Meu Querido Padrasto.
42 Capítulo 29 - Parte 1.
POV EDWARD
Renée e Eu, ainda estávamos no hospital sem noticias de Bella. A única coisa que sabíamos era que ela estava com duas costela quebradas, e a perna direita também. A pancada na cabeça havia sido muito forte, por isso ela havia entrado em coma. E ela tinha a chance de ter perda de memória. O que eu estava agradecendo, por mim ela jamais saberia pelo o que havia passado, eu começaria do zero com ela.
— eu sou uma péssima mãe – murmurou Renée
— Fico feliz que saiba disso – eu estava serio. Eu não conseguia conversa com Renée, não depois de tudo.
O Doutor Luiz, voltou a sala de espera.
— então Dr. Alguma noticia? – perguntou Renée a ele.
— nenhuma. Ainda temos que esperá-la acorda, Senhora Swan. – era sempre essa a resposta dele, esperá-la acorda. E se minha criança nunca acordasse?
— Edward, vá para a casa. Descanse qualquer coisa eu lhe aviso. – disse Renée
— Não, não saio daqui ate levá-la junto. – respondi prontamente.
Meu bolso começou a vibrar, era o celular de Bella que eu havia trazido junto.
Olhei no visor ‘ numero desconhecido’.
— Alô?
- Edward, aqui é a Elizah acabei de pousar em Milão em qual hospital você está?
— garota, você é louca! Você esta aqui em Milão?!
- Estou, quando nos encontramos lhe conto. Em qual hospital a Bella esta?
— Hospital Santa Marie – respondi.
- OK – e desligou na minha cara.
Guardei o celular de volta no bolso da calça e fiquei andando de um lado para o outro, ora sentava, ora ia à recepção.
UMA HORA DEPOIS
— Ah sua vagabunda – chegou uma adolescente loira xingando Renée, levantei rapidamente do estofado e me coloquei na frente de Renée.
— Ei, quem é você? – perguntei a garota que estava bufando de raiva.
— Elizah, amiga da Bella e sai da minha frente Edward. Quero acabar com a raça da Renée! – eu já estava ficando com dor de cabeça, puxei Elizah pelo o braço longe de Renée.
Comecei a arrastá-la para um corredor vazio.
— Elizah, para. Renée já sabe que errou.
— Ah, talvez ela tenha esquecido, me deixe relembrá-la. – rolei os olhos.
— Para com isso, menina.
— Edward, se algo de ruim acontecer a Bella, eu a mato. – ameaçou.
Não respondi e mudei de assunto.
— O Dr. Luiz veio avisar que só teremos que esperá-la acorda. – eu disse
Elizah encostou-se à parede azul céu, de olhos fechados.
— Estou preocupada – ela falou – minha amiga não merece passar por isso.
— Eu sei, ela não merece. – respondi.
— Você já ligou a Nicke? – perguntou-me.
— Não liguei para ninguém – tirei o celular do bolso e passei a ela. – Bella ficara feliz que a amiga dela tenha noticias. – ela sorriu desanimada e pegou o celular de minha mão. Se afastando para liga a Nicke.
DOIS MESES DEPOIS
POV ELIZAH
Dois meses haviam se passados e Bella ainda não havia acordado, eu e as garotas mais Edward estávamos revezando. Um dia alguém ficava no hospital e no outro era outra pessoa.
Ontem havia sido Edward, e hoje era minha vez. Renée não aparecia mais por aqui – por mais que ela quisesse – era porque nós havíamos proibido a entrada dela.
Desde o dia que eu havia chegado Bella não havia tido nenhuma melhora e tampouco ruim.
Edward estava o que podemos dizer? Hmm... acabado, ele mal comia as vezes. Sua rotina era essa: acorda e vim por hospital. Ele estava tentando desde sempre entra no quarto onde Bella estava, mas não era permitido. Apenas se a paciente estivesse acordada essa regra era idiota!
— Dr. Luiz? – chamei quando ele passou por mim, apressado e com um olhar cansado.
— Pois não, Senhorita Stephon?!
— Eu posso lhe perdi um favor? – perguntei receosa.
— Farei o que tive ao meu alcance, mas diga...
— Teria algum jeito de o senhor me dar a permissão de entrar no quarto de Bella Swan? – eu sabia que ele não deixaria, mas as esperanças são as ultimas que morre.
— Sinto muito, mas não será possível. A entrada só é permitida no seu horário caso a paciente estiver acordada. – mordi inferior.
— Dr. Por favor, isso é muito importante, eu preciso vê-la. O senhor sabe, ela é minha amiga e Edward só falto arranca os cabelos de preocupação... – murmurei. – só quero dez minutos. – se ele me permitisse para ajoelhar a sua frente eu faria, melhor dizendo eu estava quase fazendo isso.
Eu não sabia o que me levava a perdi isso a ele, eu queria ver Bella, mas eu sabia que não era possível, mas algo me dizia que eu tinha que insisti, eu precisava vê-la.
— 10 minutos, ficarei no lado de fora esperando. – sorri.
Se ele não fosse tão velho, eu juro que lhe daria um beijo de agradecimento.
Estávamos no horário de almoço, por isso não havia muita gente nos corredores, entramos em um corredor privado, onde havia varias portas brancas com pequenas placas, com os nomes dos pacientes.
Paramos em frente de uma que dizia ‘ Isabella Swan’.
— 10 minutos – falei a ele, e abri a porta.
As coisas dentro do quarto pareciam mais assustadores do que os melhores filmes de terror... Se eles queriam que seus pacientes melhorassem deveriam colocar mais cores vivas, mas pelo contrario. Tudo era branco e cinza, dava um tom de doença e sofrimento.
Fui ate a maca, onde Bella estava em sono profundo. sua perna direita estava fora do lençol, com um geço em volta do joelho para baixo. Percebi que em seu rosto não havia nada grave, apenas pequenos arranhões sobre o lábio superior e nas sobrancelhas. Ao seu redor vários aparelhos.
Fiquei a encarando, eu daria um jeito de fazer Edward entra para vê-la. Mas eu não queria que ele sofresse mais do que está. Se eu pudesse matar a velha da Renée e arrancar todas suas unhas com o alicate seria uma grande satisfação. Porém, as meninas não me deixavam a chega nem meio metro dela.
Eu tinha medo de imaginar quanto tempo minha amiga ainda passaria por tudo isso, era já havia passado por tudo que tinha que passar e agora mais essa! Era com certeza era uma garota batalhadora. Do mesmo modo que todos nós havíamos esperanças dela acorda um dia, também tínhamos medo que esse dia nunca chegasse. Tremíamos pelo o dia que o Dr.Luíz chegasse e perguntasse se poderia desligar as maquinas.
Continuei mais um pouco no quarto, quando um leve levantamento de seu dedo indicador, me atrai atenção e em seguida um pisca de olhos fechados.
Minha mente armando uma peça? Ou ela estaria acordando?
Foi quando ela abriu os olhos rapidamente e os fechou com a mesma rapidez que abriu. Em menos de um minuto ela os abriu novamente, agora mais lento para faze-los se acostuma com a claridade do quarto.
Desde o dia que ela havia sido trazida para cá eu não sabia o que era felicidade e tampouco os outros, mas hoje era diferente....
— Elizah? – perguntou-me com a testa enrugada.
POV BELLA
Abri os olhos devagar, fazendo-os se acostuma com a claridade do ambiente. Eu não fazia a mínima idéia de onde estava e porque estava onde estava, eu apenas sabia que estava me sentindo exausta. Como se eu estivesse dormindo uma temporada inteira.
Olhei tudo que minha visão permitia, e notei que não estava em um lugar qualquer... Eu estava em um hospital.
Vi uma garota, em pé ao lado de minha marca com um sorriso enorme estampando ao rosto.
— Elizah? – minha voz saiu rouca, rasgando por minha garganta.
O que ela estaria fazendo aqui em Milão? Que eu saiba, ela e os outros haviam me abandonado em Forks e nem sequer me ligaram.
— Meu Pai do Céu, fica de olhos bem abertos que eu vou chamar o medico que está na porta, não fecha os olhos. – disse elétrica.
— Não – apressei-me a negar e ela me encarou curiosa – ainda não. Depois você o chamar, o que está havendo? Onde esta minha mãe? E o Edward? Onde estou? – as perguntas vazam por minha boca, não me deixando pensar direito.
— Você se lembra de alguma coisa? – ela perguntou.
Essa era uma pergunta estranha, era claro que eu me lembrava. Eu lembrava de ter tido uma noite maravilhosa com Edward, lembrava também da briga com a Renée e a saída do hotel... era somente isso, forcei minha mente a relembrar mais isso fez minha cabeça doer.
— Lembro até a parte em que sair do hotel, depois eu não sei.
— Quando você saiu do hotel, foi atropelada. E você bateu a cabeça com força, quebrou a perna e duas costelas. – ri baixinho.
— Isso é bem a minha cara – ela riu.
— Você quase morreu, mas não perde a piada. – tentei me ajeitar na cama, para ficar sentada. Mas foi um erro, foi como se um carro estivesse passando na minha coluna.
Ofeguei de dor.
— Bella, fica parada, vou chama o médico. – ignorei, e voltei a tentar sentar. Elizah se aproximou e colocou uns travesseiros em minha costa. Eu estava quase sentada, mas era melhor do que fica deitada.
— E você esta fazendo o que aqui? Não era para está em Nova York? – perguntei.
— Sair de lá assim que soube o que aconteceu, o povo chegaram dois dias depois de mim aqui.
— Porque se deram ao trabalho de se preocupar comigo? Vocês vão embora e me deixam aqui sozinha, passando pela a pior coisa que uma pessoa pode passar... E vocês vão embora curti novos ares! E depois de um pequeno acidente vocês retornam com a maior preocupação do mundo? – desabafei.
Ela me olhou chocada, como se tudo que eu tivesse dito a tivesse a ofendido. E estou pouco lixando se tiver ofendido ou não.
— você é nossa amiga, nós não poderíamos simplesmente ignora. E não, nós nos preocupamos você.
— não é o que parece – rebati
— Bella, você esta fraca. Você acabou de acorda depois de dois meses, não vai mesmo querer discuti, não é?
Ofeguei.
— Quantos meses? – retornei a pergunta.
— dois meses, você estava em coma. – meu coração foi ate minha garganta e voltou ao seu lugar com dificuldade.
Ouvimos uma leve batida na porta.
— Estou indo – disse ela. – vou avisa ao medico que você acordou e depois conversamos...
— Tudo bem... – concordei, quando Elizah estava preste a sair, eu a chamei.
— Elizah... Edward esta bem? – eu não queria que ele se sentisse preocupado, eu estava acordada agora...
— Ele esta acabado, Bella. Você não imagina o quão mal ele está. – respirei fundo.
— Volte aqui – a chamei – preciso de um favor seu...
Ela me olhou desconfiada, mas concordou.
— Minha mãe não me quer em casa, nem amarrada. Então ligue para a Nicke.. – ela me cortou.
— Nicke está aqui. – sorri.
— Então, ligue para o Jacob eu tenho o numero dele no meu telefone. E peça para ele arrumar minhas coisas, eu tenho ainda uma mala no closet. Peça-o para colocar tudo na mala – ela concordou com a cabeça – e você vá ate ao hotel e procure minha bolsa, por favor. Dentro dela há um cartão azul.
— Bella o que você quer com tudo isso? – me cortou novamente.
— Preste atenção, pegue esse cartão azul e compre uma passagem para o Brasil. – Elizah começou a me olhar assustada.
— Eu não estou entendendo. – respirei fundo.
— Eu vou embora para o Brasil, não quero que o Edward sofra mais. Eu sei que não sou boa o suficiente para ele, e nos dois já lutamos muito para ficamos juntos e sabemos que isso não vai acontece.
— Bella, nem pensar...
— Elizah, cala boca e ouve. – pausei – faça tudo isso, pro favor! E mais importante não deixe ele saber... Isso é para o próprio bem dele. Estou fazendo isso porque ele merece alguém melhor do eu.
— Com certeza, a pancada na cabeça foi muito forte. – rolei os olhos.
— Faça isso se for minha amiga. Por favor, eu imploro Elizah! Por favor...
— Tudo bem – disse lentamente – chamarei o medico. – ela caminhou rapidamente, com medo que eu chamasse novamente.
Assim que ela saiu o médico entrou.
— Como está se sentindo? – perguntou-me.
— Bem.
— Você lembra de alguma coisa? – rolei os olhos.
— Lembro.
— Ela é uma garota de uma palavra só? – sussurrou ele a Elizah.
— Quem me dera – ela riu.
— Dr. Quando receberei alta? – perguntei, eu posso te ficado dois meses nesse hospital dormindo, mas eu precisava sair daqui.
Tudo isso estava me sufocando.
— Assim que tivemos certeza que você esta melhor... – ele se aproximou e começou a me examinar, aqui e ali.
— Eu vou ligar para o Edward – avisou Elizah quase quicando de felicidade.
O Dr. Começou a me fazer perguntas e mais perguntas...
— Isso é milagre – ele sorriu.
— Desculpe o que é milagre? – ele enrugou a testa.
— Milagre é quando acontece algo que não esperamos. Quando já perdemos as esperanças. – rolei os olhos.
— Eu sei o que é milagre Dr. – ele riu envergonhado. – eu queria saber, porque o senhor falou que era milagre, vocês não esperavam por isso?
— Esperávamos você acorda, mas não que se lembrasse de tudo. Isso é raro – ele sorriu.
— Então sou uma garota de sorte. – sorri abertamente.
Ele anotou algumas coisas na prancheta que estava em sua mão e disse que já voltava, só veria se meus visitantes já haviam chegados.
Talvez fosse a coisa mais idiota que eu poderia fazer, mas eu não queria que Edward sofresse, talvez não fosse o certo. Com certeza, ele merecia uma garota melhor, alguém sem problemas e sem mãe.
A porta do quarto foi aberta, e Edward foi o primeiro a entrar. Eu não queria fazer isso, não queria mesmo. Mas será melhor do que fugir.
— Bella – disse ele com um sorriso maior do que o rosto, isso me cortou por dentro.
Sorri amarelo, enquanto ele me abraçou de leve, querendo não me machucar.
— Elizah, quem é esse? – perguntei a ela, era o melhor... Eu acho.
Elizah respirou fundo, me encarou seria.
— É o Edward... – eu estava com vontade de me socar ate a morte.
O afastei de mim, e ele me olhava incrédulo.
— Desculpe, eu não me lembro de você – aquilo estava cortando meu peito a sangue puro.
— Bella, por favor... Sou eu o Edward! – ele suplicava.
— Eu não me lembro de você, desculpe-me. – Edward me olhava perdido, como se eu tivesse tido a maior asneira da minha vida e era verdade.
— Isabella, sou Edward Cullen. Seu namorado – ele me segurava pelo o braço, me sacudindo de leve. – eu sei que você lembra de mim, eu sei que lembra – as lagrimas já rolavam pelo o seu rosto.
— Desculpe – sussurrei.
Ele engoliu em seco, e me beijou. Um rápido beijo, apenas uma toca de lábios.
O afastei de mim, com relutância.
— Emmett, tire esse doido daqui. Por favor – falei a Emm que havia acabado de entrar.
Edward colocou a mão na maca, e abaixou a cabeça.
— Tudo bem, eu vou. – disse olhando para mim. E em seguida sorriu – farei você lembrar de mim custe, o que custar – e me deu um beijo na testa antes de sair.
Todo mundo me olhou abismado, encolhi os olhos. Olhei rapidamente para Elizah, e ela estava seria de braços cruzados.
— Minha amiga ta viva, ela ta viva, ela ta viva. Treme a bundinha treme – cantarolou Nicke com Emmett.
Gargalhei.
— Oh amiga você não sabe a saudades que senti – disse Nicke.
— Também senti, amiga – sorri.
Nicke começou a dizer umas coisas que fiz questão de não presta atenção, minha mente estava em Edward, somente nele.
— Nicke, você se importa se eu for para São Paulo com você? – perguntei, quando as meninas saíram do quarto, e ficou somente eu e Nicke.
— Claro que não, mas e a Renée e o Edward? E sinceramente você esta fumando uma droga vencida?! Como pode ter feito aquilo com ele? Fingi que não lembrava, sabe muito bem que eu não cai nessa.
Cruzei os braços.
— Minha mãe pouco liga para mim, e o Edward pensa comigo. Ele já estava sofrendo demais, ele não precisa de mais um peso em suas costas.
— Um peso? Garota, um peso será você ir embora e você o dizer que não se lembrava. Ah qual é Bella?! Posso ser sua amiga, mas estou com vontade de lhe dar uns belos tapas.
Bufei.
— Você não entende...
— Eu entendo, que com o passar das horas é mais infantil você fica. Isabella, você já tem 17 anos, não se faça como uma criança de 5, por que cá entre nós ate uma criança de 5 tem mais mentalidade do que você. Então se você não o ama, se você esta cansada dele. Porque não diz? E bem melhor do que brincar com os sentimentos dos outros – Nicke começou a andar de um lado para o outro – é complicado o ver sofrendo, e não podemos ajudá-lo, porque a idiota da minha amiga esta dando uma de cú doce. Você não sabe o que eu daria para ter um desses em minha vida. Quero dizer o Jensen é perfeito, mas um Edward Cullen... Você esta jogando-o fora. – esse com certeza era o maior discurso da vida dela. E o pior tudo que ela dizia era verdade.
— O que quer que eu faça? Que eu fique?
— Garota, isso não é obvio? Fique, faça-o feliz. Você não chegou até aqui para nada não é? Você lutou, você caiu, você se machucou para no fim desisti? Porque se for isso, então você não é a garota que eu pensei que fosse. – pausou – amiga, ele não lutara muito tempo por você, então aproveite enquanto é tempo.
Se eu ficasse minha mãe transformaria minha vida no inferno, se eu fosse embora estaria fazendo a maior burrada de todos os tempos. Eu estava vivendo um dilema, e isso machucava. Nicke estava certa, não cheguei aqui com ele por nada, e eu o amava. Então, não interessava mais se minha mãe transformaria minha vida no inferno ou não, o que eu sabia era que nunca o deixaria. Por mais que desde o começo eu achasse que ele fosse a pessoa errada, mas sempre havia um motivo. Alias, Deus coloca pessoas erradas em nossas vidas, para aprendemos a amá-la. Do jeito que és!
E estava decido, eu passaria pelo o que for. Se eu o tivesse ao meu lado.
Encarei Nicke que estava seria próximo a marca.
— Eu fico – sorri.
Notas finais
Agora vamos ao capítulo:
Edward está destruído e a idiota ainda inventa que não lembra dele e desistiu da ideia estupida que teve. E agora? Como contar ao Edward? Espero que ele dê uns tapas nela. u_u
Então, se você gostou deixe um comentário abaixo. Eles me fazem super feliz. *-*
Uma boa madrugada para quem está lendo agora e uma boa segunda feira para quem está lendo de dia, KKKKK.
Um grande beijo.
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