Meu Gêmeo Favorito (Versão 1.0)
25 All of Me
Notas iniciais
NOTAS INICIAIS FORAM FEITAS PRA SER LIDAS!
Capítulo 25 – All of Me
Pov. Duncan
Quando estávamos a uma boa distância da confusão, resolvi dirigir o resto da viagem para que assim, Percy possa descansar.
Após algumas horas chegamos à La Libertad, em El Salvador. Assim que estacionei em frente à um hotel, Annabeth disse:
– Seus dias de criado começam hoje!
– Que maravilha... – murmurei – E o que Vossa Senhoria quer que eu faça?
– Primeiro acorde o Percy. – ordenou – Depois pegue carregue minha mochila.
– Mas eu já tenho que carregar a minha. – argumentei
– Devia ter pensado nisso antes de duvidar de Annabeth Chase. – disse descendo do carro.
Bufei indignado, acordei Percy e peguei minha mochila e da madame.
No hotel, conseguimos dois quartos. Ainda bem. Poderia ficar sozinho um pouco. Não que a companhia de Annabeth e Percy me incomodava, de jeito nenhum, porém é bom ficar sozinho às vezes, ajuda a clarear os pensamentos.
Quando iríamos apertar o botão do elevador, o rapaz da recepção disse:
– Senhor, desculpe, mas o elevador está em manutenção, estará funcionando pela manhã, infelizmente terão que subir as escadas.
– Duncan... – chamou Annabeth
Começou a putaria.
– O que? – resmunguei
– Me carregue até lá em cima. – ordenou
– O que? – exclamei – Annabeth, são doze andares. E tem outra, estou carregando as mochilas.
– Carregue eu e as mochilas, ora. – disse – Você não é o Senhor Fortão? Vamos lá, está na hora de fazer força com esses bracinhos.
Suspirei derrotado e larguei as duas mochilas ao pé da escada. Abaixei-me até uma altura em que Annabeth conseguisse subir em minhas costas.
– Sobe aí. – falei
Assim que a loira pulou em minhas costas, peguei as mochilas, uma em cada e mão e comecei a subir os degraus.
– E se abrir a boca pra falar que eu estou gorda, eu te mato Jackson. – ameaçou Annabeth
– Mas é ele que está te carregando. – disse Percy – Deixa, eu já saquei, não foi comigo.
Quando estávamos no quinto andar, eu quase caí para trás, o que gerou um acesso de riso em Annabeth.
– Eu adoraria ter uma câmera nesse momento e filmar tudo. – comentou Percy no oitavo andar.
Quem dera ele saber que eu tinha uma pequena câmera em minha mochila. Fiquei bem quieto e continuei a subir.
Depois do que pareceram séculos para mim, chegamos ao décimo segundo andar. Quando eu iria depositar Annabeth o chão, a mesma disse:
– Não senhor. Vai me deixar na cama. Percy, abre o quarto, por favor.
Percy, que parecia se divertir até demais com a cena, abriu o quarto e deu um passo para o lado, a fim de dar espaço para podermos passar.
Cheguei perto da cama, agarrei os braços de Annabeth e puxei, a fazendo dar um mortal e cair com tudo de costas no colchão macio.
– Bem que você podia ter quicado no colchão e sido arremessada pela varanda, mas pena que a vida nem sempre faz o que a gente quer. – falei
– Muito engraçadinho. – disse Annabeth – Por hoje não vou mais precisar de seus serviços. – e em seguida gargalhou.
– Boa noite pra você também. – ironizei – Boa noite Cabeça de Alga.
– Ei! Só eu posso chamá-lo assim. – protestou Annie
– Foda-se. Ninguém liga para o que você pensa. – provoquei.
– Boa noite Duncan. – desejou Percy fechando a porta.
Entrei no quarto ao lado e despenquei na cama.
Pov. Percy
Desliguei o chuveiro e percebi que não havia trazido roupas. Mas que ótimo. Coloquei a toalha em volta da cintura e retornei ao quarto. Passei em frente às portas da varanda e vi que Annabeth estava parada olhando a vista. Fui em direção a ela nem ligando que o vento poderia arrancar minha toalha a qualquer momento.
– No que está pensando, Sabidinha? – perguntei a abraçando por trás.
– Em muitas coisas. – respondeu – Sobre esse estranho comportamento com os deuses, pensando como o Duncan está aguentando tudo isso acontecendo tão rápido, pensando em você...
– Pensando em mim? Eu tenho espaço na mente genial de Annabeth Chase? – brinquei
– Você sempre tem espaço Cabeça de Alga – sussurrou e em seguida virou-se e me beijou. Foi um beijo apaixonado e rápido. – Eu sei que não digo isso muitas vezes, mas eu te amo Percy.
– Você não precisa me dizer. – falei – Dá pra ver quando eu te olho. E o sentimento é recíproco.
Beijamos-nos novamente, calmamente, um explorando a boca do outro, até que evoluiu para um beijo voraz, apertei sua cintura possessivamente e ela passou as mãos pelo meu cabelo, os puxando levemente.
Senti pingos de chuva cair sobre nós. Annabeth automaticamente pulou e passou as pernas em torno da minha cintura. Caminhei, sem desconectar o beijo, até o quarto. Coloquei Annabeth gentilmente na cama e me deitei sobre ela, apoiando meu peso nos cotovelos, de forma a não esmagá-la.
Quando o ar fez falta, desci os beijos para seu pescoço e quando dei por mim, ela só estava com suas roupas íntimas.
– Tem certeza que quer isso? – perguntei quando percebi a o que aquilo estava levando – Annabeth, eu posso esperar.
– Se tem uma coisa que eu tenho mais certeza na vida é que eu quero e preciso de você agora. – sussurrou ela em meu ouvido.
Isso foi o bastante para o meu amigo envolto na toalha se espertar e começar a dar sinais de vida.
Levei minhas mãos as costas de Annabeth e um pouco atrapalhado, consegui desabotoar seu sutiã.
Fiz uma trilha de beijos desde o lóbulo de sua orelha até o vale dos seus seios, enquanto isso, Annabeth arranhava minhas costas e meu tórax. Desci meus beijos para seu seio direito, dei leves mordidas nele, o que arrancou gemidos baixos de Annie. Dei o mesmo tratamento para o outro seio. Depois beijei toda a extensão de seu abdômen. Arranquei sua calcinha e voltei a beijar sua boca com força enquanto a estimulava com um dedo. Senti Annabeth arfar em minha boca e mexer seu quadril em busca de mais contato.
– Percy, para de enrolar. – murmurou – Eu preciso de você agora.
Então ela mesma arrancou a toalha de minha cintura.
– Tem certeza mesmo Annabeth? – perguntei novamente.
Em vez de ela me responder com palavras, me puxou para outro beijo voraz. Foi o que bastou para confirmar que ela me queria.
Fui dando mordidinhas em seu pescoço enquanto a penetrava lentamente. Annabeth deu um gemido de dor quando eu havia terminado de penetrá-la completamente. Fiquei parado um tempo para ela se acostumar e quando Annabeth rebolou um pouco, dizendo que estava pronta, comecei a me mexer lentamente dentro dela. Um vai e vem suave. Quase torturante de tão lento.
– Percy, eu não vou quebrar... Mais rápido, por favor – sussurrou com a voz rouca ao pé do meu ouvido.
Dei uma risadinha e comecei a estocá-la mais rapidamente.
Annabeth cravou as unhas em minhas costas e deu um alto e longo gemido quando chegou ao seu ápice. Dei mais algumas estocadas e logo cheguei ao meu limite de prazer. Desconectei-me de Annabeth e me deitei ao seu lado, puxando-a para se deitar em meu peito.
Ela estava suada e ofegante. A cena mais linda que eu já vi.
– Você é linda... – murmurei depois de algum tempo – E essa foi a melhor noite da minha vida.
– Obrigada Percy. – disse ela – Por fazer essa noite maravilhosa.
Beijamo-nos com paixão, até que me toquei:
– Annabeth, espera... Eu não usei camisinha... Droga!
– Calma Cabeça de Alga. – falou – Eu tomo remédio.
– Desde quando? – perguntei mais tranquilo.
– Desde que eu virei uma mocinha. — respondeu
– An? Mocinha?
– Não queira saber. – disse a loira rindo e fechando os olhos. – Boa noite, amor.
– Boa noite, amor da minha vida. – sussurrei sorrindo.
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