Meu Anjo Da Guarda
8 Baile
Notas iniciais
(Mônica)
Acordei de manhã e tive a mesma rotina de sempre, beijos e mais beijos tomei um banho e fui pra escola estava uma grande movimentação por lá por causa do baile mais quando o sinal tocou todos foram pra sala e quando me sentei tive uma surpresa.
Ana Paula: Pessoal quero apresentar a vocês o novo aluno da escola Cebola. – as garotas não paravam de olhar para ele oque me deixava muito irritada.
Ana Paula: Diga Oi para a turma.
Cebola: Olá. – eu disse sorrindo. ele veio em minha direção e sentou ao meu lado surpreendendo as garotas da sala.
Mônica: Oque está fazendo aqui? – disse cochichando em seu ouvido.
Cebola: Ora não vou deixar você vir para a escola sozinha desde oque aconteceu com Do Contra. Olhei para trás e as garotas ainda o secavam.
Mônica: Elas não param de olhar pra você. – eu disse com raiva.
Cebola: Ignora. – ele disse passando seu braço por meus ombros e todos nos olhavam curiosos.
A aula foi tediosa até que finamente era a hora do recreio. E eu cebola saímos pelo porta e ele passou sua mão ao redor da minha cintura e fiz o mesmo com ele e fomos para o jardim onde tinha poucas pessoas e ficamos lá distribuindo carícias e selinhos . Depois do final da aula fomos pra minha casa juntos almoçamos junto com minha mãe e claro que ela não parava de fazer perguntas a ele e eu tentava ignorar algumas que eram muito vergonhosas. Depois do almoço fomos pro meu quarto e ficamos assistindo TV.
Cebola: Sua mãe é muito engraçada. – ele disse rindo.
Mônica: Ela me fez pagar maior maior mico com aquelas perguntas vergonhosas..
Cebola: Vamos esquecer ela um pouquinho? – ele disse me puxando perto colando nossos corpos.
Mônica: Minha mãe ta em casa Cebola. – eu disse rindo e beijando ele.
Cebola: Se ela não quiser ouvir nada basta tampar os ouvidos.
Mônica: Cebola! – eu disse rindo.
Cebola: Que foi?
Mônica: Para alguém que nem sabe oque era sexo você ta muito assanhadinho.
Cebola: Fazer oque se é tão bom. – ele disse tirando uma das alças de minha blusa.
Mônica: Sério Cebola agora não.
Cebola: Tabom. – ele disse me dando um selinho.
Mônica: O baile é daqui a 2 horas preciso começar a me arrumar. – eu disse me levantando na cama e pegando minha toalha e indo em direção ao banheiro.
Cebola: E eu?
Mônica: Toma banho no banheiro do quarto de hospedes no fim do corredor.
Cebola: Ok. – Entrei do banheiro então começou minha arrumação para o baile. Quando terminei eu estava com um vestido Bege até o meio de minhas coxas mais não muito curto de Ombro único com manga longa, Sapatos beges brincos brilhantes e uma maquiagem simples. Depois de alguns segundos ouvi Cebola bater na porta e fui abrir ele não parava de me olhar.
Cebola: Você está perfeita. – ele disse sorrindo e me dando um selinho para não estragar meu batom.
Mônica: Obrigado.
Cebola: Agora me ajuda com essa roupa que eu não consigo arrumar essa gravata.
Mônica: Homem é mesmo tudo igual. – eu disse rindo e arrumando sua gravata perfeitamente.
Cebola: Mais acontece que não sou homem sou um anjo.
Mônica: Você me entendeu.
Cebola: Vamos? – ele disse pegando e minha mão.
Mônica: Claro. – disse sorrindo enquanto descíamos as escadas e minha mãe nos olhou e sorriu.
Luísa: Você está linda filha quase não acreditei quando disse que ia ao baile da escola parece que o Cebola te mudou mesmo.
Mônica: Verdade. – eu disse sorrindo e olhando para ele. – mais vamos logo que estamos atrasados.
Luísa: Ta, divirtam-se – ela disse sorrindo enquanto saímos pela porta.
Fomos o caminho todo conversando bobagens e chegamos até o colégio depois de uns 5 minutos. O Lugar estava lindo todo iluminado e bem organizado quando entramos pelo tapete fomos atração principal nunca fui dessas que gostavam de tanta atenção então me escondi entre os ombros de cebola que me segurava pela cintura. Fomos para uma mesa afastada da pista de dança e ficamos conversando. Começou uma musica lenta e é claro que a gente não ia perder tempo.
Cebola: Vamos dançar? — esse disse pegando na minha mão.
Mônica: Claro.- Disse indo com ele para a pista de dança ficamos dançando por um bom tempo depois voltamos para a mesa e comemos alguns salgados que tinham lá estava muito cansada pra continuar dançando. ( Resolvi poupar vocês do tedio e vamos pular pra parte que todos gostam)
Cebola: Vamos pra casa já está tarde. – ele disse olhando no meu celular.
Mônica: Verdade. – eu disse e nos levantamos da mesa de mãos dadas e fomos pra casa. Chegamos em casa depois de alguns minutos e minha mãe estava dormindo fechei a porta e fomos pro meu quarto. Fui ao banheiro e coloquei o meu short curto e minha blusa de dormir.
Cebola: Sabe acho que não está tão tarde assim. – ele disse me colocando contra a parede e tirando meu short rapidamente me deixando de calcinha.
Mônica: Verdade a gente ainda tem um tempinho. – eu disse o jogando na cama e subindo por cima dele o beijando enquanto ele segura meu bumbum com suas mãos o apertando me fazendo dar alguns gemidos entre nossos beijos. Ele levou suas mãos a parte da frente da minha calcinha entrando rapidamente em contato com meu sexo. Acariciou meus lábios e penetrou-me com um dedo eu já estava excitada com aqueles simples atos e estava a ponto de dar um orgasmo.
Mônica: C-cebola para. – eu disse ofegante. Ele tirou sua mão de minha calcinha e voltamos a nos beijar novamente e senti que ele também estava excitado. Tirei sua calça e fiquei acariciando seu membro duro por dentro de sua cueca e ele me olhava com uma cara de prazer dizendo meu nome. Resolvi parar de tortura- lo e tirei toda minha roupa depois tirei o resto da dele. Na mesma hora que deitei novamente na cama ele me virou e começou a me beijar e a massagear meus seios e chupar um deles me excitando mais. Ele desceu até meu sexo e começou a lambe-lo não conseguia mais segurar meus gemidos pedi para que ele fosse mais rápido e ele penetrou seu membro dentro de mim e meus gemidos ficaram mais altos então ele me calou com um beijo e ficamos fazendo vários outros movimentos até que o cansaço e o sono nos atingiu. Nos vestimos e dormimos abraçados e como sempre ele me fazia aquele cafuné que eu adorava.
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