Meu Anjo Da Guarda
7 Never Will
Notas iniciais
(Mônica)
Acordei e tentei me levantar mais braços me envolviam sim era verdade mesmo não era sonho eu tinha mesmo passado a melhor noite da minha vida com meu anjo da guarda se eu contasse a alguém com toda certeza eu ia parar num hospício. Dei um selinho nele e comecei a beijar seu peito nu e ele logo acordou.
Cebola: Bom dia Pequena – ele disse sorrindo eu adorava que me chamassem assim era como meu avô me chamava.
Mônica: Bom dia vida. – eu disse sorrindo e dando um selinho nele.
Cebola: Você está atrasa pra escola.
Mônica: Não quero ir a escola quero ficar com você. – eu disse fazendo biquinho.
Cebola: Eu também queria você aqui comigo mais você precisa ir.
Mônica: Ta. – eu disse entrando no banheiro e fazendo minhas higienes matinais depois sai penteando os cabelos e ele estava arrumado. – vou sentir saudades ta? – eu disse dando outro selinho nele.
Cebola: Eu também, e fica longe daquele cara. – ele disse com uma carinha de raiva fofa.
Mônica: Tabom meu lindinho. – eu disse enchendo ele de beijos.
Luísa: Filha ta na hora.
Mônica: Se esconde. – eu disse num sussurro e ele desapareceu.
Luísa: Nossa já ta pronta?
Mônica: Sim.
Luísa: Então vamos que o café está na mesa vamos se não vai se atrasar.- ela disse saindo.
Mônica: Ta — dei um ultimo beijo em Cebola depois fui tomar café.
Luísa: Você ta com uma cara mais feliz hoje.
Mônica: é impressão sua.- eu disse comendo meu cereal.
Luísa: Sei.
Mônica: Nossa ta na hora – eu disse beijando o rosto dela e saindo. Na escola as aulas foram normais e como sempre fiquei afastada de todos, quando a aula sai o mais rápido que pude quando ia saindo pela porta do colégio alguém me puxa pelo braço.
Do Contra: Agora você não me escapa. – ele disse sorrindo malicioso.
Mônica: Me deixa em paz seu moleque idiota – eu disse tentando me soltar.
Do Contra: Só me dar um beijo que eu te deixo em paz princesa. – ele disse rindo e me puxando para que eu beijasse ele enquanto passava sua mão na minha perna eu tentava me afastar só que ele era muito forte então senti algo me jogar pra longe.
Cebola: Fique longe dela Do Contra. – Cebola disse com suas asas brancas.
Do Contra: Sempre você pra me atrapalhar não é Cebola. – ele disse mostrando suas asas pretas e seus olhos vermelhos me fazendo arrepiar de medo.
Cebola: Não vai querer comprar briga comigo e ainda na frente de uma humana mesmo você não servindo ao criador sabe oque ele pode fazer com você.
Mônica: Porque você está fazendo isso Do Contra? – eu disse chorando de medo.
Do Contra: Porque eu sou apaixonado por você.- eu olhei pra ele indignada.
Mônica: Se você gostasse de mim não teria tentado me beijar a força.
Do Contra: Não suportei ver você com esse anjo estúpido se ele não existisse eu teria tido chance com você, sempre te observei desde pequena de onde acha que vem suas atitudes ruins?
Mônica: mesmo que ele não existisse eu não ficaria com uma criatura como você eu nunca amaria você como amo ele. – eu disse cuspindo as palavras que foram como farpas para ele. percebi porque ele olhou furioso para Cebola. Depois disso minha vista escureceu e eu apaguei. Acordei no meu quarto Com Cebola do meu lado e a mão com uma faixa.
Mônica: Cê...oque ouve? – eu disse num sussurro.
Cebola: O Importante é que tudo está bem agora.
Mônica: Oque você fez com o Do Contra?
Cebola: Nada ele só voltou para o lugar de onde ele não devia ter saído.
Mônica: Tenho medo que ele possa voltar e tentar algo pior comigo. – eu disse deixando algumas lágrimas caírem.
Cebola: Ele não vai te fazer nada eu vou cuidar de você como sempre fiz. – ele disse me puxando para perto e eu me encostei em seu peito enquanto ele acariciava meus cabelos.
Mônica: Promete que nunca vai me deixar?
Cebola: Prometo meu amor. – ele disse abrindo o sorriso que eu mais amava no mundo.
Luísa: Filha eu... – ela disse entrando no quarto fazendo eu e o cebola olharmos assustados para ela. – A Desculpa Cebola não sabia que você estava aqui. – ela disse sorrindo com uma ponta de malicia e levantando uma das sobrancelhas.
Cebola: Eu já estava de saída. Xau linda. – ele disse me dando um beijo na testa e eu sorri enquanto ele saia pela porta.
Luísa: Então esse é o motivo da sua felicidade certo?
Mônica: Não interessa.
Luísa: Interessa sim, mais eai tão ficando, namorando?
Mônica: Não sei mais acho que a gente ta namorando.- eu disse bobamente.
Luísa: Já tava na hora ! – ela disse me abraçando forte e rindo.
Mônica: Porque tanta felicidade?
Luísa: Não posso comemorar que finalmente você virou uma pessoa normal?
Mônica: Mãe! – eu disse jogando um travesseiro nela.
Luísa: Seu pai ia morrer de ciúmes se soubesse que você tem um namorado. – ela disse rindo e comecei a olhar pro nada.
Mônica: Verdade, se ele já ficava com ciúmes porque eu ficava na biblioteca até tarde imagina ele me ver com um namorado. – eu disse rindo ao lembrar das crises de ciúmes do meu pai.
Luísa: Aquele cabeça dura realmente faz falta nessa casa.- ela disse com uma cara triste.
Mônica: Não fica triste Mãe a gente vai superar não se preocupa. – eu disse abraçando ela.
Luísa: Não sei filha. – ela disse chorando.
Mônica: Eu vou estar ao seu lado mãe eu te amo. – eu disse beijando a buchecha dela.
Luísa: Eu também te amo minha filha. – ela disse beijando minha testa e se separando de mim. E depois rindo novamente. – mais eai vocês já...?
Mônica: Já oque criatura? – me fiz de desentendida .
Luísa: Vocês já tiveram sua primeira vez?
Mônica: Já... – eu disse corada não gostava de comentar sobre essas coisas com minha mãe.
Luísa: Sério? Que fofo diz como foi. – sério que eu estou comentando sobre minha primeira vez com minha mãe como uma adolescente meiga e simpática?
Mônica: Tenho que admitir que foi maravilhoso foi especial. – eu disse sorrindo boba.
Luísa: Awwwn.
Mônica: Quer parar mãe isso é coisa de gay.
Luísa: Não é não, é coisa de garota coisa que você nunca mostrou ser.
Mônica: Também não é assim só porque eu não sou uma chata frescurenta que adora dividir os momentos vergonhosos com a mãe não quer dizer que eu seja menos garota que as outras.
Luísa: Não precisa ter vergonha filha eu já fui uma adolescente como você.
Mônica: Eu sei, é que eu não gosto de falar dessas coisas pô. – eu disse empurrando ela pela porta e me deitando na cama.
Cebola: Não acha que exagerou com sua mãe?
Mônica: Não me diga que ouviu a conversa inteira? – eu disse corando.
Cebola: Ouvi mais não significa que não gostei. – ele disse beijando meu pescoço e colocando suas mãos por baixo da minha blusa.
Mônica: Não me canso de ficar assim com você.
Cebola: Nem eu. – ele disse me beijando.
Mônica: Amanhã – é a festa da escola vem comigo não quero ir sozinha.
Cebola: Claro.
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