Notas iniciais
Podem me xingar por estar postando a uma da manhã. Mas eu tenho explicações: 1- Vou viajar amanhã, que no caso já é hoje e fiquei o dia arrumando as malas e acabei de chegar de uma festa de fim de ano dos meus amigos. 2- Fiquei sem luz boa parte da tarde. 3- Minha internet tá uma bosta hoje. Desculpem-me pelo capítulo curto, mas foi o que deu pra hoje, portanto esse capítulo tá sangrando de tão fresco que está! Não vou nem falar espero que gostem porque o final está tenso...

Capítulo 18 – Apenas Começando

Abri os olhos e me deparei com Annabeth sentada em uma cadeira ao lado da cama.

– Bom dia! – disse ela.

– Bom dia! – respondi bocejando – Cadê o Percy?

– Está fazendo as tarefas do dia.

– Mas e você? – perguntei – Não deveria estar fazendo suas tarefas também?

– Quíron nos liberou, eu, você e Percy, por uma semana sem atividades. – explicou – Mas Percy não aguenta ficar parado um segundo sem fazer nada, então ele foi pra aula de esgrima.

– Hiperatividade é fogo... – sussurrei.

– Você canta muito bem. – murmurou Annabeth

– Estava duvidando do meu poderio de voz? – brinquei

– Não. – respondeu – Mas pra mim é um pouco estranho um cara como você cantar.

– Defina um cara como você.

– Digamos que você não é nenhum Mister Simpatia com essas roupas pretas, esses piercings na cara, com esse tamanho e de vez em quanto faz umas caras que dá medo em qualquer um.

– Eu sei assustar alguém quando eu quero. – declarei

– Eu não. – disse cruzando os braços em baixo dos seios.

– Tem certeza baixinha? – provoquei

– Eu não sou baixinha.

– É sim. – falei – Você bate no meu ombro.

– Eu não sou tão baixinha assim. Você que é muito alto. Tão alto que parece um poste.

– Ninguém me chama de poste, Loirinha. – disse me levantando – Não sou tão alto assim. Tenho apenas um e oitenta cinco metros.

– Isso é muita coisa. – defendeu-se – Você tem mais de vinte centímetros a mais que eu.

Em um momento de distração de Annabeth, a agarrei pelas pernas a joguei em meu ombro, igual um saco de batatas.

– Me solta! – bradou Annabeth – Me solta agora!

– Não. – respondi – Ninguém me chama de poste e fica quieto depois. Agora a senhorita vai ficar um pouquinho aqui em cima pra observar a altura.

– Isso é injusto. – disse manhosa.

– Não é não. – falei caminhando em direção do banheiro.

– Onde você pensa que está indo? – perguntou

– No banheiro oras. – respondi – Quero fazer xixi.

– Comigo aqui em cima?

– Exatamente.

– Não, me deixa ir, por favor. Se não você vai errar a mira. – falou socando minhas costas.

– Com você me socando desse jeito eu vou mesmo. – E Annabeth continuava a me socar. – Se você não parar vou mirar nesse seu pé lindo que está aqui.

– Você não faria isso. – respondeu indignada

– Ah, eu faria. Eu super faria isso.

– Você é muito vingativo. – falou

– Eu sei. – falei abrindo a braguilha da calça – Fica quietinha aí.

Fiquei mais um tempinho brincando e tirando com a cara de Annabeth, até que a mesma vê a foto dos meus pais na cama.

– Já sei o que você precisa. – falou – Connor e Travis. Os gêmeos do chalé de Hermes. Com certeza eles vão te animar.

– É, pode ser. – respondi – Mas eu quero visitar o Acampamento Júpiter antes.

– Reyna? – perguntou Annabeth maliciosa.

– E se for? – perguntei. Ela somente deu de ombros.

– Vou chamar Blackjack pra te levar.

– Quem? – indaguei.

– O pégaso do Percy.

~//~

Em poucos minutos cheguei ao Acampamento Júpiter. Durante a viagem tive uma conversa agradável com Blackjack sobre cubos de açúcar. Estranho, porém legal.

– Fique por aqui. – disse descendo de Blackjack – Não devo demorar muito. Qualquer coisa eu assobio.

Blackjack somente relinchou e saiu voando por aí.

Comecei a andar em direção do quarto de Reyna, quem sabe ela estivesse por lá.

Avistei Reyna ao longe e escondi a rosa que eu tinha roubado do chalé de Deméter. Não sabia se ela gostava dessas coisas, mas o que vale é a intenção.

Acelerei meus passos e quando estava quase chegando, Octavian aparece não sei de onde. Puxa Reyna pela cintura e a beija. Ela parecia estar resistindo. Mas pra mim não importa. Dei mais dois passos. Os dois se separaram e Reyna olhou diretamente pra mim. Dei mais um passo e coloquei a rosa no chão. Dei meia volta e comecei a andar.

– Duncan! – gritou Reyna – Espera!

Ignorei os gritos de Reyna e assobiei o mais alto que consegui. Logo Blackjack já apareceu.

Já vai voltar? – perguntou ele em minha mente.

– Não – respondi – Me leva pra minha casa. Dou-te as instruções no caminho.

Levantamos vôo e logo chegamos a minha antiga casa.

– Pode fazer o que você quiser Blackjack. Se eu precisar de você eu chamo. Amanhã te dou alguns cubos de açúcar.

Vai ficar bem aí? – indagou preocupado

Vou. – respondi

Pesquei a chave de casa, que tive a preocupação de trazer, e abri a porta, trancando-a em seguida. Acendi as luzes e fui direto para o armário de bebidas. Tirei a primeira garrafa de uísque que tinha e a virei como se fosse água.

Olhei para o resto do armário. É... Estava apenas começando.

Notas finais
Mereço tiros, pauladas, socos? Diga nos comentários. Lembrando que quem não votou vote, é muito importante. Quem irá ficar com Duncan? 1- A mortal 2-Reyna Como eu disse esse capítulo foi curto, porém foi o que deu pra hoje. Mas agora que estou de férias a postagem irá aumentar! Por hoje é só! Beijo na bunda de vocês!