Notas iniciais
Oláá amores da minha vida! Não me matem por favor, eu tenho explicações que irão convencer vocês! Primeiramente eu queria desejar ATRASADO um feliz 2015! Okay, vamos as explicações. Como eu disse capítulo passado eu fui na minha festa de formatura e eu voltei tarde, BEM tarde e acordei no dia seguinte com a cabeça explodindo. Mas aí vocês perguntam: "Mas você ficou de ressaca até agora?" Não. Acontece que eu fiquei doente depois. Fiquei na cama o dia inteiro. E depois disse eu fiquei sem ânimo pra nada. Galera, eu não curto muito falar desses meus problemas, mas eu tenho um grave problema: a depressão. Pois é. Eu sofro de depressão profunda. E a depressão é um bicho que é assim: Uma hora você está bem e na outra você perde totalmente o ânimo. E eu fiquei assim, não tinha vontade de fazer absolutamente nada, só pra vocês terem uma ideia, eu fiquei todos esses dias que eu não atualizei, jogado na cama, sem comer, sem fazer nada. Estou num estado tão crítico que minha barba está quilométrica e eu ODEIO deixar minha barba grande. Bem, estou um pouco melhor já, não se preocupem. E me desculpem, por favor, não foi por querer, principalmente depois de receber uma recomendação SUPER DIVA DA nekogirl! Esse capítulo é pra você! Desculpe-me por não ter atualizado antes, mas eu não consegui. Espero que vocês me perdoem e curtam o capítulo! :3

Capítulo 24 – Índios Explosivos

Pov. Percy

O trânsito estava fluindo bem pelas quatro horas em que estava dirigindo. Estava. Até que avistei um pequeno congestionamento e a frente estava a polícia. Droga. Eu tenho que parar?

– Annie. – chemei – O que exatamente a polícia quer lá na frente?

– Eu não sei. – respondeu com sono – Espera aí. Polícia? – disse agora com mais energia. – Duncan, você que é bicho de estrada acorda.

– A gente já chegou? – perguntou Duncan virando-se no banco.

– Não. – respondi – Mas a polícia está lá na frente. O que eu faço?

– É só mostrar sua carteira e os documentos do carro que estão no porta-luvas. – respondeu bocejando.

– Temos um problema. – falei – Eu não tenho carteira.

– COMO VOCÊ NÃO TEM CARTEIRA? – disse Duncan levantando subitamente – VOCÊ FALOU QUE TINHA!

– Só falei isso pra você desencanar e me deixar dirigir.

– Eu vou te matar moleque! – rosnou – Mas antes disso, vamos pensar em alguma coisa.

– Já sei! – disse Annabeth – Percy, pega a carteira do Duncan. Vocês são idênticos.

– Parabéns. Agora você é Duncan Jackson, O Gostosão. – disse meu irmão, entregando-me a carteira.

– Bem que meu pai falou que a sua cara era mais furada antes. – disse Annabeth olhando o documento em minha mão. – Só espere um minuto, certamente o policial vai perceber que esse não é o Percy, como vamos...

– Já sei! – cortou Duncan – Ainda bem que eu sempre tenho comigo alguma coisa assim.

Olhei para trás e vi Duncan colocar um gorro, um óculos de grau e uma barba falsa.

– Isso deve disfarçar todos os piercings que eu tenho. – disse

– Se colocar uma camisa xadrez fica igualzinho um lenhador. – brinquei

– Verdade. – concordou – E depois posso pegar minha machadinha e partir sua cabeça em duas.

– Desculpa. – falei – Pelo menos o carro ainda está inteiro.

Quando terminei de pronunciar a frase, chegamos aos policiais. Abaixei o vidro e um policial careca e de bigode veio falar comigo.

– São Francisco, é? Fala inglês? – afirmei – Bom, desculpe todo este transtorno, estamos atrás de um bandido. Mas estamos olhando os documentos de todo mundo, pra ver se está tudo em ordem.

Entreguei ao homem os documentos do carro e a carteira de Duncan.

– Tudo certo com os documentos do carro. – disse o policial – Preciso só da sua Identidade agora.

Droga. Droga. Droga.

Pensa. Pensa. Pensa.

Você é inteligente Percy. Pelo menos um pouco. Vamos lá. Usa esse cérebro direito pelo menos uma vez na vida.

Comecei a tatear meus bolsos, fingindo procurar, até que olhei pelo retrovisor e falei:

– Percy, – é tão estranho chamar Duncan de Percy – você por acaso não está com minha Identidade?

Ouvi Duncan sussurrar um “boa moleque”.

– Senhor – chamou o policial – Não é essa que está no seu bolso da camisa?

DROGA! Foi o único bolso que eu não olhei, justamente porque era onde se encontrava o meu ID.

– É, nem tinha visto aí! – exclamei tentando não colocar frustração na voz.

Entreguei ao policial o documento e me preparei para a festa.

– Espera. – disse ele – Percy Jackson? M-mas não era esse homem aí atrás? Duncan Jackson e Percy Jackson? Ôôô barbudo... Tira o gorro e o óculos, por favor.

– A barba é falsa também, querido. – disse Duncan tirando os acessórios.

– Não provoca, Duncan. – ralhou Annabeth.

– Entendo... – disse o homem – Por favor encostem o carro, meu chefe irá falar com vocês.

– PERCY JACKSON! SE O MEU CARRO FOR APREENDIDO, VOCÊ SERÁ MORTO! – Gritou Duncan – MORTO!

– Calma Duncan. – disse Annabeth – A gente vai dar um jeito.

– É bom mesmo, — começou Duncan – porque se pegarem meu carro, além de eu ficar muito bravo e o Percy morto, vai ser muito difícil arrumar outro transporte. Estamos em território indígena. Guatemala.

Encostei o carro e ficamos esperando. Até que um sujeito de chapéu, com um bigode que daria inveja em Hitler e Mussolini, chegou perto, jogou os documentos em meu colo e disse:

– Parece que dois gêmeos querem brincar com a polícia não é? – eu estava prestes a me defender, mas Duncan me interrompeu:

– Deixa de ser redundante cara, se são gêmeos são dois, né.

– Olha aqui, moleque, se falar comigo desse jeito mais uma vez, estará morto antes da hora. – o bigodudo ameaçou.

– Olha aqui você, como fala com meu cunhado. – disse Annabeth raivosa

– Quieta, cria de Atena. – rosnou o policial.

– Como você sabe? – murmurou Annie.

– Droga. Deixei meu disfarce ser descoberto. Mas isso não importa, vamos matar vocês aqui e agora.

– Vamos? – perguntei.

– ATACAR! – gritou o policial, agora se transformando em um mantícore.

– PERCY, ACELERA! – gritaram Annabeth e Duncan.

Acelerei e quase bati em uma barricada que havia por ali.

– EU NÃO SOU PILOTO DE FUGA! – falei – Droga. Têm muitos monstros atrás de nós, os despistem.

– Como? – perguntou Annabeth – Não trouxe um arco.

– Mas eu trouxe essa coisinha aqui. Fechem os vidros por precaução – disse Duncan – Roubei essa coisinha da casa do seu pai. Ele não queria me dar por medo de eu explodir uma cidade inteira. Bem, estamos no meio dos índios, o que não é tecnicamente uma cidade.

– Você roubou? – perguntei – O quê?

– Uma bazuca e granadas, mas como bazuca não cabe aqui dentro do carro, vamos nos contentar com as granadas. Vamos explodir alguns monstros! – berrou

Então, Duncan abriu a janela e colocou o tronco para fora, pude ver pelo retrovisor ele tirando a tampinha de uma das gramas e a jogando em cimas dos monstros.

– BINGO! – gritou ele – Vou jogar outra pra garantir. – e tacou outra – Droga, droga, droga! – exclamou voltando o corpo para dentro.

– Qual o problema? Eles não foram evaporados? – indagou Annabeth

– Foram, não sobrou mais nenhum. – disse Duncan

– Então qual o motivo do “droga”? – perguntei

– Foi sem querer, mas eu acabei explodindo os índios tudo. – respondeu.

Notas finais
Eu sei que ficou curtinho, deu menos de 1000 palavras, que é o meu mínimo de palavras para escrever, porém eu estava com pressa pra postar aqui, mas eu PROMETO, que amanhã vai ter outro e tenho certeza que vocês vão gostar! (aquela carinha) Vejo vocês nos comentários! Falando em comentários, irei responder todos agora! Beijos!