Meu Gêmeo Favorito (Versão 1.0)
39 Lagoa Azul e Estátua da Liberdade
Notas iniciais
Capítulo 39 – Lagoa Azul e Estátua da Liberdade
Pov. Duncan
A comida estava mais que excelente. Eu e Percy fomos dezenas de vezes encher o prato novamente. Parei de contar depois da quarta vez. Depois do banquete, Sally subiu ao palco novamente e disse belas palavras, agradeceu a presença de todos novamente e nos contou mais a respeito do livro e logo e, logo em seguida a pista de dança foi liberada.
No momento, estavam todos animados dançando, tanto adultos quanto adolescentes. Annabeth e Malena tinham ido ao banheiro juntas e sabe, eu até entendo esse lance de as meninas irem juntas ao banheiro. Olhe a Hermione, foi sozinha no banheiro e quase foi morta por um trasgo. Ou a Murta-Que-Geme, que acabou morta mesmo. Ou Kate, que acabou sendo enfeitiçada por magia das trevas. Ou... Ok. Vamos parar a sessão Harry Potter por aqui.
Na pista, Paul e Sally dançavam tranquilamente uma música lenta, assim como vários casais. A propósito, o DJ estava fazendo um ótimo trabalho. Mas eu não estava muito interessado nisso. Estava mais interessado no bar do outo lado do salão.
– Siga-me querido irmão – falei me levantando.
– Pra onde? – indagou Percy se levantando também
– Para o lugar mais interessante dessa birosca aqui.
Então eu e Percy caminhamos em direção ao adorado bar e sentamos nos banquinhos que haviam por ali.
– O que os senhores gostariam de beber? – perguntou o barman.
– Eu quero aquela paradinha de coca com vodka. – respondi – E você, Percy?
– Qual é a dessa Lagoa Azul? – perguntou-me
– É o filme. Esquece... – falei quando vi sua cara de confuso – Pode pedir, é bom.
– Você sabe que eu não bebo, não quero passar mal.
– Fica de boas, você vai ficar inteiro. E olhe pelo lado bom, é azul.
Depois de um tempo, o barman voltou com nossas bebidas. Tomei um gole da minha. Deliciosamente bom como sempre.
– Calma aí Percy. – falei quando ele iria tomar o primeiro gole da bebida azul – Vamos registrar isso.
Puxei o celular do bolso.
– Primeira vez do Percy bebendo esse troço aí galera! – exclamei filmando com o celular – Vai nessa mano!
E então Percy tomou um grande gole e logo em seguida começou a tossir.
– Isso arde até a bunda, velho! – gritou – Você é um puto, Duncan.
– Tá no Snap cara, já era – e caí na gargalhada – Vai com calma que você acostuma.
~//~
As meninas já haviam voltado finalmente. As duas estavam na pista de dança se remexendo ao som de uma música eletrônica que eu desconhecia. Estava tentando ao máximo me controlar para não catar Malena no colo, ir para um quarto e bem... O resto vocês já sabem.
Percy estava mais solto e mais amigável com a bebida. Só espero que ele não saia vomitando pelos cantos depois.
– Duncan, é... Como eu falo isso? Eu queria saber... – começou ele
– Pode ir. – falei – Eu seguro eles.
– O que?
– Eu sei que você está super a fim de dar uma escapada com a Annabeth lá pra casa. Peguem um táxi e se cuidem. Eu garanto que ninguém vai aparecer lá antes das cinco da manhã.
– Você lê mentes por acaso? – perguntou rindo – Valeu, irmão.
– Aproveite. Eu queria muito poder trepar em todos os lugares do apartamento possíveis. Boa sorte.
~//~
Depois que Percy e Annabeth vazaram do recinto, eu e Malena aproveitamos para dançar loucamente na pista e namorar por todos os cantos do grande salão. Quando cansamos fomos até a nossa mesa carregando muitos doces nas mãos.
– Queridos, – disse Sally se aproximando – se quiserem ir embora, podem pegar um táxi e ir. Eu e Paul só vamos ser os últimos a ir, como anfitriões da festa.
– Beleza. – falei – Nós estamos cansados mesmo. Vamos pra casa. – Adeus, Sally.
E então puxei Malena e os doces e saímos do salão.
– Pra onde vamos, se o apartamento está ocupado? – indagou Malena
– Pra lugar nenhum. – respondi – São três horas da manhã ainda. Vamos apenas aproveitar Nova York inteira como um casal de namorados normais.
– Isso parece promissor. – disse ela – Vou chamar um táxi.
– Não senhora. Apenas me abrace e eu nos conduzirei a melhor noite de nossas vidas.
E então viajei nas sombras até o início de nossa diversão:
– A Estátua da Liberdade? – indagou Malena
– Exato. Perfeito! – exclamei quando vi os sprays por ali
– O que exatamente você está planejando?
– Vamos deixar um presentinho para o mundo. Suba nas minhas costas.
Após Malena subir ergui minha mão e criei um pequeno redemoinho de água e começamos a subir até alcançar a cabeça da Estátua.
– Faz um bigodinho nela! – falei entregando uma lata de spray para Malena.
– Você é doido! – gritou enquanto fazia um belo bigode – Acho que vamos estragar a diversão de alguns vândalos hoje.
– Com certeza! Olha, tem um papel gigante ali.
Depois de uma gambiarra doida, consegui fazer a Estátua meio que segurar o papel.
– “FDP’s são os melhores. Hades rainha, vocês nadinha”? – leu Malena – FDP’s?
– Filhos de Poseidon. – respondi – FDP’s.
– Você não presta.
– Olha quem fala, a menina que fez um bigode na porra da Estátua.
– Cala boca! – disse rindo – Qual nossa próxima vítima?
– Você escolhe.
– Que tal a Times Square?
– Perfeito e maligno... – concordei rindo
LEIAM AS NOTAS FINAIS, É IMPORTANTE! :3
Fale com o autor