Meu Anjo Da Guarda
10 Começando tudo e ilha
Notas iniciais
Magali: Logo você vai entender o porque que vai ser divertido. – ela disse sorrindo me deixando curiosa.
Mônica: Mais e a minha aula?
Magali: a gente dá um jeito de falar que você ta passando mal agora vamos pra sua casa. – ela disse puxando eu e Cebola pelo braço
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(Mônica)
Falamos com a diretora e depois fomos até minha casa abri a porta.
Mônica: Mãe vem aqui por favor. – eu disse a chamando.
Luísa: estou indo. – ela disse e veio até a sala.- Magali? – disse minha mãe confusa.
Magali: Olá Luísa
Mônica: Se conhecem? – perguntei.
Luísa: Sim! a mãe dela me ajudou a resolver uma outra confusão.
Mônica: Outra confusão como assim?
Luísa: não posso falar sobre isso.
Mônica: Há mais vão ter que me explicar muita coisa. Como posso ser uma sereia? nem tenho calda.
Luísa: Bem... Toda híbrida com sua idade recebe seus poderes.
Mônica: Não vejo nada de diferente em mim. – disse com cara de tédio. – eu vou tomar banho porque estou com muito calor. – eu disse e fui até o banheiro. Liguei o chuveiro e molhei meu corpo até que senti meu corpo cair no chão sou mesmo uma desajeitada não paro de escorregar no banheiro. Tentei me levantar mais não consegui algo me prendia ao chão. Olhei para baixo e quase tive um treco. Soltei um grito agudo.
Cebola: Mônica você está bem? – Cebola disse preocupado batendo na porta com força.
Mônica: E-eu acho que não. – eu disse gaguejando assutada.
Cebola: Oque está acontecendo? Posso entrar?
Mônica: Pode. – eu disse suspirando. Ele abriu a porta e olhou para mim assustado.
Cebola: De onde essa calda de sereia apareceu? – ele disse confuso.
Mônica: Eu não sei eu me molhei e quando percebi estava no chão com essa calda estranha e esse sutiãn dourado grudado nos meus seios. – eu disse tentando tira-lo mais era impossível. Comecei a me desesperar tentando me levantar.
Luísa: Oque está acontecendo ai? – minha mãe disse e a ouvi subindo as escadas por mais estranho que pareça minha audição parecia estar bem melhor que antes.
Mônica: Mãe eu não sei. – eu disse confusa e ela entrou no banheiro e me olhou confusa.
Luísa: Eu sabia que a qualquer momento você podia se transformar mais não imaginei que seria tão rápido.
Mônica: Então quer dizer que eu vou ficar com essa calda pra sempre? – eu disse agoniada.
Luísa: Claro que não! Você se transformou porque se molhou é só se enxugar que você volta ao normal relaxa comigo foi do mesmo jeito.
Mônica: Porque não me disse antes que era quando me molhasse? Eu podia ter me transformado na frente das pessoas elas iam me achar uma aberração.- eu disse nervosa.
Luísa: Tá me desculpe agora se enxugue. – ela disse jogando uma toalha para mim.
Mônica: Como faço pra me levantar? – eu disse
Luísa: Dá uma forcinha pra ela Cebola. – ela disse e Cebola assentiu e me colocou dentro da banheira do outro lado do banheiro.
Magali: Oque aconteceu? – Magali disse e logo direcionou seus olhos para mim. — Nossa ela se transformou? Como fez isso?
Mônica: Foi por acidente eu só me molhei.
Luísa: eu esqueci de falar a ela que isso podia ter acontecido a qualquer hora.
Magali: Nossa faz tempo que não vejo sereias é muito incrível a pele dela brilha. – Magali disse vendo o sol vindo da janela refletir na minha pele.
Cebola: Realmente ela já era linda e agora está muito mais. – Cebola disse sorrindo para mim e beijou o topo da minha cabeça. Nunca fui muito romântica dessas garotas que vivem sonhando com um cara perfeito, mas certas vezes sonhava em ter ao meu lado alguém como o Cebola e se for possível nunca o deixarei sair da minha vida.
Luísa: Se enrole na toalha e se enxugue. – minha mãe disse. Me enxuguei com a toalha depois me enrolei nela. Depois de alguns minutos voltei ao normal.
Magali: Nossa que incrível. – exclamou Magali.
Luísa: É mais por enquanto que não consegue controlar seus poderes Mônica fique longe de água pelo menos na frente das pessoas.
Mônica: Mais eu vou participar do campeonato de surfe. – eu disse.
Luísa: A não ser que queira que todos saibam que você é uma sereia e tentem fazer experiências com você é melhor não participar desse campeonato. – ela disse saindo do banheiro.
Mônica: Que saco! Eu não quero isso eu quero ser uma garota estranha e normal como sempre fui. – eu disse bufando e arrancando a porta do armário do banheiro.
Magali: Nossa como você é forte! – Magali disse impressionada.
Cebola: Ela sempre foi forte desde criança mais não tanto.
Magali: Ela lembra um pouco o Cascão. – ela disse gargalhando.
Mônica: Quem é esse?
Cebola: É um amigo nosso ele tem poderes especiais também.
Mônica: Oque ele faz?
Magali: Logo vai conhece-lo.
Mônica: Então ta. – eu disse e me levantei muito rápido com uma rapidez sobrenatural. Nunca fui tão rápida daquele jeito. Oque está acontecendo comigo? – Oque está acontecendo? – eu disse um pouco assustada.
Cebola: Nunca vi alguém conseguir ser tão rápido. – Cebola disse impressionado.
Magali: Só está começando espera só pra ver os outros poderes dela. – Magali disse sorrindo.
Mônica: Eu estou virando um mostro. – eu disse correndo para o espelho. – Pelo menos meu rosto é o mesmo. – eu disse suspirando.
Magali: Não precisa ter medo você não está virando um mostro nos vamos te ajudar a controlar seus poderes.
Mônica: Ok! Mais agora vou trocar de roupa. – eu disse e fui até meu quarto dessa vez consegui me controlar e não andei tão rápido. Coloquei uma roupa confortável e peguei minha bolsa com um biquíni roxo.
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Fui até a sala e todos estavam conversando e rindo.
Mônica: Do que estão rindo? – eu disse
Cebola: Não é nada. – Cebola disse rindo.
Mônica: Vamos! Digam eu também quero rir.
Magali: Sua mãe estava mostrando umas fotos de quando era pequena. – disse Magali gargalhando.
Mônica: Isso é o maior pesadelo de alguém a mãe mostrando fotos vergonhosas de quando era bebê para as pessoas. – eu disse revirando os olhos.
Magali: Nossa você era muito gorduchinha e baixinha – ela disse gargalhando.
Cebola: Ela não era tanto assim mais baixinha ela ainda continua um pouco. – Cebola disse rindo.
Mônica: gorduchinha? Baixa? – eu disse bufando de raiva eu odiava ser chamada assim me dava muita raiva de lembrar que viviam me irritando falando do meu peso e da minha altura.
Luísa: Ela não gostava muito de ser chamada assim sabe.- minha mãe disse.
Magali: desculpe Mônica.
Mônica: Tudo bem. – disse e dei um sorriso fraco. – mãe eu vou na ilha está bem?
Luísa: tenha cuidado.
Magali: De que ilha ela está falando?
Luísa: É uma ilha que ela achou enquanto surfava lá não tem ninguém.
Magali: Pode me mostrar?
Mônica: Claro mais tem que ficar só entre nós sobre essa ilha.
Cebola: Eu vou com vocês.
Luísa: Não Cebola a Mônica precisa passar um tempo com Magali. – Ela disse piscando o olho para Cebola. Essa eu não entendi.
Mônica: Então está bem... a gente se vê mais tarde. – eu disse dando um selinho em Cebola e sai pela porta sendo seguida por Magali.
Magali: Como você vai até essa ilha?
Mônica: Eu sempre vou no meu jet ski.
Magali: E onde ele está?
Mônica: Está ali. – eu disse apontando pro meu Jet Ski e fui até ele sendo seguida por Magali.
Magali: Essa Ilha é muito longe? – ela disse e eu subi na foto sendo seguida por ela.
Mônica: Não muito mais ela é um pouco escondida. – eu disse e liguei o jet ski. Depois de alguns minutos chegamos lá.
Magali: Então é aqui. – Magali disse curiosa.
Mônica: Sim, mais preciso te mostrar muitas coisas aqui, então vamos logo antes que fique perto de anoitecer.
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