Meu príncipe patriota.

16 Desfrutando de amor e paz.


Notas iniciais
Hello, amores. Qto tempo! Primeiramente, queria pedir desculpas pela demora mais que absurda. Falha minha. ♥ Mas, trago um capitulo romântico e com nosso HOT de cada dia. Falar em HOT, queria pedir uma opinião... Bem, vocês acham que em minhas fics. Tem muito, pouco ou está equilibrado? Digo, as cenas HOT? Me digam nos comentários. Se vocês quiserem! Segundamente, obrigado pelos maravilhosos comentários dos últimos capítulos. Fico sem palavras! E agradeço de todo o coração. Vocês me motivam e me animam! Obrigado pelo carinho e apoio de vocês. Sem mais e mais delongas. Enjoy!

O som do mar era um calmante natural. O mundo havia sumido e só existia nós nele. O México tinha uma beleza extraordinária e Tulum era incrível. Desde que chegamos à um dia, tem sido as melhores horas que pude ter. O lugar onde ficamos hospedados era perfeito. E Steve dedicava cada segundo à mim.

Amava aquela paz que eu sentia, quando estava com ele. Sabe, aquele alívio de estar com alguém que você ama e te ama? Steve me olhava, como se eu fosse a coisinha mais preciosa do mundo.

— Você está feliz? Questionou, sorrindo enquanto acariciava meu rosto.

— Felicidade não é a palavra certa para descrever, meu picolézinho de morango. Respondi, lhe dando um longo e calmo selinho. Senti seus braços me cercarem, um aperto tranquilo em minha cintura. Deitei em seu peito, relaxando... Suas mãos imediatamente acariciaram meu cabelo. Deus! Como eu amava isso. Steve era o meu lar. Minha salvação! Eu tinha essa certeza na alma. Ele era meu passado, presente e meu futuro. Relaxei em seus braços, me entregando ao sono.

Um grito agudo de pura dor entrou em meus ouvidos. Como, se alguém tivesse agonizando. O lugar era tão escuro e a vida parecia ter sido sugada dali. Onde estava todo mundo?

O grito de dor soou pela segunda vez. Corri em direção do grito, eu precisava ajudar. Olhei em volta, seguido o grito. Será que ninguém ouvia esse grito? Entrei em uma sala que mais parecia um galpão... A luz no meio focado em uma mulher de vestido branco que estava vermelho de sangue, encolhida em uma posição fetal. Ela estava tão machucada. Corri, para socorrer. Pisando na poça de sangue que ficava ao seu redor. A segurei em meus braços, tirando os cabelos de seu rosto. A largando no chão...

Ao ver que a mulher era eu. E de repente, eu era a mulher no chão e não mais uma mera espectadora.

O sangue flua da minha boca e um dos meus olhos estava tão inchado que eu não conseguia ver. Cada respiração, lenta, profunda e dolorosa... Eu sentia cortes ardendo em cada sentimento do meu corpo. Estava sendo brutalmente torturada... Sangue demais. As lágrimas desceram quentes, fazendo o meu rosto queimar pelos ferimento. Os soluços mal saíam da minha garganta. Apenas, um grunhido agoniado.

Sentia que iria me afogar em meu próprio sangue.

— Steve... Tentei gritar, mas nada saiu. Steve me salvaria. Se ele não chegasse, eu morreria. Precisava de ajuda, precisava dele. — Steve. Chamei, outra vez e outra. — Me salve. Implorei, gritando. Estava tão ferida e não conseguia me mexer.

— Ísis! Escutei ele me chamar. Finalmente! Ele estava aqui. Tinha vindo por mim. Vindo me salvar. Gritei de dor ao ouvir sua voz e tente me mexer. Respirei fundo, tentando ignorar toda a minha dor. Mas, era impossível. Choraminguei mais uma vez, tentando achar Steve entre lágrimas e meus ferimentos.

Quem havia feito aquilo comigo?

Onde eu estava?

— Steve. Eu vou morrer. Disse, sentindo minhas forças se esvaírem. Eu estava morrendo...

— Ísis... Chamou, parecendo desesperado. – Ísis, amor. Abra os olhos. Pediu, senti seus braços me cercarem.

— ÍSIS! Gritou, abri os olhos enxergando Steve me sacudindo em seus braços. Ele estava angustiado e seus olhos lacrimejavam. Olhei meu estado e estava soando frio, ofegante. Que merda era aquela? Seus braços estava me segurando tão apertado, como se fosse me proteger de uma bomba. – Ísis. O que foi isso? Questionou, tão assustado.

Voltei a chorar, sentindo o impacto daquele pesadelo horrível. O abracei, escondendo meu rosto em seu peito aspirando seu perfume. Sabendo que aquilo me acalmaria. Steve estava ali e ele sempre me protegeria.

— Um pesadelo. Foi apenas um pesadelo. Respondi, afirmando para mim e para ele.

— Me conte. Sua voz cheia de autoridade, sem chance para rodeios.

— Eu estava morrendo. Disse, me escondendo instintivamente em seus braços. – Alguém tinha me torturado. Tinha tanto sangue e eu estava... Tão ferida. Gritando. Sabia que iria morrer.

Steve me apertou ainda mais em seus braços. Suas mãos foram para meu rosto, secando minhas lágrimas.

— Você está comigo, amor. E nunca vou permitir que nada machuque você. Assegurou meu Capitão, me olhando com seus brilhantes e poderosos olhos azuis. – Eu cheguei você estava chamando meu nome, pedindo para que eu te salvasse. Você estava tão frágil, encolhida na cama. Gritando... Quase enlouqueci, amor. Disse, beijando meu rosto, carinhosamente. Suspirei, aliviada por tê-lo comigo.

— Só foi um pesadelo, baby. Um horrível e nítido pesadelo. Mas, ainda sim... Somente um pesadelo. Disse, lhe dando um selinho carinhoso. Steve assentiu, me beijando profunda e carinhosamente. Como, se quisesse passar todo amor, carinho e proteção naquele beijo. Meu capitão era e sempre seria perfeito!

— Descanse, baby. Afinal, foi para isso que viemos. Afirmou, me deitando e me enlaçando em seus braços. – Não se preocupe, sempre estarei aqui. Ao seu lado. Sussurrou, em meu ouvido.

— Vim para cá para muitas outras coisitas, também. Disse, sorrindo. – Agora, venha aqui e ame sua namorada carente. Pedi, ansiosa. O abraçando, Steve sorriu aliviado ao me ver no meu estado de espirito natural.

— Tentador. Bastante, aliás. Mas, não vimos ao México para ficar somente no quarto, Ísis. Disse, com aquele tom que usa para me dar sermões. Fiz um gemido de desistência e me ergui para andarmos pela praia.

— Já que você insiste, Capitão. Vamos lá! Disse, alcançando um biquíni na mala. Tendo uma ideia para convence-lo a ficar comigo aqui. Não sei, se seria difícil. Steve é bem decidido quando quer. Tirei a camisola que estava, olhando para Steve o provocando. Virei de costas para ele, colocando a parte de baixo do biquíni. Nesse momento, senti as mãos de Steve deslizando por minha cintura e costas.

— Mudei de ideia. Disse, sussurrando em meu ouvido e arrepiando minha pele.

— Mudou? Questionei, me encostando em seu peito, apreciando a maravilhosa sensação de ter seu corpo colado ao meu. Meu capitão me virou para ele, me dando um beijo apaixonado e possessivo. Fui erguida em seu colo facilmente, enquanto Steve me colocava na cama. Seus olhos brilhantes e cheios de luxúria. Nunca me cansava daquele olhar sobre mim e de da certeza que Steve me desejava. Me fazia tão bem!

Suas mãos foram para o meu quadril, tirando o biquíni. Acabei me colocando de joelhos tirando a camiseta de Steve, a jogando ao lado da cama. E me livrando de sua bermuda. Ele segurou em minhas mãos e olhou em meus olhos, seus olhos haviam tantos sentimentos.

— Amo amar você, Ísis. Você é a minha paz. Disse, segurando minha cintura. Voltando a me beijar, sua língua exigindo passagem e explorando minha boca. Seu beijo me enlouquecia, me tirava do eixo, deixando-me a sua mercê para que ele fizesse o que bem aprouvesse.

— Steve, eu te amo tanto. Você é minha vida e minha alma. Disse, hipnotizada pelos seus carinhos. Meu capitão se concentrou em meu pescoço, o lambendo e chupando, não tive outra alternativa à não ser gemer em seus braços. Deslizando minhas unhas sobre suas costas. Ele desceu para meu colo dando selinhos calmos e sem nenhuma pressa. Para minha imensa tortura, Steve tinha o talento natural para me enlouquecer e ele somente melhorava.

Ergui minha coluna instintivamente em direção a ele o dando mais acesso. Ao sentir seus lábios tocarem em meu seio, chupando e lambendo.

— Steve. Gemi, segurando seu cabelo que estava maior. Ele ergueu sua mão, acariciando o outro. Entrelacei minhas pernas em sua cintura, rebolando em busca de contato. Steve gemeu baixo, me olhando maliciosamente. Sorri, encantada. Me sentia mais que privilegiada recebendo aquele olhar dele. Ele desceu beijando meu abdômen até minha intimidade. Porra! Nunca me acostumaria com isso. Steve já tinha feito várias vezes e fica cada vez melhor. Coloquei minha perna em seu ombro, lhe dando mais acesso. Sendo sincera, era uma visão e tanto.

Começou, como um beijo delicado. Provando, acariciando sem pressa. Me fazendo gemer seu nome em abandono.

Steve amava me ver refém de suas carícias. Seus olhos brilharam em alegria, desejo e possessividade.

— Uma vez, prometi para mim mesmo que você seria minha. Disse, voltando a me beijar. Me fazendo sentir meu gosto em sua língua. — E está aqui. Entregue, gemendo meu nome em meus braços. Minha para sempre!

Assenti, o olhando encantada. Eu precisava ouvir que Steve me queria, que ele era meu. Uma necessidade sombria da minha alma.

— Você é meu, Capitão. Jamais se esqueça disso! Afirmei, enquanto o via se livrar de sua boxer. Ele sorriu, ao ver minha possessividade por ele. Steve me penetrou, me fazendo perder qualquer linha de raciocínio. Eu só conseguia senti-lo me invadir com força, mas ao mesmo tempo com certo cuidado. Eu podia sentir sua proteção sobre mim, mesmo nesses momentos. O ouvi gemer meu nome, sussurrado em meu ouvido. Me arrepiando, enquanto ele me possuía.

Arranhei suas costas, o fazendo segurar minha cintura. Me sentia perto do ápice com investidas de Steve. Sua boca procurou a minha, me beijando. Exigente e poderoso.

— Ísis! Minha Ísis. Disse, assim que nos separamos. Olhei nos olhos de Steve, o encarando. Assim, como ele olhou nos meus.

Atingimos o ápice juntos. Gemendo em uníssono. Enquanto, Steve me cercava em seus braços ofegante. Absolutamente lindo!

— Praia? Daqui a pouco? Questionou, sorrindo.

— Não. Quero mais de você! Muito mais. Sussurro, em seu ouvido. Observando com prazer ele se arrepiar, voltando a me deitar na cama. As praias do México podiam esperar.

Horas depois, nós estávamos observando as estrelas. A visão era deslumbrante, Steve sorria e parecia tão calmo e feliz. Para o meu imenso alívio. Eu não queria ir embora.

Ficar assim com meu capitão, desfrutando de um vista linda, do mar e tardes repletas de amor parecia ideal para mim.

— Amo te ver assim. Disse, acariciando seu rosto.

— Assim como? Questionou, curioso.

— Tranquilo, feliz... Amo te ver assim, meu príncipe patriota. Disse, sorrindo.

— Só fico assim, quando estou com você. Respondeu, me abraçando. Enquanto, voltávamos a ver o céu nos sentando na areia.

Notas finais
Quero compartilhar com vocês algumas fotos de um hotel lindo em Tulum e que imagino que Steve e Ísis ficaram. https://www.instagram.com/p/BYs4DBXnJyr/?taken-by=azuliktulum https://www.instagram.com/p/BXfhftfHhNL/?taken-by=azuliktulum https://www.instagram.com/p/BXI7TNanf7U/?taken-by=azuliktulum (Quartinho deles) https://www.instagram.com/azuliktulum/ > Aqui é o insta do hotel. É um lugar magnifico! Vejo vocês em Traga-me a luz. Até o próximo e Steve ama vocês.