Meu pesadelo Benjamim
10 Estacionamento. [+18]
Notas iniciais
— Um castigo irá fazer seu comportamento melhorar. – falou – vem comigo.
Ele passa para o banco de trás, eu viro, me chama com o dedo. Eu não fazia ideia do que estava pensando, mas obedeci, fui para lá e sentei ao seu lado.
— Bom. Agora deita no meu colo.
— Deitar?
— Isso, com a bunda pra cima.
Estranhei um pouco, mas acabei fazendo. Encostei o tórax nas coxas dele.
— Erga os quadris.
— Tipo, levantar a bunda?
— Isso.
Fui levantando.
— Assim está bom.
— O que vai fazer?
Não era uma posição que pudesse fazer algum sentido. Eu estava deitado de barriga pra baixo no colo dele. Botou uma mão nas minhas costas.
— Ei, o que....
PAF.
— Ah! – virei a cabeça – voc.... – ele empurra a minha cabeça de volta.
Isso, ele me deu um tapa na bunda.
— Vai ficar quietinho enquanto recebe a sua punição. CERTO, Ariel?
— C-Certo...
PAF!
— Ahn....
— Vamos, diga você foi um garoto muito malvado.
— E-Eu....
PAF!
— Não estou ouvindo.
— Eu fui um garoto muito... Malvado...
PAF!
Meu corpo ia levemente para frente quando ele batia – não era muito forte, nem doía. Acabei erguendo um pouco mais os quadris espontaneamente.
— Repita.
— Eu sou....
PAF!
— Ahn, Benjamin....
— Não ouvi.
— Um menino mal....
PAF!
— Anh...
Pausa breve.
— Por que parou? – eu estava ofegante.
— Estava gostando?
— N-Não...
— Ah é mesmo? – ele desliza a mão do traseiro até as protuberâncias circulares logo abaixo, em seguida se guia até...
— Nhm.... – gemi.
— Parece que estava gostando.
Ele começa a me massagear por cima da roupa.
— Ahn... Benjamin....
— Talvez eu devesse te dar um castigo maior. – sorriu maliciosamente.
Puxou minha calça de moletom cinza junto com a cueca – deslizou com facilidade até metade das coxas – eu ainda estava deitado na mesma posição. Pegou algo no próprio bolso, um frasco com um líquido transparente e despejou entre as minhas nádegas.
— O que é isso? – era gelado.
— Lubrificante.
Depois de despejar quase todo pote o guardou novamente. Dirigiu o dedo até a entrada rosada, e espalhou o líquido frio por toda região.
— Ahn.... – era bom.
— Vira. – exigiu.
Deitei de barriga pra cima ainda no colo dele, consegue puxar o resto da calça. Consigo sentir ele duro nas minhas costas.
— Ariel, se quiser se livrar da punição terá de me fazer sentir prazer, é o pagamento. – mostrou aquele mesmo sorriso.
— Seu pervertido... – eu devia estar muito vermelho.
Me ergui, abri o zíper da calça dele e o coloquei para fora. Sentei no colo dele – ainda um pouco distante do membro – e comecei a desabotoar sua blusa. Ele não se moveu. Beijei seu pescoço até sua orelha onde comecei a mordicar o lóbulo.
Passei as mãos no seu peito firme e quente, senti ele ofegar. Logo, agarro o membro com a mão e o coloco na entrada rosada envolta pelo líquido gelado. Senti ele entrar e separar as paredes até o fundo, era quente, pulsava de uma forma intensa. Acabei me sentindo mais duro.
Coloquei minhas mãos nos ombros dele enquanto começava o movimento ritmado de subir e descer. Percebi que eu trabalhava sozinho dessa vez. Ele apenas me olhava com uma cara maravilhosamente gostosa pra mim.
Comecei a gemer, mas tentei me conter para não aumentar o tom. Tentei me masturbar junto, mas ele agarrou meus punhos me fazendo cair levemente para o ombro dele enquanto ainda fazia os movimentos.
— Não, nada de se tocar. – sussurrou no meu ouvido.
— M-Mas....
Ele me beija. A solução que encontrei foi aproximar minha virilha da barriga dele, eu conseguia me esfregar de alguma forma, me dando leves sensações de prazer.
— Ah! Benjamin....
Comecei a suar, meu ritmo estava ficando mais rápido. Percebi o carro começar a balançar. O membro quente dele me deixava cada vez mais excitado quando eu contraía os músculos do orifício. Ele gemia mais forte quando eu o fazia.
— Benjamin, me deixa.... – tentei soltar meus pulsos, mas ele não deixou.
— Quer que eu toque em você? – perguntou ofegante.
— Quero....
— Então implora. – mordiscou o próprio lábio.
QUE?!!
— Não...
Ele me afasta da barriga dele. Já não conseguia tocar meu membro em nada, apenas o sentia entrar e sair de dentro de mim.
— Implore.
— N-Nam..... Por.... – meu corpo estava quente – Por favor Benjamin....
— Não me convenceu.
— Por favor Benjamin, eu…. Eu te imploro, toque em mim…. – eu ofegava mais.
— Sabe por que você está me implorando Ariel?
— Porque eu.... Porque eu fui um menino mal....
Ele sorriu. Me puxou para perto bruscamente enquanto apertava minhas nádegas com força. Saiu um gemido alto sem querer. Me chupava forte no pescoço enquanto passeava com as mãos pelo meu corpo.
Me afastei um pouco, ele abre os botões da minha blusa e desliza a mão para a minha barriga enquanto beijava os mamilos. Meu membro pulsava implorando que ele o tocasse. Aumentei meu ritmo em cima dele, Benjamin gemeu. E finalmente.
FINALMENTE. Ele abraça a área firme que tanto o esperava. Iniciou os movimentos de cima a baixo aumentando a intensidade. Eu sentia essa parte do meu corpo muito quente. O carro parecia querer andar a qualquer momento de tanto que se movia.
— Ahn.... Ahn…. – senti o suor escorrer pela testa.
Ele aumentou a velocidade, eu estava quase chegando ao êxtase porque ia muito rápido enquanto tocava meu corpo com a outra mão. Vi com olhos semicerrados o rosto dele, que começava a ficar vermelho.
— Ariel....
Quando começava a sussurrar meu nome, significava estar perto. Aumentei ainda mais a intensidade. Tive de tomar cuidado para não bater a cabeça no teto do carro.
Fiz movimentos um pouco diferentes, remexi meu quadril ainda com o membro dentro, ele jogou a cabeça pra trás, e os movimentos de sua mão aumentam. Ofegava muito. Os gemidos foram aumentando, aumentando, até que...
O líquido quente entra na mesma hora que o meu corpo libera. Foi uma sensação nova, tão deleitosa que revirei os olhos. Gozamos juntos pela primeira vez.
Me deitei no peito dele enquanto ainda tentávamos reaprender a respirar. Ele me abraça, ficamos daquela forma durante uns vinte segundos sem falar nada.
...
— Ariel... Você me sujou todo.
— Acabou a.... Minha punição?
Ele ri.
— Por agora sim.
— Talvez eu deva fazer mais coisas erradas...
— Que garoto atrevido. – sorriu.
Depois de nos arrumarmos lá dentro do carro e tudo mais, ficamos sentados no banco de trás um do lado do outro. – estávamos vestidos.
— Quer subir? – perguntei.
— Não posso hoje. Meus pais vão estar em casa.
— Sério? Que bom, eu acho....
— E quanto a sua amiga?
— Vai ficar irritado se eu ainda for amigo dela, mesmo que não tenhamos mais nada entre nós?
— Só se você me apresentar. Assim posso garantir que não faça nada que não deva, garotinho.
— Ok então. – sorri.
— Ainda está bravo sobre aquela conversa que tivemos no banheiro Ariel?
— Não.... Desculpe, eu fui um pouco infantil...
Ele me puxa pelo ombro e beija minha cabeça.
— Ariel.
— Sim?
— Acho que o que sinto por você é muito mais do que atração.
Senti meu coração bater forte.
— Quanto tempo mais vai me fazer esperar pela sua resposta?
Comecei a ofegar.
— Ah, A-Ah, B-Bem eu.... – e a gaguejar também.
— Não tenha medo, eu nunca irei te deixar. – sorriu.
Engoli o seco.
— Ainda preciso de tempo.... Só mais um pouco...
Ele parece decepcionado.
— Bem, aqui está.
Me entrega uma bolsa preta de uma alça só.
— O que tem?
— Alguns brinquedos que trouxe para o Ítalo. Prometi a ele que faria um carrinho de madeira, acabei fazendo outras coisas.
Ah, que bonitinho Benjamin...
— Obrigado... Tenho certeza que ele vai gostar, Benjamin.
— Se quiser pode me chamar de Ben.
— Ok. – sorri.
— Tenho que ir agora.
Coloquei a alça da bolsa no ombro, e antes de sair, ele colocou a mão gentilmente no meu rosto. Coloquei a minha sobre a sua.

Me beijou em seguida.
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