Meu Anjo Da Guarda
11 Carry your word
Mônica: Não muito mais ela é um pouco escondida. – eu disse e liguei o jet ski. Depois de alguns minutos chegamos lá.
Magali: Então é aqui. – Magali disse curiosa.
Mônica: Sim, mais preciso te mostrar muitas coisas aqui, então vamos logo antes que fique perto de anoitecer. – eu disse e andei pela floresta da ilha até chegarmos em uma caverna que tinha um pequeno rio azulado e meio esverdeado. Na parte de cima da caverna tinha um buraco enorme que parecia formar um coração que se podia ver o céu por ele.
Magali: Que lugar incrível.
Mônica: É verdade mas acontece coisas assustadores a noite aqui. – eu disse me lembrando da noite em que fiquei ali até a noite.
Magali: Tipo oque?
Mônica: Quando eu estava aqui a noite foi na primeira vez que eu vim aqui eu me perdi na floresta e achei o caminho para esse rio e resolvi entrar nele. Era lua cheia e quando olhei no meu relógio eram 12:00 da noite e de repente uma luz muito forte apareceu sobre mim no rio e ele começou a formar bolhas mas isso durou apenas 2 minutos.
Magali: Que estranho, mas isso só me deixa mais curiosa oque acha de ficarmos aqui até as 12:00?
Mônica: Não sei minha mãe não gostou nada da ultima vez.
Magali: A gente liga pra ela para avisar.
Mônica: Tenho que admitir que também estou com um pouco de medo.- meu celular começou a tocar era Cebola não sabia que ele tinha salvado seu número no meu celular e muito menos que ele tinha celular.- Alô?
Cebola: Oi amor oque está aprontando?
Mônica: Você sempre adivinha mesmo. – eu disse rindo.
Cebola: Se eu não adivinhasse eu não seria um anjo da guarda. – ele disse e riu – agora voltando ao assunto.
Mônica: Então ta. – Magali quer ficar na ilha comigo até as 12.00 da pra ver se acontece algo do tipo que aconteceu quando eu vim sozinha.
Cebola: A Magali enlouqueceu? Mas de jeito nenhum.
Mônica: Ela é insistente.
Cebola: Eu tinha me esquecido que ela era assim. – Cebola disse bufando. – eu vou até ai.
Mônica: Desde quando você sabe o caminho?
Cebola: Desde quando eu te observava o tempo todo bobinha.
Mônica: Ok então te amo meu perfeito.
Cebola: Também te amo minha linda. – ele disse e desliguei.
Magali: Quanta melação podia me poupar disso.
Mônica: Como se você nunca tivesse um namorado apaixonado e protetor.
Magali: E nunca tive mesmo. – me surpreendi Magali era tão bonita e tão elegante.
Mônica: Eu também não tinha, mas ai apareceu esse anjo em minha vida literalmente. – eu disse rindo e ela riu.
Magali: É talvez por enquanto não estou pensando muito nisso.
Mônica: Mas você nem mesmo gosta de algum garoto?
Magali: Bom gostar eu gosto. – ela disse sentando ao meu lado.
Mônica: Como ele se chama. — eu disse sorrindo.
Magali: Joaquim mas a gente chama ele de Quim.
Mônica: Porque você não diz a ele que gosta dele?
Magali: É complicado ele namora a Cascuda.
Mônica: Agora entendi. – eu disse olhando para a água. – Mas você acha que eles se gostam mesmo?
Magali: Não sei eles parecem se gostar, mas as aparências enganam não é mesmo?
Mônica: Exatamente.
Cebola: Oque estão conversando? – Cebola disse se sentando ao meu lado e me abraçando.
Magali: Nada de tão importante.
Cebola: Então está bem. – Cebola disse dando de ombros. – Trouxe esse lanche que sua mãe mandou pra gente e uns casacos. – ele disse e olhei para meu celular e já era 6:10.
Mônica: ótimo. estou com fome. – eu disse e comemos nosso lanche. O tempo começou a esfriar então colocamos nossos casacos. Ficamos por um tempo conversando e olhando as estrelas até que já eram 11:00.
Mônica: Não sei se vou aguentar ficar até ás 12:00.
Magali: Não é um sacrifício tão grande assim.
Mônica: Claro que é. Ficar a uma hora dessas numa floresta enorme correndo o risco de ser atacado por algum animal feroz e violento claro não há nada a temer.
Cebola: Deveria ter te avisado sobre a Magali. Sempre querendo investigar.
Magali: Isso não é verdade só gosto de descobrir e conhecer coisas novas.
Mônica: Que seja já estamos aqui então vamos ficar até a meia noite.
Cebola: Então vamos fazer algo estou entediado.
Mônica: Eu trouxe um jogos de cartas Uno na bolsa podemos jogar. – Então começamos a jogar e certas vezes acabávamos brigando mas o jogo foi muito divertido. Meu celular começou a tocar era o despertador já eram 12:00
Magali: Por enquanto não vi nada acontecer. – Magali disse olhando para a água e depois para o céu. – vamos entrar na água para ver. – ela disse me puxando sem que eu esperasse e me jogou dentro da água.
Mônica: Você ficou maluca agora vou ficar com uma calda e vou ter que esperar enxugar. – eu disse bufando. Quando fechei a boca aconteceu tudo como naquela noite só que tinha algo diferente alguém estava me puxando para baixo e Magali parecia sentir a mesma coisa. Comecei a me desesperar e Cebola percebeu e entrou junto para me puxar até que que não havia mas nada me puxando. Levei um susto quando vi 3 garotas botarem o rosto para fora da água. Fui rapidamente até Cebola e ele me envolveu em seus braços pronto para me defender de qualquer ameaça.
Calma a gente não vai atacar vocês. – disse uma delas que tinha o cabelo loiro e cacheado prendido por uma fita brilhosa.
Mônica: Quem são vocês. – perguntei ainda tentando me recuperar do susto que tivera.
Me chamo Maria Cascuda. – disse a mesma garota.
Eu sou a Carmem. – disse uma garota de cabelos lisos e nas pontas pareciam ter sido feitas Baby Liss que estava totalmente molhado saindo um pouco o efeito. Ela olhava para Cebola com desejo posso não ser muito violenta, mas naquele momento desejei furar seu olho e acho que se o Cebola não estivesse com os braços sobre mim eu já teria ido fazer isso.
E eu sou a Marina. – disse ela sorrindo. Tinha o cabelo castanho claro e os olhos da mesma cor parecia a mais simpática.
Mônica: Me chamo Mônica e esse é meu namorado Cebola. – eu disse dando ênfase no “ meu namorado”. – a loira parecia decepcionada.
Magali: Sou a Magali. – disse Magali ela também parecia não ter gostado muito da tal Carmem.
Mônica: Oque fazem aqui?
Marina: A gente vem quase sempre na ilha e quando vimos vocês chegarem entramos na água.
Carmem: A gente que devia perguntar oque fazem aqui. – ela disse. E não é que seja implicância mas que voz mais irritante.
Mônica: Bom se não percebeu estamos apenas fazendo uma visita na ilha porque que eu saiba a ilha não tem dono e qualquer um pode vir sem precisar de permissão. – ela me olhou com cara feia novamente abriu a boca para falar algo mas a fechou novamente.
Magali: Como conseguiram ficar esse tempo todo embaixo d’ água?
Cascuda: Somos sereias. – disse Cascuda sorrindo.
Cebola: Não imaginei que existissem tantas sereias em terras de humanos. – ele disse e Carmem continuava a olhar para ele tudo bem que não deveria ligar para os olhares dela porque somente eu tinha o Cebola e ele era meu do mesmo jeito que eu era sua.
Cascuda: E vocês oque são? Por que pelo visto não parecem muito normais.
Magali: Sou uma feiticeira, A Mônica é uma híbrida e o moço ali é um anjo.
Carmem: Achei ele um anjo mas não pensei que fosse tão literalmente. – Depois daquela me irritei totalmente e Cebola percebeu. Tentei me soltar nos braços dele mas não consegui ele era mais forte que eu.
Magali: Olhe aqui menina se você não quiser ver cabeças rolarem é melhor ficar quietinha ou eu mesma farei você ficar quieta. – disse Magali.
Marina: Calma meninas a Carmem é assim desculpe a gente.
Mônica: Não tudo bem dessa vez passa. – eu disse sorrindo provocante e Carmem me olhou furiosa.
Magali: Agora nós vamos voltar para casa se nos dão licença se quiserem podem nos acompanhar. – disse Magali e todas as meninas saíram da água e seguiram ela.
Mônica: Podem ir eu vou logo vou ter que esperar minha calda enxugar mesmo. – eu disse e elas concordaram e saíram da caverna. Sai da água com ajuda do Cebola.
Cebola: Não fique com raiva eu amo você que preencheu o vazio que sempre existiu em mim. – ele disse com sua voz rouca e sensual. Eu acho que esse anjo nasceu no céu errado porque é muita tentação.
Mônica: Porque estaria com raiva de você? Como se isso fosse possível. – eu disse sorrindo para ele. – Você sabe exatamente oque falar para uma mulher tem certeza que nunca amou?
Cebola: Eu tenho toda a certeza do mundo você foi a primeira que eu amei e sempre vou amar para todo o sempre.
Mônica: Eu também sempre vou te amar meu amor. – eu disse praticamente me jogando em seus braços e começamos um beijo intenso e romântico. Eu já tinha voltado a minha forma humana e estava completamente nua em seus braços fortes e vi que ele estava hesitado não seria um bom lugar agora com as meninas por perto. – Calma depois a gente termina isso. – eu disse e ele afundou seu rosto em meu pescoço e suspirei. – Melhor nos irmos se não mamãe vai me matar. –
Cebola: Está bem. – ele disse e se afastou de mim. e tirou sua blusa mostrando seu corpo malhado não tinha me acostumado totalmente. Ele me deu sua blusa porque a minha ainda estava molhada. Vesti sua blusa e um short que eu tinha na bolsa. – Perfeita. – Ele disse me abraçando de lado e beijando minha testa.
Mônica: Você que é. – eu disse sorrindo. – Agora vamos apresar o passo.
Cebola: Na verdade podíamos fazer algo que é mais rápido. – ele disse com um sorriso divertido.
Mônica: Tipo oque? – Ele me pegou no Colo abriu suas assas e começou a voar alto pelo céu. – Enlouqueceu? – fiquei assustada e com medo.
Cebola: Confie em mim. – Ele disse e fiquei mais calma e comecei a apreciar o pequeno passeio. Era tudo muito bonito dali de cima.
Mônica: Nossa que incrível. – eu disse maravilhada.
Cebola: Sabia que iria gostar. – ele disse sorrindo para mim. – mas e a Magali?
Mônica: Ela vai no meu jet .
Cebola: É verdade tinha esquecido. – ele disse e depois disso ficamos em silencio e o sono começou a me atingir e cochilei até chegarmos em casa.
Mônica: Chegamos? – eu disse ainda sonolenta.
Cebola: Sim. Fique tranquila eu te levo até seu quarto. – ele disse e eu acendi e dei minha chave a ele e ele abriu a porta. Ele me deitou na cama e se deitou ao meu lado. – Boa noite meu amor. – ele disse beijando minha testa.
Mônica: Boa noite Cê. – Eu disse e ficamos deitados de conchinha até que adormecemos.
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