Notas iniciais
Olá xuxus! Aqui é a BAka-chan Uchira e não, vcs não estão vendo uma miragem. " Meus últimos dias, quero passar com você" Foi realmente atualizada depois de meses! Peço desculpas por isso gente, é que eu acabei perdendo contato com a Milleeh, minha antiga parceira de escrita, e era a vez dela de postar, então eu não pudia fazer muita coisa. MAS EU FIZ! Eu tenho um Gp no Whatts, com alguns leitores de uma outra fic minha. E entre esses leitores, tem a Kriss, uma grande amiga. Ela tbm escreve, então pedi para que ela me ajudasse com essa Fic, pq eu realmente não queria abandona-la. Esse capítulo foi feito por nós duas e Betado pela Kriss (eu tenho preguiça de betar) Lá no final do capítulo, tem um recadinho da Kriss para vcs. É isso, vou parar de frescura e deixar que leiam o capítulo.

*Hinata POV*

― AH! Eu vou pirar com isso! ― resmunguei jogando os papéis sobre a mesa do meu apartamento. Encarei a cortina azul que cobria a janela. Ainda não estava certa se havia feito o mais seguro ao aceitar a ideia do loiro de ser observada por ele. Mas... Tudo pelo meu livro! Eu estarei arriscando a minha vida ao lado de um provável psicopata formado em psicologia por uma história que fará aquela Shion remelenta sofrer quando eu tirá-la do meu lugar naquela editora. ― Saky... Cadê você?

Fiquei andando de um lado pro outro da casa. Cadê você Saky? Por que me faz sofrer assim? Por que judia tanto de mim? Sabia que isso de me deixar sozinha é maldade? Se eu morrer a culpa vai acabar com você! Se aquele loiro gostoso entrar aqui e quiser usar meu corpinho a culpa vai ser sua Haruno viciada no Sasuke!

Ouvi duas batidas na porta principal e peguei o taco de beisebol que estava encostado na parede. Coragem Hinata! Vai ver só foi o vento ou... Pode ter sido um maníaco perseguidor que adora atormentar a alma das vitimas ao fingir que ninguém bateu na porta e quando você a abre vê um cara usando uma máscara de sky e com uma faca de açougueiro na mão prestes a...

― HINA ABRE LOGO ESSA PORTA! ― o grito fora facilmente ouvido de dentro e o coração da Hyuuga voltou a bater normalmente. ― PUTA MERDA, HINATA! ― a Haruno disse enquanto entrava no pequeno apartamento da morena e jogava sua bolsa sobre a poltrona verde da sala. ― Dá pra parar de ficar imaginando um serial killer diferente todas as vezes que alguém bate na sua porta? É horrível ficar esperando lá fora.

― Se eu abrir essa porta do nada e tiver um cara mascarado com uma faca e na manhã seguinte for noticiado mais um corpo encontrado boiando no rio, você se sentirá muito culpada por ter dito isso, Saky! ― exclamou a morena cruzando os braços e sentando ao lado da rosada no sofá. ― Mas diga... Que história de gravidez é essa?

― Eu não sei Hina! ― exclamou a jovem Haruno jogando os braços para cima ainda irritada. ― Sabe bem que eu e Sasuke estamos morando juntos a mais de três anos... Não ficamos dentro do quarto apenas contando carneiros, né? O pior que agora nós dois terminamos...

― Peraí! Você terminou com ele não? ― falou a morena. ― Creio que não esteja certa ao usar o plural nessa frase.

― Eu digo isso porque nós discutimos feio dessa vez, mulher. ― falou Sakura. ― O Sasuke parece que não consegue entender. Eu quero ter uma família! Quero casar de véu e grinalda ou ao menos no papel. Sei lá! Eu só não quero uma família criada naquilo de “juntar os panos”. Isso não é pra mim.

― Saky... ― eu iria falar algo, mas o som de batidas na porta novamente prende minha atenção. Eu encaro a Haruno ao meu lado. ― Não abre...

― Hina...

― Shi! ― murmurei para a rosada. Ela simplesmente revirou os olhos e ergueu-se do sofá onde estávamos. ― Não abre essa porta!

― Oi. ― murmurou a rosada para alguém do outro lado. ― Ah, claro... Pode entrar.

― Pode entrar? Que história é essa de deixar o lobo mal entrar na casa da vovozinha? Você não sabe como termina essa história não Saky? ― perguntei praticamente aflita. Isso pelo menos até que eu pudesse visualizar cabelos loiros e olhos azuis reluzentes. Uzumaki Naruto estava em minha frente completamente diferente do carinha que encontrei na editora hoje de manhã. Ele usava uma camisa social branca de botões e uma calça preta além de óculos sobre o nariz fino e bem feito que ele possuía.

― Acho que cheguei em um bom momento... ― falou o loiro sorridente. Ele trazia um bloquinho de papel em suas mãos juntamente a caneta. ― De ver um surto dessa sua paranoia novamente.

― Hina eu acho melhor eu ir. ― disse Sakura atrás do loiro. Eu praticamente implorava com os olhos mais parecendo o gato de botas do Shrek, mas ela simplesmente sorriu para mim como se dissesse: “Vai nessa garota”. ― Nos falamos depois, ok?

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*Ino POV*

― Aya-chan o que faz aqui fora? ― perguntei para minha pequena que retirava um pacote de barrinha de cereais da máquina. ― Eu não falei para você ficar com seu pai?

― O papai pediu pra eu comprar uma barrinha de cereal. ― resmungou a pequena enquanto passava as mãos sobre o vestido e retirava o plástico do doce. ― Ele até me deu dinheiro.

― Hum... ― resmunguei vendo que ele continuava mimando demais a Aya e que provavelmente deveria enche-la de porcarias desde que buscara ela na escola. ― E ele ficou conversando com o Sasuke? ― perguntei vendo que ela simplesmente concordara com um breve aceno. Passei a mão sobre seus cabelos e olhei em volta. Avistei Temari e Shikamaru sentados mais adiante. ― Aya vá para onde está a sua tia, daqui a pouquinho eu volto aqui para irmos para casa.

Ela fizera uma careta, mas fora em direção à Temari. Continuei pelo corredor até me aproximar do quarto de Gaara. Sakura havia feito-me o favor de simplesmente deixar a ata de liberação do Gaara com uma enfermeira e sumir daquele hospital. Provavelmente ela estava mesmo evitando o Sasuke, mas eu realmente precisava conversar com ela.

Bati na porta e ele mandou entrar, e assim eu fiz. Gaara estava sentado na cama, encostado em sua cabeceira. O cabelo ruivo bagunçado como sempre, fazia contraste com a roupa do hospital, que era de um verde bem claro. Ainda não tinha reparado, mas Gaara estava aparentemente muito abatido. Suas olheiras estavam mais fortes e ele, sem dúvidas, havia emagrecido. Sem falar na aparência de cansaço que ele apresenta.

― Tá tudo bem? ― eu pergunto chegando mais perto da cama.

― Tá sim, não precisa se preocupar. ― ele responde com um sorriso de lado, arrumando-se melhor na cama.

― Gaara... ― eu começo a falar me sentando ao seu lado ― O que exatamente você tem?

― Ora o que eu tenho... Ino. Você ouviu a enfermeira, Sakura disse que eu tive uma queda brusca de pressão.

― Foi só isso mesmo? Tem certeza? Porque... você desmaiou Gaara. ― as palavras do ruivo não haviam me deixado segura. O que aconteceu com ele não foi algo normal. ― Desmaiou do nada e na frente da nossa filha!

― Eu sei, eu sei... Aya ficou assustada, eu já falei com ela e expliquei que estou bem e ela está mais calma agora.

― E isso é verdade? Você está realmente bem? ― pergunto olhando em seus olhos. Gaara sorriu e estendeu a mão levando-a até minha bochecha, acariciando-a em seguida.

― Não se preocupe loira... Ainda terá que me aturar por um tempo. ― ele disse tocando meu rosto e despertando em mim as mesmas sensações bobas de antigamente. Borboletas zanzando no estômago, pernas trêmulas e um rubor irritante nas bochechas. Incrível como mesmo depois de todo esse tempo longe, depois de todas as lágrimas que eu derramei, esse homem ainda exerce todo esse efeito sobre mim, e eu acho que isso nunca mudará.

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*Sakura POV*

Saí do apartamento da Hinata para deixa-la sozinha com aquele loiro que exala luxuria por todos os seus poros. Foi maldade deixar a Hinata sozinha com aquele deus grego naquele apartamento isolado do mundo? Claro que não! Eles vão acabar transando. Isso é certeza e depois disso, Hinata vai me agradecer. Ela tá na seca a meses que eu sei. Talvez aquele loiro tire um pouco dessa paranoia maluca que ela colocou em sua cabeça.

O cara pode ser um maníaco sociopata tarado? Até pode. Ele pode assassina-la, esquarteja-la, coloca-la dentro de uma mala e abandona-la em alguma esquina movimentada onde só notariam a sua presença quando o corpo entrasse em estado de putrefação? Até poderia, mas as chances são mínimas. E, no fim, ela até morreria feliz. Verdade seja dita, Hinata está precisando de “um trato”.

Olhei no relógio pela quinta vez nos últimos quatro minutos, eu estava em um barzinho no centro da cidade. Seu nome era “Trincheira”, os donos tem toda uma história com a primeira Guerra mundial e tal.

― Itachi tá demorando... ― me remexi desconfortável na cadeira ajeitando a postura e olhei mais uma vez no relógio, 21:30 ― Será que ele vem mesmo? ― pergunto a mim mesma batucando os dedos na madeira da mesa.

― O que você não me pede sorrindo que eu não faça sorrindo mais ainda, cunhadinha? ― ele fala chegando perto de mim.

― Itachi! ― me levanto para abraça-lo. Ele, prontamente, corresponde ao abraço e me dá um beijo na bochecha para depois, sentar-se de frente para mim na mesa.

― Então cunhadinha, o que você deseja desse humilde servo?

Assim que saí do apartamento da Hinata, eu liguei para Itachi, e pedi que ele me encontrasse no Trincheira, afinal precisava conversar com alguém e todas as minhas amigas estavam em Off. Hinata na orgia com o loiro possível psicopata, Ino com Gaara no hospital e Tenten, por está gravida, preferi não incomoda-la, então me sobrou Itachi, que além de cunhado... digo, EX-cunhado, é um excelente amigo. Foi por intermédio dele que eu conheci o babaca do Sasuke. Mas não o culpo por isso. Itachi não tem culpa de Sasuke ser o panaca que é hoje. Desculpem, são os hormônios.

― Então, é que eu tô precisando urgentemente de um ombro amigo. ― falo dando um suspiro cansado ― E como as meninas estão tão fodidas quanto a mim, só me restou você.

― Nossa! Muito bom saber que eu sou sua ultima opção. Uma espécie de Stepp. Triste isso, viu? Muito triste.

― Não seu bobo! ― eu falo rindo do drama dele ― Não é que eu te veja como última opção. Eu só não me sinto muito confortável em te falar sobre esse assunto.

― Mas que assunto é esse? ― ele pergunta confuso antes de me dar um sorriso malicioso ― Huum cunhadinha... Tá querendo dicas de posições, é? Sei que o meu irmãozinho é um tolo inexperiente. Pode falar comigo sobre qualquer coisa. ― ele disse brincalhão como sempre.

― Não é nada disso seu babaca. É algo serio! E é sobre o... o Sasuke. ― eu falo sentindo o bolo de lagrimas se formar novamente na minha garganta, mas dessa vez eu não as deixaria sair. A garçonete veio até nossa mesa e fizemos os pedidos, assim que eles chegaram Itachi dá continuidade a nossa conversa.

― O que aquele tolo fez dessa vez? Vocês brigaram de novo? ― ele pergunta e eu assinto ― Deixa eu adivinhar... Casamento? Relaxa cunhadinha, logo o irmãozinho cai na real e para de viadagem.

― Não Itachi, agora é diferente. Nós terminamos. Quero dizer... eu terminei, e é definitivo.

― O quê? Mas por que Sakura? Vocês se amam, estão juntos a tanto tempo. Terminar pra quê? Isso é muito extremo. Vocês vivem brigando, mas sempre se resolvem depois. Tenho certeza que dessa vez não será diferente.

― Mas é! Dessa vez é diferente, Itachi. É diferente por que eu tô cansada de ficar presa em um relacionamento que não passará de uma “junção de escovas” ― falo fungando e fazendo as aspas com os dedos sobre minha cabeça. ― Não é isso que eu quero pra mim. Nunca foi... Sasuke sempre soube que eu era careta, que era a típica menina romântica que sonhava em encontrar o seu príncipe. ― falo com a voz embargada ― O problema é que o meu príncipe é um idiota covarde que tem medo de casar!

― Não, espera... Não chora, Sakura. Eu não me aguento em ver uma mulher chorando. ― ele fala preocupado me dando um lenço para que eu limpasse as lágrimas que caiam sem que eu permitisse.

― Obrigada... ― falo pegando o lenço.

― Fica calma, tá? ― ele fala, dá um suspiro e afrouxa a gravata preta que pendia em seu pescoço ― Sasuke meio que tem um trauma de casamentos. Ele não teve bons exemplos, afinal, o do nossos pais era um inferno. Eles viviam brigando. Nossa casa era um campo de batalha. Sasuke era muito pequeno e cresceu vendo nossos pais reclamarem sobre o casamento, aí depois Ino e Gaara se casam e um tempo depois separam-se e não se veem mais. Acaba a cumplicidade, o companheirismo... Tudo. Sakura, no fundo meu irmão só quer proteger a relação de vocês.

― Isso não justifica, Itachi. Os seus pais, Ino e Gaara... São casos a parte. Não é por que eles não deram certo que nós não daríamos.

― Vocês uma hora ou outra irão se acertar, tenho certeza disso.

― Não, isso não vai acontecer, porque eu... ― paro de falar assim que perco a coragem de terminar a frase.

― você o que Sakura? ― bebo um gole da meu suco de laranja pra tomar coragem e falo sucintamente.

― Eu tô grávida... ― Itachi fica calado, estático me encarando de boca aberta por mais de dois minutos, o que começou a me preocupar ― Itachi? Fala alguma coisa! Não precisa disso tudo, eu só te disse que estou esperando um filho do seu irmão babaca... Agora imagine se você fosse o pai?! ― eu digo balançando-o até que ele desperta pra vida.

― Você tá... grávida. Ai meu Kami! Então por que terminou com meu irmão? Sabe que ele sempre quis ser pai. Talvez com esse filho a caminho ele decidisse casar com você.

― Foi por isso mesmo, Itachi. Não quero que seu irmão case comigo por obrigação. Por causa de um filho. Essa era uma atitude que ele deveria ter tomado sem que nada disso precisasse acontecer.

― Então meu sobrinho vai crescer sem conhecer o pai? ― ele pergunta sério. Sério demais até. Nem parecia o Itachi brincalhão que eu conhecia.

― Claro que não! Eu nunca impediria Sasuke de conhecer o filho. Eu só não quero que ele fique perto de mim. Mas se ele quiser, é claro que não o impedirei de ver nosso filho.

― Menos mal... ― Itachi suspira mais aliviado ― Cara! Vocês são muito problemáticos! Mas vocês tem que resolver essa situação, Sakura. Esse bebê tem que ter seus direitos na família assegurados.

― Eu não quero nada que venha dele, Itachi. Posso muito bem criar o meu bebê sozinha.

― Mas essa criança deve carregar o sobrenome Uchiha... assim como a mãe dela ― ele disse colocando a mão no queixo, ficando pensativo. Pensativo até demais. ― Já sei!

― Sabe o que criatura?

― Casa comigo, Sakura. ― ele falou simplesmente, me fazendo engasgar com a saliva. Meus olhos arregalaram-se de um jeito que achei que eles iriam cair pra fora.

― Co-como? Do que vo-você está falando Itachi? Tá de brincadeira não é?

― Claro que não! Falo super sério, Sakura. Não posso deixar que a mãe do meu sobrinho seja mãe solteira. Você sabe como as pessoas são preconceituosas quanto a isso. Não seria legal nem pra você nem pra ele. E outra, você carrega um Uchiha aí na barriga. Nada mais justo do que também carregar o sobrenome. Não abro mão de te dar meu sobrenome... O sobrenome do pai dessa criança.

― Itachi... Você tem noção da confusão em que você se meteria se isso acontecesse? O seu irmão ficaria irado.

― Sakura, eu me entendo com o Sasuke depois... ― ele fala me encarando ― Mas então, aceita casar comigo Sakura?

"Olá pudins de caramelo! Como estão? Bem, eu sou a Kriss Chan
Dattebayo, mas podem me chamar só de Kriss, se assim desejarem. Eu era
tipo uma fã que amava, idolatrava e salve-salve essa fic e meio que
quando ela parou eu pressionei a Baka San pra ela voltar a postar. Ai
ela me deu uma ideia brilhante! "Kriss, por que você não me ajuda a
escrever? Tipo, você escreve super hiper mega blaster excelentemente
bem (tá bom, não foi tudo isso... ¬.¬', mas foi quase) e assim tanto
você quanto os outros leitores poderiam ter mais capítulos, o que
acha?" Então eu meio que topei o desafio e cá estou eu ajudando essa
tola que eu adogo a continuar essa minha adorável fic! *---* Espero
que gostem e que continuem acompanhando! "

Notas finais
Iai, gostaram? Sei que já faz muito tempo que não atualizo essa Fic, mas não custaria nada que vcs comentassem, né? Bjuz docinhos, e até o proxímo PS: Se vcs quiserem participar do Gp no Whatts, é só mandarem seus números e nomes por MP. Vcs gostaram de la. as pessoas são legais e se vc manter seus membros longe da boca deles, eles nem mordem, juro que não.