Notas iniciais
Fala aí galera beleza? Não vou ficar dando desculpas esfarrapadas por não ter postado ontem. Eu simplesmente esqueci, pois estava muito envolvido em um projeto. Foi isso eu esqueci e ponto. Mas estou aqui não é? Valeu a todo mundo que favoritou. Não vou nem falar espero que gostem porque acontecem coisas... Trágicas. Desculpem qualquer erro! Estou com muita pressa.

Capítulo 14 – Acidente

Caminhei em silêncio ao lado de Jason e Annabeth, em direção à Casa Grande. Se eu estava nervoso? Não, eu não estava nervoso. Nervoso é pouco. Eu estou apavorado. Imagine você no meu lugar, vou conhecer minha mãe de sangue, sem ao menos por 17 anos saber de sua existência. Fora que meus pais estavam a caminho e podiam chegar a qualquer instante. Assustador, não?

Chegamos e adentramos a Casa Grande. Percy estava sentado em um dos sofás, com uma mulher de cabelos castanhos ao lado. Annabeth pigarreou e a atenção deles virou-se até nós.

– Duncan? Não acredito. – falou a mulher, levando as mãos à boca – você está aqui... E vivo. Tão lindo e tão grande. – ela chegou mais perto e me deu um abraço esmagador.

– Você é minha mãe? – perguntei.

– Sim querido. – respondeu e eu retribuí o aperto de seu abraço.

O abraço foi caloroso e aconchegante, assim como abraços de mãe normalmente são. Eu poderia ficar ali por horas, dias, ou até mesmo anos, mas infelizmente alguma hora teria que me separar.

Em seguida Sally abraçou Annabeth e nos convidou a sentar no sofá juntamente com Percy. A essa hora, Jason já havia vazado.

– Estão se dando bem? – quis saber Sally.

Vish! O que eu digo agora? Sim, estamos nos dando muito bem, só nos espancamos umas duas vezes e Percy me quer morto em um caixão bem embaixo da terra, de preferência bem longe daqui. Mas antes que eu pudesse dizer algo, Percy se pronunciou:

– Na verdade não tivemos muito tempo para conversar muito, sabe mãe, o horário do Acampamento é um pouco apertado e provavelmente hoje ele irá conhecer o chalé de Hades. – Impressão minha ou ele estava mandando uma indireta me expulsando do chalé 3?

– Chalé de Hades? – questiona Sally.

– Você não sabe? – perguntou surpresa Annabeth

– Não – Respondeu.

Expliquei com a ajuda de Annabeth o lance com o deus dos mortos.

– Esse Hades não toma jeito mesmo. – divagou Sally – Mas me diga, como era a vida em São Francisco?

– Como a de qualquer adolescente de 17 anos. – expliquei – Eu ia para o colégio, estava no último ano, atualmente me preparando para fazer uma prova que decidiria se eu entrei ou não numa faculdade. Fora o colégio, eu tenho várias coisas, como o canal que eu cuido no Youtube e também as atividades extracurriculares, como o basquete, o futebol americano e o judô, coisas de tipo.

– Que curso iria tentar?

– Desenvolvimento de jogos. – respondi – E se não desse certo, iria tentar algo na área musical.

– Você canta? – perguntou Annabeth.

– Canto, danço, toco... Qualquer dia me apresento pra vocês.

– Uau! Isso eu não esperava.

– Você falou que tem um canal no Youtube certo? – questionou Percy.

– Certo. – falei – Meu canal é o segundo maior do mundo em relação ao número de inscritos, só perco para o Pew Die Pie. Ele tem mais de 30 milhões de inscritos no canal dele, enquanto eu tenho um pouco mais de 25 milhões.

– Caralho! – surpreendeu-se Percy. — Já ouvi falar desse Pew Die Pie, você conhece ele?

– Conheço. Ele é meu amigo.

– Uooooou! Os meninos da minha escola adorariam bater um papo com você. Eles não param de falar dele de um tal de... Espera aí. – em seguida estapeou a própria testa – Eu sou muito burro. Como não te reconheci antes. Os garotos viviam falando que os melhores vídeos eram o do Pew Die Pie junto com o Duncan.

– Eles falaram isso? Bom ter um feedback positivo. – falei – Puxei esse lado youtuber dos meus pais. Eles têm seus próprios canais também.

– Espera, – disse Annabeth – Por acaso o nome do seu canal é Nerd Planet?

– É sim, por quê?

– Meus deuses! – disse em seguida deu um gritinho. – As meninas da minha escola sempre falavam desse seu canal e um dia resolvi assistir e gostei, apesar de não entender o que estava acontecendo nos jogos na maioria do tempo. Conseguia ver todos os seus vídeos, menos os com facecam. Todos que você mostrava o rosto eu por algum motivo não conseguia ver. Agora está tudo explicado. Interferência divina. Faz sentido agora.

Pov. Percy

Ficamos conversando por mais alguns minutos, até que somos interrompidos por um Quíron desesperado.

– Houve um acidente – disse ele – Nilce e Leon...

– Meus pais. – disse Duncan. Quíron balançou a cabeça afirmativamente.

Com a deixa, Duncan saiu correndo e se o centauro tinha algo para dizer não conseguiu.

Fomos atrás de Duncan. Parei perto do Pinheiro de Thalia e congelei com a cena. Achei que nunca mais veria aquela coisa. A cena a minha frente era assustadora. Um carro totalmente amassado ao longe. Um casal de pessoas no chão, inundados de sangue. Havia uma trilha de sangue fresco, partida do carro e terminada nessas pessoas. E se aproximando, estava um de meus pesadelos, o Minotauro.

Meu cérebro se desligou por não sei quanto tempo. Depois de avistar o homem touro, só me lembro de Duncan, que estava ajoelhado ao lado do casal, gritar a plenos pulmões e assim, vi um buraco se abrir ao lado do Minotauro. Em seguida, uma mão brotou do buraco e o engoliu, levando-o provavelmente até as profundezas do Tártaro. O buraco se fechou e Duncan abraçou a dupla no chão, como se o mundo fosse acabar daqui a dois minutos.

Como ele tinha conseguido fazer aquilo? Tanto poder a ponto de mandar monstros diretamente para o Tártaro?

Eu podia não gostar muito dele, mas tenho que admiti, meu irmão é poderoso.

Pov. Duncan

Atravessei a Colina Meio-Sangue correndo o mais rápido possível, para me deparar com a pior cena da minha vida. O carro do meu pai estava completamente amassado. Uma trilha de sangue partindo do carro e levando até meus pais. E tinha também um touro gigante de cueca.

Corri para perto de onde meus pais estavam jogados.

– Mãe... Mãe, por favor. – disse já chorando. Segurei o rosto de minha mãe com ambas às mãos. – Mãe acorda, por fav – não consegui terminar a frase, pois me afoguei em lágrimas.

– Filho. – disse minha mãe num fio de voz.

– Mãe, eu vou levar vocês pra um hospital agora – sussurrei.

– Filho, me escute, eu não tenho muito tempo, por favor, me escute. – Antes de continuar ela tossiu sangue – Perto do carro – sussurrou – uma caixa.

– O que tem ela? – indaguei.

– Pegue ela... Algumas coisas que queríamos explicar. Você precisa ser forte meu amor, e continuar sem – cortei-a antes que falasse o que eu não estava pronto para ouvir.

– Não, vocês não podem morrer. – gritei.

– Seu pai infelizmente não conseguiu resistir para dizer isso, mas ele te ama e eu também. Nós te amamos. – E aquelas foram suas últimas palavras.

Os abracei com força e chorei tudo o que não tinha chorado em anos. Fiquei assim por longos minutos, até que sou tirado do transe com o barulho do Minotauro se aproximando. Juntei e entrelacei as mãos de meus pais. Eles sempre um casal muito unido e sempre disseram que quando chegasse a hora deles, queriam morrer juntos.

Olhei em direção ao Minotauro e gritei com toda a força que pude. Ele havia matado meus pais, não iria deixar isso barato. Estava com raiva, muita raiva daquele mostro. Antes de apagar pude ver uma mão jogar o homem touro dentro de um abismo.

Notas finais
MUAHAHAHAHAHAH! Eu sou do mal eu sei. Mas foi preciso fazer isso. Estou ficando depressivo porque ninguém comenta. É sério gente, o que custa deixar um oi? Só uma pessoa comentou capítulo passado. Eu não mordo. Não se preocupem. Ainda preciso saber com quem vocês querem que o Duncan fique. Dependendo de quem, o rumo da história será totalmente diferente. Por isso o seu comentário é importante. As opções são: 1- Reyna 2- Calipso (mesmo que não seja ela a escolhida, não terá Caleo) 3- Thalia 4- Rachel 5- Uma semideusa criada por mim 6- Uma mortal criada por mim 7- Qualquer outro personagem (cite) Até o próximo domingo!