Meu tio, minha vida

9 Uma manhã na piscina


O dia clareou, e eu acordei. Foi muito bom passar a noite dormindo em um quarto, mesmo que tenha sido em um colchão posto no chão. Olhei para a cama e vi que a Fernanda ainda dormia. Fiquei deitada, pensando em como era gostoso ficar na casa do Ricardo. Imagine se eu fosse a filha dele, morar assim todos os dias!

O Ricardo entrou no quarto (a porta dorme aberta), e eu levei um susto, estava tão concentrada em meus pensamentos.

Ele disse: "Bom dia! Vim acordá-las, já está na hora de levantar. Mas que bom que você já acordou. Você chama a Fernanda pra mim? E depois desçam para tomar café.

Levantamos e fomos ao banheiro. A Fernanda entrou depois de mim, sem fechar a porta. Deixar as portas abertas parecia um costume daquela família. Fiz xixi e estava escovando os dentes enquanto a Fernanda usava o sanitário. O irmão dela apareceu na porta e já veio entrando, com cara de sono. A Fernanda levantou-se do vaso e começou a escovar os dentes comigo. O Gabriel, sem se importar com nossa presença, tirou o pintinho para fora e começou a urinar. Achei legal ter visto e fiquei surpresa dele não ter vergonha de mim.

Depois, descemos os três para tomar café.

— Pai (falou o Fernando), está com sol, podemos nadar antes da escola?

O Ricardo acenou positivamente. Ficamos muito feliz.

Após o café, fomos para a área da piscina. A Fernanda tirou o pijama ali mesmo, ficando apenas de calcinha. O Gabriel voltou para o quarto para vestir uma cueca. O Ricardo chegou trazendo protetor solar e começou a passá-lo na Fernanda.

Então perguntei: "como irei nadar?"

— Nade de calcinha, igual a Fernanda — disse o Ricardo.

— Mas eu não trouxe, você lembra?

—Ah sim, tinha me esquecido.

Então o Ricardo gritou para o Gabriel, que já estava lá em cima, pra trazer o biquíni da irmã pra eu vestir.

O pai acabou de passar o protetor na filha e pediu pra eu tirar a camisola para passar em mim também.

— Mas eu estou sem nada por baixo! — eu disse, assustada com o pedido.

— Não tem problema, o Gabriel já vai descer com um biquíni pra te emprestar.

Então tirei a roupa, ficando pelada na frente do Ricardo. Ele, sem se importar, começou a passar o protetor em meu corpo. O Ricardo estava sentado, e eu em pé, de frente pra ele. Primeiro, ele passou no meu rosto e pescoço. Desceu pros ombros, peito e barriga. Eu estava com aquela sensação gostosa de vergonha e prazer. Estava com medo de ele passar na minha perereca, mas, ao mesmo tempo, torcendo para isso acontecer. Contudo, ele não fez. Da barriga, pulou pras coxas e desceu até o pé. Mesmo assim, tinha achado aquela sensação dele passando o protetor no meu corpo nu maravilhosa.

— agora vire de costas, para eu passar atrás.

Eu virei. Ele começou a passar nas costas. Dessa vez passou no meu bumbum, mas rapidamente desceu pras pernas. De costas para o pai, tive que ficar de frente para o filho que chegava com o biquíni na mão. Notei o menino olhando pra mim nua e rindo. Cobri minhas partes com a mão.

Gabriel entregou as peças para o pai.

O Ricardo pediu para que eu virasse para ele novamente, para me ajudar a por o biquíni. Assim o fiz. Ele segurou a calcinha aberta e eu passei uma perna, depois a outra. Porém, parou na coxa, não servia em mim.

— Não vai servir, Michele. Que pena! Você tem vergonha de nadar peladinha?

Olhei para a Fernanda, e ela estava de calcinha. Olhei pro Gabriel, e ele estava de cueca. Não queria ficar apenas eu pelada. Então pedi pra ela forçar pro biquíni entrar porque estava com vergonha.

Ele subiu a calcinha até entrar em mim.

— tem certeza que quer usá-la? Está muito apertad... A calcinha rasga na cintura, antes de dele completar a frase.

A Fernanda vê e começa a chorar com raiva: você rasgou meu biquíni, e agora, quando vou na praia?

— Calma filha — interveio o pai — depois da escola, eu te levo no shopping pra comprar outro. Disse isso, puxando o biquíni para baixo, tirando-o de mim. E falou: Michele, nade peladinha mesmo, não tem roupa que servirá em você.

Então, em um misto de vergonha e excitação, obedeci.

O Gabriel começou a rir de mim, mas, de imediato, o pai o repreendeu. Depois disso, o filho não disse mais nada. Contudo, toda hora o via olhando pro meu corpo.

Depois de um tempo, o Ricardo pediu pra sairmos e colocarmos mais protetor porque o sol estava muito quente. Deitamos nas cadeiras de sol pra secarmos. O Ricardo enxugou a filha, ainda deitada, e passou o protetor. Depois fez o mesmo com o Gabriel. E por fim, comigo. Eu estava deitada também, ele me secou e passou o protetor. Espalhou no rosto, peito e barriga. Da cintura, pulou para a coxa e desceu. Depois abriu um pouco minhas pernas, passando na virilha e entre as coxas. Era uma sensação muito gostosa.

— Agora fiquem deitados aí um pouco, até o protetor ser absorvido, depois podem nadar um pouquinho mais. Ficamos nos bronzeando por um momento, depois voltamos pra piscina.

Depois ele mandou a gente ir pro banheiro, tomarmos banho pra podermos almoçar. — Vão subindo e tomando banho, daqui a pouco eu subo pra lavar os cabelos de vocês pra tirar o cloro, só vou ver a carne que deixou assando no forno.

Fomos para o banheiro, o Gabriel foi com a gente. Eles tiraram as roupas e foram pro chuveiro. Senti-me aliviada por não ser a única a estar pelada agora. Estávamos nos ensaboado, quando o Ricardo chegou. Ele pegou o shampoo e começou a lavar os cabelos dos filhos, e depois os meus. Ele nos enxaguou, nos secou e fomos nos vestir. O Gabriel foi pro quarto dele, e o Ricardo veio com a gente pro quarto da Fernanda. Ele penteou nossos cabelos e ajudou a Fernanda a vestir a calcinha e o uniforme. Ele me viu vestindo o short do uniforme sem calcinha e disse: isso não está certo. Uma mocinha desse tamanho não pode ficar indo à escola sem calcinha. Hoje depois da aula, vou levar vocês no shopping, vou comprar o biquíni pra Fernanda e aproveito e compro umas calcinhas para você.

Fiquei muito feliz com a notícia. Já estava até acostumando a não usar calcinha, mas ir no shopping pra comprar roupas novas, mesmo sendo apenas calcinha, pra mim era um sonho.