O carro do Ricardo parecia um escolar. O Gabriel ia na frente ao lado do pai, e a Fernanda e eu, atrás. O Ricardo deixa os meninos no colégio primeiro, e depois me deixa na escola municipal em que estudo. Gostava muito de chegar de carro na escola, nunca havia tido essa oportunidade. Sentia-me rica! E ainda íamos ao shopping depois da aula comprar roupas novas para mim! Eram apenas calcinhas que o Ricardo havia me prometido, mas já era uma experiência inédita pra mim fazer compras no shopping. E tudo isso depois de uma manhã na piscina! Uma rotina assim, só conhecia das novelas.

Durante as aulas ocorria tudo tranquilamente. No momento do recreio fui ao banheiro para fazer xixi. Mas senti minha perereca arder quando a urina descia. Fiquei assustada. Peguei um papel e quando encostei-o para secar, sentir uma dor ainda maior. Ela estava vermelha. Vesti o short rapidamente e fui procurar a minha professora.

— Professora, fui fazer xixi, e minha perereca doeu muito.

A professora pediu para eu ir na coordenação.

Entrei na sala do coordenador e contei o que aconteceu. Por ser homem, fiquei um pouco constrangida. Ele se levantou, fechou a porta da sala. Pegou a cadeira e sentou-se do meu lado.

—Michele, tem muito tempo que sente essa dor?

—Não, doeu só agora.

—Aconteceu alguma coisa aí, bateu sem querer ou alguém tocou nessa parte do corpo?

—Não.

—Você mora com seus pais?

—Não. Moro com meu tio. Mas ele está viajando essa semana, então estou ficando na casa do amigo dele.

—E esse amigo do seu tio é legal? Ele já fez alguns coisa que você não gostou?

—Não, ele é bem legal!

Então o coordenador pediu pra eu esticar os braços e olhou se tinha algo anormal. Depois pediu pra eu ficar de pé e olhou minhas pernas.

—Michele, como você está reclamando de dor e está ficando na casa de uma pessoa que não é seu parente, estou vendo se tem algum sinal de maus tratos. É para te proteger. Você poderia levantar a camisa?

Então levantei, ele me olhou, e me virou para ver as costas.

—Você está queimadinha de sol! Foi à praia?

— Não, tem piscina na casa do Ricardo.

—Nossa que legal, deve ser uma casa muito legal! Você poderia abaixar o short agora?

— O short? Mas você vai me ver pelada! — disse assustada.

— Vai ser bem rapidinho, não vou te ver, não precisa abaixar a calcinha, apenas o short. Preciso ver se tem algum sinal de maus tratos nas pernas.

—É porque eu estou sem calcinha — disse olhando para o chão.

— Por quê? Você não tem calcinha?

— Tenho, mas não tinha limpa.

— Entendi, então vire de costas e tire o short. Assim eu não te vejo.

Então, de costas, tirei meu short.

Após me olhar, disse:

—Atrás está tudo normal. Agora eu preciso ver na frente. Pode tampar seu corpo com as mãos, se quiser.

Então coloquei as mãos tampando minha perereca e fiquei de frente para ele. O coordenador estava olhando, porém eu voltei a sentir dor.

—Moço, quanto eu encosto as mãos, volta a doer.

— Pode tirá-las então.

— Mas você vai me ver.

— Não tem problema, estou aqui pra te proteger. Vai ser rapidinho. Enquanto ele dizia, foi puxando minhas mãos para o lado.

Foi um alívio, só de tirar as mais, a dor passava. Mas agora ele estava olhando minha perereca.

—Michele, sua vagina está vermelha porque parece que está muito queimada. Quando nadou nesta manhã, você estava pelada?

—Sim.

— Você passou protetor solar?

— Passei no corpo, menos aí.

—Então deve ser isso. Menos mal. Vou ligar para o seu tio pra te buscar e te levar no médico — disse enquanto pegava o short e me ajudava a vestir.

— E não fique vindo pra escola sem calcinha, você já está mocinha.

Então ele ligou para meu tio, que ligou para o Ricardo. Ele chegou, conversou com o coordenador.

— Boa tarde, Sr. Ricardo. A Michele reclamou de dor na região genital, e de fato ela está bem irritada, provavelmente foi queimadura de sol, pelo que a Michele relatou.

—Nossa, deixa-me ver Michele — disse Ricardo, se abaixando na minha frente, e afastando meu short.

Disse o coordenador, apontando para minhas partes: veja como está vermelha, mas dá pra perceber que está mais queimadinha dos lados. É melhor levá-la ao hospital.

E assim, meu tio o fez. Mas primeiro buscou os filhos no colégio e os deixou em casa, porque não sabia se a consulta demoraria. E a esposa dele teve quer fazer um plantão extra. Se o atendimento demorasse, não haveria ninguém pra buscá-los.

O Ricardo deve que me levar num posto público. Ele disse que tinha séculos que não entrava num hospital do SUS. Havia umas 20 crianças aguardando atendimento. Porém, chamavam de cinco em cinco. Depois de mais de uma hora, chamaram um grupo de crianças e eu estava entre elas. Fomos para uma sala de pré-atendimento. Lá uma enfermeira nos pesava, nos media e escrevia algo nas nossas fichas.

— Pais, para agilizarem o atendimento, peço pra ir retirando os calçados e roupas das crianças. Elas podem ficar com as roupas íntimas.

Nessa hora eu assustei, péssimo dia pra sair de casa sem calcinha! O Ricardo viu minha cara de preocupado e questionou.

— O caso dela é só uma queimadura de sol, ela pode pular esta parte?

— Infelizmente não, senhor. Todas as crianças para serem atendidas, devem ser pesadas medidas. É o procedimento. Se o médico precisar calcular dosagem do medicamento, por exemplo, ele precisará destes dados.

Outra mãe questionou: minha filha não está com sutiã. Ela pode ficar com blusa?

—infelizmente não, senhora. É o procedimento.

A garota devia ter uns 11 anos, ficou só de calcinha. Mas os peitinhos dela eram bem pequenos. Pelo menos ela tinha calcinha.

O Ricardo me ajudou a tirar a blusa e depois o short. Pronto, estava eu pelada de novo na frente de cinco crianças e cinco pais. O Ricardo forrou o banco com o short, pediu para eu sentar e cobriu minhas partes com a blusa. Quando todos tiraram a roupa, a enfermeira pediu pra fazermos uma fila do lado da balança.

—Ei você — disse a enfermeira apontando para mim — não precisa tirar a calcinha.

— Eu não vim de calcinha — disse morrendo de vergonha.

Então ela me passou na frente, pra eu poder me vestir logo.

— Fique em pé na balança, de costas para ela, com os braços esticados para baixo e a cabeça levantada. Vou te pesar e te medir.

Fiquei de costas para a balança e de frente para todos. Minha vergonha não foi maior porque só tinha o Ricardo e um outro pai. O resto era tudo mãe. E das crianças, estavam na fila, um menino de uns 5 anos, depois a menina com o peitinho de fora e aí que eu vi, tinha mais um menino pelado, devia ter uns 7 anos. Apesar de mais novo do que eu, estava com mais vergonha porque cobria o pintinho com as duas mãos. Quando terminei, fui me vesti. A enfermeira passou a menina do peitinho na frente pra se vestir primeiro também. Não sabia se era pior mostrar a perereca ou ou peito. Depois a enfermeira respeitou a fila. Chamou o menino de 5 anos e por último o peladinho. Tadinho, ele estava com muita vergonha, e a enfermeira atendeu ele por último. Ela ainda teve que pedir pra estiver as mais, pra parar de cobrir o pintinho.

Depois o médico me atendeu. Após explicar os sintomas, pediu pra eu deitar na maca. Abaixou meu short. Perguntou da calcinha. O Ricardo estava sentado na cadeira do paciente. Mas o médico o chamou para explicar o que tinha que fazer.

Disse o médico: ela está com a vagina muito irritada. Você irá passar essa pomada três vezes ao dia. Antes de dormir, ao acordar e à tarde. Por cinco dias. Se der pra ela ficar mais peladinha ou com roupas mais leve, uma sainha um shortinho mais solto, melhor. E não usar calcinha nesses dias. A pomada você irá passar nessa área externa.

Depois o médico abriu um pouco minha perereca afastando os lados com os dedos. Eu estava com muita vergonha, mas ao mesmo tempo com uma sensação muito gostosa.

E continuou: na parte interna não houve muito problema — Então pediu pra eu abrir mais as pernas — Pode passar assim então, com as perninhas mais afastadas, porque a vagina abre um pouco e você aconselhe consegue atingir todo o grande lábio.

Depois da consulta, fomos para a casa. No carro, o Ricardo disse: na hora da piscina eu não quis passar o protetor na perereca pra não te deixar com vergonha, mas era melhor ter feito né?!

—Sim, agora está doendo. Posso tirar o short?

— Agora?

— Estamos no carro mesmo, ninguém vai ver.

— Pode. O médico até pediu pra ficar mais sem roupa mesmo até sarar.

Tirei o short e foi muito bom o vento entrando e refrescando a área.

Chegamos em casa. Saí do carro usando apenas a blusa. Vierem todos perguntar o que tinha acontecido. Fui ver TV com os meninos, depois jantamos. O Ricardo me ajudou no banho. Me enxugou. Depois me deitou no sofá pra passar a pomada. Os meninos foram juntos pra ver como é. O Ricardo passou a pomada massagendo a região. A Fernanda e o Gabriel riam muito da situação. Depois o Ricardo pediu pra eu abrir mais as pernas e passou a pomada no meio da perereca. Senti meu corpo arrepiar. Foi uma sensação muito diferente, muito boa.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.