Meu Guarda Costas

4 Capítulo 4 : → Não se lembra de nada? ↔ ♥ ←


Notas iniciais
Hey lindezas,
Tudo bom com vocês??
Espero que estejam bem.
Então aqui está o quarto capítulo.
Antes de tudo gostaria de agradecer a todas que comentaram no capítulo anterior: paulicia, Apenas uma garota, Sarah Clark e A Indomada. Obrigada lindas.
Um SUPER obrigada a quem favoritou a fanfic
Enfim vamos ao capítulo.
#Boa Leitura
Ps: Nesse capítulo aparecerá um personagem chamado Vitor , ele é criação minha.

— É guerra que você quer? — Ela assentiu — Então terá. — Paulo saiu da biblioteca batendo os pés e Alicia gargalhou.

Alicia havia perdido todo o sono depois da quase conversa com o "Pudim de Calabresa", foi para o patio e se sentou em baixo de uma árvore, pegou o celular e ligou para a sua meia irmã Carmem.


— Alô... Ela está por perto? — sorriu. — Então podemos nos falar em paz?... Que bom! Como está minha princesa?... Ai que bom, estou com saudades sabia?... Quando acha que podemos nos ver?... Se quiser ir na minha casa, você tem passagem livre. — riu. — Ele não se importa, ele gosta muito de você sabia?... Viajar? Quando?... Posso pedir o Pudim de Calabresa pra ir te buscar... Claro que não... — gargalhou. — Foi o mais tranquilo que achei pra quele idiota... Não blefa Carmem... Muda de assunto ok?... E o Mário.com como anda? Faz uns dias que não entro nele... Perfeito, assim nunca vão desconfiar de mim.. Tive, só que fui expulsa... Depois te conto, o sinal tocou, tenho que ir... te amo muito viu? E esquece aquele idiota do seu pai Carmem... Ele não merece a filha que tem... beijos princesa, até o fim de semana. — Desligou o telefone e sorriu.


Alicia guardou o celular novamente na bolsa, e depois se dirigiu para a lanchonete, onde teria a certeza de reenocntrar seus amigos. Dito e feito, lá estavam eles, sentados todos na mesma mesa. O bebê com sua bola de futebol já na mão, quase quebrando o pescoço olhando para as alunas novas. Alicia riu do bico estampado na cara da amiga Maria Joaquina que estava sentada perto dele, abraçada ao Pudim de Calabresa. Vitor se levantou ao vê-la se aproximar.


— Ardilla — Gritou e a abraçou com força


— Cala-te bicha louca. — Deu um beijo na bochecha dele. — Que saudades de você meu amor. — Sorriu.


— Então, me conta aí como é essa história de desfiar ser expulsa no primeiro dia. — gargalhou levando-a com a mão até a cadeira vazia.


— Calma seu curioso. — Deu um abraço em Daniel, e um beijo demorado na bochecha do mesmo, e depois um abraço apertado em Valéria. — Como vocês estão? — Se sentou ao lado de Vitor.


— Toma — Paulo entregou o dinheiro a ela, apra que ela pudesse comprar algo para comer.


— Não aceito esmolas — Revirou os olhos sem dar a mínima para o dinheiro sob a mesa.


— Sem cartões de novo Alicia? — riu.


— Também, depois do que aprontou deve ter sido por um ano. — Vitor zombou da amiga.


— Um mês. — Ela se limitou a falar.


— Só? — Maria Joaquina riu e lhe ofereceu suco.


— Obrigada, não tenho fome. — Virou o rosto.


— Essa foi das grandes. — Daniel brincou. — Aposto que não vai querer beber nunca mais.


— Estarei pronta para a próxima assim que minha ressaca for embora. — sorriu.


— O que vai demorar muito se depender de mim. — Paulo a olhou sério e ela riu.


— Não me faça rir caramba. — Pos a mão na cabeça —Até parece, se você não me impediu em três anos, não vai me impedir agora Pudim de Calabresa.


— Para de me chamar desse nome. — Alterou a voz.


— Me obrigue. — Se levantou o desafiando.


— Não me desafie senhorita Gusmán. — Se levantou também.


— Ei, ei, ei... bem que vocês dois poderiam dar uma trégua. — Falou Daniel se levantando, pensando em quem ele iria segura, se partissem para a agressão física. Paulo poderia ser forte e musculoso, mas Alicia era faixa preta de judô e tinha uma força que ninguém sabia de onde saiu.


— Vocês podiam ver se fazem essa garota mimada comer, porque não estou a fim de levar ninguém para o hospital. — Saiu antes que começassem uma discussão maior.


Alicia cerrou os punhos, sentia uma vontade enorme de discontar tudo nele, mas não valheria a pena, a final, quem se prejudicaria seria ela mesma.

— Acho que vou embora, minha cabeça está doendo muito. — Pegou a mochila.


— Tomou remédio? — Perguntou MaJo, curiosa.


— Não. Não tomo remédio de estômago vazio. — Colocou a mochila em um dos ombros.


— Então vai comer. — Vitor a fez se sentar.


— Não vou não. — Se levantou novamente. — Estou com náuseas.


— E vai embora de quê? — Indagou Valéria, que estava ao lado de Daniel.


— Vou ligar para o Jorge. — Sorriu.


— AFF — Os 4 falaram em uníssono.


— E se abrirem a boca, vocês não me incluirão mais na roda de amigo de vocês. — Pegou o telefone.


— Faz o que quiser. Ele é seu namorado, oras! Não temos o porque de contar pra ninguém que você está fugindo da faculdade com seu namorado. -Maria Joaquina riu.


— Pois é. Meu namorado. Vocês nunca vão gostar dele né? — Ele a olharam. — Não vou obrigar ninguém a gostar, mas respeitem meus sentimentos. Alô, oi amor. — sorriu. — Mais ou menos, tem como você vir me buscar? Ok! Vou te esperar na saída. Só estou com muita dor de cabeça, depois te explico o porque. Beijos. Até daqui a pouco. — Desligou o telefone. — Ele vai querer me matar.


— Porquê? — Franziu o cenho.


Alicia suspirou.

— Pelo que percebi ele não leu o jornal ainda. — Os amigos começaram a rir. — O que foi?


— Você leu a manchete completa? — Ela negou. — Ele estava com você Alicia. E na manchete, a briga foi por causa dele. — gargalhou e Alicia arregalou os olhos.


— Certeza? — Perguntou assustada.


— Não se lembra de nada? — Ela negou. — Nada nada? — Daniel riu. — Essa foi forte mesmo!


Notas finais
Hey!!!
Meninas, deixa eu explicar uma coisa: Nessa fanfic a Alicia namora o Jorge, mas não por muito tempo.

Espero que tenham gostado
COMENTEM
Se tiver um bom número de comentários, eu posto o capítulo 5 ainda hoje.
BeiJo