Meu príncipe patriota.

3 Tretas são coisas que não podemos prever.


Notas iniciais
HELLO AMORES ! ♥ Voltei rapidinho com um capitulo fresquinho. Obrigado aos amores que comentaram e estão acompanhando. Vocês não fazem ideia da alegria imensa que me trazem. Obrigado mesmo! Maravilhosas. Enjoy. ♥ Fics da minha amiga Destiny ♥ Principalmente para aquelas que ama o Buckyzinho. https://fanfiction.com.br/historia/728911/The_sound_of_silence https://fanfiction.com.br/historia/733560/The_girl_with_the_Sword (Leiam que vocês irão amar. Sério mesmo! ) Minha outra bebezinha se chama Ensina-me a amar. Sintam-se a vontade para ver. É com o Tony ♥ Vejam lá no meu perfil aqui em cima.

Faziam mais de trinta minutos. Trinta minutos que eu estava observando meu príncipe patriota bater em um saco de areia. Eu havia o chamado para assistir um filme em uma das salas de TV no nosso complexo que T'Challa separou para nós. O filme que escolhi era TITANIC, que ele não assistiu ainda. PASMEM!

Absurdo. Como ele não havia assistido ao filme favorito da mãe dos seus filhos e futura esposa. Hoje, eu tinha treinado com o Buckyzinho e estava toda ferrada. Aquele homem tem um prazer sádico em me bater! Logo eu, que queria arrumar uma alma gêmea para ele.

— Amor... Bucky me bateu hoje. Disse, enquanto comia uns amendoins. Deitada no tatame ao lado dele, enquanto ele batia no saco de areia.

— O que? Parou, me encarando. Assustado com o que falei. Ele pensou que desmemoriadinho tinha me batido. Bucky era um ser maravilhoso presenteado ás mulheres da humanidade. Tadinho! A idade deixava ele, meio confuso. Não era uma perfeição de homem? Fico até arrepiada.

— Não assim, príncipe patriota. Foi no treino. Ele pega pesado! Suspirei, chateada. Deitando no chão, atrás dele. Me dando um ângulo perfeito daquele bunda maravilhosa que ele tinha. Era meu futuro marido mesmo!

E lá foi minha mente nada, nada inocente. Imaginar nossos momentos super HOT's juntos. Será que ele era virgem? Me disseram que ele nunca namorou. Leia-se Buckyzinho – Meu cupido — fofinho. Eu ensinaria todos, todos os caminhos da força para ele.

Sorri, o encarando.

— Sempre quis aprender a bater em sacos. Eu sei lutar, mas na maioria das vezes... Vocês me quebram demais. Reclamei, enquanto o ouvia bater. Os socos pararam e seu olhar se fixou em mim deitada no tatame, percebi seus olhos brilharem. Seria o short ou o top? Não tinha culpa se ele me acordou 5 horas da manhã, para me treinar.

Com uma breve pausa para o almoço, e me entregou nas mãos do braço de metal. Que só não quebrou meus ossos, porque ria com as besteiras que eu falava para ele.

—Venha aqui, pequena. Disse Steve, estendendo a mão para mim. Me levantei e fui até ele, enquanto ele segurou meus pulsos. Me posicionado para bater no saco corretamente, suas mãos na minha cintura.

— Bata firme e repetidamente. Sussurrou no meu ouvido. Chorei e não digo por onde.

— Nossasinhora das mulheres que tem um abismo pelo Capitão América! Fui para o paraíso. Disse, baixinho. Tentando lembrar de como se respira. Inspira e expira. Inspira e expira. Fiz como ele me disse por uns 10 minutos, com ele de tempos em tempos segurando minha cintura.

Será que ele queria me enfartar?

—Está indo bem. Então, vamos ver o filme? Perguntou, me soltando. Bufei, quando ele me largou. Eu estava indo tão bem, uma aula maravilhosa agarradinho com meu príncipe patriota.

— Vamos. Aí! Não acredito que vou assistir Titanic com você. Com meu homão da Porra! Disse, o olhando e dando pulinhos de alegria. O abracei, encantada.

Fui para meu quarto, tomar banho e ele foi para o dele. Imaginei, o dia que tomaríamos banho juntinhos. Suspirei, sonhadora. Coloquei meus shorts e uma camiseta de alça. E fui para a sala de TV, preparar o filme. Chegando lá, todos estavam lá. Tipo, todos...Sam, Wanda, Bucky, Clint, Natasha, T' Challa e meu doce Steve.

— Gente, quem abriu as portas do mutirão? Perguntei, com as mãos na cintura. Era um programa romântico meu e do meu amorzinho Aka Steve.

— Steve nos chamou, para assistir filmes. Disse Sam. Eu amava aquele passarinho, mas eu queria mata-lo. Bufei, chateada. Não acreditando que meu príncipe patriota havia chamado aquele monte de empata- foda para estragar nossa noite. Será que ele não entendeu o recado? Que era um momento só nosso? Ou será que ele não queria ficar sozinho comigo? A última possibilidade rachou meu pequeno coração em dezenas de pedaços. Porque eu não me apaixonei pelo T’ Challa que era rei? Eu já era uma rainha. Só faltava a oficialização desse meu status poderosíssimo.

Andei, ignorando os olhares de Steve sobre mim. Fui sentar ao lado do meu rei favorito da vida.

— Oi T’Challa, meu gato. Você está uma visão dos deuses essa noite. O Deus Rá até sorriu para você. Confesso que Bastet e Sehkmet são as minhas deusas favoritas... Enfim. Sorri, para ele que estendeu a mão como um perfeito cavaleiro. Que homem, meu Deus do céu! E eu adorava mitologia egípcia. E ele apesar de ser ocupado, de vez em quando me dava umas aulas sobre isso.

— Você também está muito bonita, Ísis. Como, a deusa. Disse ele, todo educado e formal.

— Assim, você me deixa sem graça. Sorri, tímida. Não era do meu feitio, mas aquele homem era um escândalo. Não, como o meu príncipe patriota. Mas, ele estava na seca do desespero por ter chamado todos para NOSSA noite do cinema. E eu deixaria ele lá.

Me sentei do ladinho dele e peguei a pipoca e o refrigerante.

— Que filme é esse? Perguntei, toda feliz querendo saber.

— Invocação do mal. Respondeu Bucky, prestando atenção na tela. E eu até engasguei com refrigerante.

— Esta repreendido! Gritei, me levantando de onde eu estava. – Vocês querem me foder? Perguntei, desesperada. Steve pigarreou, só que dessa vez eu não dei a mínima. Eles deram pausa. A mulher deu um grito e eu tapei meus olhos na hora.

— O que foi, Ísis? Perguntou Bucky, solicito.

— Ela tem medo de filmes de terror. Disse Wanda por mim, eu estava tentando voltar a respirar. Estava até soando frio, meus olhos se encheram de lágrimas. Porque isso só acontece comigo? Uma pessoa tão debóista como eu não poderia sofrer assim. Eu só queria uma noite, com o meu homem. Chorar em um bom filme de romance e quem sabe com sorte roubar uns dois a dez beijos do Steve, enquanto ele me consolava. Porque tudo tinha ido para a merda?

— Ela realmente tem muito medo de filmes de terror. Reafirmou, Wanda. – Acho que ela vai até passar mal. Disse, com aquele sotaque bonito que ela tem. Achava deselegante, a leitura da minha mente. Mas, era por uma boa causa.

Comecei a tremer e ofegar, caminhando para a porta não olhando para TV. Não olha, não olha!

Meu doce e bonito capitão américa veio para perto de mim todo preocupado e pegou em minha mão. Me levando para fora da sala, corri o mais rápido que meus pés conseguiam longe daquela sala azarada que fodeu a minha noite.

Entrei no meu quarto, desesperada. Só esperava não ter estragado a noite de todos mundo que era para ser a minha noite. Meu momento com meu príncipe patriota. Porra! Vai ver não é para ser. Não somos almas gêmeas e não teremos mini-caps gêmeos loirinhos que seriam a cara do pai. Eu sonhei alto demais.

Abracei meu boneco do homem de ferro completamente desiludida. Talvez, o amor não tenha sido para mim. Suspirei, apertando meu Tony de pelúcia.

— Pelo menos, você me ama... Não é Tony? Disse, tentando conter minha vontade de chorar. – Tem muitos outros boys por aí. Afirmei, tentando me recuperar.

MAS, EU QUERO MEU PRINCIPE PATRIOTA! Gritei, comigo mesma.

— Ísis. Ísis, eu quero falar com você. Disse, Steve. Batendo na porta do meu quarto. Levantei, ainda abraçada ao Tony. Que não me traia e não me empatava. Tony era fiel.

Abri a porta, e lá estava o culpado pela minha desordem mental.

— Diz, príncipe patriota. Sussurrei baixinho na fresta da porta.

— Me desculpe, pequena. Se eu soubesse do filme de terror, jamais deixariam colocar. Disse, me olhando todo arrependido.

— Sem problemas, Steve. Acontece. Disse, calma. O meu problema não era só o filme de terror. Era ele! Não me deixava entrar, não me deixava me aproximar. Ou talvez, eu fosse a louca afobada mesmo. Fechei a porta, ainda o vendo com as mãos encostadas na porta.

Eu não posso superar a timidez e o medo por você, príncipe. Por mais, que eu queira. Pensei, tranquila.

Deitei e me agarrei ao meu Tony de pelúcia, que nunca me decepcionava.

Tinham se passado dois dias da trágica noite do cinema. Eu treinava com os meninos e todos me pediam desculpas pelo ocorrido. Bucky prometeu que jamais veria filme de terror... Meu desmemoriado fofinho não era um amor?

Evitei meu príncipe para não cair em tentação. Todos me diziam, que Steve estava chateado e incomodado com o meu distanciamento. Afinal, hoje seria a minha primeira missão. Eu podia sentir, como todos estavam excessivamente preocupados com isso.

Até T’Challa se ofereceu para ir comigo. Mas, eu tinha treinado e não fazia sentido todos estarem com medo ou preocupados. Tudo bem, eu era a caçula e irritantemente adorável.

Vesti meu uniforme que era muito parecido com o de Natasha, só que preto. Eu era meio gótica.

Me dirigir para o quinjet toda empolgada e nervosa. Nós tínhamos que recuperar armas da Hidra vendidas ao um grupo de terroristas.

— Prestem atenção. Entramos e destruímos as armas, prendemos os terroristas e partimos. Disse, Steve. Que estava a reencarnação de um Deus grego naquele uniforme do Capitão América. — Bucky e Wanda prenderão os terroristas. Eu e Ísis destruiremos as armas. Acenei em concordando. Que culpa eu tinha se ele quisesse ficar pertinho de mim?

Não vou fazer a fina e fodona. Ergui a faca na minha mão, e a fiz flutuar com minha mente. A girando, girando. Afinal, eu tinha uma corrente de ansiedade constante no meu corpo.

— Está nervosa? Perguntou, meu príncipe patriota. Impossível não sorrir com sua atenção. Meu amorzinho!

— Só um pouco, amor. Disse, o olhando. Ele sorriu, tímido. Já ficando vermelho.

— Não se preocupe, eu te protejo. Afirmou Steve, entrelaçando nossas mãos. Duas frases que ele dizia e eu já estava sonhando alto de novo. Encostei minha cabeça em seu ombro, era o meu príncipe patriota.

— E eu te protejo também. Disse, fechando os olhos para apreciar aquele momento.

Chegando na missão, caminhamos para fora do quinjet. Invadimos o local, recebendo tiros que foram prontamente bloqueados por mim. Steve na minha frente, buscando as armas. Não minto! O lugar era sinistro. Me arrepiava de pavor, querendo cumprir a missão e sair dali.

Quando achamos o primeiro galpão de armas, vimos Bucky lutando com uns 5 caras. Definitivamente, o desmemoriadinho era fodão. Ele batia tão rápido nos caras que ele nem tinham tempo para reagir. Eficiência pura!

Steve estava tão concentrado em destruir as armas, que quase não viu quando o cara foi para cima dele. O homem tentava bater nele e sem sucesso nenhum. Assim, que outro cara veio até ele e jogou uma granada.

— Steve. Gritei, correndo em sua direção. A granada explodiu em cima de nós três, meu escudo surgiu tão rápido em um reflexo para proteger a mim e a Steve que durante a explosão o impacto em meu escudo me arremessou no contêiner de metal a uns 10 metros de nós.

— ÍSIS! Ouvi Steve, gritar meu nome.

Senti algo quente escorrer por minha cabeça, enquanto tentava lutar contra a tontura. Meu corpo estava tão pesado e sentia uma dor horrível no braço e em meu abdômen.

— Ísis, amor. Fala comigo, por favor. Ouvi a voz de Steve, desesperada me chamando. Caramba! Ele me chamou de amor. A batida deve ter sido foda mesmo, estava até alucinando. Tentei falar algo, mas minha voz não saia.

— Precisamos tira-la daqui. Ouvi a voz do desmemoriadinho longe e estranha.

— Deus, ela está sangrando. A voz de Steve ecoou com dor perto de mim.

Tudo estava ficando tão escuro e frio...

Notas finais
Vishii! Acho que as coisas não correram como o esperadas. Nossa Ísis ferida, nosso Cap desesperado. Próximo capitulo Pov Steve. Gostaram?