Notas iniciais
Heeey, não me matem... Desculpe a demora meus amores... Eu estava totalmente sem tempo, muita correria, acredita que tive aula até esta sexta-feira? Pois é... Mas agora estou de férias... Ueeeeba e não vou atrasar as postagens (assim espero.. kkkk) A Lary também esta na correria por isso também sumiu... Mas estamos de volta... e tenho uma Fic nova pra vocês.... Espero que gostem... http://fanfiction.com.br/historia/452142/When_I_Was_Your_Man Geeentem ultimamente acho que não estou escrevendo tão bem, sinceramente este capítulo não é o meu favorito, mas como a estória tomara outro caminho... Acredito que irá melhorar, com novos personagens e uma atitude diferente tanto da parte da Katniss e do Peeta... E não me matem por causa do casamento, vamos ter um casamento lindo, perfeito e demais, mas não será agora.. :/ rsrs Espero que gostem, porque é pra vocês... Os amo!!

Como descrever este ultimo mês... Lindo pois eu recebi o pedido de casamento mais lindo da face da Terra. Mágico tivemos um casamento simples, bem simples, confesso que fiquei um pouco triste, tentamos fazer o impossível para planejar o casamento do meu gosto, mas infelizmente nosso tempo estava muito curto e a grana também, meus pais ofereceram ajuda, mas em uma conversa bem sincera com Peeta disse que preferia não aceitar, pois eles já estavam nos ajudando tanto, não queria que eles gastassem mais para realizar um capricho meu, Peeta ficou aliviado pois também não concordava, mas aceitaria se me fizesse feliz, mas apesar do nosso simples casamento foi tudo lindo e perfeito... Nos casamos no civil e o pastor Thread nos abençoou também, ou seja eu sou oficialmente a senhora Peeta Mellark diante dos homens e de Deus também, depois fizemos um grande almoço para nossa família e amigos mais próximos, e foi ali naquele exato momento que percebi que foi o casamento perfeito, pois me casei com o homem que amo mais que tudo, e que todas as pessoas que eu amava estavam a meu lado, felizes com a minha felicidade. Cansativo, muitos preparativos e em tão pouco tempo me deixaram de cabelo em pé, enquanto Peeta fazia sua inscrição na faculdade e conhecia o campus, fui com minha mãe, Prim e Rue atrás de alguns apartamentos que já havíamos entrado em contato por telefone, vi apartamentos grandes, pequenos, quitinetes, duplex, luxuosos, simples, apartamentos de frente para o mar, apartamentos onde a pessoa nem precisa sair do condomínio para ir ao shopping ou supermercado, esses com certeza eu descartei. Mas um me chamou a atenção, posso defini-lo como médio... a sala e a cozinha até que são grandes para um apartamento, uma área de serviço pequena, dois quartos sendo um suíte, e uma varanda aconchegante, o que mais gostei foi a localização a três quarteirões da universidade onde Peeta irá estudar, e há quatro quarteirões de uma maternidade, não que eu pretenda ganhar meu filho aqui mas é sempre bom ter opções.

Estamos na véspera do natal preparando as comidas para ceia, e já faz uns 10 minutos ou mais que estou chorando... Siiimmm chorando... Pois me dei conta que será meu primeiro natal com Peeta e com o bebê, e que literalmente a família cresceu... Em pensar no natal do ano passado em que Prim e eu nos dividíamos entre ficar com o papai e mamãe, dessa vez não, passaremos todos juntos, como a grande família que somos, mas o que prolongou as lágrimas foi pensar que daqui a uma semana estarei me mudando, nos mudaremos logo após o ano novo, para nos acomodarmos no apartamento e Peeta resolver pendências com a faculdade e com seu novo emprego... É... mal nos mudamos e Peeta já tem um emprego graças ao amigo do Tom, o Sr. Haymitch, ainda não o conheci pessoalmente e sei pouco sobre ele, só o que minha mãe disse mesmo, sobre a espalhafatosa mas amorosa esposa Effie, e sobre ele ser um grande apreciador de vinhos, não sei se foi a intenção da minha mãe, mas eu entendi isso como um "o cara é um bêbado", mas segundo o Tom um bêbado muito influente, que conhece seus limites e sabe até onde pode ir, sem contar visionário também pois soube administrar e multiplicar sua herança, soube que eles tem uma filha que estuda culinária em Paris e é super bonita, é bom que ela more longe neh, e um filho mais velho... Bom mas pelo que me parece Peeta não terá contato com nenhum dos dois...

– Filha vai lavar seu rosto e pare de chorar por favor... — minha mãe pede já sem paciência.

– Ai credo mãe, tenha paciência comigo caramba... — digo e vou para meu quarto batendo o pé, como uma criança birrenta. Paro imediatamente quando sinto um chute, e digo para meu filho

– Não seja mal criado assim viu filhinho... Mamãe te ama.

– Não fica falando filho Kat, e se for menina... Não sabemos o sexo ainda — Prim sai do quarto dela disparando a falar e logo vem tocar minha barriga, que ainda não esta tão grande mas já perceptível. — E outra se ele ou ela puxar a você, com certeza será uma criança mimada e mal criada.. — ela termina de falar e cai na gargalhada.

– Ai credo menina, meu filho ou filha... Será muito bonzinho... — Há uma semana atrás fomos fazer outra ultrassom pois na primeira nosso bebê estava com as perninhas cruzadas, ficamos felizes em saber que estava tudo bem mas um pouco frustrados por não conseguirmos saber o sexo e dessa vez novamente nosso filhote não quis abrir as perninhas para a mamãe e para o papai... É tímido meu bebê... Continuo falando filho, pois tenho quase certeza que é um menino, intuição de mãe, já Peeta cismou que é uma menina e fica falando que é intuição de pai, só pra me amolar mesmo... Mas sendo menino ou menina, já é muito amado e mimado também.

– Como estão os amores da minha vida... – sou abraçada por trás antes mesmo de entrar em meu quarto.

– Com saudades de você... – digo manhosa me virando para beija-lo. Ah os lábios de Peeta, será que um dia me cansarei de beija-lo, ou sentir-me segura em seus braços, ou a vontade incontrolável de tirar a roupa dele toda vez que o vejo... Nããão acho que isso nunca vai mudar me delicio um pouco mais com o beijo do meu marido... Marido essa palavra ainda é muito estranha pra mim, sei que estamos casados, mas é tão estranho apresenta-lo como “O Meu Marido” parece coisa de outro planeta, ou melhor não parece que somos nós, parece mais minha mãe apresentando o Tom pra alguém, mas apesar da palavra ainda soar estranha em meus lábios, eu gosto do significado dela, meu marido, só meu e para sempre... Peeta encerra nosso beijo dando selinhos em meus lábios, e quando abro os olhos ele me encara divertido. – O que foi? – pergunto.

– Esteve chorando?... – ele encara meus olhos que devem estar vermelhos denunciando que eu realmente estava chorando.

– Hormônios... – digo revirando os olhos, ele sorri torto e se abaixa para falar com nosso pequeno.

– E como esta minha princesinha ou meu garotão hoje hein???.. – ele conversa com minha barriga, e eu acho isso absolutamente fofo, e é como se nosso filhote reconhecesse sua voz pois se agita todo em minha barriga, Peeta sente os tremores e me olha maravilhado... Este é um daqueles momentos que você não lembra do caminho doloroso que foi percorrido até que chegássemos aqui, pelo contrario parece que foi tudo planejado nos mínimos detalhes.

– Voltou cedo... – digo enquanto afago seus cabelos e beija minha barriga.

– Pois é, vim ajudar as mulheres da minha vida com a ceia de natal, a Johanna passou na padaria e disse que vinha ajudar também, ou melhor ela vinha experimentar tudo, já que não é uma boa cozinheira, mas iria experimentar e palpitar em tudo... – ele disse ao se levantar.

– Bem a cara da Johanna... – digo rindo da minha “boadastra”.

– Só vou tomar um banho e já desço...

– Hum banho, me parece uma ótima idéia... – digo agora eu o abraçando por trás e vejo o meu sorriso torto favorito se formando em seus lábios.

– Eu só tenho ótimas ideias... – ele diz se virando e me beijando novamente... Eu já disse que eu não me canso de beija-lo... Ah eh já!!!

E começamos nossas lentas e tortuosas provocações, estávamos ficando realmente bons nisso...

Tiro lentamente a camiseta de Peeta, fazendo com que minhas unhas arranhem sua pele extremamente branca, o que o leva a arfar... Ele me puxa delicadamente para si enquanto tira minha blusa e me beija, fazendo que com meu já afetado equilíbrio vacile devido ao bambear de minhas pernas, seus beijos sempre me causa este efeito, ainda mais quando sinto sua pele em contato com a minha, nosso beijo é reduzido a selinhos enquanto ele desce para meu pescoço, colo, seios, barriga, e a cada centímetro de pele que se revela enquanto ele tira minha legging é depositado um beijo molhado. Peeta percorre o mesmo caminho de beijos, mordidas e apertos enquanto sobe e retira sua calça e meias, não aguento e rio de como ele quase perde o equilíbrio no processo.

– Tenta fazer isso sem perder o clima. – ele diz.

– Você já deveria estar “expert” nisso meu amor... – digo irônica enquanto dou as costas a ele e caminho até o banheiro, apesar não vê-lo sei exatamente a cara que ele esta fazendo, a que sempre faz quando faço isso... Um misto de humor e sarcasmo, aliado ao sozinho torto... Irresistível.

– Você esta ficando abusada viu garota... – ele me abraça por trás e deposita um beijo em minha nuca. As vezes nos lembramos que temos somente 19 anos e dai começamos a agir e falar como tal. Pega de surpresa Peeta me puxa pra dentro do box, ainda de lingerie e liga o chuveiro...

– Peetaaaaaaa... – grito já com os cabelos molhados e a lingerie também devido ao jato forte do chuveiro.

– Kaaatniiiissss... – ele grita me imitando.

– Depois eu que estou abusada... Deixa você vai ter volta... – digo apontando o dedo em seu nariz e ele morde meu dedo.

– Ai quanto drama por causa de um sutiã molhado... – Ele diz enquanto bagunça meu cabelo, o deixando mais emaranhado do que já estava.

– Não é por causa do sutiã, e sim por causa do cabelo que você esta terminando de ferrar de vez... – digo tentando parecer brava, mas sem sucesso algum... E como eu não estava brava de verdade ele continuou.

– Ah amor, hoje é véspera de natal, não ia lavar o cabelo não sua porquinha... – ele fala enquanto despeja uma considerável quantidade de shampoo na minha cabeça, e não há mais nada a ser feito do que rir do momento infantilidade de Peeta, ele raramente tem esses momentos então quando acontece, eu o deixo ser “feliz”, obvio quando estou de bom humor.

– Divirta-se emaranhando todo meu cabelo Peeta Mellark, mas saiba que vai me ajudar a penteá-lo depois, com muito carinho e amor... – digo de olhos fechados, enquanto ele lambuza meu rosto com a espuma do shampoo. Fico curiosa pra ver a reação dele, mas provavelmente ele esta revirando os olhos e com o sorriso torto exposto em seus lábios.

– Sim Senhora Mellark... – ele diz enquanto enxágua meu rosto e beija meus lábios logo após. Ainda não me acostumei com o sobrenome Mellark, sempre que tenho que assinar algo, ainda sai o Katniss H. Everdeen, e Peeta sempre me corrige... Ao abrir os olhos sou inundada pela visão que na minha opinião é a mais bela do mundo, os olhos azuis que amo, o cabelo molhado que já esta na altura de seus olhos, o sorriso torto que me tira o folego... Tudo nele é perfeito e não me canso nunca de admira-lo, eu poderia ficar horas somente o olhando, como já fiz tantas vezes enquanto ele dormia, ou até mesmo quando estava distraído.

– Eu te amo... – digo ainda perdida na imensidão azul de seus olhos.

– E eu amo vocês... – ele diz tocando minha barriga, e me envolve num beijo apaixonado.

E não tem jeito todos os banhos que tomamos juntos sempre começam e terminam do mesmo jeito, com muitas brincadeiras e provocações, declarações mudas de amor que sempre evoluem para o desejo que só é saciado quando fazemos amor.

E quando estamos chegando ao ápice do desejo e ainda debaixo do chuveiro, sinto algo que já vem acontecendo com uma certa frequência apesar de ser há pouco tempo, mas tenho reparado por que sempre acontece quando estou assim com Peeta.

– Você sentiu isso? – Peeta pergunta com as duas mãos na minha barriga.

– Se eu senti? Foi a mim que ele chutou... – digo sarcástica, como eu não sentiria meu filho me chutando.

– Ou ela... – Peeta emenda sem se importar com meu sarcasmo e maravilhado com a façanha do filho, ou filha...

– Com esse chute, você ainda acha que é uma menina? – digo rindo dessa vez.

– Pelos momentos dos chutes, poderia dizer que é sim uma menina, e ciumenta igual a mãe dela. – faço uma careta pra ele, e me viro para abrir o box e pegar uma toalha.

– Ei onde a senhora pensa que vai? – Peeta me abraça todo animadinho.

– Ajudar minha mãe com a ceia de Natal... – digo mal humorada por ser chamada de ciumenta – E você também tem que ir... – digo saindo sem olhá-lo e ele solta uma gargalhada.

– Já estou indo também... – Ele diz e desliga o chuveiro.

Pego uma roupa qualquer, afinal ainda colocaria a mão na massa novamente, não estava nos meus planos esse banho, mas estar com ele é sempre maravilhoso.

– Eu te amo... – sou pega de surpresa ao ser abraçada por ele.

– Eu também te amo.. – me viro para abraçá-lo – e não sou ciumenta...

– É sim, só não mais do que eu... – ele diz e sela nossos lábios.

Terminamos de nos trocar e descemos pra ajudar o pessoal, a tarde passou rápido e muito divertida, como a muito não acontecia, logo a Johanna se despediu e todos foram para seus quartos se arrumarem para a ceia, tomei um banho rápido sem Peeta é claro, vou para o quarto de minha mãe e vejo que todas tivemos a mesma idéia.

– Eitaaa... Ta bem requisitada hein mãe... – digo assim que vejo Prim e Rue sentadas na cama esperando pela mamãe...

– Nem me fala... – ela diz saindo do banheiro...

– Mas eu sou a primeira... – digo correndo até minha mãe e abraçando-a.

– Lógico que não nos chegamos primeiro... – Rue vem correndo também em nossa direção...

– Mas eu sou a mais velha, e estou grávida, ou seja prioridade duas vezes... – Prim revira os olhos entediada, e Rue tenta argumentar comigo. – Vamos mãe faz a trança logo... – minha mãe imita Prim revirando os olhos e logo começa a trançar meus cabelos e eu a ajudo a arrumar as meninas...

Este foi o melhor Natal da minha vida, acho que finalmente estamos vivendo o verdadeiro significado do Natal, que consiste no nascimento de Cristo sim, mas também na união da família, independente do quão diferente somos, nesta data acabamos esquecendo de tudo e nos importando somente na união e felicidade da família como um todo, acredito que deveríamos ser o ano inteiro assim, mas se estivermos assim pelo menos no Natal já é um grande começo pra fazermos tudo diferente no ano que esta por começar em alguns dias...

E nossa noite foi recheada de brincadeiras, comidas gostosas, pegação no pé vinda de todos os lados, várias recomendações sobre nossa mudança em uma semana, e presentes, muitos presentes, a maioria era para nosso bebê, mas Peeta e eu nos inflávamos a cada macacãozinho, manta, pelúcia, e muitas outras coisas que ganhávamos para nosso filho ou filha...

Nossa manha de Natal foi um pouco diferente, mas muito especial também, fizemos um grande almoço na casa do lago com nossos amigos e suas famílias, também não faltou risadas e presentes...

***

– Feliz? – Peeta pergunta abraçando-me apertado enquanto assistíamos ao por do sol, uma das cenas favoritas dele.

– Mais impossível... – digo envolvendo minha barriga.

– Vocês são minha vida... – ele diz como quase um sussurro em meu ouvido...

– E você a nossa! – digo ainda admirando o contraste laranja do céu, sei que Peeta faz o mesmo pois é sua cor favorita.

Notas finais
Eai o que acharam?? Não se esqueçam de visitar... When I Was Your Man.... Hein, garanto que vale muito a pena... http://fanfiction.com.br/historia/452142/When_I_Was_Your_Man Bjos e se não nos falarmos até lá.. Um Maravilhoso Natal a todos.. e não se esqueçam o verdadeiro significado dele, que é o Nascimento de Cristo... Mateus 2:1-2 "Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do Oriente chegaram a Jerusalém e perguntaram: "Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo"."