Meu Gêmeo Favorito (Versão 1.0)
40 Mestre Gênio do Mal
Notas iniciais
Capítulo 40 – Mister Gênio do Mal
Pov. Percy
Mal tranquei a porta e Annabeth já se atracou com a minha pessoa. Parece que ela estava com o mesmo pensamento que eu. Talvez eu faça a vontade de Duncan no lugar dele. Transar por todo apartamento me parece tentador.
Nos beijávamos vorazmente, nossas línguas travando uma guerra que não poderia ser ganha jamais.
Coloquei a mão em sua bunda e Annabeth pulou para meu colo, o envolvendo com suas pernas. Andei lentamente sem nos desconectar e incrivelmente sem tropeçar em nada até o sofá, onde depositei aquela loira maravilhosa.
Ela enfiou suas mãos por dentro de minha camisa e começou a arranhar meu abdômen com suas unhas não tão compridas assim.
Rompi o contato de nossas bocas e desci os beijos para o pescoço enquanto tentava abrir o zíper do seu vestido. Logo o vestido já estava jogado em algum canto da sala.
Resolvi pegar Annabeth no colo novamente, dessa vez em estilo noiva, e fui até o meu quarto. A ideia de Duncan era realmente tentadora, porém, podia ocorrer algum problema e minha mãe ter que vir embora mais cedo, ou Duncan se meter em algum problema e explodir tudo, ou alguém tentar assaltar o apartamento. Tudo isso enquanto eu e Annabeth fazemos sexo no tapete da sala. Isso não seria legal.
Coloquei Annabeth na cama e tirei meus sapatos. Fui puxado por uma loira descabelada para a cama e iniciamos os beijos vorazes novamente.
Beijos Vorazes, esses jogos vão excitar você... Tudo bem, foi bem bosta essa, não é?!
Logo minha calça e o sutiã de Annabeth estavam jogados em algum lugar do quarto.
Desci meus beijos para a sua clavícula e então cheguei ao meu destino, os lindos peitos lindos de Annie feitos sob medida especialmente para a minha pessoa. Comecei a lamber um enquanto minha mão fazia um trabalho espetacular no outro. Dei o mesmo tratamento para o outro e, enquanto isso, Annabeth massageava meu pau, que estava mais que duro, por cima da cueca.
Desci mais ainda os beijos até chegar a sua calcinha, que já estava molhada. Gostei disso. Não aguentei e rasguei a peça de pano no meio e joguei em qualquer canto por aí.
Enfiei dois dedos dentro de Annabeth, brincando com seu clitóris enquanto beijava todo o seu corpo.
Depois fui logo ao assunto, lambi toda a sua fenda e coloquei minha língua lá dentro ao mesmo tempo que ainda a estimulava com meus dedos. Fiz movimentos circulares com a língua até que ela gozou em minha boca. Engoli e gostei de seu sabor. Annabeth era uma delícia, literalmente.
– Minha vez, Percy. – sussurrou ela enquanto arrancava minha cueca
Meu membro pulou pra fora, latejante e muito duro. Annabeth me jogou contra a cama até eu ficar meio deitado, meio encostado na cabeceira. Logo, ela começou a me chupar lentamente, era quase tortura. Aquela mulher sabia como me deixar louco.
Ela raspou os dentes em toda extensão e começou a massagear minhas bolas enquanto voltava a me chupar.
Coloquei uma de minhas mãos em seu cabelo e tentei a conduzir. Quando eu estava quase lá ela parou.
– Mas que porra?! – exclamei revoltado
– Só comigo garotão.
– Você é uma puta safada, Annabeth.
E então parti para cima dela e logo meu pau estava dentro dela. Eu fazia movimentos suaves, porém rápidos. Um vai e vem gostoso enquanto ela arranhava ora minha bunda, ora minhas costas.
Resolvi nos virar e deixar ela por cima. Annabeth apoiou as mão em meus ombros e começou a cavalgar. Coloquei a mão em sua cintura para ajudá-la e fiz movimentos bem devagares com ela.
– Isso é maldade, Percy. – murmurou ela
– Maldade é você me chupando devagar para um grande caralho. – respondi aumentando gradativamente a velocidade.
Logo, o quarto estava preenchidos de gemidos, tantos meus, quanto de Annie. Os vizinhos que não acordem. Alguns segundos depois gozamos juntos e desabamos na cama.
– Eu te amo, Cabeça de Alga.
– Eu te amo, Sabidinha.
Na minha nada humilde opinião, éramos o casal mais perfeito do universo. O jeito que a gente se conecta é incrível. E o melhor de tudo: Eu e Annabeth somos melhores amigos. Conhecíamos absolutamente tudo sobre o outro e por isso não precisávamos proferir mais nenhuma palavra ali, os olhares já diziam tudo. Ficamos apenas deitados olhando um para o outro.
Tenho que lembrar de dar um abraço, um beijo e um queijo para Duncan depois, porque... Essa definitivamente foi a melhor noite da história da minha vida. Era bom aproveitar essa tranquilidade por enquanto, pois logo irá acabar. Então nesse tempo nada melhor que aproveitar com a minha Sabidinha.
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Pov. Duncan
– E como exatamente você vai fazer isso, Mestre Gênio do Mal? – indagou Malena
– Simples. – respondi – Como você disse, eu sou o Mestre Gênio do Mal então vou usar minhas habilidades de Mestre para conseguir hackear TODOS os telões.
– Você só pode estar louco.
– Eu sou louco, querida. Agora pense numa mensagem bem legal.
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Pov. Percy
Abri os olhos e Annabeth não estava na cama. Olhei para o relógio no criado-mudo. Ainda era relativamente cedo. Caminhei até a cozinha, a fonte do barulho.
A Sabidinha estava terminando de comer uma barra de cereal. E eu já disse? Ela estava como veio ao mundo. Totalmente pe-la-do-na. Simplesmente perfeita. A abracei por trás e ela levou um puta de um susto.
– Percy, quer me matar do coração?
– Desculpe. – murmurei – Está com fome depois de toda aquela comida?
– Sim. Eu sou fina, não fiz igual você e o seu irmão que são dois mortos de fome e comeram tudo – E começamos a rir em seguida.
– Então é bom recuperar as energias logo, porque meu amigo quer outra rodada... E eu acho que aqui na cozinha mesmo.
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