Notas iniciais
Oii Cupcakes ♥! Mais um capítulo adorável para vocês. Aqui começamos a ver Steve e Peggy com as crianças começando a agir como uma família. Espero que gostem. Quero agradecer demais a AndreaNeves pelo comentário no capítulo passado. Você é maravilhosa. Boa leitura...

ROMANCES MENSAIS

LIVRO XI – MEMÓRIAS DE NOVEMBRO

CAPÍTULO V – LAR

A casa era linda. As paredes cor de creme e alguns detalhes em pedras do lado de fora da casa combinava perfeitamente com o jardim bem cuidado, mesmo no inverno que chegava pela cidade. Steve e eu descemos do carro e nos encaramos sorrindo, encantados com a beleza do que será o nosso lar por tempo indeterminado.

O céu em tom aquarela anunciava que o fim da noite se aproximava, tornando o cenário ainda mais deslumbrante. Um vento frio bate contra o meu rosto e eu acabo fechando os olhos para apreciar a brisa marinha. Volto a abri-los ao sentir a presença de May e Jarvis ao meu lado. A mulher me abraça com carinho e encosta a cabeça na minha. Correspondo ao gesto, ciente de que já estávamos sendo observados pela vizinhança.

— E então? O que achou? – Questiona May e eu acabo abrindo um largo sorriso, sem conseguir conter a minha animação.

— Ela é linda. Eu amei! -Afirmo e ela sorri com satisfação. Viro-me para o carro e vejo que Kayla já havia descido e também admirava a casa com os olhos brilhando em expectativa, ainda que sua expressão permanecesse neutra. Ela então parece notar o meu olhar e me encara. – É melhor pegarmos seus irmãos e entrarmos. Está esfriando e não deve demorar muito para que Emma acorde com fome. Poderia fazer isso, enquanto eu ajudo o seu pai a pegar as malas do carro?

— Tudo bem. – Concorda Kayla, seguindo para o carro, enquanto Steve e eu vamos pegar as diversas malas que havíamos trago.

May e Jarvis também nos ajudam a pegar as malas e com tudo em mãos, seguimos para a casa. Sorrio ao ver o rosto sonolento de Alex, que ainda parecia dormir, seguindo Kayla e os olhos curiosos de Liz encarando a casa que nunca tinha visto antes. Nenhum detalhe parecia passar despercebido pelos olhos azuis acinzentados.

Assim que entramos em casa, surpreendo-me ainda mais com a decoração e o aconchego da sala de estar. A lareira ligada trazia o calor e o conforto que precisávamos depois de tantas horas de viagem e do frio que fazia. Acabo deixando um suspiro de satisfação abandonar meus lábios ao me sentir aquecida. Deixo as duas malas que eu carregava na entrada da sala e passo a observar o espaço. Apesar de não ser tão grande, o lugar era lindo com um confortável sofá na sala, televisão e uma estante com livros.

— Mamãe. – Alex pega em minha mão, coçando os olhos de maneira sonolenta. Sorrio e acaricio os cabelos castanhos do garoto. Eu não sabia dizer se era pela forma como ele me chamava ou pelo brilho amoroso em seus lindos olhos azuis, mas eu havia me apegado bastante ao garoto.

— O que foi meu amor? – Pergunto, vendo-o abraçar meu braço.

— Eu ‘tô com fome. – Resmunga, fechando os olhos, ainda caindo de sono.

— Espere só mais um pouquinho que eu irei preparar alguma coisa para a gente comer. – Afirmo e ele assente, sonolento. Viro-me para a mulher de cabelos grisalhos que me encarava. – Tia May, a senhora sabe me dizer se a dispensa está abastecida?

— Está sim. Nós já deixamos tudo preparado para vocês. – Afirma a mulher, dando um sorriso gentil.

— Ah, ótimo. Então eu irei preparar o jantar para as crianças. – Respondo, sorrindo agradecida.

— Vocês não querem conhecer a casa primeiro? Aposto que as crianças devem estar ansiosas para conhecer os quartos delas. – Comenta Jarvis e isso é o bastante para fazer com que Alex despertasse.

— Eu vou ter um quarto? – Questiona o garoto, animado com a ideia.

— Sim. Você terá. Assim como Hailey e Emma. – Responde Jarvis, rindo da expressão eufórica de Alex, que nem mesmo parecia estar dormindo minutos antes. – Todos os quartos estão no andar de cima. Você quer ver?

— Sim! Eu quero! – Alex responde, agitado. No entanto, ele parece se lembrar de alguma coisa e então se vira para mim. – Eu posso, mamãe?

— É claro que pode, meu amor. Alias, vamos todos. Eu também estou curiosa para saber como ficaram os quartos. – Confesso e ele ri, correndo até Steve, que ainda olhava em volta, encantado com a decoração do lugar. O homem se assusta com o abraço repentino de Alex, mas logo abre um bonito sorriso. Ele sempre levou muito jeito com crianças e era bom ver que isso não mudou mesmo com a sua perda de memórias.

— Vamos, papai! – Alex puxa Steve para a escada, ansioso para conhecer o seu tão esperado quarto.

— Devagar para não cair e se machucar, Tommy. As escadas são perigosas. – Alerto, mas ele estava tão eufórico que parece não ouvir meus avisos. Suspiro e dou uma breve risada anasalada. – Essas crianças...

— A casa tem quatro quartos, sendo o do casal uma suíte. Aqui em cima ainda temos um banheiro social para Hailey e Tommy compartilharem, além de mais um no andar de baixo para visitas. Esse primeiro aqui é o da Hailey. – Avisa Jarvis, abrindo a porta do primeiro quarto, assim que todos chegam ao segundo andar da casa. Ele dá espaço e todos nos aproximamos, curiosos para saber como ele era. – Nós não conhecíamos o gosto de Hailey, mas esperamos que goste. Fique à vontade para modicar o que desejar, Hailey.

— Ele é lindo. Muito obrigada. – Kayla agradece, encantada com a decoração do quarto, que de fato era lindo. As paredes eram em tons claro, sendo a da janela e a do encosto da cama pintada de um rosa claro. Os móveis brancos e os objetos de decoração delicados deixavam o ambiente adorável. Ela encara a estante de livros e arfa. – Todos esses livros são meus?

— Sim. Eles são. – Afirma Jarvis, sorrindo. – Você gosta de ler?

— Eu amo. – Confessa, encantada. Ela se aproxima da estante e pela primeira vez desde que a conheci, Kayla abre um grande e animado sorriso. Ela se vira para o casal e os encara com tanta gratidão que acabo me sentido tocada por sua reação. – Obrigada. De verdade, muito obrigada.

— Não precisa agradecer. – Responde May, sorrindo amorosa assim como eu. – Bom, você e Tommy irão para a escola amanhã, então tomamos a liberdade de comprar todos os seus materiais escolares. Quanto aos livros da escola, todos estão sobre a sua escrivaninha. Amanhã, depois da aula, Peter trará todas as atividades e o conteúdo que ele aprendeu no último semestre. Se tiver qualquer dúvida, é só me perguntar. Os livros de Tommy serão entregues na escola, mas todo o restante do material está no quarto dele.

— Eu irei mesmo frequentar a escola? – Questiona Kayla, incrédula com as informações dadas por May. Ela parecia não conseguir assimilar o fato de que ela voltaria para a escola.

— Vai sim. Não sei como será na escola, mas nosso Peter estará lá com você para o que precisar. Nós esperamos que você se divirta e faça muitos amigos, Hailey. – Deseja Jarvis e o sorriso de Kayla se amplia ainda mais.

— Deixa eu pegar a Emma para você conseguir aproveitar mais do seu quarto. – Digo e estendo meus braços para a bebê que balbuciava coisas desconexas, enquanto mordia as mãos gordinhas. Ela não demora a se -jogar em minha direção. – Agora vamos conhecer o quarto de Tommy.

— Oba! – Ele comemora, sorrindo animado, ainda de mãos dadas com Steve. – Eu quero ver o meu quarto, tio Jarvis.

— Então vamos lá. – Responde o homem, saindo do quarto. – O seu quarto fica ao lado do de Hailey. Nós compramos alguns brinquedos para você. Espero que possa brincar muito com ele, Tommy.

O homem então abre a porta do quarto ao lado do de Kayla. Alex não perdeu tempo e imediatamente correu para ver a decoração do local. Ele arfa e eu acabo rindo de sua reação.

— Todos esses brinquedos são meus? – Pergunta o garoto, encarando Jarvis e May. Eles assentem e mais uma vez, somos surpreendidos pelas ações repentinas do agitado garoto, que pula e grita algumas vezes, antes de correr até o casal e os abraçar. – Obrigado, tio Jarvis e tia May.

— De nada, querido. – A mulher agradece, acariciando o topo da cabeça de Tommy. Ele se afasta e volta a admirar seu quarto.

O garoto não se cabia em felicidade ao ver todos os brinquedos a sua disposição para brincar. E sua animação se tornou ainda mais ao notar o equipamento de baseball sobre sua cama. Ele imediatamente colocou o boné e a luva, passando a fingir que era um jogador de baseball.

— Parece que ele não vai parar de brincar tão cedo. – Comenta Steve com um sorriso orgulhoso em seus lábios.

— Já que ele parece entretido demais para se lembrar de nós, por que não vamos conhecer o quarto da pequena Emma e o de vocês? – Sugere Jarvis e eu assinto, concordando.

— Vamos lá. – Digo e encaro a garotinha em meus braços. Sorrio e dou um beijo estralado em suas bochechas e aperto sua barriga em alguns pontos, o que a faz soltar um gritinho animado e gargalhar. – Vamos ver onde essa garotinha irá dormir.

— Por aqui. – Orienta May, saindo do quarto. Steve e eu a acompanhamos com Jarvis, deixando um Alex animado e entretido com seus brinquedos para trás. Ela abre a porta e nos dar espaço para entrar. – O quarto de Emma fica ao lado do quarto de vocês e pode ser acessado por uma porta extra que fica próxima a cama de vocês.

— Ei, Emma, olha que lindo o seu quarto. – Comenta Steve, fazendo cócegas na garotinha que gargalha alto e tenta escapar.

O quarto de Liz era realmente lindo com toda a decoração cor de creme e diversos ursinhos espalhados pelo quarto, o que parece chamar e muito a atenção da bebê, que passa a encarar a tudo com grande fascínio. Coloco-a no berço e ligo o móbile de ursinhos para que tocasse uma música agradável e tivesse toda a atenção de Liz, enquanto terminávamos de conhecer os nossos quartos.

No entanto, meu plano vai por água abaixo quando tentamos nos afastar. O choro alto foi o seu aviso de que ela não ficaria sozinha, enquanto terminávamos nosso passeio pela casa. Steve pega a garota no colo e ela imediatamente seu choro se cessa.

— É. Acho que depois de dormir a viagem toda, hoje teremos problemas para um certo alguém pegar no sono. – Comenta Steve, enquanto seguíamos pela passagem extra do quarto infantil. Rio e assinto, concordando.

— Ainda bem que ela tem o pai para colocá-la para dormir. – Brinco e ele dá uma risada anasalada. – Boa sorte, à proposito. Eu estarei dando todo o apoio que você precisar em meus sonhos.

— Engraçadinha. – Ele esbarra em meu ombro e segue para o quarto que dividiríamos de agora em diante como um casal.

— Bem, pessoal, esse é o quarto de vocês, que também é uma suíte. Novamente, toda a decoração foi feita com o nosso gosto, mas fiquem à vontade para modificar tudo o que quiserem. A casa é de vocês. – Responde May e eu acabo suspirando ao ver a beleza do cômodo. Apesar de simples, ele era muito bonito e o espaço havia sido muito bem aproveitado. Nesse instante, o celular de May começa a tocar, chamando nossa atenção. Ela retira o aparelho do bolso e encara a tela para descobrir que a ligava. – Desculpa, queridos. Eu preciso atender. É o meu sobrinho Peter. Com licença.

May atende a ligação e deixa o quarto para conversar com o sobrinho no corredor, enquanto continuávamos a admirar o bom trabalho que a equipe da CIA havia feito para conseguir essa linda casa para nós. Jarvis nos observava com atenção e parecia feliz com a nossa aprovação.

— E então? O que acharam de seu mais novo lar? – Pergunta Jarvis com curiosidade, ainda que provavelmente já soubesse de nossa resposta, por causa de nossas reações exageradas.

— Ele é incrível, tio Jarvis. Eu realmente não sei como agradecer. – Responde Steve, dando um sorriso sincero.

— Não precisa agradecer. May e eu estamos muito felizes que vocês estejam aqui. Amanhã irei passar por aqui as sete horas da manhã para te buscar e levar para o local da obra onde você irá trabalhar. Irei te apresentar aos seus colegas de trabalho e vou explicar como tudo irá ocorrer. A única coisa que eu peço é que não se atrase.

— Está bem, tio Jarvis. Eu estarei esperando na porta de casa às sete horas da manhã. – Garante Steve com seriedade. Se fosse há alguns meses atrás, eu definitivamente riria daquela afirmação, afinal, o Steve que eu conheço nunca chega no horário.

Jarvis então anda até uma das cômodas ao lado da nossa cama e retira três caixas de uma das gavetas. Ele então estende para mim. Pego-as e me surpreendo ao notar que se tratavam de celulares novos, que provavelmente Steve e eu teríamos.

— Esses são os celulares que vocês irão usar. Tem um para a Hailey também. Lembrem-se. Vocês estão proibidos de entrar em contato com a sua cidade natal e de forma alguma vocês devem acessar ou seguir seus perfis nas redes sociais. A HYDRA está de olho em vocês e está apenas esperando um movimento em falso para atacar. – Explica Jarvis e nós assentimos, concordando. – Se tiverem alguma dúvida, é só me procurar.

— Tudo bem. Obrigada. – Agradeço, colocando os celulares sobre a cama. No mesmo instante, May retorna ao quarto, guardando o celular no bolso traseiro da calça.

— Jarvis e eu precisamos ir. Peter vai precisar sair para ir a casa de um amigo fazer trabalho e nós estamos sem chave. Eu deixei anotado o endereço de nossa casa e os nossos números. Se tiverem qualquer problema é só entrar em contato. – Avisa May, puxando-me para um abraço.

— Obrigada, tia May. – Agradeço, correspondendo ao abraço.

Conduzimos o casal até a saída da casa e nos despedimos do casal com abraços e muitos avisos da parte de May, que realmente parecia preocupada com a nossa saúde. Assim que Steve e eu nos encontramos sozinhos na sala de estar da casa, jogo-me no sofá confortável e suspiro cansada, pelo dia exaustivo. Steve se senta ao meu lado com Liz em seu colo. Com Kayla e Alex em seus quartos, o único barulho naquele momento eram os balbucios de Liz.

Encaro a decoração do cômodo, apaixonada por cada pequeno detalhe da casa. Eu sempre sonhei em ter uma grande família e em viver em uma casa como essa. Uma casa mais afastada da cidade, espaçosa e confortável o bastante para criar meus filhos e descansar depois de um dia cansativo de trabalho. É estranho pensar que do dia para noite, minha vida tenha mudado tão bruscamente.

— Eu irei dormir no sofá. – Avisa Steve, quebrando o silêncio confortável entre nós. Eu o encaro confusa, vendo-o colocar Liz no tapete felpudo da sala, que parece se divertir com a textura do tapete. Ele parece notar que eu não havia entendido seu comentário repentino. – O nosso quarto só tem uma cama. Pode deixar que eu durmo no sofá.

— E por que você vai dormir na sala, quando nossa cama é de casal? – Questiono confusa e ele parece surpreso com o meu comentário.

— Não se sente desconfortável com a ideia de dormir comigo... digo, de dormir na mesma cama que eu? – Pergunta o rapaz com cautela. Rio de seu comportamento. Era como se ele tivesse voltado a ser aquele adolescente de quinze anos, descobrindo o mundo. – Não estamos casados de verdade. Não quero invadir o seu espaço.

— Não seja bobo. Nós já dormimos juntos diversas vezes. Além disso, não sabemos como são nossos vizinhos. É melhor evitarmos arriscar nossa reputação. – Respondo, dando de ombros. Aproximo-me de Steve e ele se encolhe. Sua reação só me dá mais inspiração ainda para provocá-lo. Alcanço Steve e nossos rostos ficam a centímetros de distância. Sinto nossas respirações se chocarem e posso ver os olhos de Steve dobrarem de tamanho. – O que foi... Connor? Você parece nervoso.

— Eu... eu...

Steve gagueja e seu rosto fica vermelho. Prendo o riso, porque definitivamente ele havia voltado a ser o adolescente tímido de vinte anos atrás. Seus olhos me encaram com atenção, mas ele não parecia que iria se afastar. E de repente, um clima estranho se torna presente entre nós. Não sei dizer se era um estranho bom ou ruim, mas mexia e muito comigo. E sem que eu tivesse qualquer controle sobre meu corpo, nossos rostos passam a se aproximar. Nossos olhares se alternam entre os lábios entreabertos e os brilhos de expectativa em nossos olhos, como aconteceu inúmeras vezes entre nós desde que entramos na adolescência.

— Peggy...

— Mamãe! Eu estou com fome!

E qualquer clima estranho entre nós desaparece no momento em que Alex grita, descendo as escadas. Surpresa pelos gritos repentinos de Alex, Steve e eu nos afastamos de uma vez. Liz também grita e passa a chamar pelo irmão mais velho, enquanto engatinha em direção ao garoto. Assim que chega à sala, Alex sorri e pega a bebê no colo.

— Mamãe, eu estou com muita fome. Quando iremos comer? – Insiste Alex, encarando-me com expectativa.

Sorrio nervosa e suspiro, levantando-me do sofá. Respiro fundo e balanço a cabeça, espantando qualquer pensamento desnecessário. Steve é o meu melhor amigo. Nada além disso. O cansaço parece estar finalmente mexendo com a minha cabeça. É isso.

— Eu irei preparar alguma coisa para a gente comer. – E sem esperar por respostas, saio em direção a cozinha da casa. Eu precisava recuperar o meu juízo e nada melhor do que fazer isso, enquanto ocupo minha mente com a missão de descobrir como fazer algo minimamente comestível.

Notas finais
Quarto da Kayla/Hailey: https://i.pinimg.com/564x/0a/62/58/0a6258668b7ad1389f7a63d4694e5ab7.jpg Quarto do Alex/Tommy: https://fotos.vivadecora.com.br/decoracao-quarto-de-menino-papel-de-parede-infantil-e-escrivaninha-planejada-karinakorn-221992-proportional-height_cover_medium.jpg Quarto da Liz/Emma: https://i.pinimg.com/originals/60/9a/cd/609acd502fcd0713445d31af3632916d.jpg Quarto Steve e Peggy: https://i.pinimg.com/564x/c0/13/fd/c013fde0a2bea5fd98494cfcecbc33c2.jpg oOo Família Cupcake 2.0: https://chat.whatsapp.com/BbOG6KJnuHy2dQIs1sC9Ss Cupcakes da Lara: https://www.facebook.com/groups/677328449023646 Instagram: @_cupcakesdalara