Meredith Potter e o Poder Ancestral
2 A volta de Remo
Notas iniciais
P.O.V. Jennifer Potter
Não acredito nisso. Lily e Jay morreram, e Dumbledore mandou Harry para a outra tia dele. Que não deve nem saber que Harry existe. Mais eu não vou deixar Harry com aquela mulher. Eu fiz uma bolça para Marry, e peguei-a no colo. Ela estava acordada.
– Mamãe aonde vamos? – perguntou ela.
– Visitar um amigo Marry. – após dizer isso aparatei em Hogsmeage. Fui andando até os portões de Hogwarts, que milagrosamente estava aberta.
Andei aqueles jardins, e fui aonde era o escritório de Dumbledore. A gárgula estava lá, como nos velhos tempos. A senha! Pense Jennifer, pense. Dumbledore coloca umas senhas da qual você nunca imaginaria.
– Sorvete de limão?! Torta de chocolate?! – nada – Bomba de bosta?! Feijõzinhos de todos os sabores?! – nada de novo – Ai que droga! Pra que ele coloca senha?
– Srta. Potter? O que te traz até Hogwarts. – perguntou uma voz atrás de mim, que rapidamente reconheci ser da Prof. McGonagall.
– Professora Minerva, eu preciso falar com Dumbledore, dia a senha, por favor. É urgente! – pedi.
– Férias. – falou ela para a gárgula, que se mexeu e e apareceu degraus.
– Férias?! – perguntei surpresa. – Nuca imaginei que essa seria a senha!
Comecei a subir as escadas, e a gárgula se fechou atrás de mim. Ai aquelas escadas matava qualquer um, de tão longa que ela era. Finalmente! A porta do escritório de Dumbledore. Bati urgentemente na porta, e ele respondeu:
– Entre! – eu entrei, e ele me olhou surpreso – Jennifer o que faz aqui?
– Professor, por favor, eu preciso da guarda de Harry! Eu cuidarei dele como se fosse meu filho! – disse.
– Jennifer é essencial que ele cresça na casa dos Dursley. – disse ele.
– Mas, professor a irmã de Lily o maltratará. Eu sou uma tia presente na vida de Harry, e ela? Ela foi visitá-lo? Não! – perguntei indignada.
– Jennifer, na casa da irmã de Lilian tem uma proteção que a sua não tem. Lá ele estará protegido, e se você quiser pode visitar Harry. – falou ele, com um sorriso gentil.
– Claro né! Posso usar sua lareira? – perguntei contrariada, mas aceitei.
– Claro! – disse ele pegando um vaso cheio de pó de flú e eu peguei um montinho. – Tchau Jennifer!
– Tchau professor! – disse, e ele me deu um sorriso – Casa das Potter! – falei em alto e claro som. Uma chama verde se formou na lareira, e pude ouvir Marry gargalhar.
Reapareci na lareira que fica na minha sala. Marry balançou as perninhas para ir pro chão. Coloquei-a no sofá, e liguei a TV, e coloquei em um desenho. Fui para a cozinha, e fiquei chorando silenciosamente. Não acredito. Como dói perder alguém que você ama. O Jay foi sempre tão protetor. Não sei como vai ser minha vida sem meu maninho. E Lily... Ahh Lily, ela era minha melhor amiga e a cunhada que eu sempre pedi para Merlin. Limpei meu rosto quando a campainha tocou. Fui até a porta e era Rem. A única coisa que eu fiz foi abraça-lo.
– Rem... Diz que isso é um pesadelo. Ai como dói. – falei ainda abraçando ele.
– Infelizmente não é. Lily e Jay se foram. Harry está longe de todos. E Sirius está preso em Azkaban. – falou ele, e eu me soltei do abraço.
– Como assim o Almofadinhas está preso? – perguntei confusa.
– Aqui não. – disse ele olhando pra Marry – Oi princesa!
– Tio Rem! Você veio me ver! – disse ela pulando no colo do Rem.
– Eu estava com saudades de vocês! E tinha que vim ver minha princesinha! Agora fica aqui assistindo que eu e sua mamãe vamos conversar sobre trabalho. – ele disse colocando ela no sofá, e me seguindo para a cozinha. Eu me sentei no banquinho do balcão e ele do meu lado.
– Pode começar. – falei.
– Foi Sirius que traiu Lily e Jay... – ele não pode terminar porque eu o interrompi.
– Não Rem, Pedro traiu eles. Você não sabe porque estava em viagem. James trocou o fiel do segredo, pois todos acharam que Voldemort viria atrás de Sirius. Pode continuar.
– Sirius foi acusado de ter traído os Potter e acreditam que ele seja um Comensal da Morte. E também foi acusado de matar Pedro Pettigrew, e ter matado doze trouxas que estavam na rua. A única coisa que sobrou dele foi um dedo.
– Rem sinceramente se tivesse alguém pra ficar com Marry, eu mesma teria ido atrás do traidor. E não acredito que ele esteja morto, e eu vou ir ao Ministério da Magia para tirar Sirius de lá.
– Se você está falando que o fiel do segredo era Pedro, eu acredito em você. – falou Rem – E eu te ajudarei nisso. Temos que lutar pelo Sirius não vamos deixar nosso amigo morrer ou enlouquecer em Azkaban.
– Então amanhã você passa aqui em casa para tentarmos tirar ele de Azkaban? – perguntei.
– Claro.
Agente ficou um pouco com Marry. E teve um momento que ela me perguntou se agente ia à tia Lily e no tio Jay hoje, eu disse que eles viajaram. Mas uma coisa eu sabia, eles nunca voltariam dessa viagem. Doía, mas era a verdade.
– Rem você vai ficar para o jantar? – perguntei.
– Se não for incômodo, eu aceito. – respondeu ele.
– Claro que não. Você sempre será bem-vindo aqui. – falei indo pra cozinha.
Olhei no armário, e decidi fazer macarrão com molho de tomate e bife. Essa era a comida preferida de Marry. Fiz um suco de abóbora, e chamei os dois para jantar. Marry se sentou ao meu lado, eu ajudei ela a comer. E depois que terminamos de jantar Rem falou que tinha que ir.
– Mais já Rem? – perguntei na porta.
– Sim, amanhã eu venho aqui. Tchau princesa! Vai pro colo da sua mãe. – disse ele me entregando ela, e me dando um beijo no rosto. – Tchau Jenni.
– Tchau Rem. – Quando ele aparatou, eu tranquei a porta.
Dei banho na Marry e tronquei-a. Fiz ela dormi, e fui para a cozinha. Guardei o macarrão e o suco dentro da geladeira, e lavei a louça. Subi para o meu quarto e liguei o chuveiro. Quando entrei debaixo da água quente senti meu corpo relaxar. Ai Jay você me deixou. Dói muito, mas o tempo vai fechar essa cicatriz que ficou, mas sua marca nunca vai sumir. Se eu pudesse eu voltava no tempo para impedir essa tragédia. E Sirius... Ele sempre foi meu melhor amigo, e agora está preso por causo do Pedro Pettigrew. Desliguei o chuveiro e vesti um pijama. Fui para o meu quarto e deixei o sono me levar.
Amanhã seria um longo dia...
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