Mine

5 Capítulo 5 - She knows it's too late


Notas iniciais
OI MEUS AMORES, MEUS DIVOS, LINDOS, MARAVILHOSOS.
Sentiram minha falta? NÃO. Ok ;(
Mas me explicando... Essa semana foi de provas e vocês sabem como é complicado né, sem falar na falta de inspiração. Mas acho que o capítulo ficou bem bom.
Leiam as notas finais, até lá. Boa Leitura!

Eu estava no carro junto com Cameron e Kenneth á caminho da Roda. E sério, não é tão legal ser a sozinha no meio de um casal mela-mela, super açucarado. Sem querer ser radical, mas eu acho que acabei de ficar com diabetes depois de tanto mel. Mas enfim, o importante é que a noite estava linda e pelo visto a festa ia ser bem legal. Sinceramente eu nem queria sair hoje, mas a semana que vem será toda de provas então eu merecia uma festa para relaxar. Ken estacionou nos fundos da casa e nós saímos do carro. Cameron ajeitava o vestido preto enquanto Kenneth abria a porta da casa.

Lá dentro, o pessoal estava começando a entrar. Alguma música eletrônica tocava enquanto eu seguia Ken e Cam, já que eu era a excluída, a sem namorado presente, a sem par, a sem beijo na boca. Mas dane-se quando se tem vodka, ninguém precisa de um namorado.

Quando chegamos à cozinha Kenneth foi falar com Oliver que estava reabastecendo o freezer com as bebidas e Cameron pegou dois copos vermelhos que provavelmente tinham vodka misturada com alguma coisa.

- Para a melhor amiga do mundo- A loira falou me entregando o copo.

- Até que enfim lembrou de mim né? – Reclamei

- Ai meu Deus! Você esta com ciúmes de mim? – Ela falou, ou melhor, berrou – Ai baby, eu te amo. E por mais que eu esteja... – Ela parou de falar quando se deu conta do que ia admitir.

- Que você esteja apaixonada?

- Não sua idiota, eu ia falar namorando. Mas eu não sei se estou namorando.

- Olha, independentemente da palavrinha que viria a seguir, se eu contar para alguém lá de Wichita que Cameron Willows esta apaixonada ou namorando ninguém acredita!

Cameron me olhou com desdém e depois riu. Era verdade, Cam nunca fez o estilo de ficar muito tempo com um cara. E mesmo que ela e Ken não estejam juntos á muito tempo, ela se superou. Eu ainda não sei o que eles tem e se isso tem futuro, só sei que Kenneth Delano fez a minha melhor amiga se apaixonar pela primeira vez, então é melhor ele não estragar tudo.

Ken abraçou Cameron por trás e a beijou. Os dois sorrindo e se divertindo, e tipo, porra. Eles nem namoravam e era como se ficassem tão bem juntos. E foi aí que eu percebi que em mais de três anos eu nunca me senti assim com o Josh. Mas não tinha nada a ver com amor, é só que nós somos diferentes da Cam e do Ken... Ou será que tem a ver?

- Baby, eu vou ajudar o Oliver a resolver umas coisas e daqui a pouco eu acho vocês, ok? Nada de aceitar bebida de estranhos, de beber de mais até eu chegar, ou... – Kenneth começou a falar, mas Cam se virou e o beijou o fazendo calar a boca.

- Quieto amor, eu não sou mais criança, ok? Pode deixar que eu sobrevivo até você chegar! – Ele sorriu e a beijou. O sorriso tão parecido com o do Brandon...

Assim que Ken saiu junto com Oliver, Cameron pegou minha mão e me puxou até a sala. As luzes coloridas, o som alto e a bebida. Eu amava isso. A loira começou a dançar, mas eu não tinha ingerido o tanto de álcool suficiente para começar a dançar. Então eu ficava me balançando de um lado pro outro na frente de Cam.

Nós já tínhamos dançado, quer dizer, a Cam já tinha dançado umas três músicas. Alguns caras começaram a chegar perto e tentar nos agarrar. Por isso peguei Cam pela mão e a levei para a cozinha. Agora sim a casa estava cheia, pelo visto todo o pessoal estava dentro, e quanto mais íamos chegando perto da cozinha, mais difícil ficava de se locomover.

- Ai caramba, você pisou no meu pé! – Cameron reclamou.

Não respondi e continuei a andar. Quando cheguei perto do freezer, procurei pelos copos vermelhos, mas não tinha nenhum lá dentro. Olhei para o lado e aquela garota loira que era namorada do Oliver estava enchendo os copos com mais vodka e energético. Eu não sou muito fã de cerveja, mas estava começando a ser empurrada pelas outras pessoas, então peguei duas garrafas e dei meia volta.

Quando as pessoas viam que você já estava com bebida na mão, elas te davam passagem então foi mais fácil o trajeto de volta. Quando chegamos a um lugar menos movimentado e iluminado entreguei uma garrafa para Cameron e a convenci a ficar por ali mesmo, eu quando estava sóbria, não gostava de ficar no meio de um monte de pessoas suadas, compartilhando calor corporal.

- Ai eu nem acredito que meus pais deixaram eu comprar um carro. – Cam falou – É sério eu to feliz pra caralho, tava na hora de eu ter um carro só meu.

- Cam, eu te amo, mas deveria ser proibido te deixar dirigir. Lembra quando você quase atropelou o cachorro da senhora Bannes?

- Sim, nossa eu odeio aquela velha até hoje. E odeio o cachorro dela também. Ela fez o maior escândalo lá em casa, e meu pai me deixou sem dirigir por um mês.

Cam continuou a contar sobre o acontecimento, mas uma voz roubou minha atenção. Olhei para o lado e reconheci Brandon e aquela loira que sempre estava perto dele na escola. Eles estavam quase do nosso lado conversando sobre alguma coisa. Ela estava com as mãos no pescoço dele e os lábios dos dois bem próximos um do outro.

- Vic você ta prestando atenção? – Cam gritou e na mesma hora Brandon olhou para o lado.Ele sorriu e na mesma hora se livrou dos braços da loira.

- Amor! – Ele falou. Cam olhou para o lado e o reconheceu. A loira de cabelos ondulados me fitou de cima a baixo e depois olhou para Brandon

Ele andou até mim e Cam, vestindo um jeans escuro (dessa vez não era o jeans rasgado que ele amava) e uma camisa do Metallica.

-Oi Brand. – Falei quando ele parou ao meu lado, seguido pela loira.

- Olá! – Cam o cumprimentou e logo depois deu um gole na cerveja.

- Ué, onde está o Ken? – Ele perguntou

- Ele disse que ia ajudar o Oliver com algumas coisas- Respondi

- Brand, vamos sair daqui? – A loira perguntou segurando o braço dele.

- Querida, se você não percebeu ele prefere conversar com a gente. E se está incomodada, pode ir embora que eu odeio a presença de cadelas no cio. – Cameron a respondeu.

- O quê? Quem é essa vadia pra falar assim comigo? – Ela falou olhando para o Brand.

- Ei Rose! Cala a boca, a Cam é a namorada do meu irmão e eu não quero que você fale assim com ela. – Ele falou

- Mas, mas ela me provocou primeiro. Porra Brandon, o que você tem? – Ela falou e ficou olhando para ele esperando resposta, e como ela não veio a loira se virou e saiu pisando fundo.

- Uau Brand adorei o que você se falou. Mas sério você não esta tão necessitado ao ponto de pegar essas patricinhas chatas, não é? – Cam disse

- É na verdade, a Rose é gostosa e sempre que eu quiser ela vai dar pra mim então, dane-se o fato de ela ser uma mimada idiota. – Ele respondeu

- Brandon eu gosto de você, mas um dia você vai ver que nem tudo se resolve com a cabeça de baixo. – Cameron respondeu e pegou minha mão. – Vem Vic, eu quero dançar.

- Esperem! – Brand disse

- É Cam, espera. – Falei. Ela deu de ombros e continuou a andar.

Cameron foi para o meio do pessoal na pista de dança, e deu pra perceber que o objetivo era ficar longe do Brand.

- O que você ta fazendo?– Perguntei quando ela parou de andar.

- Eu não vou deixar você sozinha com ele Vic!

- Porque não?

- Porque eu não quero que ele te trate como qualquer uma, e eu não quero que vocês se beijem, você se arrependa e vocês dois briguem de novo. Eu vou te contar uma coisa muito séria. Eu to gostando pra caralho do Ken. E você é uma irmã pra mim, se o Brandon te machucar eu vou querer matar ele, e daí o Ken vai o defender porque eles são irmãos, dai eu vou brigar com o Kenneth e ferrar tudo entendeu?

- Meu Deus Cam, eu entendi, mas da onde você tirou isso? Eu não quero nada com o Brandon, eu estou bem com o Josh.

- Sério mesmo?- Ela perguntou

- Claro que sim, eu gosto do Brand, mas como amigo.

Cam sorriu e me abraçou.

- Atrapalho? – Kenneth falou aparecendo do nosso lado.

- Amor! – Cam falou e o beijou. Ta. Eu tentei, mas é inevitável não se lembrar do Brandon.

- Desculpa a demora, é que eu tive que ir comprar mais bebida. – Ele falou com a mão no rosto dela. – Quer ir lá ver o Brand cantar?

Cameron olhou para mim e eu assenti. Comecei a seguir o Ken, e tipo, andar com qualquer um dos organizadores era super diferente. O pessoal deixa passar, cumprimenta e não reclama de nada. Quando chegamos na sala de jantar com o palco improvisado, algumas pessoas já estavam lá. E depois que o DJ parou de tocar todos entenderam que era hora a hora da musica boa, como o Brand diz.

Pouco tempo depois Brandon e os rapazes apareceram. Brandon estava sorrindo, aquele sorriso lindo. Ele pegou a guitarra preta e a ajeitou nos braços. Oliver arrumou o microfone do Brand e foi assumir a bateria.

- Oi pessoal. – Brand disse – Nem preciso falar que agora é hora de musica de verdade não é? Então vamos lá...

Ele olhou para trás esperando a aprovação do resto dos meninos e depois de três batidas das baquetas uma na outra, Brand começou a tocar.

Nos primeiros segundos só ele tocou, um ritmo mais lento, e eu ainda não consegui reconhecer a música. Logo depois Oliver começou a tocar a bateria, e o outro menino assumiu o baixo. Assim que a bateria iniciou, Brand começou a cantar. E caramba, ele era tão perfeito lá. Ele parecia tão seguro, e tocava e cantava tão bem ao mesmo tempo.

A voz rouca acompanhada do som da guitarra era a combinação perfeita pra música que eu reconheci no momento do refrão. Don’t Look to Back Anger do Oasis.

Brand mexia comigo até longe, e isso era estranho porque se eu pudesse eu ficaria ali o ouvindo cantar pra sempre. Tão lindo, tão seguro, tão tudo. E eu sabia que isso não era o tipo de coisa que acontece todo dia com as pessoas... Se sentir tão bem perto de alguém. E eu tinha medo do que isso podia ser. No solo da guitarra ele começou a descer do ‘’palco’’ com a guitarra, olhando para as mãos se concentrando. Mas quando ele chegou perto de onde eu, Cam e Ken estávamos ele olhou para mim sorriu, e voltou a cantar. Brand continuou á andar pelo pessoal, mas finalizou a musica no palco.

Como já era de se esperar, todo mundo começou a gritar e parabenizar os meninos. Cameron e Kenneth estavam se beijando, e eu não estava a fim de ficar olhando os dois. Então decidi ir até o quintal da casa.

Era um espaço grande, com várias cadeiras de sol, umas árvores e uma piscina enorme. Me sentei na beira da piscina, tirei os sapatos de salto alto e coloquei meus pés na piscina. Consegui ouvir que a musica tinha voltado a tocar lá dentro, mas não estava com vontade de voltar pra lá.

O céu estava estrelado e lua cheia brilhava. As vezes eu sentia falta do Kansas, de Wichita e de estar todo dia com meu irmão. Mas eu não vim para Detroit só pelo Josh, eu vim porque eu queria mudar, eu vim porque eu queria um novo rumo pra mim mesma, eu vim porque eu tinha que vir.

- O que você ta fazendo aqui sozinha amor? – Ouvi e olhei para trás. Brand estava em pé atrás de mim com dois copos na mão.

- Nada de interessante! – Respondi e ele se sentou ao me lado.

- Quer? – Brand ofereceu um copo, e eu aceitei. – Porque você saiu lá de dentro?

- Sei lá, eu não queria ficar olhando o Kenneth e a Cameron se beijando.

- Aqueles dois não se desgrudam.

- Pois é você acha que vai ser pra valer?

- Considerando o fato de meu irmão ser completamente o oposto de mim. É provavelmente sim!

- Você acha que nunca vai se apaixonar Brandon Canalha? – Ele olhou para mim reprovando o apelido.

- Eu acho que o amor não existe Vic. Isso é algo que as pessoas criam para se completar. E eu não me vejo completo assim, com só uma garota e essas coisas clichês. Por exemplo, você se vê casada com o Josh?

- Sim. – Eu respondi e ele me olhou assustado.

- Sério mesmo? Com o Josh? Porra amor, você é gata de mais pra ele. E eu acho que você ainda é nova de mais pra achar que ele é o homem da sua vida.

- Eu sei que ele não é Brand, mas eu só quero alguém que não me machuque. Eu acredito no amor, mas acho que nem sempre seguir o coração é a melhor opção. E esse é o meu caso, eu decidi seguir a razão. Mas por favor, vamos parar de falar disso.

Ele ficou me olhando por um tempinho, e depois sorriu. Levou a mão até meu rosto e colocou uma mecha do meu cabelo para trás. Estremeci com o toque dele.

- Você é tão linda amor! – Ele falou.

- Para! Eu fico com vergonha! – Falei e ele riu.

- Ok desculpa. Mas e então, qual os planos da senhorita para o futuro?

- Me formar, arranjar um emprego e sei lá. – Eu sabia que meu plano de vida era bem mais concreto. Eu queria me formar, arranjar um emprego e me casar com o Josh, mas eu não gostava de falar isso em voz alta porque era como admitir para mim mesma que a minha vida seria uma merda.

- Mas é isso mesmo que você quer? Eu lembro que você me disse quando nos conhecemos que fazer contabilidade não era o que você realmente queria.

- É eu sei, mas você nunca entenderia o que eu realmente sonho sabe. É ridículo. Por isso escolhi uma coisa que eu sou boa, mesmo não querendo isso pra sempre.

- Fala amor, eu vou tentar entender.

Eu realmente não queria contar. Sempre que eu falava para alguém sobre o que eu realmente queria para a minha vida, a pessoa ria, ou falava que isso é coisa de filme. Então com o tempo eu parei de contar isso para as pessoas. Mas talvez com Brand fosse diferente.

- Ta. Eu sempre sonhei em viajar o mundo sabe e participar de causas sociais. No começo eu achava que era uma loucura adolescente. Mas eu só me vejo feliz assim. É ridículo, mas...

- E porque você não pode fazer isso? – Ele me interrompeu

- Porque minha família não é rica para eu poder viajar o mundo sem trabalhar.

- Amor, isso não é ridículo. Só acho que você tem que fazer o que sonha. Mas não precisa se lamentar, eu acredito que quando é pra ser, o destino faz de tudo para dar certo. Então relaxa, que vai acontecer o melhor pra você!

Olhei para ele. Os olhos verdes brilhando. E eu não sabia como ele conseguia parecer um anjo sem esforço algum.

- Mas deu de falar de mim. Sua vez, qual seus planos?

- Eu quero me formar, voltar para Nova Iorque, começar a trabalhar na empresa do meu pai, que mais tarde vai ser minha e dos meus irmãos, e passar o resto da minha vida viajando e transando.

- Uau! Temos uma mínima característica parecida então. Mas qual é a empresa da sua família?

- A Delano’s Corp.

- O que? Caramba! Aquela empresa de marketing que faz publicidade pras multinacionais?

- É essa mesmo.

- Nossa, e o que você e o Kenneth estão fazendo aqui? Porque não Harvard ou Oxford, sei lá.

- Porque a gente queria mudar sabe, queríamos ser pessoas normais, não sempre tratados como os herdeiros milionários da Delano’s.

- É, e funcionou vocês não parecem ser.

- Isso é porque nossos pais nunca nos deixaram ser mimados e mesquinhos, ele nunca passa a mão na nossa cabeça.

- Eles estão certos!

Brandon voltou a me olhar fixamente e eu estava começando a ficar desconfortável. Porque ele me entende e me envolve de tal forma que eu não consigo explicar.

- Amor, olha pra mim. – Ele pediu e eu o olhei.

Ele passou uma mão pelo lado direito do meu rosto, e contornou minha boca com o polegar. Eu queria evitar o toque dele, mas eu não conseguia. Brand chegou mais perto, eu sabia onde ele queria chegar. E quando os lábios dele estavam quase juntos ao meus eu virei o rosto.

- Brand...

- Amor, eu quero te beijar.

- Mas eu não posso Brandon. Porque você não vai lá pra dentro? O que não falta é garota querendo te beijar.

- Esse é o problema, tem que ser você e eu não sei porque!

- É por que eu devo ser a única que não quer te beijar.

- É talvez. Mas você sabe que tem uma diferença entre não querer e não poder, né?

- Brandon, é melhor eu voltar lá pra dentro. A gente fez um trato e você não ta levando a sério.

Me levantei e peguei meu sapato. Eu queria, mas não podia beijar o Brand. Não podia. Não. Não. Não Victória, não.

- Vic espera! – Senti a mão dele no meu braço. – Desculpa.

- Você já falou isso Brandon.

- Agora é sério!

Respirei fundo e me livrei da mão dele, mas continuei ali.

- Você ainda quer ajuda para a prova de segunda-feira?- Ele perguntou

- Sim!

- Ok, amanhã eu passo na sua casa o que acha?

- Tudo bem.

- Ok amor, agora vamos lá pra dentro curtir essa merda de musica, mas relaxa que quando o galpão ficar pronto eu contrato um DJ melhor.

- Você promete que não vai tentar me beijar?

- Eu prometo que só vou te beijar quando você quiser! Agora vamos. – Ele pegou a minha mão e começamos a caminhar lá para dentro...

Notas finais
OIII de novo. O que acharam? Nem preciso dizer né, mas lembrando: COMENTEM POR FAVORRR
Gente final de semana passado eu fiquei sem internet então tive várias ideias para a FIC então se preparem...
Final do ano está chegando, e as provas vem com ele né, eu tenho um simulado super importante para fazer em Dezembro por isso vou estar bastante ocupada estudando. Mas não vou abandonar a FIC, só vou postar um capitulo por semana. Mas depois da prova eu vou postar mais vezes por semana. Afinal, vem FÉRIAAAS...AMOOO!
Bom, espero vocês nos comentários. Muito obrigada aos que comentam. E FANTASMINHAS APAREÇAM! É isso, até o próximo. Não me abandonem.Ah, outra coisa desculpa qualquer errinho de português, é que eu ainda não tenho um beta, e as vezes eu leio tantas vezes uma parte que os errinhos passam despercebidos.
BEIJOOS!