Notas iniciais
Oies...

Pessoas desculpem a demora... Autora sem inspiração é fogo.. né...

Mas ai esta mais um capítulo fresquinho pra vcs, confesso não é um dos melhores, escrevi e reescrevi várias vezes, espero que gostem... e continuem acompanhando, porquê vem surpresa por aí...hahaha

Gente a Lari não postou esse capítulo, pq a irmãzinha dela tá no hospital, então peço que em suas orações lembrem dela tá...

Sem mais delongas...

Terminamos de arrumar tudo em tempo recorde, joguei meu vestido e as roupas de Peeta no porta malas do carro junto com os lençóis e edredom que havíamos usado, eu os lavaria em casa e depois daria um jeito de traze-los de volta.

— Amor acho que conseguimos arrumar tudo... – Peeta disse se jogando no sofá, enquanto eu comia os morangos que acabamos deixando pra trás ontem. – Kat não tem nada pra comer ai não, estou morto de fome. – ele fala olhando em minha direção, e me pega no flagra devorando os morangos...

— Tem morango amor quer? – digo culpada já indo em sua direção

— Olha você escondendo o ouro... – ele diz brincalhão, sento em seu colo e coloco um morango em minha boca e ofereço a ele, que ao pegar o morango aproveita para morder meu lábio inferior, continuamos nesta brincadeira entre beijos e toques, até que novamente nossos beijos se tornam urgentes e a necessidade de ter Peeta novamente dentro de mim se torna insaciável, deixo os morangos de lado e sento no colo de Peeta de uma forma que fico com os joelhos apoiados no sofá, de modo que chocamos nossas intimidades e vejo que Peeta está tão excitado quanto eu, o que é um combustível para que eu comece as choca-las num ritmo lento enquanto ele segurando em minhas coxas aumenta o movimento, minhas mãos deslizam em seu peito, sua barriga, quando chego ao botão de sua bermuda, ouço o barulho da porta de um carro batendo forte, paro imediatamente.

— Amor elas chegaram... – digo baixinho para Peeta, como se alguém pudesse nos ouvir.

— Ta, vai lá atender elas... Enquanto eu vou... – ele faz uma pausa e olha pra baixo. – Me recompor. – Não tem como não rir da cara que ele faz, um misto de decepção e desejo. – Você ri porque seu corpo não entrega sua excitação. – ele diz fazendo cara de coitado.

— Não... É? – pego sua mão e coloco em meu seio por baixo do sutiã mostrando o quanto estão rijos. Isto funciona para ele, como acontece comigo, combustível para seu desejo, ele levanta comigo junto, fazendo-me entrelaçar minhas pernas em seu quadril.

— Elas esperam um pouquinho. – ele disse indo em direção ao quarto, volto ao meu juízo quando escuto batidas na porta.

— Não Peeta, não podemos... Elas já estão na porta. – digo dando leves batidas em seus ombros e costas.

— É rapidinho amor, eu prometo. – ele diz pidão.

— Não Peeta. – digo já descendo do seu colo e lhe dando um selinho. Ele fica parado me olhando enquanto tento me arrumar na medida do possível e vou abrir a porta. Antes de abrir a porta olho pra trás conferindo se Peeta ainda está ali, ao ver que não está abro a porta, e dou de cara com uma Annie muito corada apesar de sua pele morena disfarçar bem, e uma Madge engraçadinha, me lançando um olhar intimidador.

— Nossa pensei que vocês tinham morrido ai dentro, não me ouviu batendo a porta do carro com força? – Madge sempre sutil, ela pergunta com um sorriso malicioso no rosto e entrando na casa.

- Não Mad, eu não ouvi... Bom dia pra você também. – digo e comprimento Annie também. – Oi Annie tudo bem? – digo tímida, enquanto dou passagem para que ela entre.

- Oi Katniss, tudo ótimo e você? – Annie pergunta educada. Madge me olha e solta uma gargalhada.

- Ela está melhor que nos duas Annie, isso eu te garanto. – essa é a Madge sendo a Madge, e eu ficando roxa em 5,4,3,2...

- Mad você comprou as coisas pro almoço? – mudar de assunto geralmente funciona, não com Madge, nem sei por que eu tento. Ela me olha irônica e responde.

- Não senhora, pedi para os meninos comprarem, tinha que dar alguma coisa pra eles fazerem senão eles chegariam aqui de madrugada. Mas eu passei na Mellark’s e trouxe pães, frios, croissant... – Ela diz orgulhosa de si. E neste momento eu esqueço dos micos que ela me fez passar a vida inteira, e agradeço verdadeiramente minha amiga, pois meu estomago está roncando de fome, descobri que sexo da fome.

- Bom dia meninas. – Peeta chega cumprimentando-as.

- O meu é melhor. – ele fala enquanto devora os mini croissants.

- Então mãos a obra Mellark, faz tempo que você não me faz de cobaia. — Annie diz dando uma atenção exagerada para o Peeta, pelo menos na minha opinião foi exagerado. Peeta a encara e sorri sem graça, sinto que rolou um tipo de piada interna. Madge me olha, e entendendo meu atual estado de humor, pois meu sorriso já havia desaparecido diz.

- Bom eu não curto ser cobaia, então eu fico com os pães e croissants — ela diz isso tirando a embalagem de croissant das mãos de Peeta — e pelo o que eu conheço da minha amiga, ela também não gosta de ser cobaia... — Mad termina de falar e segue para a cozinha.

- Com certeza. — digo forçando um sorriso e sigo Madge.

- Respira e não surta. – Mad diz assim que entro na cozinha.

- To respirando e não estou surtando. – digo já brava com a coisinha da Annie, que historia é essa de cobaia, e ela se jogando em cima dele.

- Não? Já te disse que você não sabe mentir? – Encaro Mad fazendo pouco caso dela. Não estou surtando apenas não gosto de ser excluída das conversas, assim como ela também detesta, ainda mais quando envolve meu namorado e uma amiga de infância dele super bonita, e que eu acabei de conhecer e pior nem sabia da existência.

Perdida em meus pensamentos me assusto quando Peeta chega me abraçando por trás, dou um pulo quando ele passa as mãos por minha cintura e beija meu pescoço. Automaticamente levo as mãos ao meu coração que está disparado devido ao susto.

- Que susto Peeta.

- Hum esta assustadinha eh? – ele diz em meu ouvido, meu instinto é de virar imediatamente para beija-lo, faria isso se não estivesse tão brava... – Sua ciumentinha. – ele diz, interrompendo meus pensamentos... Ciumenta eu? Viro para encara-lo e vejo Mad saindo da cozinha, abafando a risada, reviro os olhos involuntariamente, o que faz o Peeta rir também. Ok agora eu perdi a paciência.

- Posso saber o motivo da graça? Quero rir também.

- Pode... Você, sua ciumenta.

- Por que eu? E eu não sou ciumenta. — bobagem falar isso, eu sou ciumenta, mas não preciso admitir pra ele.

- Nem um pouco. – ele cola nossos corpos, e olha em meus olhos. – Amor, eu te amo e a Annie é minha amiga há muitos anos, ela disse que era minha cobaia porque quando éramos pequenos eu já gostava de cozinhar, na verdade eu gostava de inventar pratos, e ela era minha cobaia, era sempre ela que experimentava e palpitava e foi assim até o dia que ela teve uma aparente intoxicação alimentar mas na verdade ela era alérgica a alguns ingredientes e não sabia. Desde então ela nunca mais foi minha cobaia, pegou trauma da minha comida. – ele disse rindo, e eu me compadeci da minha amiga Annie.

- Ah tadinha da Annie, Peeta... Nem eu teria coragem de comer sua comida... – ele começa a gargalhar.

- Ai amor você é uma figura sabia?...

- Por quê?

- Porque até meio minuto atrás, aposto que estava querendo mata-la. – ele disse rindo.

- Matar não. – pensei alto.

- Esta vendo como já te conheço. – ele disse aproximando seu rosto do meu e selou nossos lábios com um beijo calmo e cheio de amor, que em pouco tempo se tornou cheio de desejo, entre nós não havia mais restrições, então automaticamente minhas mãos passam por dentro de sua camisa, e começo a acariciar sua pele que se arrepia com o meu toque provocando arrepios na minha também.

- Ah desgruda vocês dois, por favor... – Mad entra na cozinha, rindo e falando alto. – Os meninos chegaram... – ela anunciou e saiu da cozinha e nos a acompanhamos.

- Bom dia família. — um Finn animado chega gritando, acompanhado do Gale cheio de sacolas de supermercado.

- Bom dia, o que vocês trouxeram de bom? — pergunto pegando algumas sacolas das mãos de Gale, onde avisto uma barra de chocolate e frutas. — Fondue? — pergunto animada para Gale, pois sempre que vinhamos para cá fazíamos fondue no fim da tarde, ele me lança um sorriso cúmplice e assente com a cabeça. Dou um abraço apertado no meu primo, como costumava fazer, sempre fomos muito amigos, mas isso mudou quando ele foi pra faculdade.

- Exagerada. — ele diz em meu ouvido e nós rimos.

Gale e Finnick cumprimentam todos e atacam o nosso café da manha, só não briguei porque eles trouxeram muitas coisas gostosas pra comer, logo estamos todos sentados a mesa conversando e brincando, assim como ficamos ontem no casamento, é engraçado mas sem querer formamos três casais. Bom casal mesmo é só o Peeta e eu, mas pelo jeito que a Annie esta se desmanchando pelo Finn e ele se mostrando pra ela, com certeza este casal já está formado... Já a Mad e o Gale, eu não sei se minha amiga vai ceder tão fácil não, ela sempre arrastou um caminhão por ele, mas o Gale assim como o Finn sempre foi muito mulherengo, ambos pegaram todas as meninas do colégio, o Gale pegou metade e o Finn a outra, e a Mad e eu éramos as intocáveis, nenhum garoto chegava em nós porque se chegasse comprava briga com eles.

- Então meninas agora que estamos todos alimentados, vocês limpam aqui e nós esperamos vocês no lago.. OK? — O Finnick Cara de Pau Odair falou.

- Há há há... Tive uma idéia melhor nós vamos nos trocar e vocês limpam tudo. — Madge fala já levantando da mesa e indo para o quarto sem olhar pra trás.

- Tirou as palavras da minha boca. — digo fazendo o mesmo e levando Annie comigo.

Entramos no quarto e Annie cai na gargalhada e eu não pude deixar de acompanha-la por mais que esteja acostumada com o jeito de Mad, a naturalidade com que ela faz e fala as coisas sempre me surpreende.

- Do que vocês estão rindo? — Mad pergunta inocente.

- De você amiga, a Annie não esta acostumada com seu jeito sarcástica e direta. — digo, pois pelo jeito calmo e tímido de Annie ela realmente não convive com pessoas como a Mad.

- Ah Annie, eu não sou sempre assim. — não imagina. — Eu sou assim com eles, porque eles são muito folgados, eles não são iguais ao Peeta não viu. — ela diz não contendo mais o riso.

- Não mesmo, você é pior... Acho que se comportou porque o Peeta e a Annie ainda não te conhecem direito. – digo enquanto Mad me fuzila com os olhos. – E nem adianta me olhar assim, foi esse seu jeitinho todo especial que me conquistou logo que te conheci. – disse gargalhando enquanto procurava um biquíni em minha mochila.

Aproveitei que entramos no assunto e contei a Annie como Mad e eu nos tornamos amigas, a Annie ria e a Madge fazia caras e bocas e me interrompia sempre que achava que eu estava exagerando ou contando a historia de maneira errada.

- Essa é a versão da Katniss, depois eu te conto a versão correta. – ela disse rindo e piscando para Annie.

Saímos do quarto e por incrível que pareça, os meninos realmente haviam arrumado a cozinha, ponto pra eles.

- Eai, o que vamos fazer? – pergunto encontrando os meninos na varanda conversando.

- Como o Gale se livrou da creche hoje, podemos ir a cachoeira.

- Ótima idéia. – digo realmente animada, pois há muito tempo não fazíamos um programa entre amigos.

Os meninos seguiram na frente em direção à trilha, enquanto íamos conversando, devo confessar que a timidez da Srta. Cresta foi embora, pois ela não parava de falar, um minuto sequer... Não que eu esteja reclamando sou pior que ela, e ela é realmente simpática, e o melhor revelou varias historias constrangedoras do Peeta, que ele é apaixonado por mim desde que se conhece por gente, só que eu nunca havia dado abertura, por isso pensava que eu nem sabia que ele existia... Disse também que não gostava muito da Glimmer, que ela era boazinha mas não inspirava muita confiança, mas que ela conquistou o Peeta no momento em que ele mais precisou.

- Que momento Annie?

- Quando a mãe dele morreu, o Tom surtou e a Rue era um bebê ainda, e ele era muito novinho também. — ela começou a dizer parando na trilha, e fazendo sinal para que esperássemos um pouco, não que ela estivesse cansada e sim esperando eles se afastarem a fim de que eles não escutassem nossa conversa. Continuamos andando devagar e ela falando baixo. – O Peeta assumiu tudo, a casa, a padaria, a criação da irmã, enfim tudo o que ele conseguia administrar, meus pais o ajudaram com a administração da padaria, minha mãe sempre que podia ficava com a Rue, e eu também ajudava, mas minha vida também era corrida, igual a dele, eu tinha o colégio e fazia vários cursos, cheguei a conversar com meus pais, pra tentar parar algumas coisas pra ajuda-lo mais, mas eles não permitiram. Então sempre que havia um tempo na minha “agenda” eu o dedicava ao Peeta, mas ainda assim era pouco demais. Foi quando a Glimmer começou a se aproximar dele, enquanto ele se preocupava com a casa, pai, irmã, padaria, ela se preocupava com ele, mesmo ele não gostando dela, ele precisava de atenção, foi então que ele se rendeu aos encantos da Glimmer e começou a namorar com ela, nunca senti que o namoro duraria muito, mas até que durou. Sempre perguntava pra ele se realmente gostava dela, e ele sempre desconversava, nos afastamos um pouco por ela ter ciúmes de mim. Depois de um tempo que eles terminaram, eu me mudei, mas nunca perdi contato total com o Peeta, somente no ultimo ano mal nos falamos, por causa da faculdade e uma nova mudança.

Ela continuou falando mas eu não conseguia mais prestar atenção, é por isso que ele a defendia, ela o ajudou no momento em que ele mais precisou, mesmo que ele não a ame, ela foi importante pra ele. Peeta nunca me falava muito sobre a morte de sua mãe, ele preferia me contar sobre como ela era em vida, sua alegria, amor e dedicação a família, o cuidado e zelo que ela tinha por seu pai, lembra quando descobriu que estava gravida de Rue, e temeu que ele tivesse ciúmes de sua irmã, mas ela ficou radiante com a euforia de Peeta por ganhar uma irmãzinha. Eu sei pouca coisa que aconteceu quando sua mãe faleceu, sei que o pai dele surtou, e ele acabou tendo que amadurecer mais cedo, mas ele evita expressar sentimentos negativos.

Peeta é falante e alegre, tem facilidade de falar de seus sentimentos, mas somente os bons, os ruins ele guarda pra si.

Chegamos a cachoeira e eu estava tão perdida em meus pensamentos, que não havia percebido o quanto havíamos andado e que eu estava quieta desde que Annie contou sobre a morte da mãe do Peeta.

- Kat, você esta bem? – A Annie pergunta, me tirando do meu estado de transe.

- Sim Annie... Por quê? – me apresso em dizer, pela cara que ela esta fazendo eu realmente estava longe.

- Você veio praticamente o caminho inteiro quieta... Falei algo que te chateou? – Annie pergunta preocupada, e eu sorrio o que faz com que ela alivie sua expressão de imediato.

- Não, desculpe Annie. Eu estava pensando sobre que você falou. O Peeta sempre é tão brincalhão e alegre, que as vezes eu esqueço que ele já passou por momentos de dor. – digo um pouco constrangida, por não ter muito a dizer sobre essa fase da vida de Peeta, eu já o conhecia, mas estava preocupada demais com minhas próprias dores, pra me importar com as dele. Ainda estudávamos no mesmo colégio nesta época, lembro quando soube da morte de sua mãe alguns dias depois do ocorrido, não dava o braço a torcer mas sempre reparava nele, e ele nunca faltava, estranhei porque ele faltou uns dias no colégio, até descobrir por uma colega o que estava acontecendo, tive vontade de falar com ele mas minha covardia não permitiu.

- Por que você esta quietinha? – sinto seus braços me envolverem, e não posso deixar de sorrir, pois a sensação é maravilhosa.

- Eu sou quietinha. – digo, já imaginando sua reação. Ele solta uma gargalhada gostosa e beija o pescoço, o que envia ondas de arrepios por todo meu corpo, ele percebe e cola nossos corpos ainda mais. – Já estou com saudades, acredita. – ele diz mordiscando minha orelha.

- Eu acredito, pois eu também estou. – digo me virando e o beijando com paixão, não era mais um beijo de desejo, era um beijo de amor, de alma...

- Eu não disse que esses dois não se desgrudam mais. – ouvi a voz da Madge, e então me lembrei que não estávamos sozinhos, tarde demais, meu rosto já ardia de vergonha.

- Ai Madge vai arrumar um namorado, vai... Você esta precisando. – disse encarando o Gale, e consegui o “feito do ano” ver Madge corada, isso quase nunca acontecia, se é que um dia aconteceu.

O dia foi tranquilo e divertido, fizemos um piquenique,conversamos bastante e matei um pouco da saudade que sentia dos meus amigos. Nunca fui boa em bancar o cupido, então nem tentei, era capaz de estragar tudo, mas o engraçado foi que nem precisei chegar a tal ponto. O Finn sempre foi bom de lábia, mas a Annie não deixava barato sempre que tinha oportunidade tirava uma com a cara dele. O que me fazia gargalhar, pois o Sr. Odair sempre tinha uma resposta na ponta da língua, e parece que encontrou alguém pior que ele. O Gale e a Madge sempre se “alfinetavam” eu já estava acostumada, esse era o jeito deles demonstrarem o quanto se importava um com o outro, e como já é de costume, Mad começa a mencionar todas as meninas que o Gale já ficou ou namorou, o Finn que até então estava ajudando Mad a lembrar do nome de algumas,e a “denegrir” a imagem do amigo, não esperava ser colocado no fogo também, por aquela que ele supostamente estava “ajudando”.

- Odair não sei por que está falando do Hawthorne, você era igual senão pior que ele no colégio. – A Mad falou, eu gargalhei, Peeta ficou sem graça, Annie deu uma risadinha tipo “eu sei o que você fez no verão passado”, Gale quase engasgou e levantou a mão para que Mad o cumprimentasse, e o Finn tadinho ficou vermelho, e sem palavras também. Não sei como depois de tantos anos ele ainda não aprendeu, a Mad fala mal do Gale, o Gale fala mal da Mad, e ai de quem falar mal de um para o outro.

- Kat me defende... – O que Odair?? Por que a “bucha” sempre sobra pra mim, eu tenho cara de tonta mesmo neh fala sério.

- Desculpe Odair, mas a Mad tem razão... Arrisco a dizer que o Gale é o seu pupilo, tudo que ele sabe sobre a arte de “galinhar” aprendeu com você. – Eu acho que acabei de queimar de vez o filme do Odair, mas o que eu posso fazer, este é o passado dele.

- Everdeen. – ele falou exasperado.

- Odair. – eu o imitei e todos caímos na gargalhada.

No fundo acabamos ajudando o Finn com a Annie, acho que ela é aquele tipo de garota que gosta de concertar os caras... Espero que de certo, eles formam um belo casal, espero também que o Odair tenha tomado juízo, só de lembrar das trocentas namoradas que ele teve, sinto que Annie terá muito trabalho pela frente. Voltamos para casa no fim da tarde e pra minha alegria, preparamos o fondue e assim encerramos nosso dia, o que antes era uma reunião de amigos, se tornou uma reunião casais.

Ao voltar pra casa passamos no meu pai pra buscar Rue e Prim, que pelo estado de cansaço das duas, as olheiras da Joh e do meu pai, aprontaram muito hoje. Só quando vi Rory, Posy e Vick irmãos do Gale, entendi que meu pai nunca mais cederia a casa dele como creche. Coitado do meu velhinho, não tem mais idade pra isso.

Quando chegamos em casa tudo que penso é na minha cama, apesar da nossa nova casa ser perto da casa do meu pai, teve tempo o suficiente para Prim e Rue caírem num sono profundo, enquanto eu tento acordar Prim de todos os jeitos possíveis e imagináveis, Peeta pega Rue no colo com todo o cuidado para não acordá-la, mais uma coisa para minha imensa lista de qualidades do Peeta, o amor e o cuidado que ele tem não só com a Rue mas com todos que ele ama é incrível. Maaaas se eu não acordar Prim ela terá que dormir no carro, até que não é má idéia, mas se minha mãe descobre me mata. Com pouco sucesso consigo que ela saia do carro, e praticamente a carrego até em casa, tranco a porta e Peeta que já havia deixado Rue no quarto dela, leva Prim até seu quarto também.

Caio na cama do jeito que estou, pensando em tomar um banho, mas acho que o cansaço não vai deixar, até ouvir leves batidas, viro na direção da porta e vejo Peeta entrando, ele vem em minha direção e deita na cama comigo.

- Posso dormir aqui hoje? – ele pergunta com um sorriso faceiro e um olhar sapeca.

Notas finais
Eai galera... O que acharam???

Muito ruim??? Prometo me esforçar mais... rsrs

Bjão meu povo.. até o proximo...