Meu Querido Padrasto.
41 Capítulo 28
– Oi, bebe – eu via a raiva e decepção lívida em seus olhos castanhos.
Eu não fazia à mínima ideia do que dizer e tampouco do que pensar. Eu estava em choque, o que ela estaria fazendo aqui? Olhei para Edward que estava na porta do quarto assustador e o lençol preso em sua cintura.
– Se cubra, Isabella – falou mamãe.
Obedeci imediatamente, com a presa que sentei na cama o lençol havia escorregado e deixado meus seios a amostra.
– O que esta fazendo aqui? – perguntei a ela
– Resolvi fazer uma visita, mas acho que não cheguei à boa hora. – ironizou.
– É verdade – fingi pensar. – que tal ir conhecer Milão e depois voltar? – ironizei, minha raiva dela estava voltando.
– Me respeite, criança.
– Não lhe devo respeito desde o momento que me ameaçou a me expulsar de casa.
– Isabella, fale comigo direito.
– Não – sorri marota e levantei da cama, segurando o lençol em volta do meu corpo.
– Não acredito que minha filha esta virando puta – cuspiu as palavras em meu rosto.
– Renée, não fale com sua filha desse jeito! – disse Edward.
– Tudo bem, Edward – falei a ele e me dirigi a mamãe em seguida – é a convivência. Mãe puta, filha puta.
– O que quer dizer com isso? – perguntou ofendida.
– Acho que sabe... – mamãe levantou a mão e foi quando menos esperei, cambaleei para trás com o rosto ardendo.
– Porque fez isso? – perguntei com a mão no rosto, segurando as lagrimas.
– Porque você me desrespeitou.
– Eu? Lógico que não, apenas lhe disse a verdade. Quem mandou namorar um cara mais novo e bom de cama?
Mamãe estendeu a mão novamente para me bater, porém a segurei quando estava próximo ao meu rosto.
– O que foi? Não aguenta a verdade, mamãe? – cravei as unhas no pulso dela com força, arranhando forte quando ela puxou seu braço novamente.
– Edward, qual foi nosso acordo? – perguntou ela à ele.
– Não existe mais acordo nenhum, ela sabe de toda a verdade.
– Como? – perguntou mamãe incrédula.
– Ele me disse tudo, que ótima mãe você é. E alias como descobriu que estava sendo traída?
Ela riu debochada.
– Mães sempre sabem, vocês acham que aquelas troca de olhares não significava nada? Ou quando sussurravam? – ela fez uma pausa dramática – ou quando peguei vocês dois aos beijos na sala? Depois do seu “encontro” com o Jacob? Quando Flávia me avisou em qual hotel vocês estavam e o que estavam fazendo, minha primeira reação foi vim para cá. Eu não queria acreditar que minha filha estava virando uma vagabunda. Você esta me dando nojo. – dito isso ela saiu do quarto, não pensei duas vezes e corri atrás dela, pisando varias vezes no lençol e quase indo ao chão.
Vi Edward me seguir.
– Sou, sou uma vadia, vagabunda e tudo mais. Mas pelo menos não sou uma péssima mãe, uma quase quarentona que acha que tem 15 anos. Pelo o amor de Deus, vá atrás de um homem velho. Papai deve te morrido de desgosto de ter você como mulher, sorte dele que esta em um lugar melhor.
Ela se virou contra mim, com uma fura jamais vista antes.
– Eu não tenho culpa pela a morte dele, nos dois estávamos bêbados quando o caminhão bateu no carro.
– Era para a senhora ter morrido, seria bem melhor – cada palavra dita estava cortando meu coração a sangue puro.
– Não venha me fazer me senti culpada pela a morte de Charlie, eu sempre fui uma bela esposa a ele e uma ótima mãe. Eu tentava de dar o impossível e assim que você me retribui?
– Ah bem lembrado senhora Renné... – eu disse me afastando dela – Ótima mãe você é né, se você sabia que nós estávamos juntos porque não agiu como uma mãe verdadeira que se importa com a filha e brigou comigo, porque não conversou comigo? Mais não, preferiu armar pra cima da própria filha, sem saber da história completa – eu disse a olhando com nojo.
– Armando? Acho que esta se olhando no espelho, né garota?! – ela disse sorrindo irônica – Foi você que virou amante do homem da sua mãe – ela disse e olhou para Edward.
– Se eu dissesse que terminei com ele você acreditaria? Que pensei em sua felicidade, você acreditaria? Só estou aqui desse jeito porque eu o AMO, você sabe o que é realmente amor, Reneé? E só estou aqui desse jeito, porque ele me contou a verdade, porque eu nunca esperaria isso de você, minha querida mãezinha, eu acho que nunca nenhum filho esperaria isso de uma mãe.
– Deixe de ser mentirosa sua ingrata, eu sempre fiz tudo por você.
– Claro, sempre me deu dinheiro, mais nunca se importou de saber como andavam as coisas na escola, nunca tratou de saber onde eu estava e com quem estava, nunca tratou de estipular horários, sabe isso é sinal de preocupação... Mais não quando conheceu Edward , quis que eu arrumasse emprego para que eu liberasse a casa pra você ficar dando pra ele a vontade não é mesmo?
– CALA A PORRA DA BOCA, ISABELLA. – ela disse chegando perto de mim. Ignorei.
– Eu tenho nojo de você Reneé, eu errei sim, mais pensei em você, NUNCA PENSEI EM MIM, e se eu descobrisse que minha filha gosta de meu namorado eu ia conversar com ela, saber dos sentimentos dela e liberaria o caminho, é claro que ficaria chateada, mais NUNCA IA ARMAR PRA CIMA DELA, NUNCA IA BRINCAR COM OS SENTIMENTOS DELA COMO VOCE BRINCOU COM O MEU.
– Você não sabe de nada, você é só uma criança, e faz o que eu quiser, eu mando em você – ela disse sorrindo.
– Não eu faço o que eu bem entender, já tenho 17 anos, e você só pensa em si mesmo, por isso não vê o mal que esta fazendo para os outros, se não quer pensar em mim que sou sua filha pense em Edward, o homem que você diz amar, olhe pra ele e pergunte se ele te ama, pergunte pra ele se ele esta feliz casado contigo, porque eu sei todas as respostas.
Minha mãe me olhou com raiva e olhou pra Edward que estava na porta olhando para nós duas.
– E você não vai dizer nada? – perguntou ela a Edward.
– Dizer o que? Se tudo que ela disse é verdade? – ele deu de ombros, sorri.
Mamãe bufou.
– Isabella, quando você volta a Forks quero que saia da minha casa e vá para a rua. – encolhi os olhos.
– Por mim, tudo bem. – Sorri, e isso pareceu a irrita ainda mais.
– E sabia que a partir de hoje você não tem mais mãe, não perdoarei a sacanagem que fez comigo.
– Pode dizer o quanto quiser Renée, que não sou sua filha. Mas nos duas sabemos que isso é mentira e sabe... não me arrependo de ter feito o que fiz. E faria de novo! – ela olhou para mim pela a ultima vez e depois para Edward, com as lagrimas nos olhos preste a cair.
– Não acreditei que havia feito isso comigo, eu não acredito. Depois de tudo, Edward. Você me prometeu. – disse a ele, que não respondeu. E assim ela saiu, sem dizer mais nada a mim.
Meu corpo parecia frágil, eu sabia que desabaria ao chão ao qualquer momento. Eu não ouvia mais nada, e tampouco via. Apenas sentia minhas lagrimas molharem meu rosto cada vez mais forte, meu pulmão sendo esmagado. Edward me acolheu, o abracei como se minha vida dependesse disso, E agora realmente dependia.
– Acabou, minha criança, acabou – ele me balançava de um lado para o outro, dizendo que tudo estava bem, que tudo havia terminado.
Não sei se foram horas, dias ou apenas minutos quando decidi me afastar dele. E fui para nosso quarto, eu estava parecendo um zumbi sem alma.
Tomei um rápido banho, e vesti uma roupa qualquer... Edward entrou no quarto quando eu estava passando o elástico no cabelo.
– Aonde você vai? – perguntou ele. Enquanto eu só sabia olhar pra o nada.
– Não importa, mas tarde estou de volta. – e sai do quarto, percebi que ele não veio atrás de mim, talvez para me deixar um pouco sozinha. Porque era disso que eu precisava.
Sair do hotel sem nenhum destino, eu só queria fica o mais longe possível. Eu apenas queria chorar em paz sem que ninguém me olha-se com dó. Essa era a pior discussão que eu já havia tido com Renée. Eu ainda sentia o tapa dela em minha bochecha, se ela não fosse minha mãe... Se ela não fosse...
Eu poderia dizer que não fazia a mínima ideia para onde andava, ela poderia ter feito o que fez comigo, mas ainda era minha mãe e doía saber, que ela estava com ódio de mim, que ela não me queria mais na sua frente.
Atravessei a rua sem olhar para os lados, a ultima coisa que ouvi foi uma buzina e um clarão tomando conta do ambiente... E depois, apenas a escuridão.
POV EDWARD
Bella havia saído de casa faria uma hora e nada dela retornar. A preocupação já estava tomando conta do meu corpo, meu corpo tremia e algo me dizia que havia acontecido algo.
Eu já estava ficando desesperado quando o celular dela toca sobre o criado mudo.
– Alô? – atendi sem olhar no visor.
– Olá, eu gostaria de fala com Bella Swan, aqui é a Elizah namorada de Jasper.
– Oi Elizah, sou o Edward. A Bella acabou de sair e eu estou ficando preocupado.
– Edward, aconteceu alguma coisa? – perguntou com a preocupação visível na voz.
– Nos dois estávamos juntos aqui e Renée entrou no quarto as duas tiveram uma briga e Bella saiu, faz uma hora. E eu estou ficando preocupado.
– Porque deixou a Bella sair? Ela deveria esta mal. – a campainha tocou.
– Eu sei, deve ser ela na porta. Espere um segundo.
POV ELIZAH
– Amor, aconteceu alguma coisa? – Jazz me perguntou.
— Aconteceu, Reneé descobriu e bella teve uma briga com a mãe e saiu do hotel. Edward não sabe onde ela pode está. – eu estava andando de um lado para o outro, com o celular no ouvido quando ouvi.
– Senhor Cullen? Você é parente da Senhorita Isabella Swan? – ouvi no outro lado da linha.
– Chegamos – cantarolou Rose entrando na casa onde estávamos.
– Cala a boca, Rosalie – rebati e ela se sentiu ofendida.
– Sou sim, aconteceu algo? – ouvi Edward dizer a pessoa.
– Ela foi atropelada e esta inconsciente. Acabamos e levá-la ao hospital e alguns curiosos reconheceram ela como sua parenta.
– Meu Deus! – e o telefone foi desligado.
Meu coração estava a mais de mim, eu poderia esta errada. Mas sabia que havia um dedo de Flavia nessa historia. Sabia que os dois deveriam esta no mesmo quarto como Lice havia contado Renée talvez já soubesse por alguém... E esse alguém tinha nome.
Tirei o celular do ouvido, ainda paralisada. Mas quem havia contando ou não, agora não importava, Bella estava no hospital inconsciente isso era mais importante.
– Voltarei a Forks hoje – avisei a Jasper.
– Como, para que?
– Bella foi atropelada... E... E... – eu não conseguia formula uma frase.
Subi ao quarto rapidamente e peguei minha carteira, por sorte eu ainda tinha dinheiro.
– Elizah, como? Jazz me contou que a Bella foi atropelada, como assim? – Alice me parou, com pânico na voz.
– Eu não sei como aconteceu, mas... Mas... Assim que eu soube de algo eu aviso – dei um rápido beijo em Jazz e sair da casa gritando pelo o ombro.
– Avise ao Emmett. E fale que vou pega seu Jipe – peguei o primeiro taxi que passou na rua, e fui em direção ao aeroporto.
Eu apenas queria um destino antes de ir a Milão, as coisas iam entrar nos eixos, eu sabia disso.
POV EDWARD
Cheguei ao hospital rapidamente e Renée estava na sala de espera. Meu coração estava desesperado e a culpa me corroendo.
Tudo era culpa minha, eu não deveria te deixando-a sair do hotel.
– O que esta fazendo aqui? – perguntei a Renée
– Eu não quero brigar, Edward – rebateu.
– Então vá embora, sua filha não precisa de você, para isso ela tem a mim. – ela não respondeu.
– Você é parente da Senhorita Swan? – perguntou um medico para mim.
– Sou, como ela esta? Diga que ela esta bem, Doutor. – perguntei exasperado.
Eu estava mais do que preocupado, eu estava com raiva de mim mesmo. Tudo era minha culpa, era completamente minha culpa dela esta no hospital.
– Ela esta entre a vida e a morte, o acidente foi muito feio. Não podemos lhe dar certeza que ela sobreviverá – as lagrimas já estavam rolando pelo meu rosto.
– Faça tudo, tudo que estive ao seu alcance para salva-la. Não importa quanto for, eu pago. Só quero minha mulher viva.
– Faremos o que tive ao meu alcance e da minha equipe. – ouvi um soluço atrás de mim e ignorei.
– A salve doutor. – supliquei.
– Farei o melhor que puder – disse novamente e saiu.
Meu coração estava despedaçado, doeu saber que minha criança talvez não sobrevivesse, doía imaginar minha vida sem ela. Doía ainda mais saber que a metade da culpa era minha.
– como sabia que ela estava aqui? – perguntei a Renée desconfiado.
– eu a vi caída no chão, quando o carro a bateu – respondeu baixinho, soluçando.
– Porque a deixou sair do hotel, Edward? – perguntou Renée entre as lagrimas. – Queres matar minha única filha?
– Tudo isso aconteceu por sua culpa Renée, ela não estaria aqui se você tivesse aceitado quando a pedi em namoro. Mas não, você preferiu arma para elar, você preferiu me ter para si. O quem vem primeiro, Renée? Sua felicidade ou de sua filha?
– A da minha filha. – ela já estava descontrolada do choro.
– Mentira, se eu a perder. Eu prometo que você nunca mais trabalhara nessa cidade ou no mundo todo.
Ela não respondeu.
Me encostei-me ao sofá branco, e perdi com todas as forças que eu tinha. Que nada de ruim a acontecesse com minha criança. Minha respiração já estava ofegante, e minha cabeça tonta.
Como as coisas podem mudar, dependendo do rumo que tomamos. Ontem estávamos juntos, eu a tinha em meu braços. E hoje, eu estava a um fio e perde-la.
Eu não sabia quantas horas haviam se passados, eu estava andando de uma lado para o outro, enquanto Renée de meia em meia hora ia se informar na recepção...
Senhor, se ela morrer. Peço que me leve junto, não vivo sem minha criança nesse mundo.
Era a única coisa que eu sabia perdi, a dor da quase perda era dolorosa de mais, angustiante.
– Como a Flavia sabia em que hotel estávamos? – perguntei a Renée quando ela voltou sem novas noticias.
Ela me encarou profundamente antes de responder.
– Uma tal de Tania, sua prima, amiga, irmã. Não sei o que ela era, apenas sei que era Tania Denalli, a contou. Ela se esbarrou com vocês e descobri o hotel onde vocês estavam e o quarto – minha mão fechou em punho, porque eu não duvidei antes? Eu sabia que aquela pergunta da Tania não foi em vão, ela queria saber de algo.
Eu estava com uma vontade de batê-la ate a morte. Ri do meu pensamento.
Minha mulher desacordada em algum quarto do hospital e eu pensando em ferir outra.
– Renée, sabe que terminou tudo entre nós. – ela riu tristonha.
– Nunca existimos juntos, não é?
– Sim existiu, antes de eu conhecer sua filha.
Ela não respondeu e olhou para o outro lado, fungando.
NO DIA SEGUINTE.
POV ELIZAH
O avião havia acabado de pousar em Forks, eu não havia trazido nenhuma bagagem. Apenas faria um rápido serviço e pronto, sair do aeroporto voando e empurrei um homem que estava preste a entrar no taxi.
Eu não estava com paciência para esperar outro, então seria esse mesmo. O cara balbuciou algo que ignorei.
Dei o endereço se casa ao taxista e mandei ele correr o mais rápido que pudesse. Assim que ele estacionou em frente de casa, joguei uma quantia de dinheiro a ele, e fui atrás da chave reserva que ficava em baixo de um balde de planta ao lado da janela da sala. Tirei a chave e abri a porta, corri em direção ao quarto do Emmett, revirando tudo ate encontra a chave do Jipe.
– Te encontrei, danada – sorri para a chave e sair de casa, indo a garagem e ligando o carro.
Eu não fazia a mínima ideia de como encontrar Flavia, talvez eu começasse pela a empresa de seu marido.
Quando eu estava a caminho da empresa do marido da Flavia com o jipe de Emmett, tive de parar no semáforo, e esperar o tempo para que as pessoas passassem até que avistei um carro enfrentei ao jipe, um carro com uma pessoa muito conhecida para meu gosto. Trinquei os dentes e quando o sinal abriu, acelerei o máximo que pude e batei com toda força na traseira do carro da loira de farmácia.
Assim que bati no carro, a mesma saiu igual a furacão para fora, e for ver o estrago.
Pulei do Jipe e andei em direção a ela.
– Olha o que você fez no meu carro, criatura! – disse exasperada pelo o belo estrago que havia feito no porsche rosa dela.
– Eu fiz com gosto e faria de novo, sua vaca loira mal comida! – comentei com um sorriso cínico no rosto. – Isso é pelo o que você fez a Bella! – fuzilei-a com o olhar. E a mesma arregalou os olhos. – Pensou que não fosse ser descoberta não é? – indaguei indo em direção a ela.
– Como você descobriu? – perguntou ríspida, e parei em frente a ela.
– Não importa! – disse com um sorriso ainda maior. – Você não tem ideia do quanto quero acabar contigo! – falei rapidamente.
– Vem então, sua destruidora de carros. – e pulou para cima de mim.
Desviei dela, e puxei-a pelos cabelos, arrancando um bolo de fios, e Flavia gritou de dor. E gritou ainda mais quando viu o bolo que tirei do cabelo dela.
– VOCÊ ME PAGA SUA DESGRAÇADA! – gritou e voo para cima de mim, e fiz o mesmo com ela, e ela tentou me acertar no rosto com um tapa, e devolvi com um soco de direita em cheio no nariz dela, quebrando-o. Ela tampou o nariz com as mãos, e percebeu que estava sangrando.
A vadia loira rosnou em fúria e puxou meu cabelo e arranhou meu braço em quanto tentava me prender, esquivei-me do aperto e dei um chute em seu estomago, e ela caiu com tudo no chão devido ao chutei.
Corri na direção dela, e cai em cima dele, dando socos, e desfigurei o rosto dela. Que gritava por dor e pânico.
Varias pessoas foram nos separar, dois garotos me seguraram pela a cintura, e rosnei furiosamente para eles. E Flavia havia sido amparada por três pessoas, quando ela aproveitou e levanto, correu na minha direção. Olhei mortalmente para ela, já prevendo o que faria.
– ME SOLTEM, EU AINDA NÃO ACABEI COM AQUELA VADIA! – gritei. Eles tentavam me segurar, quando a vadia loira me deu um suco em cheio no estomago, arfei de dor e os dois garotos me soltaram.
Nisso voei para cima dela, em meio a isso tudo o que vestíamos fora praticamente destruído e minha roupa não esta no em um estado muito bom, e arranquei com tudo a saia dela, mostrando um short preto por baixo e vários arranhões, virei rapidamente e nisso ela quebrou o pé e aproveite que ela estava ajoelhada, e prendi os braços numa chave, e quando percebi por onde a segurava, sorri malignamente, e quebrei os dois braços.
O grito de dor que ela saltou quase que estourou meus tímpanos. Larguei Flavia, e a mesma caiu na rua, gemendo de dor e mais pessoas foram ver se ela estava bem. E nisso a ambulância já estava quase chegando.
– Isso é para você aprender a não mexer com as minhas amigas sua vadia! Faça de novo, e eu quebro suas bacia! – rosnei furiosamente, e corri para o Jipe, e pisei fundo no acelerador saindo de lá. Ri alto no meio do caminho da casa de Bella. Eu precisaria de novas roupas para pode viajar a Milão.
Eu teria sérios problemas mais tarde por ter feito o que fiz.
Notas finais
E eu ameeei a surra da Flávia, foi bem merecido. E vocês, o que acharam do capítulo?
E Nany Stewart, muito obrigada pela a recomendação, achei perfeita demais, menina. Awn.
Isso é tudo, então se voce gostou, deixe um comentário abaixo. Um grande beijo.
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