Notas iniciais
#FELIZ DIA DO ESCRITOR!!! OH HAPPY DAY!!!
Oi Pessoas lindas do meu coração...

Quanto tempo né?!... kkkk
Então gente vamos pra parte que interessa o primeiro hentai da Fic, eu nunca escrevi um hentai e essa também não foi minha primeira vez pois quem o escreveu foi a Lary, eu apenas alterei pequenas coisas e dei um toque Mellannie nele... kkkkk Como a Lary diz eu sou meio louquinha e gosto de colocar graça em tudo...

Desculpem a demora em postar... Mas eu acho que preciso de motivação... Tenho recebido pouquissimos reviews, recomendações então nem sei o que é mais... Então motivem sua autora a continuar escrevendo a fic e se empenhar em postar rápido pra vocês Ok?

Obrigada pelos reviews vocês são lindos demais....

Recadinho da Lary....
PS. Lary para de chamar minha Katniss de IDIOTA, sua idiota!... kkkkk brinks *-* ty love!

Não acharam que eu não ia aparecer né, nesse cap eu não pude deixar de falar. KATNISS PELO O AMOR DE DEUS, ATÉ DANDOS UNS PEGAS COM SEU BOY VOCÊ TEM QUE DAR UMA DE IDIOTA?!?!?!?KKKKKKKKKKK...Esse hentai eu que escrevi, a Mell fez a parte da comédia, dando uns ajustes aqui e ali, então se vcs gostaram do meu PRIMEIRO hentai, por favor quero reviews. Bjões pra vcs, obrigada por cada review, assim que der respondo, entãããõ até logo, vejo vcs no capítulo 21!
Bjs*** da Lary!!!

Amores leiam as notas iniciais e finais... Please!!



Ele caminha em minha direção com passos lentos, com um sorriso encantador e semicerra os olhos me encarando. Esqueço-me de respirar por um instante, há um imenso nó na minha garganta e um monstro em meu estômago, esta ansiedade um dia irá me matar. Ele chega até mim, segurando-me pela cintura com firmeza, e neste instante um frio percorre minha espinha e sinto meu corpo inteiro se arrepiar, tenho plena noção que ele também sente o mesmo, mesmo que os pelos de seus braços estejam cobertos pelo terno. Ele beija suavemente meus lábios e traça um caminho até minha orelha, onde deposita uma leve mordida e diz:

– Você tem certeza Kat ? – Como dizer não? Abro meus olhos e o encaro.

– Sim amor... Tenho certeza absoluta. – minha voz soa firme, dando plena certeza a Peeta que eu estou pronta.

Criando coragem que ainda insiste em não se apresentar a minha pessoa, caminho até a sala em direção ao aparelho de som, eu já havia selecionado algumas musicas prediletas minhas e de Peeta... Ok, tinha mais musicas do meu gosto do que do dele, mas eu que fiz a coletânea, então é obvio que teria mais musicas do meu gosto, não era em especifico para este momento, mas veio a “calhar”, conecto o meu pen drive ao aparelho e logo em seguida começa a tocar uma música lenta, uma das minhas favoritas.

Stay — Rihanna (feat. MikkyEkko)

Antes mesmo que eu possa virar sinto Peeta me abraçar por trás, e depositar um beijo molhado em minha nuca, me fazendo ficar totalmente entregue em seus braços... Com os lábios ainda sobre a pele nua da minha nuca, sinto que ele sorri, enquanto mais uma vez eu me estremeço...

– Então era isso que a mocinha estava aprontando... E me escondendo né? Mas como você arranjou tempo para preparar tudo isso? – E ai conto ou não que tive ajuda? Viro-me para encará-lo e digo fazendo charme:

– Então amor, eu tive uma pequena ajuda, não daria conta de tudo sozinha... – ele arregala os olhos por um instante e logo em seguida suaviza sua expressão e sorri.

– Deixa eu adivinhar quem te ajudou... Huumm tenho quase certeza que foi a Madge... Estou certo? — Ele pergunta semicerrando aqueles olhos azuis.

– Sim amor, foi a Mad e a Joh que me ajud... — Ele me interrompeu

– Quem?... Johanna te ajudou?... Amor você sabe que a Joh, adora pegar no meu pé, agora então... Nossa, não acredito... — O Peeta sendo dramático, tenho que confessar que é muito fofo.

– Ai amor, menos, bem menos, quase nada vai.... A Joh é brincalhona, mas ela nunca prejudicaria alguém com as brincadeiras maldosas dela, principalmente a gente né... — digo já ansiosa para que ele cale a boca logo e me beije.

Fecho o pequeno espaço que há entre nós dois e o beijo, mas não é mais um beijo suave e calmo, é um beijo voraz, carregado de desejo e necessidade... Necessidade de um contato mais íntimo, necessidade de quebrar todas as barreiras, e finalmente pertencermos um ao outro por completo.

As mãos de Peeta passeiam pelo meu corpo sem pudor algum, mesmo que por cima do vestido, fazem um rastro de fogo por onde passam... Não sei bem o que fazer então deixo meus instintos falarem por mim... Levo minhas mãos até o peito de Peeta e o empurro levemente até o quarto, enquanto desabotôo seu terno e sua camisa, ele me ajuda tirando as peças e jogando-as em algum canto da casa. O champanhe e os morangos esperariam mais algumas horas, pois eu preciso saciar primeiro minha vontade do Peeta,

Quando chegamos ao quarto ainda envolvidos um no outro, olho para a cama e vejo o quanto a doida da minha amiga e a doida da minha madrasta estavam empenhadas, há pétalas de rosas vermelhas por todo o quarto, sobre a cama lençóis brancos e vermelhos, em cima do criado mudo há bombons e... Uma caixa fechada de preservativos?... Sério que elas fizeram isso?... Mesmo eu dizendo que iria trazer... Ai elas ainda vão me matar de vergonha... Meu rosto está pegando fogo, então tenho plena convicção que estou extremamente corada... Peeta segura meu rosto próximo do seu, exigindo minha atenção e pergunta sorrindo:

– O que foi amor, porque você está tão corada... Está com vergonha de mim? — Decido não compartilhar meus pensamentos sobre a indiscrição de Mad e Joh...

– Não, eu não estou com vergonha de você. — bom pelo menos, eu acho que não.

Agora não sou mais eu quem guia ou empurro, e sim ele que me puxa cada vez mais para si, já encontrando o fecho do zíper do meu vestido e abrindo-o, tiro as alças do vestido e deixo que ele caia do meu corpo, assim fico somente com a lingerie preta que escolhi para a ocasião, pois contrasta com minha pele e a de Peeta também, seus olhos brilham e enegrecem ao ter esta visão.

Nossos beijos se tornam mais urgentes e ele desce seus beijos até meu pescoço, meu corpo todo se arrepia com seu contato, ele junta seu corpo mais perto do meu chocando nossas intimidades mostrando o quão excitado ele está, gemo alto quando ele faz isso. Tentando acabar com meu sofrimento tateio cegamente os botões de sua camisa quando acho arranco-os todos de uma vez e os botões voam pelo quarto.

Peeta solta uma risadinha para logo depois arrancar meu sutien, ele olhava para os meus seios quase com adoração tocando-os e beijando cada um com carinho.

– Quanto tempo eu desejei que você fosse minha, poder te tocar sem restrições, sem pressa, sem medo de você não gostar ou me barrar. — Ele disse com o sorriso torto que eu amo.

– Eu sou sua Peeta, aliás eu sempre serei...- Falei com a voz um pouco arrastada.

Abocanhou meus seios logo depois me deixando louca. A excitação presente em cada célula do meu ser. Uma mão ele apoiava no colchão tentando não manter todo peso em mim, e a outra mão ele massageava um de meus seios enquanto ele chupava e mordiscava a outro. Ele refez o processo só que ao contrário me fazendo ficar cada vez mais excitada.

Quando Peeta se cansou dos meus seios ele trilhou uma linha de bejos, pela minha barriga, contornando o umbigo e parando na virilha deixando meu corpo arrepiado com seu contato. Tirou minha calcinha devagar só pra me torturar, me fazendo soltar um choramingo de frustração.

– Você é tão linda.- disse me olhando com luxuria e eu corei, claro.

Peeta beijou o interior das minhas coxas e foi subindo parou e o olhei tentando entender ele me mandou um sorriso malicioso pra logo depois penetrar dois dedos sem aviso prévio, gemi alto arqueando as costas.

–Tão molhada.- disse fazendo movimento de vai e vem. Gemia cada vez mais alto e Peeta aumentava o ritmo a cada gemido. Senti meu interior apertar, eu estava perto, mais foi ai que o Peeta parou, soltei um muxoxo de frustração e ele riu.

Ele volta a beijar meus lábios com vontade e a roçar sua ereção em mim, inverto nossas posições mantendo o nosso beijo enquanto desabotoou sua calça, desço meus beijos por seu peitoral e barriga, quando chego ao cós de sua calça já aberta eu paro e olho para ele, mordendo os lábios decidindo ao certo o que devo ou não fazer, ele também me olha e seu olhar transmiti um misto de prazer e expectativa, lentamente tiro sua calça do mesmo que ele fez comigo, vejo que ele usa uma box preta e pelo volume digamos que meu namorado é bem dotado, começa a passar mil coisas pela minha cabeça, mas continuo com o que parece ser uma doce tortura a Peeta, pois a cada beijo e toque seus gemidos aumentam, a cada centímetro de pele nua deposito beijos molhados, até tirar totalmente sua calça levando sua meia junto. Começo a subir fazendo o mesmo percurso com beijos, quando volto a encarar sua box preta, começo a tirá-la distribuindo beijos também, quando vejo o membro de Peeta... Confirmo meu primeiro pensamento sobre ele ser bem "dotado", pois ele é, e bota bem nisso.

Mal vi quando Peeta me puxou e deitou sobre mim beijando-me com urgência, enlacei minhas pernas em seu quadril e ele começou a chocar nossas intimidades, me levando ao delírio. Enquanto ainda nos beijávamos, percebi que Peeta tateava cegamente o criado mudo procurando por algo, só me dei conta do que ele procurava quando avistei o pacotinho prateado.

– Amor eu vou colocar... — ele me mostrou o preservativo, então o soltei para que ele pudesse coloca-lo.

– Você quer ajuda? — perguntei por perguntar mesmo, já que eu não faço muita ideia de como fazer. Acho que ele percebeu minha pergunta retórica, pois me lança um sorriso divertido. Percebo que ele é bem hábil, já deve ter feito isso muitas vezes... Peeta, Peeta ai de você se mentiu pra mim, falando que transou só com uma... Ah deixa pra lá! Rio sozinha dos meus devaneios...

– Que foi amor, porque está rindo? — Peeta pergunta voltando sua atenção para mim.

– Nada amor... — digo, puxando-o para um beijo.

– Amor, eu vou devagar, se machucar você me fala que eu paro ok? — Peeta diz olhando em meus olhos, suas palavras me deixam um pouco tensa, mas assinto com a cabeça.

E ele se conecta amim de uma maneira totalmente nova, ele começa a me penetrar lentamente, é uma sensação diferente, nova, um tanto dolorosa e prazerosa ao mesmo tempo, fecho meus olhos tentando pensar somente na parte prazerosa, e que sacia minha vontade dele mas uma lágrima teimosa escorregou pela minha bochecha. Peeta fica imóvel dentro de mim e me olha preocupado.

– Te machuquei? — Pergunta preocupado, e eu nego com a cabeça, ele beija minha lágrima e eu mexo o quadril pra ele continuar. Ele estoca lento e ritmado, mais nossa sede fica cada vez mais insaciável. Nossos beijos cada vez mais urgentes, as estocadas cada vez mais rápidas, nossas mãos unidas não se soltam nem por um minuto, nossos gemidos sendo abafados por nossos beijos. Parecia que minha sede não ia acabar, e logo a dorzinha inicial, foi substituída por prazer.

–P-peeta m-mais-s rápido.- pedi/gemi o que o estimulou mais ainda. As estocadas se tornaram mais fortes e eu sentia meu interior se comprimindo, outra sensação que também era totalmente nova pra mim.

–Eu acho que vou...- começo.

– E-eu também...- ele falou.

Não sei como, mas após mais três estocadas, chegamos ao orgasmo juntos, como se tivéssemos combinado ou algo do tipo. Parecia que eu tinha ido a lua e despencado lá de cima em queda livre, quebrando até mesmo a barreira do som. Foi a melhor sensação que eu já tive. Peeta desabou ao meu lado ofegante amarrando a camisinha e jogando em um lixinho ao lado da cama. Ele me puxou para os seus braços e eu me aninhei em seu peito ouvindo seu coração acelerado.

– Isso foi... — começo dizer, sem saber ao certo como expressar este momento em palavras.

–Perfeito. — ele conclui, ecoando meus pensamentos. Ele puxa o lençol pra cima da gente e logo depois eu adormeço em seus braços, mas não sem antes ouvi Peeta dizer:

– Eu te amo minha garota em chamas.

***

Acordo nos braços do Peeta, ainda com muito sono, mas tenho certeza absoluta que meu celular está vibrando, pois eu reconheceria aquele barulhinho chatinho em qualquer lugar do mundo, há quilômetros de distância. Me esforço pra chegar até o local onde o deixei... Mas... Boa pergunta Katniss... Onde foi que você deixou o seu celular... Penso em desistir de procurá-lo, já que estou com tanto sono, e aqui está tão quentinho, nos braços do meu amor, olho para Peeta, e como ele pode ficar ainda mais lindo dormindo... Enquanto eu devo estar parecendo uma louca descabelada e com cara de panda... É melhor eu levantar e pegar esse celular mesmo, assim já me arrumo um pouquinho pra quando o Peeta acordar e não se assustar...

Saio cuidadosamente da cama, procurando algo pra vestir e o infeliz do meu celular que não para de vibrar me deixando irritada e descabelada, a primeira peça de roupa que vejo a minha frente é o meu vestido que estava no pé da cama... Mas sem chance de eu vesti-lo agora, minha mochila deve estar sala... Entro no banheiro e vejo minha salvação da nudez, uma toalha... Perfeito... Me enrolo na toalha e identifico o meu celular vibrando no bolso da calça de Peeta, não lembrava que quando chegamos no aeroporto pedi que ele o guardasse pra mim... Pego o bendito e vejo algo que me deixa um pouco mais histérica... Era Madge ligando, e pelo que pude perceber já tinha algumas ligações perdidas...

– Alô. – digo numa voz acelerada, soando um pouco louca.

– E ai sua safadinha... A noite foi boa né? Conta tudo... Ou melhor, me conte pessoalmente... Abre a porta ai... – Hã? Que? Madge está aqui... Não percebi de imediato o que fazia com que ela risse tanto, meu silêncio, meu espanto, minha cara panda louca, meu cabelo bagunçado? – Respira Katniss... kkkk Estou saindo de casa agora, vou passar no hotel da Annie pra buscá-la, e daqui a uma hora e meia ou duas estamos ai... Mas te liguei pra não termos surpresas né?... Os meninos vão um pouco mais tarde... Bom pelo menos foi isso que combinamos, mas você conhece eles né, então vai arrumando as coisas por ai, e quando chegarmos te ajudamos...

– Ah ta bom... Obrigada Mad! – Foi a única coisa que consegui dizer... Bom ela me conhece, não raciocino direto quando acordo, ainda mais com ela falando um monte de coisa... Aff como minha amiga fala.

Bom tenho no mínimo uma hora e meia, então primeira coisa a fazer... Arrumar a casa?... Não... Tomar um banho?... Com certeza! Sigo direto para o banho, quando me olho no espelho constato que realmente estou parecendo um panda muito louco, ainda bem que o Peeta não me viu assim se não terminava comigo na hora, eu mesma não namoraria comigo... Entro no banho já lavando o rosto e os cabelos e começo a lembrar da noite que tivemos, não sei como Peeta me aguenta, sou tão boba as vezes, sorrio sozinha das bobeiras que devo ter feito e falado... Sinto que estou sendo observada e constato que realmente estou quando viro e vejo Peeta encostado no batente da porta me observando, sorrio pra ele e também sorri e se aproxima do box.

– Posso tomar banho com você? – ele pergunta num tom inocente, que de inocente não tem nada.

– Ótima idéia. – digo já abrindo o box, tenho que confessar ainda tenho vergonha de vê-lo nu e que ele me veja nua também, mas é algo a qual não será nada difícil de me acostumar.

Ele entra debaixo do chuveiro comigo e me abraça, ficamos assim por um tempo enquanto sentimos um ao outro e a agua escorrendo por nossos corpos, tão relaxante, tão bom, tão excitante, principalmente agora que o corpo de Peeta está totalmente alerta, causando o mesmo efeito no meu, enquanto ele beija meu pescoço enviando ondas de calor e eletricidade por todo meu corpo, quando seus lábios encontra os meus num beijo intenso e urgente que logo nos deixa ofegantes e ansiando por mais... Peeta me encosta na parede enquanto puxa minha coxa para si, prolongando nosso beijo e me levando a um estado de êxtase, até me lembrar que em breve não estaremos mais sozinhos...

–Amor.. — digo ofegante

– Hum... — ele responde concentrado no que está fazendo.

– O pessoal está vindo pra cá... — paro um pouco pra respirar, já que esta pequena frase me custou muito fôlego... E tento prosseguir enquanto ele beija meu pescoço... Difícil me concentrar assim... — E tenho que dar um jeito na casa, afinal eles não sabem que estamos aqui.

– Obrigada GAY-LE... — Peeta diz me soltando e revirando os olhos...

– Ai credo não fala assim do meu primo... — digo defendendo-o falsamente pelo apelidado dado. E ele ri da minha expressão

– Grande idéia a dele não? Tinha que me atrapalhar...

– Agora ele te atrapalha... Mas bem que você curtiu a idéia dele ontem de vir pra cá...

– É claro né linda... Eu não sabia que você tinha planos, se eu soubesse seria outra história... — ele diz sorrindo torto e voltando para debaixo do chuveiro e me levando junto. — Quanto tempo temos?

– Uma hora mais ou menos... — digo pensando no que temos que arrumar neste tempo.

– Ah uma hora dá pra gente fazer muita coisa... — ele diz malicioso.

– é verdade amor... — devolvo no mesmo tom de voz. — podemos arrumar a bagunça que fizemos no quarto, e a bagunça que as meninas fizeram...

– Ai linda, até parece que a nos vamos demorar uma hora pra arrumar isso né?.. Vamos negociar essa hora ai Kat... — mercenário. — Nós ficamos aqui juntinhos, namorando, uns 40 minutos e depois arrumamos tudo rapidinho em 20 minutos... — Não tem como não rir da "negociação" do Peeta, por mais que realmente não tenha tanta coisa pra ser feita em uma hora, é engraçado vê-lo assim, ele que sempre é tão certinho e organizado..

– Amor eu disse mais ou menos uma hora... Até podemos "negociar", mas terá que ser 30 minutos... — digo rindo.

***

Meia hora depois ainda estávamos na cama, fazer o que né... Impossível resistir ao lindo... Levantei e fui correndo pro banheiro para outro banho e Peeta veio em seguida, mas dessa vez não permiti que passássemos somente do banho, pois senão estaríamos perdidos... Sai do banho e corri ate a sala para pegar minha mochila, quando voltei ao quarto Peeta saia do banheiro somente de toalha, e mais uma vez eu desejei tê-lo, acho que Madge tem razão, estou virando uma safada... E pra comprovar meus pensamentos Peeta disse:

– Linda se você continuar me olhando assim, não vamos sair desse quarto hoje.... — ele disse malicioso, já se aproximando de mim... Coloquei minhas mãos em seu peito tentando para-lo, péssima ideia..

– Amor bem que eu gostaria, mas realmente não vai dar... — digo tentando me concentrar.

– Bom amor, eu acho que eles vão desconfiar, pois estaremos com a mesma roupa de ontem... — ele disse se afastando e pegando sua calça do chão... Neste momento eu tiro um vestido e uma nova lingerie da mochila... — Bom eu vou estar com a mesma roupa né... — ele disse um tanto desanimado, acho que pensando que eu não havia pensado nele.

– Não amorzinho, como eu sou uma namorada muito legal... Mexi no seu guarda roupa e trouxe roupas pra você... — digo enquanto pego sua bermuda branca e polo azul... — Sou a namorada perfeita, fala serio né? — digo me gabando. Ele vem em minha direção, fazendo uma cara exagerada como se eu fosse sua salvadora e me beija...

– Sim você é perfeita... — ele diz enquanto distribui selinhos em meus lábios e rosto... — E MINHA! — ele finaliza dizendo e um frio percorre meu baixo ventre, a verdade daquela palavra me toma, eu já era dele, mas agora é diferente, agora eu pertenço a ele de corpo e alma... E como sou ciumenta...

– Sim sua... E você é MEU, SÓ MEU E DE MAIS NINGUÉM... — ele ri do meu sentimento de posse sobre ele. — Mas agora Sr. MEU, nos temos que correr...

Nos trocamos rapidamente e enquanto o sigo penteando o cabelo até a área de serviço pego uma vassoura e pá, corro até o quarto e os entrego a Peeta.

– Você varre enquanto eu arrumo o quarto... – eu digo autoritária, o que faz Peeta rir ainda com mais gosto.

– Sim Senhora Dona Katniss Everdeen. – ele diz batendo continência, e quando ele sai aproveito para dar um “tapinha” em seu bumbum perfeitinho como o dono. Peeta vira com um sorriso malicioso.

– Vou descontar depois. – ele diz apontando em minha direção. Faço cara de assustada e digo:

– Promete? – digo com cara de pidona, ele não esperava esta resposta e como fica sem reação, somente revira os olhos.

– O que eu faço com você Everdeen? – ele diz virando-se novamente e indo em direção a sala.

– Faz o que você prometeu. – digo para provocá-lo, dessa vez ele nem se dá ao trabalho de virar, somente balança a cabeça. O que me faz gargalhar, acho que finalmente consegui deixar o Peeta Mellark corado e sem palavras, grande feito o meu.

Notas finais
Eai o que acharam???
Reviews? Recomendações?
Pessal não se esqueçam a Katniss é avoadinha... Esta é a personalidade dela, então quando eu coloco ela pensando e falando besteira, não passa de Katniss sendo Katniss... Oks?!...

Bjão até o próximo!!