Meu Anjo Da Guarda
9 Confusa
Notas iniciais
(Mônica)
Acordei de manhã tomei banho arrumei meus cabelos e olhei para a cama e Cebola ainda dormia fui até ele e comecei a distribuir beijos por seu rosto e logo ele acordou.
Cebola: Bom dia linda. – ele disse me beijando.
Mônica: Bom dia amor. – eu disse sorrindo. – vai se arrumar pra gente ir pra escola.
Cebola: Então está bem. – ele disse e entrou no banheiro. Arrumei minhas coisas e depois de alguns minutos ele saiu arrumado.
Mônica: Você é lindo de qualquer jeito mais prefiro você assanhado, sem camisa e na minha cama. – eu disse dando um beijo demorado nele.
Cebola: Já eu prefiro você sem nada. – ele disse beijando meu pescoço.
Mônica: EI! – eu disse dando um tapa no seu braço mesmo tendo gostado do que ele falou.
Cebola: Eu sou sincero. – ele disse rindo.
Mônica: Vamos logo antes que a gente se atrase. – eu disse o puxando pela mão e indo até a mesa do café.
Luísa: Bom dia Mônica... e Cebola. – ela disse gargalhando.
Cebola: desculpe não ter avisado que ia dormir aqui.
Luísa: Não tudo bem pode vir quando quiser. – ele disse me dando um olhar malicioso e ao mesmo tempo estranho como se soubesse de alguma coisa que eu não sei. Desviei meu olhar e começamos a comer e depois de alguns minutos terminamos.
Mônica: tchau mãe a gente já vai pra escola. – eu disse e dei um beijo na bochecha dela.
Luísa: Ok vejo vocês depois. – ela disse com um sorriso brincalhão. Acenamos para ela e fomos até a escola de mãos dadas e como sempre os olhos eram direcionados para mim a nerd idiota e para ele o garoto mais lindo e perfeito da escola.
Mônica: A gente se vê depois vamos ter as primeiras aulas separados.- eu disse com uma cara de tristeza.
Cebola: Tenho mesmo que ficar longe de você? – ele disse fazendo bico.
Mônica: Infelizmente. – eu disse choramingando.
Cebola: me da pelo menos um beijo na bochecha. – ele disse virando o rosto para que eu beijasse sua bochecha. Me aproximei pronta para dar um beijo em sua bochecha então ele vira o rosto propositalmente e acabo dando um selinho nele.
Mônica: Chato. – eu disse rindo e dando um selinho demorado atraindo o olhar de curiosos.
Cebola: Até daqui a pouco e fique longe dos meninos ou eu posso fazer um estrago. – ele disse com uma cara de ciúmes muito fofa.
Mônica: Você também fiquei longe das garotas ou eu vou esfregar a cara dessas vadias no chão pelo menos o pessoal da limpeza vai ter menos trabalho. – eu disse raivosa.
Cebola: Tudo bem minha irritadinha– ele disse rindo.
Mônica: Xau meu anjo.
Cebola: xau minha linda. – ele disse e damos o ultimo selinho depois um abraço apertado e fomos para nossas aulas. Minhas aulas foram normais na verdade minha cabeça não estava nelas e sim no Cebola que trocava sms comigo. Estava com vontade de ir ao banheiro então pedi ao professor e fui ao banheiro. Fiz minha necessidade e fiquei me olhando no espelho até que vejo outra garota no reflexo do espelho me assusto e me viro rapidamente para ela.
Mônica: Quem é você e como apareceu aqui tão rápido?
Magali: Sou Magali e você deve ser a Mônica a híbrida que se apaixonou por um anjo
Mônica: Do que está falando. – eu disse rindo nervosa e me fazendo de desentendida.
Magali: Não precisa fingir que não sabe eu sei de tudo sobre você, você é a escolhida é por sua causa e por causa desse anjo que está acontecendo essa guerra entre os seres sobrenaturais.
Mônica: Oi? Não fui escolhida pra nada e que história é essa de híbrida? E esta história de guerra?
Magali: Uma pergunta de cada vez.
Mônica: me explica direito essa história de eu ser híbrida.
Magali: seu avô era um tritão e sua avó uma humana e então ela ficou grávida de sua mãe que é uma hibrída ou seja sereia e humana ao mesmo tempo. Sua mãe cresceu e um dia conheceu seu pai um humano. Então sua mãe não podia ter filhos mais em uma das tentativas de sua mãe que não perdia a esperança ficou grávida de você. Então no caso você é uma sereia e humana como sua mãe.
Mônica: Como posso saber se isso é verdade?
Magali: Pergunte a sua mãe se não acredita em mim.
Mônica: mais porque está me falando tudo isso?
Magali: Como eu disse está tendo uma guerra entre os seres sobrenaturais.
Mônica: E oque eu tenho a ver com isso?
Magali: Você foi escolhida a líder da sua espécie.
Mônica: Como você sabe disso tudo? Você também é sereia?
Magali: Na verdade eu sou uma feiticeira.
Mônica: E eu devo acreditar em você? – depois que disse isso ela desapareceu e depois apareceu sentada num dos bancos que tinha no corredor. Ela usou sua varinha novamente e voltou ao meu lado me assustando.
Magali: Agora acredita em mim?
Mônica: mais se eu sou metade sereia e metade humana porque minha mãe nunca me contou?
Magali: Talvez você deva perguntar a ela.
Mônica: Ta mais então existem outros seres sobrenaturais.
Magali: Sabe todos esses que aparecem nos filmes e livros? Todos existem mesmo não é apenas uma lenda que os humanos insistem em falar que não existem.
Mônica: O Cebola sabe que eu sou hibrída?
Magali: Como conhece o Cebola?
Mônica: Ele é o anjo, o meu anjo da guarda.
Magali: Então é você a humana que ele sempre fala.
Mônica: Você o conhece?
Magali: Claro que eu conheço somos amigos.
Mônica: Como ele nunca me contou?
Magali: Ele não tinha permissão para falar dos outros seres já foi algo muito proibido ele ter revelado que os anjos existem. – ela disse e quanto ela terminou ouvi passos e a voz de Cebola.
Cebola: Mônica aconteceu alguma coisa com você? Já e a hora do intervalo e a professora disse que você veio ao banheiro a algum tempo e não voltou. – ele disse e entrou no banheiro dando de cara comigo e com Magali. – Oque faz aqui Magali? – perguntou Cebola confuso.
Magali: Eu vim avisar sobre a guerra entre os seres sobrenaturais que vai acontecer por causa de vocês dois.
Cebola: E oque a Mônica tem a ver com isso?- ficamos em silencio até Magali falar.
Magali: Ela não é só humana.
Cebola: Como assim. – Cebola disse confuso.
Magali: Ela é metade humana e metade sereia.
Cebola: Mas como eu nunca descobri isso? E porque não me disse Mônica?– ele disse um pouco alto.
Mônica: Eu não sabia de nada ela que me falou nem mesmo minha mãe me disse isso.
Cebola: que estranho eu nunca vi nada em você fora do normal.
Mônica: Pois é eu nem estou acreditando direito nisso.
Magali: Você ainda duvida? Porque acha que surfa e nada tão bem? Porque você acha que adora tanto o mar? E porque você acha que canta tão bem principalmente na lua cheia?
Mônica: Como sabe isso tudo sobre mim?
Magali: Quase todos do nosso mundo sabem de você.
Mônica: Sobre mim? a estranha?
Magali: Você é especial Mônica.
Cebola: Mais eu não quero que ela corra perigo eu a amo. – não importa quantas vezes que ele fala isso eu sempre adoro.
Magali: Eu também não queria que ninguém corresse perigo mais a culpa não é minha que resolveram fazer essa guerra inútil.
Mônica: a ficha ainda não caiu pra mim isso é tudo muito confuso.
Magali: Por isso mesmo vamos falar com sua mãe isso até que vai ser divertido. – ela disse sorrindo.
Cebola: Como se, se arriscar numa guerra fosse divertido.
Magali: Logo você vai entender o porque que vai ser divertido. – ela disse sorrindo me deixando curiosa.
Mônica: Mais e a minha aula?
Magali: a gente dá um jeito de falar que você ta passando mal agora vamos pra sua casa. – ela disse puxando eu e Cebola pelo braço
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