Notas iniciais
VOCÊS BATERAM A META!!! SIM, MEU LEITORES QUERIDOS! PARABÉNS! Bem, na verdade foram 29 comentários, mas quando a Mell me mandou eu fiz um comnentário, mas só pra ela então tive que contar! Mesmo assim o esforço foi válido. Eu ia postar ontem, mas tive algmas coisas pra resolver então...Mas a demora cvai compensar por que o Cap ta INCRÍVEL! Ps: Eu não pude betar, desculpem, mas corrigi algumas coisas por cima, então desculpem se algo estiver errado. Bem, chega de falar! "Heeeey é a Mell invadindo essa bagaça... kkkkkk To amando cada review vocês são demais... Minha Beta é uma linda, mas esqueceu de agradecer a recomendação da Aninha, ou melhor Anissima... rsrs Aninha lindaaaa... Mais uma veeeeeeeez, muito obrigada pela recomendação... EU SIMPLESMENTE AMEI cada palavra... parecia uma doida lendo sua recomendação... kkkkk Bom só vim pra agradecer mesmo rsrs, logo logo começo a responder os reviews... Bjooooooo" ***Enjoy***

– Por que sei que você não gosta da Glimmer, e sei que essa cabecinha viaja a lugares inimagináveis quando quer, por isso fiquei preocupado com sua reação ao nos ver conversando...

– É eu não gosto, mas o que posso fazer se vocês trabalham juntos... Só não precisa conversar tão animadinho...

– Eu não tava animadinho... — ele diz como se eu estivesse fazendo drama.

– Mas o que vocês conversavam com tanto animo hein? – pergunto curiosa.

– Tem certeza que quer saber? – ele rebate minha pergunta com outra, arqueando a sobrancelha, será que eu quero saber?

– É claro que eu quero... – digo impaciente.

– É que assim amor, não fica brava ta, pense em nosso bebê... – ele diz virando-se para mim, e segurando minhas mãos, nesta hora eu já não queria pensar em nada, queria voar no pescoço de Peeta, e nos cabelos da loira aguada, fingida, falsa, destruidora de lares felizes, ladra de marido bonito... Tiro bruscamente minhas mãos que estavam entre as suas, e as cruzo no colo, quase no pescoço, porque a barriga não me deixa ir muito além disso.

– Fala logo Mellark... – digo cuspindo fogo.

– É essa cara que eu faço é?

– Quê? – pergunto não entendendo onde ele quer chegar.

– É essa cara que eu faço quando estou com ciúmes... – ele diz me lançando seu sorriso torto.

– Não entendi até agora porque esta fazendo piada... – digo brava o que o faz rir, e ao tentar me beijar eu recuo, ele revira os olhos e volta a falar.

– Não estávamos conversando sobre nada demais, senhora minha esposa... E vou te contar porque, como sei que tenho uma esposa muito linda, muito brava e muito grávida em casa, procuro não dar motivos para que ela desconfie de mim, e como sei que essa minha esposa não vai muito com a cara da Glimmer, tenho evitado ter muito contato com ela, apenas o necessário, e ela por sua vez no inicio não percebeu de imediato mas com tempo, notou que eu estava tratando-a diferente, por isso veio conversar comigo a respeito, tentei desviar o assunto, ela não precisa saber que você não gosta dela, bom pelo menos é isso que eu acho, disse a ela que era por causa da correria, das responsabilidades e tudo mais, faculdade... Ela pareceu entender, bom mais ou menos, um pouco antes de vocês chegarem ela havia comentado sobre um bolo que eu fazia na padaria, me pediu a receita e disse que sentia falta...

– Falta de que? – pergunto exasperada, pois ele parou na parte que eu queria chegar.

– Eu não sei, vocês chegaram na hora... Mas eu acho que prefiro não saber, seja lá o que for.

– Acha que ela sente falta de você? – não sei se foi uma pergunta ou uma afirmação, nem sei se foi para mim ou para ele que eu perguntei.

– Com certeza não amor... – ele diz com convicção.

– Como você tem tanta certeza assim?

– Katniss... – Peeta mais uma vez segura minhas mãos e me olha com intensidade. – Eu conheço a Glimmer desde criança, e ela também me conhece, confesso que mudei e ela também deve ter mudado, mas eu tenho certeza absoluta que ela sabe que se me dissesse isso, só me afastaria ainda mais dela... Eu sinceramente não sei o que faria se ouvisse isso, acho que não conseguiria manter nem mesmo o profissionalismo. – Peeta diz pensativo.

– Com certeza você não pisaria mais aqui meu amor, só isso que eu te digo... – deixei escapar meus pensamentos, Peeta ri por minha falta de tato, ele tentava ser profundo, maduro, mas eu não sou assim, e nem adianta vir com esse papinho.

– Meu Pai do céu, eu tento ser maduro e sensível, mas minha esposa não deixa, o que eu faço... – Peeta faz drama olhando para cima, como se estivesse falando com Deus.

– Ai amor, eu sou super madura e completamente sensível, choro o tempo inteiro... – digo fazendo graça, esse é o tipo de conversa que termina em uma briga, e eu não quero brigar com ele, pelo menos não aqui, onde Glimmer pode aparecer a qualquer momento e com certeza ficara satisfeita se vir que nos deixou mal.

– Você é super linda, isso sim... – ele diz fazendo manha, e sei que hoje teremos uma noite daquelas.

– E você ta demais hoje... – digo me referindo ao fogo do garoto, e ele me puxa para si me beijando novamente, e mais um beijo desses eu tiraria minha roupa aqui e agora, meu corpo ficou todo elétrico, ansiando o toque dele, o beijo dele, o cheiro dele, e quando percebi já estava ofegando e Peeta também, encaro seus olhos negros evidenciando desejo. – Isso é sacanagem... – digo sorrindo enquanto ele encosta sua testa na minha.

– Prometo tentar sair mais cedo daqui hoje... – ele diz enquanto recupera o ar e algo me ocorre.

– Amor, nessas salas privativas não tem câmeras? – pergunto encarando seus olhos que começam a se suavizar, ele por sua vez arregala um pouco os olhos o que me apavora... – Peetaaaa...

– Tem amor, mas fica tranquila no máximo o pessoal da segurança vai me zoar... – Ele diz com toda a calma do mundo, dando de ombros...

– Amor... Como ficar tranquila, eu nunca mais virei aqui de vergonha...

– Larga de ser boba amor, você é minha esposa. – ele diz e revira os olhos.

– Ai essas suas safadezas só me colocam em enrascadas viu.. – digo olhando-o com reprovação.

– E você bem que gosta das minhas safadezas... – ele diz voltando a me olhar com desejo e eu logo o paro.

– Paixão da minha vida, já estou indo, se não o pessoal da segurança vai fazer muito mais do que te zoar... – digo seria enquanto me levanto e vou em direção a porta, e ele me segue.

– Você tem razão... – diz ao me abraçar por trás me parando. – Adorei a visita, e venha sempre quando quiser, vou adorar te trazer para esta sala novamente. — Balanço a cabeça e reviro os olhos, meu marido é uma figura.

Me despeço de Peeta com direito há um abraço apertado e um beijo bem demorado no estacionamento do restaurante debaixo dos olhos atentos de Cashmere, cheguei em casa feliz, leve e com os hormônios a flor da pele, Peeta é terrível me deixou num estado agonizante de desejo, tive que tomar um banho gelado para me recuperar.

A tarde passou rápida e fiquei ansiosa pois Madge me ligou dizendo que viria para jantar juntamente com Gale, Finnick e Annie... Ah e como eu sinto falta dos meus amigos, tenho que admitir que sinto mais falta de Mad, das longas horas de conversa, das brincadeiras e noites do pijama, e até de quando não falávamos nada realmente importante, só aproveitávamos a companhia uma da outra dizendo coisas sem sentido, e de como seriamos melhores amigas pra sempre, disse que faria um jantar elaborado, mas ela disse que preferia uma boa pizza, pois sabia que Peeta estaria trabalhando e que não poderia sair nada bom se eu estivesse na cozinha sozinha... – Ei o Peeta ainda esta vivo, então isso significa que não cozinho tão mal assim... – essa foi minha defesa. Quando contei a ela sobre Cato, a única coisa que disse foi... – Perigoso... Vou chegar mais cedo para conversamos sobre isso.. – ela disse animada, como adora uma historia mal contada essa minha amiga.

Penso em falar com Cato, lhe dizer que iria com ele conhecer o orfanato, mas como fazer isso de maneira sutil, eu não tenho o numero dele, nenhum contato a não ser nossas caminhadas, mas o fato é que Peeta quer conhecê-lo e como dizer isto a ele sem constrangê-lo, tipo “Meu marido quer te conhecer, pois ele quer ter certeza que você não é um louco”, mas quero fazer isto o quanto antes, o fato é que não quero ficar mais tempo parada. Decido passar no apartamento dele um pouco antes do horário que Mad disse que chegaria, seria rápido, já tinha um plano, conversaria com Peeta depois mas tenho certeza que ele não se importaria, pediria que me levasse ao orfanato e lá os apresentaria, acho que seria mais casual, não seria forçado. Toco a campainha, e meu vizinho atendeu a porta, e naquele momento soube que tive uma péssima idéia.

– Vizinha... – Cato diz animado e semi nu, ele estava sem camisa, e exibia sua boa forma física, com braços fortes e barriga tanquinho. Eu corei e não foi pouco, meu rosto pegava fogo e eu estava extremamente envergonhada, envergonhada por vê-lo dessa forma, e envergonhada por estar envergonhada, nunca reagi assim com qualquer outro homem, a não ser com Peeta. Tento não encará-lo do pescoço para baixo, e me recompor.

– Desculpe atrapalhar Cato... – digo sem graça e ele sorri.

– Não atrapalha... Quer entrar?...

– Não... – digo rápido demais. – Não precisa é rápido, estou esperando visitas, só vim dizer que quero sim conhecer o orfanato, podemos ir amanha mesmo. – Ele ficou feliz, mas seus olhos revelaram um certo despontamento.

– Que bom Katniss, tenho certeza que vai adorar... Mas eu vou ficar uns três dias fora, se quiser me esperar podemos ir juntos, mas caso contrario, posso deixar o endereço com você e avisar o pessoal que irá, você quem sabe... Vou fazer o seguinte, deixo o endereço com você, e você decide, em três dias estou de volta... – a noticia da viagem me desanimou um pouco, não por ele, mas porque estava animada em conhecer o orfanato, não queria esperar mais três dias, logo meu vizinho voltou devidamente vestido para meu alivio, e com um papel em suas mãos.

– Esta aqui Katniss... – ele exibe seu melhor sorriso.

– Obrigada Cato, acho que vou esperar você voltar, mas muito obrigada mesmo.

– Imagina... – ele diz agora satisfeito.

– Então tchau, boa viagem... – me despedi.

– Obrigada, até mais.

– Até... – digo seguindo para meu apartamento.

Cerca de vinte minutos depois o porteiro anuncia a chegada de Madge, assim que escuto algumas batidinhas na porta corro para atendê-la, e encontro minha amiga com cara de espanto, seus olhos distantes e sua boca entreaberta...

– Mad, esta tudo bem? – pergunto preocupada.

– Eu estou bem, mas você esta perdida.. – ela diz voltando ao seu estado normal, e entra em casa.

– Como assim? – pergunto ainda preocupada e assustada.

– Acabo de ver o “vizinho” e amiga você esta ferrada, muito ferrada... – ela continua a fazer drama, e eu me sinto aliviada.

– Ai sua louca, você me assustou... – digo batendo em seu ombro, enquanto seguimos para a sala.

– Ainda bem, porque saiba.. Você esta ferrada... – ela continua repetindo isso.

– Para de repetir isso Mad, parece que é louca.. – Ops ela é. – Desculpe esqueci que você é, mas porque esta falando isso.

– Porque o seu vizinho, é um baita de um gostoso.

– Como assim? Você o conhece?

– Não, mas adoraria... – ela diz com malicia.

– Madge, você namora meu primo... Você se lembra??? – quase grito com minha amiga, e ela faz uma careta.

– Eu sei, seu primo também é gostoso... Mas o Cato... – ela suspira ao falar, ela só pode estar de brincadeira né.

– Responde logo, loira tarada...

– Acabei de vê-lo saindo do condomínio... Quando o porteiro te ligou pra autorizar minha entrada, o loiro perdição estava saindo do condomínio, e o porteiro disse “Boa viagem Sr. Cato”, na hora virei para encara-lo, e... O que é aquele corpo? E aqueles ombros largos? E aqueles olhos? E aquele braço? E aquela bun...

– Madge... – chamo sua atenção novamente. – Como eu queria que o Gale escutasse isso... – digo um pouco irritada e ela revira os olhos, não disse por causa do meu primo, mas por causa do Cato, ela ficar expondo os atributos do rapaz não ira me ajudar em nada, pelo ao contrario. – E olha como você é... Chegou aqui e só ficou falando do meu vizinho, e nem deu um “Oi” pra meu bebê, e ainda quer ser madrinha... – digo fazendo drama, para que ela não pense que fiquei brava com ela, por estar falando de outro homem sem parar enquanto namora meu primo, e ainda mais esse outro homem sendo Cato.

Assim que falei ela quase voou em cima de mim, e começou a beijar minha barriga, e conversar com meu filho... Dizendo que a “dinda” o amava muito e que estava morrendo de saudades, e ansiosa pelo seu nascimento, e finalmente para minha alegria o assunto Cato morreu. Conversamos sobre seu curso e seu novo emprego, sobre Gale é claro, parece que a loira realmente se rendeu aos encantos dele, pois apesar de estarem namorando há algum tempo, ela ainda era relutante em alguns pontos, pois sofreu com o gatinho gostando dele durante a adolescência e não sendo correspondida, e ainda vendo-o ficar com muitas outras meninas. Pedimos as pizzas e Mad se calou pro alguns instantes, algo atípico dela, até voltar a ser ela mesma.

– Eu estava errada... – ela encarava o nada ao falar – você não esta ferrada... Mas o Peeta, ele que não se cuide... – ela termina de falar e me olha debochada, e eu ainda espero algo sério da minha amiga...

– Você não tem jeito Mad... – digo rindo.

– É eu peço, imploro pro Gale me dar um jeito, mas ele não dá... – ela fala sarcástica.

– Deixa ele descobrir isso... – ela arregala os olhos e sorri.

– Não me entrega Kat...

Cinco minutos depois o pessoal chegou juntamente com Peeta... Madge correu para abrir a porta, mesmo Peeta tendo a chave, e assim que viu seu namorado o abraçou e beijo.

– Ih mano, perdeu a aposta... – Peeta disse, após me dar um selinho, e eu seguir para cumprimentar Gale, Finnick e Annie...

– Que aposta? – pergunto.

– Eles apostaram que quando chegassem a casa já teria pegado fogo... – Annie disse usando o mesmo tom debochado do Odair, tadinha a doce Annie esta se corrompendo.

– Como assim? – pergunto incrédula.

– Calma amorzinho, eu apostei que não iria, pois como você esta gravida iria controlar a Mad... – Peeta disse me abraçando por trás.

– Continuo sem entender... – foi a vez de Madge se pronunciar.

– Ah Mor, quando você e a Kat se juntam não presta... Realmente juraria que vocês no mínimo botariam fogo na casa, pois quando estão juntas não param de falar e esquecem do mundo.. – Gale se explica para a namorada, que esta pendurada em seu braço, olhando-o com um ar sapeca.

– Por isso que não deixei a Kat cozinhar, ou a casa pegaria fogo, ou morreríamos envenenados... – ela explica simplesmente encarando Gale, que também não tira seus olhos dela.

– Que abusada que você é Mad... Dá um jeito nessa garota Gale... – digo lembrando de nossa conversa, e ela passa a me encarar maliciosa, mas logo volta sua atenção para o namorado, esperando por sua resposta.

– Ah Katniss... Estou tentando... E como estou... Mas a loira é difícil, e me olhando desse jeito então... – Gale diz com cara de bobo apaixonado, enquanto Madge continua o encarando com uma ingenuidade maliciosa.

– Continue assim primo... Foi assim que a Katniss engravidou... – Peeta disse, Finn e Annie riram, Mad e Gale saíram da bolha amor, e eu corei de vergonha.

– Amooor... – chamei a atenção dele, me desvencilhando dos seus braços e lhe dei um soco no braço, que eu senti mais do que ele.

– To sendo sincero oras, não foi assim mesmo?... – Ele continuava a brincar.

E o que posso dizer, nossa noite foi regada a muita pizza, chocolate, sorvete e muita, mas muita pegação no pé... Ainda bem que eles logo me esqueceram e a vitima passou a ser a Annie, que de tanto conviver com o Odair, pegou todos os seus trejeitos, falas, piadas, humor negro, tiques e tudo mais que é possível...

Eles mal foram embora e eu já sentia falta deles, fui tomar um banho para dormir e Peeta veio junto, infelizmente não tínhamos mais a destreza de fazer amor debaixo do chuveiro, mas isso não nos impediu de começarmos as preliminares, e terminarmos o que começamos nessa tarde na nossa cama.

***

– Eai tudo certo para visita ao orfanato? – Peeta pergunta quando já estamos saciados e deitados de conchinha prestes a dormir, ele mexe em meus cabelos, e eu traço linhas imaginárias em sua mão, ora unindo-as para medi-la.

– Não sei, nosso vizinho teve que viajar... Deixou o endereço comigo, mas fiquei insegura de ir sozinha... O que acha? – pergunto sentindo sua deliciosa respiração em minha nuca.

– Acho que deve ir... Eu te levo, e depois de lá vou para a faculdade e você fica com o carro... – Por carro entenda-se um carro popular que compramos para emergências, e que Peeta passou a usa-lo para ir a faculdade e trabalho com ele.

– Mas você o usa para trabalhar... – digo em sua defesa.

– Só uso para não deixa-lo parado... – ele diz simplesmente.

– Pode ser então... – digo um pouco incerta, e pouco tempo depois adormeço.

***

Acordamos do mesmo jeito, e meu pique para sair era zero, mas Peeta estava animado e acabou me contagiando, logo já estávamos prontos e saindo de casa, como tudo numa cidade pequena, o orfanato não era longe, demoramos uns trinta minutos pra chegar e ao chegarmos, me identifiquei sendo amiga de Cato e uma senhora muito simpática, se iluminou ao ouvir seu nome, com certeza ele os ajudava bastante, Peeta foi embora logo, como deixaria o carro comigo, tinha que correr para pegar o ônibus para ir a faculdade.

A senhora chamada Mags se apresentou como a dona do lugar e passou a me apresentar a tudo e a todos, e o que dizer me apaixonei, apesar de ser um lugar simples, tudo era muito limpo, organizado e novo, e ela me dissera que grande parte daquilo se devia a generosidade e amor e Cato pelo lugar e pelas crianças. Fiquei encantada com ela, as professoras e babas, funcionários e voluntários e principalmente com as crianças, que se desmancharam na minha enorme barriga de sete meses.

Voltei para casa com comichões, queria partilhar tudo com Peeta e foi isso que fiz quando ele pisou em casa, seus olhos ficaram vidrados e atentos em cada palavra que saia de minha boca, Peeta estava feliz simplesmente porque eu estava feliz, era nítido isso em seus olhos, tanto que ele prometera ir comigo no dia seguinte já que ele não teria aula, e foi o que fizemos, passamos nossa manha, com as crianças contando historias para os mais novos, enquanto Peeta tocava e até se arriscava a ensinar violão, para alguns mais curiosos, muitos deles tocavam minha barriga e perguntavam qual seria o nome, o que me lembrava que meu bebê ainda não tinha um nome definido.

Eu não queria ir embora, mas Peeta pediu que eu almoçasse com ele no restaurante, e eu não posso e nem consigo negar nada a ele, então um pouco a contragosto fomos para o restaurante e adivinha qual era nosso assunto??? As crianças e nosso próprio bebê. Ao chegarmos no restaurante nada tirava o sorriso enorme que se instalou em meus lábios, nem mesmo a loira aguada e a loira azeda, que faziam questão de me cumprimentar, principalmente Glimmer, não sei o que ela ganha com isso, ou quem esta tentando enganar, mas fiz questão de ignorar estes pensamentos pois eu finalmente estava fazendo algo que me dava prazer e satisfação.

– Vizinha... – me viro sabendo exatamente quem me chamara, devido ao peculiar “apelido” que ele me deu. E vejo que Cato voltou de viagem antes do previsto.

– Cato... – digo, e sinto as mãos de Peeta me puxarem, e logo ele se coloca a meu lado, não entendi seu comportamento até encarar o rosto de Cato, que perdeu toda sua serenidade, Cato tem um olhar duro, e posso sentir pelos músculos de Peeta que ainda me prendem-me em um abraço desajeitado que ele também não esta mais um poço de calmaria.

– Peeta Mellark... – Cato diz nada amistoso, e eu fico sem entender nada.

– Cato Abernathy... – ele o chama pelo nome completo, e um frio percorre meu ventre... Abernathy? Ihhh minha amiga estava certa, eu to ferrada!

Notas finais
E ai, mooooooorram de curiosidade, se quiserem o cap, 35 REVIEWS!!!! Bem, é isso. Beijos e obrigada por cada reviews, Eu (Lary) e Mell agradeçemos! ATÉ LOGO MEUS BEBÊS!