Notas iniciais
Olá galerinha! Olha eu voltando aqui, dessa vez super rápido! Bem, era pra esse capítulo sair mais cedo, porém eu ACORDEI AGORA! Por causa de vocês. Eu fiquei a madrugada inteira escrevendo esse capítulo e eu tive uma dificuldade enorme, espero que vocês apreciem pelo menos o esforço. E um pequenos aviso: Esse capítulo vai fazer jus ao +18 da fic. Já sabem porque né?? (aquela carinha) Se alguém aí não curte, por favor, leia somente o Pov. Duncan. Uma curiosidade: O título do capítulo foi totalmente na sorte. Eu tinha acabado de escrever e começou a tocar All of Me... Aí me deu a louca e coloquei de título! Hahahahahahaha Espero que gostem da minha tentativa de hentai mal sucedido!

NOTAS INICIAIS FORAM FEITAS PRA SER LIDAS!

Capítulo 25 – All of Me

Pov. Duncan

Quando estávamos a uma boa distância da confusão, resolvi dirigir o resto da viagem para que assim, Percy possa descansar.

Após algumas horas chegamos à La Libertad, em El Salvador. Assim que estacionei em frente à um hotel, Annabeth disse:

– Seus dias de criado começam hoje!

– Que maravilha... – murmurei – E o que Vossa Senhoria quer que eu faça?

– Primeiro acorde o Percy. – ordenou – Depois pegue carregue minha mochila.

– Mas eu já tenho que carregar a minha. – argumentei

– Devia ter pensado nisso antes de duvidar de Annabeth Chase. – disse descendo do carro.

Bufei indignado, acordei Percy e peguei minha mochila e da madame.

No hotel, conseguimos dois quartos. Ainda bem. Poderia ficar sozinho um pouco. Não que a companhia de Annabeth e Percy me incomodava, de jeito nenhum, porém é bom ficar sozinho às vezes, ajuda a clarear os pensamentos.

Quando iríamos apertar o botão do elevador, o rapaz da recepção disse:

– Senhor, desculpe, mas o elevador está em manutenção, estará funcionando pela manhã, infelizmente terão que subir as escadas.

– Duncan... – chamou Annabeth

Começou a putaria.

– O que? – resmunguei

– Me carregue até lá em cima. – ordenou

– O que? – exclamei – Annabeth, são doze andares. E tem outra, estou carregando as mochilas.

– Carregue eu e as mochilas, ora. – disse – Você não é o Senhor Fortão? Vamos lá, está na hora de fazer força com esses bracinhos.

Suspirei derrotado e larguei as duas mochilas ao pé da escada. Abaixei-me até uma altura em que Annabeth conseguisse subir em minhas costas.

– Sobe aí. – falei

Assim que a loira pulou em minhas costas, peguei as mochilas, uma em cada e mão e comecei a subir os degraus.

– E se abrir a boca pra falar que eu estou gorda, eu te mato Jackson. – ameaçou Annabeth

– Mas é ele que está te carregando. – disse Percy – Deixa, eu já saquei, não foi comigo.

Quando estávamos no quinto andar, eu quase caí para trás, o que gerou um acesso de riso em Annabeth.

– Eu adoraria ter uma câmera nesse momento e filmar tudo. – comentou Percy no oitavo andar.

Quem dera ele saber que eu tinha uma pequena câmera em minha mochila. Fiquei bem quieto e continuei a subir.

Depois do que pareceram séculos para mim, chegamos ao décimo segundo andar. Quando eu iria depositar Annabeth o chão, a mesma disse:

– Não senhor. Vai me deixar na cama. Percy, abre o quarto, por favor.

Percy, que parecia se divertir até demais com a cena, abriu o quarto e deu um passo para o lado, a fim de dar espaço para podermos passar.

Cheguei perto da cama, agarrei os braços de Annabeth e puxei, a fazendo dar um mortal e cair com tudo de costas no colchão macio.

– Bem que você podia ter quicado no colchão e sido arremessada pela varanda, mas pena que a vida nem sempre faz o que a gente quer. – falei

– Muito engraçadinho. – disse Annabeth – Por hoje não vou mais precisar de seus serviços. – e em seguida gargalhou.

– Boa noite pra você também. – ironizei – Boa noite Cabeça de Alga.

– Ei! Só eu posso chamá-lo assim. – protestou Annie

– Foda-se. Ninguém liga para o que você pensa. – provoquei.

– Boa noite Duncan. – desejou Percy fechando a porta.

Entrei no quarto ao lado e despenquei na cama.


Pov. Percy

Desliguei o chuveiro e percebi que não havia trazido roupas. Mas que ótimo. Coloquei a toalha em volta da cintura e retornei ao quarto. Passei em frente às portas da varanda e vi que Annabeth estava parada olhando a vista. Fui em direção a ela nem ligando que o vento poderia arrancar minha toalha a qualquer momento.

– No que está pensando, Sabidinha? – perguntei a abraçando por trás.

– Em muitas coisas. – respondeu – Sobre esse estranho comportamento com os deuses, pensando como o Duncan está aguentando tudo isso acontecendo tão rápido, pensando em você...

– Pensando em mim? Eu tenho espaço na mente genial de Annabeth Chase? – brinquei

– Você sempre tem espaço Cabeça de Alga – sussurrou e em seguida virou-se e me beijou. Foi um beijo apaixonado e rápido. – Eu sei que não digo isso muitas vezes, mas eu te amo Percy.

– Você não precisa me dizer. – falei – Dá pra ver quando eu te olho. E o sentimento é recíproco.

Beijamos-nos novamente, calmamente, um explorando a boca do outro, até que evoluiu para um beijo voraz, apertei sua cintura possessivamente e ela passou as mãos pelo meu cabelo, os puxando levemente.

Senti pingos de chuva cair sobre nós. Annabeth automaticamente pulou e passou as pernas em torno da minha cintura. Caminhei, sem desconectar o beijo, até o quarto. Coloquei Annabeth gentilmente na cama e me deitei sobre ela, apoiando meu peso nos cotovelos, de forma a não esmagá-la.

Quando o ar fez falta, desci os beijos para seu pescoço e quando dei por mim, ela só estava com suas roupas íntimas.

– Tem certeza que quer isso? – perguntei quando percebi a o que aquilo estava levando – Annabeth, eu posso esperar.

– Se tem uma coisa que eu tenho mais certeza na vida é que eu quero e preciso de você agora. – sussurrou ela em meu ouvido.

Isso foi o bastante para o meu amigo envolto na toalha se espertar e começar a dar sinais de vida.

Levei minhas mãos as costas de Annabeth e um pouco atrapalhado, consegui desabotoar seu sutiã.

Fiz uma trilha de beijos desde o lóbulo de sua orelha até o vale dos seus seios, enquanto isso, Annabeth arranhava minhas costas e meu tórax. Desci meus beijos para seu seio direito, dei leves mordidas nele, o que arrancou gemidos baixos de Annie. Dei o mesmo tratamento para o outro seio. Depois beijei toda a extensão de seu abdômen. Arranquei sua calcinha e voltei a beijar sua boca com força enquanto a estimulava com um dedo. Senti Annabeth arfar em minha boca e mexer seu quadril em busca de mais contato.

– Percy, para de enrolar. – murmurou – Eu preciso de você agora.

Então ela mesma arrancou a toalha de minha cintura.

– Tem certeza mesmo Annabeth? – perguntei novamente.

Em vez de ela me responder com palavras, me puxou para outro beijo voraz. Foi o que bastou para confirmar que ela me queria.

Fui dando mordidinhas em seu pescoço enquanto a penetrava lentamente. Annabeth deu um gemido de dor quando eu havia terminado de penetrá-la completamente. Fiquei parado um tempo para ela se acostumar e quando Annabeth rebolou um pouco, dizendo que estava pronta, comecei a me mexer lentamente dentro dela. Um vai e vem suave. Quase torturante de tão lento.

– Percy, eu não vou quebrar... Mais rápido, por favor – sussurrou com a voz rouca ao pé do meu ouvido.

Dei uma risadinha e comecei a estocá-la mais rapidamente.

Annabeth cravou as unhas em minhas costas e deu um alto e longo gemido quando chegou ao seu ápice. Dei mais algumas estocadas e logo cheguei ao meu limite de prazer. Desconectei-me de Annabeth e me deitei ao seu lado, puxando-a para se deitar em meu peito.

Ela estava suada e ofegante. A cena mais linda que eu já vi.

– Você é linda... – murmurei depois de algum tempo – E essa foi a melhor noite da minha vida.

– Obrigada Percy. – disse ela – Por fazer essa noite maravilhosa.

Beijamo-nos com paixão, até que me toquei:

– Annabeth, espera... Eu não usei camisinha... Droga!

– Calma Cabeça de Alga. – falou – Eu tomo remédio.

– Desde quando? – perguntei mais tranquilo.

– Desde que eu virei uma mocinha. — respondeu

– An? Mocinha?

– Não queira saber. – disse a loira rindo e fechando os olhos. – Boa noite, amor.

– Boa noite, amor da minha vida. – sussurrei sorrindo.

Notas finais
Por hoje é só galera! Não sei se eu volto amanhã ou terça. Provavelemente terça, eu tenho algumas coisas para resolver amanhã. E PELO AMOR DE TODOS OS DEUSES E DEUSAS, me digam nos comentários o que vocês acharam, pra que eu possa melhorar ou também não escrever essas coisas nunca mais! Hahahahahahaha! Eu NÃO sou moleque transante! Agora se me derem licença, vou dar uma de avestruz e enfiar a cabeça em um buraco! Beijão!