Meu Guarda Costas

3 Capítulo 3: → É Uma Florzinha Mesmo ↔ ♥ ←


Notas iniciais
Hey lindezas,
Tudo bem com vocês??
Espero que estejam bem.
Antes de tudo gostaria de agradecer a todas que comentaram no capítulo anterior. Obrigada lindezas!!!
Enfim eu tinha dito no capítulo anterior que caso eu recebesse um bom número de comentários, eu iria postar mais um capítulo, só que não deu para postar
Desculpe me por não ter postado ontem. Eu tenho uma explicação quanto a isso: eu tive que sair e só fui voltar para casa bem tarde da noite e aí não deu para postar.
Mas então resolvi postar hoje e aqui está o capítulo.
#Boa leitura
#Espero que gostem
LET'S GO

— Senhorita Gusmán, fora da minha sala. — Apontou a porta, vermelha de raiva. Não podia imaginar que ela a desafiaria já no primeiro dia de aula.


— Com todo carinho farei isso Senhora Professora. — Levantou-se puxando a mochila consigo, e ainda mantinha os oculos no rosto. — Depois volto Val. — Falou para a amiga que estava sentada perto da porta, deu um tchau pra turma e se retirou.


Alicia deceu as escadas, e depois seguiu para a biblioteca. Talvez lá ninguém a encomodaria. Seguiu para a mesa mais escondida possível, e se deitou como na sala de aula.


— Precisa de um remédio? —Perguntou a voz que ela mais temia escutar naquele momento, fazendo-a dar um pulo da cadeira.


— A distância de você já está sendo um bom remédio. — Levantou a cabeça e o viu com um comprimido e um copo de agua.


— Mas ele já está aqui. — Sorriu — Você está péssima, melhor tomar.


— A única coisa que quero tomar é a distância de você seu Pudim de Calabresa. Some daqui. Será que nem dentro da MINHA faculdade você me deixa em paz? — Revirou os olhos.


— Eu que deveria estar bravo com você, por ter fugido de casa. — colocou o copo cobre a mesa, juntamente com o comprimido — Faz o que quiser.


— Senhorita Gusmán — Falou uma voz autoritária.


— Que ótimo — Virou-se para a porta da biblioteca — Senhor Otávio, — Abriu um sorriso falso. — Como foi suas férias?


— Sem brincadeiras senhorita, para minha sala já. — Apontou a porta.


— O que você aprontou em Anã? — Riu.


Alicia ignorou a pergunta de Paulo e se levantou .

— O que eu fiz?


— Não se faça de desentendida — Arrumou a gravata desajeitadamente . — Como ousa envergonhar a professora Matilde na frente de toda a turma.


— Aaaa. — Fingiu se lembrar — A professora Matilde é uma fofoqueira, que coisa feia. — Brincou e Paulo segurou pra não rir.


— Respeite-o senhorita Gusmán, ela é sua professora. Vai levar uma adivertência por isto. Nunca na vida da USP um aluno destratou um professor como você tem feito ultimamente. — Arrumou os óculos no rosto . — Siga-me. — Se reitou.


— Porque são uns retardados mentais — Falou e Otávio apenas parou negando com a cabeça, depois seguiu novamente seu trajeto, sendo seguido por Alicia.


Os dois seguiram para a diretoria, enquanto Paulo ficou tomando conta da mochila dela na Biblioteca. Otávio abriu a porta da sala, e deu passagem a Alicia, que logo entrou e se sentou na cadeira dele, com a maior cara de pau possível, colocando os pés para cima da mesa.


— Pode sair daí já. — Ordenou.


— Terá que me tirar daqui. — Sorriu.


— Pois bem, não posso tocar em você. — Pegou as adivertências. — Uma pelo desrespeito á professora, outra pelo tamanho de sua roupa, e outra por me desafiar. -


— Ok! — Assinou as três. — Eu deveria cobrar pelas minhas assinaturas nesses papeis à toa. Pobres árvores que são destruidas para vir parar nesse lugar.


— Seu histórico ficará perfeito — sorriu.


— Mais alguma coisa? Minha cabeça não está disponibilizada para ficar ouvindo suas lamentações de quinta. — Deu meio sorriso.


— Pode se retirar. — Abriu a porta.


— Ok! — Se levantou e foi em direção à saída. — Só não se esqueça que sou eu quem pago seu salário. — Riu e saiu.


— Essa garota. — Suspirou e pensou no que iria falar.


Alicia bebeu uma agua no meio do caminho, depois voltou para a biblioteca, onde encontrou Paulo no mesmo local.


— Pode se retirar, aqui não é lugar para pessoas como você. — Se sentou.


— Só saio depois que você me responder como foi que você fugiu de casa ontem à noite. — Sorriu.

— Bom, mesmo que isso não lhe interesse, foi a coisa mais facil que já fiz. — sorriu maliciosa. — Dormiu cedo ontem né? — Mordeu o labio em meio sorriso.

— Não, você não. Você é maluca garota? — Alterou a voz.


Alicia pos a mão na cabeça

— Dá pra falar baixo? Já fiz coisa pior com você e você nem percebeu. É uma florzinha mesmo. Meu pai deveria ter arrumado alguém mais seguro que você. -Revirou os olhos. — E mais humano que um Pudim de Calabresa.


— Espera só até seu pai saber disso. — Se levantou.

— Isso, corre e conta pro titio. — Sorriu. — Não sabe nem resolver os problemas sozinho. — Atingiu o ponto forte dele: DESAFIO.

— Então espere, e terá troco. — Se virou pra ela.

— Na mosca — Passou novamente a franja para trás, com ar de vencedora e sorriu.


Notas finais
Hey my cupcakes,
Espero que tenham gostado.
#Comentem
ou
# Favoritem
Xoxo,
Nay Medsen