Meninos sérios são mais disputados.

4 Meninos sérios têm uma queda por garotinhas


Notas iniciais
O cap ficou muito longo para compensar a minha demora, mas que fique claro que não gosto de textos muitos longos porque acho que isso cansa um leitor. Entretanto, neste caso é uma questão peculiar.

Capítulo 4

Meninos sérios têm uma queda por garotinhas.

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Quando cheguei na máquina de refrigerantes, encontrei a garota ruiva de óculos que fazia parte do grupo do Levi. Quando ela me viu, a primeira coisa que ela me falou, foi:

– Você gosta dele.

Queria mentir ou ignorar, mas a áurea dela era confortável. E também ela era a única naquele grupinho que me dava espaço para falar. Ela era simpática e sabia que podia confiar dela. Além do mais, aquilo não era uma pergunta...

– É..Sim- Respondi melancólico.

– Seus amigos sabem que você é gay?

– O que?! Não!- Respondi imediatamente, como se ela tivesse perguntando algo muito absurdo. Depois me dou conta que ela não viu a cena que acontecera do corredor ao lado.

Eu não sou gay.

– Não! Eu não sou gay! — Falei para ela, repetindo o que havia pensado. Afirmei como tivesse confirmando algo na minha cabeça.

– Hun? Não é gay, mas gosta do homenzinho mais sádico que conheço. — Era primeira vez que tinha ouvido esse quê de aborrecimento em sua voz, se bem que olhando para esse lado era uma hipocrisia o que eu tinha admitido.

– Um conselho. — A garota ruiva de óculos pegou o refrigerante da máquina e começou a falar – Se for curiosidade não queira ficar com o Levi. Ele não é esses tipos de adolescentes que estão aderindo a nova “moda” do homossexualismo. Esses têm o estilo e até o jeito de andar, mas na hora H, não é aquilo que eles apresentam. Já o Levi, não. Ele não quer dar um de “cult” ou “anti- mainstream”, porque ele está pouco se fudendo para opinião alheia. Ele faz porque gosta. E gosta mesmo! Principalmente se for mais novo do que ele.

– Levi é do tipo que quando fica com uma pessoa só pensa em devorar a sua bunda e sua mente.- Quando falou isso, a íris do seu olho diminuiu, dando um sorriso malicioso lembrando de algo. Típico naquele olhar lunático de uma cientista louca. A garota ruiva estava mostrando nuances da personalidade que eu não conhecia, mas depois, ela voltava ao comportamento normal.- Entretanto, ele é um homem sério, que quer que a outra pessoa retribui com a mesma seriedade.

– E daí que esses garotos posers se ferra. Já vi inúmeros jogar charme para ele, e quando finalmente conseguem o querem. Ver o que é realmente. Se arrepende e querem voltar atrás. E daí que o nosso pequeno homem se aborrece.

Quando ela falou isso, me lembrei da cena em que Levi havia ficado com um garoto na festa. A mão do garoto repousava na mão do mais baixo, no cós, atrás da sua calça. Achava que o garoto estava fazendo esse gesto porque queria continuar em outro lugar. Mas, na verdade, o garoto queria que parasse.

– Hum... — A garota ruiva encostou a ponta do canudo em seus lábios, vasculhando em sua mente se lembrava mais de algo. — O negócio¹ do Levi é que ele é muito macho e nunca faz nada pela metade. Ele é um verdadeiro sádico. Gosta de ver pessoas mais altas do que ele debaixo dos seus pés, como tivesse se vingando por ser tão baixo... Ah! Então é isso... — Concluiu para si mesma. Parecia que tinha encontrando uma resposta para um questionamento que durava muito tempo em sua cabeça. Sugou o líquido da lata com o canudo, sentindo o líquido gelado percorrer em seus lábios, seu olhos olhavam para o vazio ainda confinada em seus pensamentos.

– Como sabe de todo isso dele? — Perguntei curioso.

– Namorei com Levi dois meses.

– Mas...Eu achava que ele só gostasse de homens.

– Ele também se fisga muito pela personalidade da pessoa. Especialmente, quando quer algo sério. Ele é muito seletivo nas suas escolhas.

– Ele... Te tratava mal? — Fiquei com receio ao perguntar.

– Não. — A garota ruiva olhou para mim, estranhado a pergunta. — Porquê iria?

– Ah...- Esfreguei a mão em minha nuca como quisesse tirar a explicação dali. — Você disse que ele é...

– Oh! Não! — Deu sorriso, tinha entendido agora a minha pergunta. — Parece que esse tipo de tratamento é só exclusivo para os homens. Infelizmente...- Ela deu um sorriso melancólico se lembrando de algo.

– É...Infelizmente. — Confirmei com ela, apesar de nossos interesses serem opostos.

Depois daquilo, a garota ruiva gentilmente me acenou e foi embora para a sua sala. Tive que esperar por um tempinho para pegar o tempo da outra matéria. Quando cheguei na outra sala, nunca foi tão zuado do meu grupo de amigos. Nunca vi Jean ri tanto na minha vida. Ele tentava contar o que houve ( na realidade, ele inventava, mas do que contava), mas não podia falar três palavras que ele já caia na gargalhada. Armin me defendia um pouco, mas parecia assustado o que tinha ocorrido comigo. Todos ali sabiam o que tinha acontecido no corredor. Depois do grupo inteiro ter me zombado bastante, me pergunta seriamente:

“Aquele cara², realmente deu em cima de você?”

“N-não”

Risos “ O que vocês fizeram no banheiro?”

“Nada, caramba! Cala boca, vocês!”

“Eren.” Chamou Armin. “ Se por acaso ele tentar algo...”

Jean teve um colapso de risos depois que ouviu isso, sua barriga doía de tanto rir.

“ Não o bata. Corre, mas não brigue com ele.” Armin me advertiu seriamente como soubesse mais das coisas que todos ali. E realmente sabia. Queria perguntar o motivo, mas não perguntei.

Depois fui para o meu pequeno quarto da república mais barata que tinha perto da faculdade. Estava cansando e queria por todo tirar uma noite de sono. Minha mochila estava pesada e estava chateado do que tinha acontecido comigo e das merdas que tinha falado sem querer...

Queria ligar para minha irmã, mas o meu celular estava sem bateria. Estava dando todo errado... Foi ele que me obrigou a dizer aquilo, precisava falar.

Abri a porta do meu quarto

– Então você não é gay? — Perguntou Levi com escárnio, enquanto o seu olhar superior nunca abaixava. Estava sentado na minha cama, me esperando, atravessar a porta.

Levei um susto ao ouvir essa voz, eu teria direito a várias perguntas como: “Como você conseguiu entrar aqui?”, mas todo que consegui foi me desculpar. “Falei sem pensar”, “ Não irá mais acontecer”, “Não me mate” Depois ouvir toda essas súplicas, ele diz:

– Tá, tá. — Irritado querendo me calar.- Vai lá tomar o seu banho. — Pegou o seu iphone e começou mexer, entretido com a playlist do seu celular.

– ... Como assim?

– Vai me dizer que fica o dia inteiro na rua e quando chega aqui, não toma banho?

– Tomo... — Respondi receoso. Não entendi o do porquê ele está dentro no meu quarto. Não entendi porque está deitado na minha cama com pernas cruzadas mexendo no seu celular. Não entendi porque ele me pede tomar banho. Não entendi como ele conseguiu a minha chave. Não entendo nada. A situação é tão irreal que não tenho reação nenhuma. Pego a minha toalha dentro do meu armário, tão cauteloso, como tivesse um leão no meio do quarto.

– Se depile.- Disse Levi não tirando os olhos do seu Iphone.

– Que?

– Se depilar! É uma questão de higiene! Vai me dizer que você não se depila?- Perguntou irritado.

– Sim...- Fiquei muito sem graça. Na verdade, descobri que estava com medo dele. Se fosse qualquer pessoa que tivesse ali, eu teria uma reação normal como qualquer um, mas devido ser o Levi, parecia que algo dentro de mim, desligava.

Com passos lentos e entro no banheiro. Ligo o chuveiro deixando a água quente percorrer nas minhas costas. Que situação tensa. Será que estou sonhando? Encosto a minha cabeça na parede molhada. Sem lógica nenhum, um homem invadir o meu quarto, me pedir para tomar banho e me depilar... Mas fazia um pouco de sentido se ele for gay...O meu rosto inteiro corou.

A porta do box foi violentamente aberto por ele, com aborrecimento excessivo em seu rosto.

– Ah! — Me assustei ao ver aquele homenzinho mal-humorado me olhando. — E...- Me colhendo todo ao ver ele. — Levi...- Pequei a esponja cobri a minha vergonha -Será...

– Garoto, só estou aqui para verificar se vai tomar esse banho direito! Anda! Mais espuma! Use a esponja, serve como esfoliação para a pele.

– Mas que fixação é essa agora por mim? Porque raios quer que eu tome tanto esse banho?

– Não seja sonso, Eren! Você sabe perfeitamente o que faremos.

Fiquei tão constrangido que queria enterrar a minha cabeça em qualquer lugar ou correr dali sem roupa mesmo. — Eu achei que não se interessava por mim...

– Não é essa questão. Vai tomar esse banho direito?

– Vou sim. — Respondi com a cabeça baixa na forma submisso.

Ele por fração de segundos, sorri: — Então faremos mesmo, Eren?- Me instigou ainda com o sorriso fraco em seu rosto.

Não respondi. Fiquei com a cabeça baixa, só vendo a água suja de espuma escorrer pelo ralo.

Ele acabou se irritando com o meu silêncio e fechou a porta do box com raiva.

Quando acabei com o meu banho, entrei no meu quarto, só com a toalha envolta na minha cintura. Com cuidado, ora observando o pequeno homem deitado na minha cama compenetrado no seu Iphone, ora procurando dentro da minha gaveta querendo achar qualquer roupa íntima. Vesti por debaixo da toalha, uma cueca folgada de azul-claro que estava mais fácil acesso. Olhei novamente para o intruso do meu quarto e dessa vez, Levi estava sentado na beira da cama balançando levemente as suas pernas entretido com a música do seu celular. A sua cabeça estava levantada e o seu olhar nunca caia. Me observava tão asperidade e afinco, que me assustava um pouco. Vesti uma blusa de manga comprida de tecido grosso, quando peguei uma calça, ele me chamou:

– Não precisa vestir isso. — Apertou o pause da música e depois tirou os fones. Sentou em outro canto, dando um pequeno espaço ao lado dele. — Senta. — O pedido soou mais como uma ordem. Por um instante, achei que daria pequenas palmadas no colchão para exibir onde era o meu lugar.

Obedeci. Sentei com pernas fechadas e fiquei calado.

Minha visão ficou fixo ao chão, não querendo fitar o rosto dele ao meu lado. Levi ficou me encarando em silêncio com aqueles olhos estreitos que podia ler mentes e almas. Então ele ficou parado, esperando algo de mim.

– Estou esperando.

– O quê? — O encarei confuso com a pergunta.

Ele avançou mais o seu rosto até a mim. — A surra.

– A... Eu irei reconsiderar...- Desviei do olhar dele.

– Invadi o seu quarto, mando você tomar um banho e estou sentado ao seu lado. E não vai fazer nada?

– Não precisa...- Aperto os dedos da minha mão contendo a minha aflição. — Esqueceu que não sou gay? — Sorri para ele cheio de nervosismo. Esperava que quebraria esse clima com a nossa piada interna. Mas ele achou graça nenhuma. Ainda ficou me encarando em silêncio e os olhos ainda fixos em mim.

– Eren, você não é gay. — Disse ele confirmando.

Eu abro mais o meu sorriso para ele, apertando mais os meus dedos com uma agonia alarmante. — Ainda bem que entendeu. Apesar de...

– Eu sou gay. — Me interrompeu. — Alguns ali na faculdade são gays. Homens que gostam de outros homens. Você é uma garotinha. É diferente.

O sangue do meu rosto imediatamente esquentou. Como odiava ser chamado daquele jeito. Levantei a cabeça, pronto para responder esse insulto, dei de frente com a face dele quase colada da minha.

– Eu-eu não sou uma garota. — Gaguejei na minha resposta. Depois abaixei a minha cabeça. Minhas mãos começaram a ficar suadas. Queria ter tido uma atitude mais máscula do que isso. Mas que inferno! Olha para mim! O que está havendo, estou vermelho, quente, todo que falo sai em uma forma de voz chorosa e manhosa. Ele avança um pouco mais e encaixa a sua cabeça da dobra do meu pescoço, não precisou envergar a sua coluna até chegar esse ponto, só caiu para o lado e pronto. Maldita seja a sua altura.

Começou a encostar a ponta dos seus lábios na minha pele, era uma aflição grande porque não sabia que hora ele iria atacar. Percorreu por toda aquela extensão, até chegar atrás da minha orelha. Começou a contornar a língua naquele ponto, onde por má sorte descubro que sou sensível. Ele desliza e lambe a parte de trás, depois mordisca o meu lóbulo. Fechei os meus olhos e começo a soltar gemidos femininos. Foi involuntário. Ele permanece sério, com ar de sádico e sussurra:

– Se diz que não é uma menininha, mas se comporta e geme com uma. — Abro lentamente os meus olhos, cheio de constrangimento. Ainda fico aborrecido com ele, por brincar com o meu corpo daquele jeito, e comigo, por ser tão covarde. Até que Levi ataca novamente o meu pescoço, dando pequenas sucções, só com mais força das suas carícias. A sua mão entra dentro do meu cabelo, massageando o meu couro cabeludo e afundando ainda mais a minha cabeça e com outra mão livre ele começa a massagear a parte interna na minha coxa. Minha respiração começa a ficar abafada, e infelizmente não consigo mais reprimir os meus gemidos e sentidos. É muito bom. Ele é bom. Especialmente com a língua. Fico sensível, mole e passivo diante dele.

Passivo... Essa palavra era um golpe na minha masculinidade. Estou realmente sendo uma garotinha, porque ele sabe todos os meus pontos sensíveis e erógenos no meu corpo, e vai derrubar um por um todas as minhas defesas. Não gosto disso e fecho as minhas pernas, quase prendendo a mão dele dentro das minhas pernas.

– Eren...- Me chamou. Eu o ignorei.Então ele puxa o meu cabelo para trás e começo sentir dor. — Não gosto de ser contrariado. Abre as pernas.

– Eu não sou obrigado...Ai!- Ele puxa mais ainda o meu cabelo por detrás.

– Moleque, eu não sou obrigado a receber ameaças de um viadinho enrustido que me ameaça na frente de todos, mas que fica se derretendo todo por mim.

Logo que afasto as minhas pernas, ele continua o que começou, acariciando as minhas coxas. Me dar um selinho de consolação, mas não larga o meu cabelo. Ele sorri e começa me analisar: Corado com a respiração abafada, a cabeça para trás, evidenciando bem a minha ereção em cima da roupa. Merda! Para com isso.

Ele só me olha e confessa: — Como você está bonito, Eren. — Depois ele larga o meu cabelo, massageando a meu couro cabeludo com as pontas dos dedos. — Desculpa. As vezes sou um pouco impulsivo – Era irreal ouvir esse tipo de coisa na boca dele, mesmo sendo sincero.

Ele para de dar atenção a parte do pescoço e quer me beijar, mas permaneço com os lábios fechados.

– Abre a boca. — Ele ordena.

Obedeço.

Abro lentamente, até sentir a língua dele penetrando depois entrelaçado com a minha. Enquanto nos beijamos, ele sobe a minha blusa de tecido grosso, mostrando a minha barriga. Ele passa a mão no meu abdômen, desliga do meu beijo e fala: Fracote.

Então um estalo surge em minha cabeça. — Espera, então foi você que mandou aquelas mensagens, não foi? ²

– Lógico que fui eu. Quem mais seria? — Ele mergulha novamente no meu pescoço querendo sentir o meu cheiro.

– Como você conseguiu o meu número do celular?

– Do que você está falando, Eren? — Levi dar um pequeno sorrisinho sarcástico com a sua crueldade demoníaca, não aqueles sorrisos psicóticos que duram minutos, mas aqueles de leves, quase imperceptível, raros momentos de acontecer. Levantou mais minha blusa na altura do meu peito. Então dali percebo o joguinho dele. Não era da minha cabeça.

Ele começa pressionar as pontas dos dedos em um dos meus mamilos, pegando e estimulando, colocando entre os seus dedos e mexendo e me intercalando com beijos. Sempre ficava de cabeça abaixada para acompanhar a altura dele. Então ele me abraça, envolve as duas mãos na minha cintura, deslizando algumas vezes as suas mãos sobre as minhas costas e o meu abdômen, ora pressionando, ora brincando com os meus mamilos.

Não passava disso.

Parecia que havia estipulado um limite na cabeça dele, mas que queria passar. Então o que mais desejava e temia acontece. Levi para e começa a segurar o cós da minha roupa íntima, mas não passa disso. Sinto que ele quer tirar, ultrapassar, mas não faz. Suas mãos ficam estáticos, ele não para de me dar pequenos beijos espalhados no meu corpo. Eu sou nesse exato momento o garoto naquela festa, mas Levi não está me convencendo de nada, ao contrário, está respeitando algo que não foi condicionado.

– É...Senhor...

– Me chamando de senhor? Primeira vez que alguém me chama disso.

– Se quiser...

Levi levanta um pouco a cabeça, me encarando, esperando o que ia falar, ainda estava me abraçando.

– Pode tirar se quiser. — Minhas mãos ficaram quente e comecei sentir uma agonia percorrer o meu corpo, uma queimadura interna nos meus braços³ muito incômoda. Era primeira vez que isso acontecia.

– Se quiser ir mais diante...

Ele parecia surpreso ao ouvir isso.

– Mais adiante? Eren, eu só ia ficar contigo. Não vou passar disso.- Achei que não tinha como ficar mais ruborizado como estava, até sentir o meu sangue borbulhar no meu rosto e sumir minha voz de vez.

– O que achou que iríamos fazer? — Perguntou um pouco confuso, eu não tive coragem de responder. O que deveria falar?

– Eren. — Me chamou com tom mais sério que normal. Desviei o olhar.

– Não faz isso! Para de ser tão garotinha! Olha para mim! — Ordena dando um tapinha de leve na minha bochecha.- Me responde. O que achou que iríamos fazer?

– Eu? Nada. Achei nada! Nada. — Tropeçava um pouco das palavras, queria que o meu antigo eu, pré-Levi tivesse surgido agora, eu acho que ele tinha desculpas melhores do que essa.

Levi rolou os olhos com minha patética mentira. Depois se concentrou em mim, então algo havia mudado dele, foi imperceptível. Ele avançou o seu rosto ao meu. Achei que íamos beijar de novo, mas ele se encostou sua cabeça em meu ombro, de modo que a sua boca tivesse bem perto do meu ouvido.

– Não sou idiota, garoto. Eu sei exatamente o que quer. Mas achei que ficaria de frescura igual a tantos cu doces que já tive a infelicidade de conhecer. — Seu tom de seriedade nunca saia, sempre saiam as palavras calmamente e firmes.

– Todavia, eu estava enganado, ou está com tanto tesão que nem consegue fazer isso.

Levi começou a massagear a minha ereção debaixo da roupa. Estava tão excitado que se estimulasse mais, ia começar a sujar o tecido da minha cueca com o meu líquido pré-gozo. Calma, Eren. Você não é gay, tem vários caras que fazem isso e não se acham gays. É normal. Ah! Levi pressionou bem a mão no volume na minha roupa, enquanto fazia movimentos circulatórios na minha nuca com a língua. Hun! Ah! Tão bom. Está todo bem, eu não sou gay. Aliás só tenho esse tipo de reação só com ele. Oe!

Sinto a sua mão entrar na parte de trás da minha cueca, a barreira de “respeito” havia sido rompida, sinto os seus dedos esticados andarilhar sobre a maciez das minhas nádegas, deslizando no meio. A mão dele sobe e começa a puxar o meu cós da roupa íntima.

– Ei! Espere. — Puxei de volta a minha roupa íntima querendo me vestir,

– Eren, depois que disse aquilo, você perdeu totalmente a moral comigo. -Ele tira a minha cueca com as duas mãos segurando o cós, ignorando o meu apelo. Agora a minha bunda estava exposta e parecia maior que era, devido o elástico do cós prender por debaixo, ficava com aspecto de duas bolas brancas rechonchudas. Levi encheu as suas mãos com essas bolas, apertando, amassando, achando interessante como cada passada em seus dedos, a minha pele ficava um rastro vermelho tão fácil. Então, ele para de dar atenção na parte de trás e tenta entrar na parte de frente. Desvia do cós da minha cueca e desliza até chegar naquele ponto, eu tiro a mão dele por impulso. Sob a camada do prazer do momento, estou com raiva na verdade, a minha masculinidade está abalada. Levi fica aborrecido com a minha atitude. Imediatamente ele invadi o buraco folgado da entrada da minha perna do meu pequeno short, pega a parte de cima e tira para fora ficando visível. Começa a me masturbar, puxando a minha pele que cobria todo o meu membro. Minha glande, ora ficava escondida, ora aparecia bem brilhante devido ao líquido que estava escorrendo. O ritmo começou devagar, mas depois foi intensificando, Levi pegava bem firme como fosse um mastro, estava fácil de deslizar devido ao meu gozo. Então, ele perde a paciência, tira logo a minha cueca, jogando para o lado, me empurra jogando o meu corpo na minha cama. Levanta a minha blusa, enrolando o tecido até em cima. Só os meus braços e uma parte das minhas costas estão cobertas, porque estou totalmente nu e exposto a ele. Começa me masturbar um pouco, deixando sair todo o meu líquido transparente. Então, ele levanta as minhas pernas, dobrando-as e me mandando eu segurar. Já tinha visto essa posição em algum filme pornô, especialmente nos celulares do pessoal com meu grupo, era chamado de frango assado, e realmente, eu parecia um naquele jeito, especialmente com as pernas abertas e o meu veterano me olhando com maior saliência possível para a parte de baixo. Ele avança em mim. Me beija na testa, na minha boca, depois suga os meus mamilos, em seguida o meu abdômen, colocando um rastro de beijos na minha parte de frente, mas com o ritmo lento, não havia pressa nenhuma em me torturar. Ele desce mais dando continuidade nas suas carícias, desvia do eu que realmente queria que desse a atenção, para me beijar no interior nas minhas coxas.

– Heichou...- O chamo com uma voz chorosa, quase me contorço por prazer. As minhas terminações nervosas debaixo das minhas pernas são bem altas, estou muito duro, quero que ele toque.

Ele sorri. — Jeager, se soubesse como está me chamando. Tão feminino... Eu gosto de ouvir isso de rapazes como você. Rapazes, não. Garotinhas. Preciso te agradecer por está realizando um fetiche antigo, várias vezes queria pegar enrustidos e transformar em minha mulherzinha. — Deu um beijinho na minha coxa.

Depois esfregou os seus lábios um no outro e abocanhou o meu pênis pela metade, envergando. Após de tanta espera por aquilo, quase dei um grito. Foi tão estimulador que achei que iria ejacular. Ele continuava, chupava e soltava, repetia o processo, engolindo mais fundo e estimulando por debaixo com a mão em movimentos rítmicos. Passou a língua, contornando a minha glande, e sinto um ponta fria pressionando a pele do meu pênis. A coisa fria, em forma de bolinha, permanece quando ele desce a sua língua em direção as minhas bolas. Era uma área extremamente sensível para mim, quanto mais um veterano me chupando e massageando com a língua naquele jeito. Brincando com o seu percing. Não sabia que ele tinha. Deduzo que a bolinha metálica estava bem atrás, não na ponta como os outros costuma usar.

Só gemia e chamar o nome dele. Dobro mais as minhas pernas e minha respiração fica abafada. Permanece fazendo oral comigo, até que ele pressiona o dedo no meio na minha entrada. E para o meu desespero, encaixa e desliza facilmente, mesmo estando apertado ao redor do dedo dele. Ele para e me pergunta:

– Já brincou aqui, não foi?

– Não! — Tento inutilmente descordar. Fecho os olhos ao máximo. — Nunca fiz isso! Ah!

– Está deslizando perfeitamente, garoto – Levi roda o dedo e movimenta como quisesse atingir o meu ponto. — Já se masturbou pensando em mim? — Perguntou seriamente mantendo aqueles olhos detectores de mentiras.

Não raciocino direito quando encosta na minha próstata o meu corpo afunda no prazer, eu mesmo me masturbo, não dura alguns segundos para espirrar o meu gozo, sujando o meu abdômen. Continua rígido e não abaixa mesmo depois naquele jato branco.

– Não me respondeu ainda, Eren.

Fico calado e viro o rosto para o lado. Até que ele me vira de costas, em seguida, interlaça o seu braço no meu peito e levanta o meu corpo, ficando os dois de quatro em cima na cama. Ele tira a minha roupa intima, quase arrancando o tecido. Eu embaixo, só com a camisa, e ele, por cima, ainda todo vestido. Ele sai por de cima, começa a palmar a minha bunda, separa as minhas nádegas e entra com o dedo do meio.

– Então você já bateu uma punheta com essas mãos imundas chamando o meu nome, não é, garoto? — Ele afunda todo o dedo e tira com facilidade. Estou bem empinado, e quero mais. Até que sinto uma rápida lambida no meio. Dou um gemido alto.

– Gostou?- Perguntou Levi me instigando.

Comecei a lembrar o que a garota ruiva havia falado em devorar mentes e bundas, que Levi era um homem sádico e gostava de ver homens mais altos do que ele aos seus pés, mas entre todos aquelas citações uma soava na minha cabeça:

Ele faz porque gosta.

Essa frase fazia cada vez mais sentido, em cada mordida que recebia, nas costas, das minhas nádegas, cada tapa que não merecia receber, só para ele ter o deleite de ver a minha pele vermelha. Afundava a boca no meio, lambia a minha entrada, lubrificando e me penetrando com a língua. Toda vez que soltava algum gemido seja de pura vergonha e volúpia, ele parava o que estava fazendo, me olhava e continuava. Apertava e separava mais as minhas nádegas com mais força. Cuspia e esfregava o dedão no meio, porque queria que eu gemesse mais, igual uma garotinha. Mordi a minha mão, não querendo soltar nenhum som constrangedor, mas era mais forte. Então me dou conta que realmente eu sou uma garota. Uma garotinha virgem que está gostando da sua primeira noite.

Então era disso que ele gostava. Ele agora está feliz porque arranjou um novo brinquedinho. Uma nova menininha, mais nova, e o melhor, mais alto do que ele. Para satisfazer o seu ego, fetiche, ou qualquer motivo que seja.

Então ele parou das preliminares, distanciou do seu rosto sobre entre as minhas nádegas.

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Notas finais
Terei que terminar fanfics minha. Se quiser stalkear a minha conta para pedir dos reviews uma fanfic que gostaria de continuação estou disposta. Comente o que achou,favorite e acompanha and recomende :) Aos fantasmas,por favor, pelo menos escreva "eu existo"