mim? E era isso que eu queria, mas antes eu tinha que tentar uma coisa, afinal prometi fazer tudo o que ele havia feito comigo, certo?
Interrompendo nosso beijo mais uma vez me sentei em suas coxas e ele gemeu ao sentir minha intimidade ensopada. Olhando em seus olhos envolvi seu membro com as minhas mãos e apertei um pouco.
— Puta que pariu Isabella! – disse ele investindo contra a minha
mão. – Mexe a mão meu amor mexe, assim – ele envolveu a minha mão com a sua e começou a fazer movimentos para cima e para baixo – Isso, Bells... Isso... Assim – começou ele a gemer com os olhos fechados, jogando sua cabeça para trás e fazendo um biquinho muito sexy em seus lábios.
Vendo o atual estado dele, pensei em colocar a minha boca em seu membro, então, receosa, passei suavemente a minha língua na cabecinha de seu pau e pude sentir o gosto de seu pré-gozo.
— CARALHO ISABELLA!!! – gritou Edward. É eu acho que ele não é
nada discreto.
Após a explosão dele me senti confiante e fui adiante, com a língua contornei todo seu membro, seguindo os desenhos de suas veias pulsantes.
— Você... quer... me ... matar... Bella!!! – disse Edward com a respiração ofegante – Coloca ele na sua boca coloca! – disse ele levantando minha cabeça e a posicionando em cima de seu pênis. – Abre a boquinha vai...
E assim eu fiz, abri minha boca e engoli seu pau até a parte que
eu consegui, a parte que sobrou eu estimulava com a mão. Era possível sentir que a cada movimento que eu fazia seu pênis se dilatava cada vez mais em minha boca e os gemidos de Edward serviam de combustível para que eu aumentasse o ritmo, suas mãos em meus cabelos que ditavam o ritmo dos meus movimentos, até que em um determinado momento, ele me puxou novamente para a sua boca invertendo a nossa posição.
— Você tem uma boca incrível meu amor – disse ele lambendo meus lábios com a voz totalmente sexy – mas quando eu gozar, eu quero que seja dentro de você!!
Fale com o autor