Meu Querido Padrasto.
40 Capítulo 27
- Que ótima ex-namorada você arrumou. Um amor de pessoa – ele riu.
— na época ela era. E mais bonita. – bufei
— Sou mais eu.
— Logo ali há um lago, quer ir? – Concordei com a cabeça.
Atravessamos a rua e andamos mais um pouco. Minha mente havia esquecido quem era Tanya, eu só conseguia pensar em uma única coisa: minha mãe e o quão baixa ela poderia ser. Será que ela não poderia colocar a própria filha em primeiro lugar pelo menos uma vez na vida? Isso a machucaria? Creio eu que não.
— O que houve, amor? Você esta pensativa – observou Edward.
— Apenas pensando o quão ruim minha própria mãe pode ser – ele não respondeu.
Viramos a esquina e eu já pude ver o grande lago verde, e uns bancos brancos aos redores.
— Me responde uma coisa? – perguntei a ele, enquanto nos sentávamos.
Passei minha perna direita por cima da dele, e sua mão ficou em minha coxa.
— Pode mandar.
— Porque você não deixou mamãe me por para fora? Assim eu moraria com você e seriamos felizes até enquanto durasse.
— Eu pensei nessa ideia, mas achei que você não aceitaria. – chutou e eu sorri.
— E você tem razão – eu me conhecia bem de mais, e não aceitaria a morar com ele. Apoiei minha cabeça em seu ombro. — Conhece aquela vontade imensa de chorar até as tripas saírem pra fora? Mas não consegue? É como se algo estivesse as segurando? .
— Talvez ainda não seja a hora – sussurrou.
-Verdade, terei ainda muito tempo quando voltar à Forks. – pausei – Edward...- chamei calmamente.
- Sim?
— Me promete uma coisa? Aconteça o que acontecer, você não ira me abandonar?
— Sabe que eu não a deixarei, Bella.
— Prometa!
— Eu prometo, minha criança.
Ficamos mais um pouco no lago e depois fomos almoçar. Voltamos ao hotel na parte da noite depois de assistimos um filme.
— Eu ainda não consigo acreditar, em como você conseguiu me convencer a assistir Enrolados. – murmurou pela quinta ou sexta vez?
— É melhor do que aquele filme de morte e lutas que você queria assistir. Falando serio, a pessoa morre aqui e o sangue cai a 15 metros a frente.
- Não exagere – rolei os olhos.
– mas me fale, ate que achou o filme romântico, não é? – segurei o riso da cara que ele fez.
— Eu não entendi uma palavra do que eles falaram.
— Nunca mais assistirei nenhum filme com você, você desanima qualquer pessoa.
- está exagerando, tem um filme que eu adoro assisti com uma companheira. Ainda mas se ela for gostosa feito você.
- qual? – me arrependi de pergunta imediatamente.
— Não tenho um exatamente, mas tenho um gênero, serve?
— Manda... – falei enquanto entravamos na suíte do hotel.
— Os pornôs – sorriu maliciosamente.
— Já comentei que você é muito tarado? – ele riu.
— Só por você – piscou – vou tira o suor do corpo – avisou e foi em direção ao quarto
Tirei meu sapato e sentei-me no estofado passando a mão no cabelo. O choro ainda estava preso na garganta, mas eu tentava disfarçar. Porém, não é a coisa mais fácil do mundo.
Mamãe havia me tratado como um lixo, algo que não prestava e estava sendo apenas um peso sobre seus ombros. Espero que ela goste de levar seu primeiro chifre depois de casada, porque eu adoraria ajuda a colocar.
Fui ao quarto e entrei sem bater, Edward estava ajeitando sua box preta no corpo, sinal que ele havia acabo de colocá-la. Ele me olhou malicioso.
Se eu tivesse entrado um pouquinho mais cedo. – pensei.
Segui em direção ao banheiro, como se o que eu havia acabado de ver não fosse grande coisa.
Pura ironia, porque sim era grande coisa. Nos dois sentidos.
Amarrei meu cabelo em um coque alto e mal feito, molhei meu corpo e fiz tudo que havia para se feito e sair com a toalha no corpo.
A primeira coisa que vi, foi o homem maravilhoso deitado com os braços atrás da cabeça e apenas de box em minha cama.
— Não está com frio? – perguntei à ele.
Negou com a cabeça.
— Liguei o aquecedor, logo ficara quente o bastante.
— hm – murmurei, tirei minha roupa de dormi da mala.
Era uma calça comprida amarela clara e uma blusa da mesma cor com as mangas ate o pulso e minhas peças intimas.
— Tem certeza que precisa de tudo isso? – perguntou-me olhando para a peça que estava em minha mão.
— Lógico ué, não quero morrer congelada. – revirou os olhos.
— O melhor jeito de se aquecer, é você deitando comigo. De preferência com nenhuma peça de roupa. O calor humano transmitido à outra pessoa faz muito bem.
- adoraria aceitar, mas como você não dormira comigo. Então recuso. – voltei ao banheiro e me vesti rapidamente.
Na verdade eu queria, eu o desejava. Mas por hoje havia acontecido muita coisa e minha mente esta confusa. Mas quem sabe amanhã...
Soltei meu cabelo, e me olhei no espelho. Eu estava boa.
- Pegue seu travesseiro e o edredom e boa noite. – falei a ele.
— Você não mudara mesmo de ideia? – perguntou levantando da cama.
— Não mudarei – bufou ele derrotado.
Edward pegou dois travesseiros – na cama havia três – e um edredom que estava na cadeira próximo ao mini frigobar.
— Bella, tenha piedade dos pobres e oprimidos. – perguntou fazendo bico.
Segurei a risada.
— Pra sala. – ele colocou o travesseiro em baixo do braço direito e outro do esquerdo, e carregou o edredom.
Edward passou pela a porta e eu a fechei, depois eu que sou a criança. Ta bom, talvez fosse crueldade o que eu havia feito, porque o estofado era pequeno para ele e a cama grande o bastante para dois.
Deitei na cama redonda, não seria legal dormi sozinha. Mas eu não voltaria atrás.
Não sei em qual momento adormeci, mas acordei me sentindo solidaria no quarto grande. Eu queria os braços dele em volta do meu corpo, me mantendo segura.
Levantei e fui ate a ‘sala’, a metade do corpo de Edward estava para fora do estofado, amanha ele estaria todo dolorido.
Agachei-me a sua frente e o balancei lentamente.
— Edward – sussurrei o chamando, nada dele abri o olho.
O balancei e o chamei novamente.
— Edward... – ele remexeu antes de abri os olhos.
— O que houve? – perguntou sonolento antes de um bocejo.
— Vem por quarto, amor, não quero que você acorde todo dolorido. – perdi, ele passou a mão no rosto e se sentou.
Peguei os travesseiros e ele levantou segurando o edredom ainda com sono. Seguimos em direção ao quarto e ele se deitou na cama, deitei-me ao seu lado.
Quando ele se aproxima de mim, e estende seu braço para colocar minha cabeça.
— Feliz aniversario, minha criança. – sussurrou.
— Obrigada – me ajeitei em seu peito e assim dormimos agarradinhos. Como se existe apenas nos dois no mundo.
x.x
Levantei pela a manha lentamente, tentando não acorda Edward. Tirei sua mão de minha cintura e ele se remexeu um pouco. E segurou meu travesseiro que eu estava deitada pouco minutos atrás.
Bocejei.
Foi bom dormi com ele por essa noite, senti seu braço em volta de mim. Sabendo que ali eu estava protegida de tudo e de todos. Queria poder dormir assim todos os dias...
Fui ao banheiro, fiz toda minha necessarie e sair. A reunião seria depois do café da manhã e como eu havia acordado mas cedo do que o horário normal. Apressei-me em me arrumar, como eu não conhecia o Senhor Smith, então seria melhor uma roupa mais formal.
E fui em direção ao banheiro, não estava a fim de ver Edward acorda e tampouco de senti seus olhos em meu corpo enquanto me arrumava. Vesti-me e sair, indo em direção ao espelho do quarto, fiz um make comportada e sorri para o espelho.
— Estou gata – falei baixinho, rindo em seguida.
— E Sexy – ouvi Edward dizer – Bom dia, amor – bocejou.
— Bom dia – sorri, olhando para ele. – eu não ia te acorda agora. Se quiser pode volta a dormi, ainda temos tempo antes do café da manhã.
— Só volto se você deita ao meu lado. – sorriu malicioso.
— Não quero amassar minha roupa.
— Simples. Deite-se aqui sem roupa. – gargalhei.
— Edward, você realmente não tem jeito. – ele não respondeu e sentou-se na cama.
Não existia visão melhor do que essa imaginem Edward Cullen sentado praticamente sem roupa no meio de sua cama, com os cabelos dourados bagunçados e uma cara irresistivelmente sexy. Era o que toda mulher pagaria para vê.
— Vou tomar um banho e já descemos para tomar café.
- Tudo bem – concordei, e terminei de me arrumar.
Alguns minutos depois
- Edward pelo amor de Deus, vamos descer? Estou com fome. – reclamei.
— Calma mulher, me deixe termina de arrumar o cabelo – Senhor do Céu, me dar a santa paciência.
Edward estava na frente do espelho a mais de dez minutos, “arrumando” seu ninho que ele chama de cabelo.
- Fala sério Edward, nem eu que sou mulher fico tanto tempo em frente a um espelho.
— Mas eu tenho que colocar cada milímetro no lugar. – coloquei os dedos sobre a têmpora.
“Paciência, Paciência.”
Peguei minha bolsa que estava sobre a cama.
— Então Senhor Cullen, fique ai arrumando seu cabelo porque eu já vou descer.
Sabe, eu não quero morrer de fome.
— Ta bom, apressada. – respondeu e deixou o espelho de lado, pegou sua maleta preta e entrelaçou nossos dedos.
- Então, quais as metas de hoje? – perguntei, apertando o botão do térreo. – vamos visitar o que? – eu estava elétrica, eu queria curti. Visitar novos lugares, eu estou com sérios problemas.
— Não sei, primeiro vamos a reunião e dependendo da hora que ela terminar, vejamos o que faremos... – as portas se abriram e caminhamos em direção ao restaurante que havia dentro, a todo o momento Edward fazendo carinho na costa de minha mão.
— Hmmm – balbuciei olhando o cardápio de café da manhã – vou querer esse pão doce, com uma fatia de queijo dentro e café puro – perdi ao garçom, ele anotou meu perdido e olhou para Edward.
— E o Senhor?
— Apenas um café com leite. – o garçom anotou.
— Tem certeza Edward?
— Tenho amor, não se preocupe. – sorri
Tomamos nosso café lentamente, conversando...
— Como será quando voltamos? – perguntei sem encarar seus olhos verdes.
— Não sei, você quer realmente fala sobre isso? Vamos aproveitar enquanto estamos aqui! E resolvemos tudo no avião de volta. – olhei para o meu café.
— eu não quero volta – sussurrei. – não sei qual será minha reação quando eu ver mamãe.
— Bella, não pense nisso amor. Não quero que fique chateada, só vamos aproveitar.
— O.k, Senhor Cullen – ele sorriu torto.
Terminamos nosso café, entramos no táxi e partimos em direção a empresa do Senhor Smith. Logo chegamos, não era longe. Entramos na empresa, era mais luxo do que qualquer outra coisa.
Soltei minha mão da dele, ele me olhou desanimado.
— Tenho uma reunião com o Senhor Smith. – disse Edward a secretaria quando chegamos no andar da sala do Senhor Smith.
— Edward Cullen? Suponho? – perguntou a ruiva, Edward concordou com a cabeça.
— E essa é minha secretaria, Senhorita Isabella Swan.
— Bom dia – ela me cumprimentou. – Sou Victoria Yllew.
— Bom dia – respondi.
— Um minuto, vou avisa ao Senhor Smith que seus convidados já chegaram. – Disse Victoria e entrou na porta de vidro que havia atrás de sua mesa.
— Podem entrar – disse Victoria e abriu a porta para nos dois.
— Qualquer coisa pode me chamar... – ouvi o duplo sentido em sua frase, quando ela disse a ele.
— Ele não precisara, querida – me intrometi, e ela nos olhou.
— tenham uma boa reunião – disse por fim.
— Obrigado – falou Edward.
— Edward Cullen, quanto tempo meu rapaz. – disse o Senhor Smith, assim que sua secretaria fechou a porta.
— Verdade, como andar, Heith? – perguntou Edward.
— Estou bem, e quem é a bela moça ao seu lado? – perguntou interessado.
Sorri sem jeito.
— Isabella Swan, Senhor. – estendi minha mão e ele a segurou.
— Heith Smith, e se me permite dizer sua beleza combina bem com seu nome. – corei.
— Então vamos direto ao assunto? – perguntou Edward mudando de assunto.
— É claro – e apontou para as cadeiras a frente de sua mesa.
HORAS DEPOIS
Já estávamos dentro daquela sala a mais de duas horas, e nenhum dos dois haviam concordado com nada. Por favor Deus, me der paciência com esses dois.
— Como ainda não chegamos a uma conclusão exata, querem perdi o almoço? – perguntou Senhor Smith.
MAS TARDE
Depois do almoço, os dois cabeças duras já de barriga cheia. Finalmente estavam concordando com algo. Quanto mais rápido eles concordarem mais rápido saiu dessa sala.
A NOITE
- Edward eu nunca mais vou para nenhuma reunião com você. Cansei. – falei a ele, quando finalmente terminou.
— não sei por que, essa foi bem rápida.
— Rápida o caramba, tomou minha tarde toda. E eu ainda estava pensando dar uma volta, agora eu só quero comer... To falando serio, posso engoli uma vaca inteira.
— vamos para o hotel, e lá pedimos algo para comer. – disse ele.
Pegamos rapidamente um táxi, quando saímos.
— Mas pelo menos ganhamos, muitas pessoas vão ser demitida da Cullen S.A, mas será bom. Havia tempo que eu queria demitir o James, mas nunca achava um motivo.
— Como Edward? – eu tinha que ter ouvido errado. – Você não vai demitir o James, esta louco?
— Nunca gostei dele. – deu de ombros.
— Não misture seus problemas pessoais com os profissionais. Porque se for assim, também me demitira? – perguntei.
O taxista tentava não ouvi nossa conversa, mas era impossível.
— Lógico que não Bella.
— Por quê? Eu já fiz tanta merda naquela empresa e você não me colocou na rua. E agora James já faz tudo direito você quer colocá-lo para fora? Não seja burro. Por favor.
— No hotel conversamos – disse serio.
Meu celular começou a tocar na bolsa. Olhei no visor, “Jake”.
Edward bufou e olhou para fora.
— Jake? – atendi.
- Bella, tudo bem?
— Tudo amor e você? E porque o senhor não me ligou ontem?
- aconteceram alguns problemas, mas estou ligando hoje.
— Que problema Jake?
- Tanya me ligou... – esperei ele terminar de dizer.
— Eu a vi, ontem. Mas não vamos fala sobre isso... – evitei olhar para Edward.
- Ele esta com você?
— Isso mesmo.
- Ah! – bufou – e como anda a viajem?
— Bem divertida – ele riu no outro lado da linha – e a reunião terminou a poucos minutos, estou cansada. Você não imagina o quanto.
Ao meu lado Edward bufava cada vez mais alto, ignorei.
- Queria estar ai para cuidar de você.
— Você já cuida – sorri.
- Mas não o bastante...
— Jacob, não tocaremos nesse assunto. Tudo bem?
- Ok Bella, Ok. Depois te ligo, chegou visita. Beijo.
— Beijo meu amor. – ele riu e desligamos.
— Esqueci que você é amiga do vira lata. – disse Edward emburrado.
Ignorei.
— Não vou perder meu tempo com você. – ele cruzou os braços e não conversamos mais.
Chegamos ao hotel ainda sem se falar, porque eu tinha que ver minha mãe com ele e ele não poderia aceitar minha amizade com o Jacob?
— Você não vai falar mesmo comigo? – perguntou Edward.
— Pensei que estivesse na cara – ele rolou os olhos enquanto entravamos.
Entramos no quarto do hotel, e fui direto ao banheiro.
— Quer o quer para jantar? – perguntou ele vindo atrás de mim.
— nada – bati a porta do banheiro na sua cara.
Tomei um banho para aliviar minha raiva, eu chegava a bufar. Edward Cullen hoje dormiria na sala e nada e nem ninguém me faria mudar de ideia. E principalmente eu não levantaria para chamá-lo ao quarto.
Sair do banheiro, vesti meu pijama – só que dessa vez diferente, era um short preto curto e uma blusa branca — e me deitei na cama.
Duas batidas leve na porta, e agora? O que ele quer?
— Late, Cullen. – falei quando abri a porta. – O que você quer? – Ele estava apoiado no batente da porta de cabeça baixa.
— Você Isabella, é isso que eu quero e preciso. – dizendo isso ele entrou, beijando meu pescoço e subindo para a orelha, aquilo estava me deixando completamente arrepiada.
Se eu agarrar ele agora, aqui no quarto, o que eu estaria perdendo? Nada.
E se eu o deixasse ele sair por aquela porta? Eu estaria sendo uma completa idiota. Deixando um Deus grego desse sair assim.
Então puxei o rosto dele para o meu, o olhando profundamente, e depois o beijando. Acho que ele esperava tudo, menos isso. Também, quem esperaria uma reação dessas vindo de mim? A garota que não queria nada com ele? Nada que não colocasse chifre em minha mãe.
Tudo aquilo era muito bom, pra ser mais exata, era fantástico. Edward me pressionava cada vez mais pra perto dele. Amassando-me completamente.
- Edward, é melhor a gente parar por aqui. — disse me afastando dele e ajeitando o meu pijama — que estava completamente amassado — — É melhor você ir. — disse dando um passo em direção a porta.
— Não, Bella. Agora, eu quero mais — ele disse com seu tom mais sexy me agarrando de novo, fechando a porta com o pé.
Ele é louco! E estava ficando comprovado a cada segundo que se passava.
Edward me agarrava pela a cintura, me guiando até a parede, sem desgrudar a boca da minha, fazendo com que nossas línguas travassem uma batalha.
Ele me jogou na parede, batendo minhas costas ali, me causando até dor! Mas mesmo assim, não nos desgrudamos do beijo, enquanto eu envolvia meus braços sobre seu pescoço, e deixava uma perna minha levantada, presa em sua cintura.
Sua boca, seu gosto, tudo nele era divino! Todos os dias em que eu o tinha perto de mim, sem me tocar – por opção minha -, só me olhando sugestivamente mas sem fazer nada, quase me matava. E agora estava ele aqui, no nosso quarto, me atacando com suas mãos e essa boca perfeita.
Minhas mãos desceram por seus braços, acariciando seus músculos e arranhando um pouco o lugar. Ele sorriu contra os meus lábios, por conta das carícias.
Suas mãos seguraram as minhas coxas, enquanto ele explorava meu pescoço com sua boca, mordendo, lambendo, chupando, causando-me calafrio em todo meu corpo e deixando minhas pernas moles, com tão pouco.
Ele percebeu, e rapidamente desceu seus beijos e subiu com suas mãos, arrancando minha blusa — arrancando é elogio até, ele RASGOU a minha blusa pra ser mais clara -, abocanhando meu seio esquerdo, enquanto com uma mão ele me sustentava, segurando minha perna, e a outra dava total atenção ao meu seio direito.
Aquele homem queria me matar! Sua boca mordia e lambia o bico do meu peito, descendo seus beijos por toda extensão dele, deixando-os enrigecidos na hora. Sua mão apertava, massageando meu seio e brincando com meu mamilo com o dedão, fazendo sair alguns suspiros e gemidos baixos da minha boca.
Eu me contorcia contra o seu corpo, jogando minha cabeça para o lado e mordendo os lábios.
A sua mão, que me segurava, ele a levou para o meio das minhas pernas, invadindo o meu curto short de malha e o colocando para o lado, juntamente com a calcinha, e levando seus dedos agilmente para o meu sexo.
Eu arfava e gemia com tantas carícias. Ele subiu seu rosto e beijou minha boca, mordendo os meus lábios, e indo até o meu ouvido, sussurrando e não deixando de me tocar nem por um segundo.
- Está gostando, amor? — ele perguntou, fazendo seu hálito quente bater no meu ouvido.
— Sim – eu disse, ele me invadiu com um de seus dedos, enquanto o outro tocava freneticamente o meu clitóris.
Ele mordeu o lóbulo da minha orelha, descendo seus beijos pelo meu pescoço e falando contra a minha pele:
- Pode ter certeza de que vai melhorar..
Minhas pernas ficaram bambas com sua frase eu quase tive um orgasmo pelo jeito que ele falou!
Seu membro já estava duro e evidente contra a calça, tocando a minha coxa. Eu segurava seus cabelos e depois tocava seu rosto, mal sabendo o que fazer! Ele realmente estava me deixando louca!
Seus dedos me tocavam, dando investidas dentro de mim. Agora eram dois, o que me fez gemer ainda mais alto contra seu ouvido. Ele sorriu.
A sua outra mão, que estava no meu seio, desceu pela minha barriga e segurou na minha cintura, sustentando meu corpo.
Edward tirou seus dedos de mim, colocando sua mão ao outro lado da minha cintura.
- Não .. — eu não pude conter, pegando sua mão e levando até o meio das minhas pernas.
— Realmente, não — ele disse, me surpreendendo e levando a MINHA mão até a SUA calça.
Eu corei e ele sorriu, fixando minha mão ali, e fazendo-me abrir suas calças. Ele tirou sua mão de cima da minha, e deixou que eu mesma fizesse tudo sozinha.
Abri sua calça e ela caiu de suas pernas, e ele logo as jogou com os pés para longe. Ele estava com uma boxer vermelha, muito, mas muito sexy.
Eu o olhava de cima a baixo. Ele era perfeito! E sim, ele já havia se livrado da camisa, a jogando para o mesmo canto de sua calça.
Ele me olhava, querendo que eu fizesse o que eu estava prestes a fazer. Passei minha mão sobre sua boxer, e ele arfou, fechando os olhos, e abrindo um sorriso de lado.
Levei minhas mãos até o elástico de sua boxer, a descendo lentamente e deixando que mostrasse completamente o seu membro duro e latejante. Realmente, é grande. O tomei com minhas mãos e comecei a o tocar lentamente, subindo e descendo com a minha mão, enquanto a outra, eu explorava seu peito, passando minhas unhas de leve, o causando arrepios o fazendo suspirar contra o meu rosto.
Ele segurava forte na minha cintura, apertando mais cada vez que eu intensificava os movimentos. O ter assim, tão meu, era extremamente prazeroso. Ter Edward Cullen tão vulnerável é quase um sonho!
- Bella... — ele sussurrava o meu nome, enquanto eu aumentava as investidas.
Ele estava gemendo o MEU nome. Um sorriso bobo brotou nos meus lábios, e eu já estava sedenta dele, sedenta em poder ter Edward Cullen, eu precisava dele e ele de mim, sem dúvidas.
- Edward.. eu quero você dentro de mim — eu disse com o pouco de voz que tinha na minha garganta.
Ele abriu os olhos, me beijando com fúria, enquanto tirava o short do meu pijama e puxava minhas pernas para sua cintura.
Edward se posicionou no meio das minhas pernas, e penetrou de uma só vez. Eu gemi alto. De prazer e de dor.
Suas estocadas eram longas e lentas. Eu fechei meus olhos e apertei minhas pernas a sua volta, o puxando ainda mais pra mim com as mãos.
Eu tomei seu pescoço com a boca, mordendo, beijando e chupando, assim como ele havia feito comigo. Quando eu rocei meus dentes na sua pele, ele riu, e com uma mão, segurou bruscamente no meu rosto, levando minha boca até a dele.
Sua outra mão me sustentava, enquanto ele estocava cada vez mais rápido e forte. Meus gemidos eram abafados por sua boca grudada na minha, e ele continuava sem dó nenhuma do meu corpo — o que eu não ligava nenhum pouco.
Meu corpo já estava leve de prazer.
Senti os espasmos chegarem e logo não consegui me segurar mais, agarrando e arranhando forte suas costas e chegando ao orgasmo. Eu estava ofegante contra o seu peito, enquanto apoiava minhas mãos sobre seu ombro, me segurando para não cair no chão.
Ele, ao invés de simplesmente me soltar, me guiou até a cama, sem nenhum minuto sair de dentro de mim, e me jogou na cama. Eu o olhei, e ele estava sorrindo. Era isso que ele era, um puro filho da mãe.
- Ainda não acabou, Bella — seu sotaque com toda aquela luxúria, quase fez com que eu tivesse uma parada cardíaca.
Do mesmo jeito que ele havia me jogado na cama, ele me virou, deixando seu corpo sob o meu.
Seu membro ainda estava duro e pulsante dentro de mim, como se não tivéssemos feito nada daquilo antes.
Eu estava sobre o seu corpo e com o movimento, eu o senti ir fundo, e gritei de prazer. Ele sorriu e segurou na minha cintura, guiando meus movimentos para cima e pra baixo. Mas suas mãos fortes puxavam meu quadril em direção ao dele, em movimentos também fortes. Eu gemia de prazer, mordendo meus lábios fortes, podendo sentir um pouco do gosto do meu próprio sangue, por tamanho era o prazer.
Seu membro grande estocava cada vez mais forte. De sua boca, gemidos e urros de prazer saiam, me excitando cada vez mais.
Ele segurou meu seio forte. Nada que ele fazia era sutil, sempre másculo. E eu apreciava seriamente esse seu jeito.
Meus cabelos grudavam nas minhas costas de tanto suor. Aquele homem acabava comigo.
Assim como ele me colocou por cima, ele me virou novamente, ficando com seu corpo sobre o meu e fazendo seus movimentos ainda mais rápidos que os meus.
Meu sexo já estava dormente de tanto que ele investia em mim, meus seios estavam ainda mais sensíveis com sua boca sempre os acompanhando com mordidas e beijos e minha sanidade? Já não existia.
Eu ergui meu corpo da cama, assim que o senti morder toda a extensão do meu seio e logo depois descendo seus beijos.
Ele saiu de dentro de mim, sem gozar novamente, e foi com sua boca, passeando por todo meu corpo.
Quando sua língua atingiu o meio das minhas pernas, eu mal pude sentir a cama sob o meu corpo. Sua boca ia ágil, brincando com todo o meu sexo. Fechei fortes os meus olhos, aproveitando cada segundo do momento e ele continuava brincando comigo.
Eu não aguentava, queria mais e mais dele dentro de mim. Meus gemidos agora o reprovavam e ele percebeu, mas ao invés de entrar em mim novamente, ele tirou seu rosto do meio das minhas pernas, e segurou na minha cintura, fazendo com que eu sentasse em frente a ele.
Edward estava ajoelhado em cima da cama. Na minha frente, e eu sabia o que ele queria. E claro, eu ia fazer.
Eu segurei em seu membro em frente ao meu rosto a lambi a ponta. Seu gosto era o meu gosto. E parece que era isso que ele queria. Eu lambi toda a extensão e ele abafou um gemido, mordendo os lábios, e acariciou meus cabelos.
Eu continuei com as lambidas, lentas e vagarosas, por todo seu membro. Aos poucos, fui pondo o pouco que dava na minha boca — afinal, ele é grande... E grosso -, ele gemeu ao sentir minha boca quente o rodear por completo e eu segurei a base com a mão, ajudando nas investidas.
Minha língua o rodeava todo e ele gemia alto agora. Eu podia o sentir cada vez mais pulsante, como se a qualquer momento ele não fosse mais agüentar. Mas, ao contrário do que eu pensei, ele se controlava ao máximo.
Ele fechou os olhos, jogando a cabeça para trás e segurando forte nos meus cabelos.
- Que boquinha... — ele disse em um sussurro, e eu juro que no momento, me senti mais molhada do que já estava.
Era agora... Ou não. Edward rapidamente me olhou, com seus olhos cheios de luxuria e prazer e tirou minha boca dele, jogando-me na cama e voltando a se posicionar entre minhas pernas.
Ao contrário do que eu pensei, ele foi devagar dessa vez. Tão devagar que conseguiu me causar ainda mais prazer.
Um gemido fino saiu da minha boca e ele sorriu, beijando o meu rosto e depois os meus lábios. Era como se ele agora quisesse aproveitar e não apenas, fazer.
Seus movimentos continuaram lentos, mas não fracos, e sim fortes e precisos, causando-me arrepios em todo meu corpo e me deixando louca de prazer.
Nossos corpos estavam juntos, grudados. Éramos um. Ele me beijava no mesmo ritmo de seus movimentos, me tirando ainda mais o pouco ar que me faltava.
Ele aumentou a velocidade aos poucos, como se para o corpo dele, fosse incapaz de fazer movimentos suaves. E agora, o meu corpo também já estava acostumado com seus movimentos bruscos, quase não se contentando com coisas tão lentas.
A cada segundo eu parecia que ia explodir. Simplesmente, morrer de prazer. Virou um vício, eu não sabia mais viver sem ele. Safado, cafajeste e extremamente bom de cama. Poderia ser errada, crueldade. Mas eu estava adorando esse amor proibido, adorando ser sua amante.
Eu o vi gemer em uma ultima estocada, aonde logo depois, jorrou completamente seu liquido dentro de mim, quando eu fazia o mesmo. Gozamos juntos, em perfeita sincronia.
Ele jogou seu corpo sobre o meu. Acabado.
Nossos corpos estavam suados, eu estava morta sob o seu corpo.
- Eu te amo, minha criança — ele quebrou o silêncio, com uma risada fraca, que quase saiu em um suspiro.
- também — concordei, mordendo o lábio e sentindo meu rosto corar.
— Por mim.. — ele começou, se deitando ao meu lado, e puxando o meu rosto para o seu peito – Isso não é o fim.
— Mas eu estou cansada...
- Não nesse sentido.. — ele abriu um sorriso torto e eu entendi.
Sim Edward Cullen, você pode fazer absolutamente o que quiser comigo, todo dia, toda hora e todo momento. Eu estou simplesmente, entregue a você para sempre.
O abracei com força.
— Dorme minha querida, você deve esta exausta. – ri baixinho e acabei pegando no sono.
x.x
Acordei com a camareira gritando.
— CAMAREIRA – a mulher gritou fora do quarto.
— Edward – gemi, o acordando. – manda essa velha ir embora! – ele riu.
— Tá, já volto – concordei, ainda sonâmbula.
Vi meu homem se enrolar no lençol e sair do quarto, ouvi uns barulhos estranhos vindo da ‘sala’, mas ignorei.
Quando meus olhos decidem se fecha novamente, a porta do quarto é aberta com força.
— ISABELLA, O QUE SIGNIFICA ISSO? – gritou a mulher, assustando-me e fazendo-me senta na cama, com o coração na garganta.
- MÃE?
Notas finais
Cheeeeeeeeeeeeeeeegou a parte mais aguardada por todas... Ou não. Então, e agora? E agora?
Se você gostou, deixe um comentário abaixo. Um grande beijo. Até amanhã.
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