Memórias Impagáveis.
19 Capítulo 19 - Meeting
Notas iniciais
- Vá, vá encontrar sua amada.
- Boa Sorte, Sakura. — Abri as portas do carro e ele disparou para rua, podia ver seu rosto. Ele abrandava um belo e largo sorriso, eu também gostaria de sorrir assim.
Mas eu sou apenas falsa, não estava feliz, sorria por simples... falsidade.
Eu nem sou tão forte, quanto aparento ser.
Eu também choro, eu também nem sou honesta... comigo mesma.
Isso parece como se eu fosse a única que desapareceu.
Você é tão egoísta, tão sensato, e tão forte...
As palavras que você estava prestes a dizer... O que seria?
Haru, não precisa dizer nada...
Porque as palavras são apenas palavras. Como sentimentos...
Que não podemos expressar nem a metade por elas.
Quero que você me toque, meu coração se sente frágil.
Sente... sua falta. Porque se não fosse por você...
Ele nem se quer... bateria.
- Como ousa nem se quer me dar uma noticia, essa semana ? — Resmungou Haru ao abrir a porta, mesmo assim mantendo o seu sorriso costumeiro.
Inconscientemente sorri, nunca senti uma sensação agradável como esta, ou também por não estar sorrindo por “obrigação”, ou porque simplesmente era ele.
— Você quer fazer algo em especial? — Perguntou-me ele tocando levemente em minhas bochechas, logo então coradas.
- Hm, s-serve você? — Gaguejei ao meio das falas, ele riu baixinho e me beijou intensamente com as mãos em meu rosto quente.
- Seu desejo é uma ordem. — Disse ele, antes de pressionar seus lábios contra aos meus novamente com beijo ardente, doce, soterrado de desejos.
Suas mãos envolveram minha cintura, apertando-me contra ele sem quebrar o beijo. Minhas mãos passeavam em suas costas, minhas bochechas estavam ruborizadas sem pudor algum. Ah, eu amo esse garoto tão... perfeito.
- Você não quer me falar nada? — Lhe provoquei com um sorriso dócil.
- Que te amo? Você já não sabe disto? — Riu ele baixinho me dando um pequeno beijo na testa.
- Não. — Respondi irônica, mas logo soltando uma risada despercebível
- Eu te amo muito, Sakura. — Respondeu ele acanhado, acho que minha bochechas já estavam no limite de tão... vermelhas.
- E-Eu... também te amo, Haru. — Respondi em meio de gaguejo, só esse idiota para me deixar assim... tão... acanhada e corada.
Me diga, porque eu te amo... tanto?
Sem se quer perceber, eu já estava deitada no sofá da sala de estar. Haru morava com a sua irmã mais nova, mas ela não estava em casa, então podíamos fazer o que quisermos.Suas deslizavam sobre minha barriga por baixo de minha regata, Haru me despia de forma lenta e provocante, começando pelas alças e logo minha blusa estava no chão. Com puxão pela sua camisa social selei nossos lábios rapidamente, ele me olhou surpreso. Sim, eu era tão tímida e vergonhosa ao ponto de nem se quer beija-ló por conta própria e sim, sou uma idiota.
Pude sentir os lábios dele beijando minha pele exposta. Bochechas, pescoço, ombros, barriga e coxas. Seus lábios passeavam me fazendo arrepiar e soltar um baixo suspiro, suas mãos ainda deslizavam até chegar aos seios ainda cobertos por um sutiãn beje.
- Posso? — Tocou ele levemente sobre sutiãn me fazendo ficar ainda mais corada.
- A-A-A-Ah... — Suspirei baixinho, envergonhada. — Ah! Faça o que quiser comigo...
Ele abriu um grande sorriso pervertido, me fazendo corar ainda mais e fechar os olhos fortemente. Haru passou uma de suas mãos suavemente sobre minhas bochechas que queimavam.
- Abra seus olhos. — Abri-os lentamente. — Olhe para mim, e me provoque mais com o seu rosto impecável. Não conseguia mais raciocinar direito, o seus olhos cor de mel estava embaçando todos os meus pensamentos e fazendo que eu me entregue a aquele brilho intenso.
Com um pouco de dificuldade o sutiãn foi arrancado e jogado ao chão com agressividade, Haru beijava e chupava meu pescoço de modo intenso me fazendo soltar um baixo gemido áudivel, minha pele estava toda marcada com leve camada roxa. Eu não me importaria, ele era o dono dessas marcas, dono de mim, então poderia fazer o que quiser comigo. Suas mãos e lábios foram descendo devagar até chegar em meus seios, chupava ora beijava ora mordiscava, enquanto seus dedos torturavam o outro gentilmente, eu estava indo as loucas com gemidos altos e medianos que ecoavam um sussurro impetuoso pela enorme sala de estar.
Pudia sentir seu membro por cima da calça já ereto, com um movimento descuidado nossos sexos se bateram rapidamente mas Haru soltou um baixo porem áudivel gemido. Eu ri mentalmente, ri por mim mesma, pois nunca havia conseguido lhe arrancar um se quer, gemido. Ele era totalmente o oposto do meu, mais grave e masculino... Isso fizera que eu também soltasse um, mas passado por despercebível por ele.
Desabotoei sua camisa botão por botão lentamente, minhas mãos tremiam mas enfim pude retira-lá e joga-lá com agressividade, porém, era movimentos desesperadores. Beijei-lhe sua pele exposta até chegar em seus lábios, sua pele era quente como a minha e ele mantia os olhos parcialmente fechados. Beijei-o intensamente, nossas línguas batalhavam por espaço, ela se entrelaçavam docilmente. Mas logo o ar a acaba e nós estávamos ofegantes buscando por ar.
- Sakura, tão doce! — Suspirou ele arrastando meu nome com uma voz rouca sexy, gemi em protesto e pude sentir meu corpo queimar ainda mais.
Suas mãos desceu para o cós de meu short, descendo-o lentamente e de quebra minha calcinha, elas deslizavam sobre minhas coxas lentamente com movimento de “sobe e desce” me fazendo contrair um pouco e soltar suspiros medianos. Eu estava completamente desnuda de cima a baixo, insatisfeita por apenas eu estar daquele modo, deitei-o ficando por cima dele e retirei-lhe a sua calça junto com seu boxer branco, deixando seu membro exposto á mim e meu rosto ruborizar ainda mais. Felizmente, a sala estava parcialmente escura, apenas iluminada pela luz da lua atravessando pelas finas cortinas. Sem perceber, sua língua se aproximava de minha feminilidade, penetrando-a. Meus gemidos então ficaram ainda mais altos acompanhado por suspiros, agarrei-os fios de cabelo de Haru levemente e me contraia para trás. Aquilo era bom, muito bom, prazeroso.
Ele então inseriu um dígito que me fez arcar ainda mais para trás e soltar um gemido extremamente alto, então o segundo e o terceiro dígito me penetrou e eu gritei extremamente alto, Haru movimentava-os dentro de minha feminilidade para que eu me acostumasse com a sensação que nem se quer comparava com a próxima.
Ele retirou seus dedos dentro de mim e beijava todas as partes do meu corpo, deixando um pequeno rastro de saliva, havia marcas de chupões e beijos por todo o meu corpo, algumas vermelhas outras roxas. Suas mãos passeavam por todo o meu corpo, era uma sensação tão... suave. Isso me então me lembrava de memorias e lembranças doces de nós dois juntos, embora essas sensações ainda estejam aqui, elas podem desaparecer a qualquer momento. Lágrimas finas caíram de meus olhos. Haru passou a mão sobre elas, enxugando-as.
- Não chore, quantas vezes eu vou ter que te dizer? — Ele me beijou feverosamente, mesmo assim o beijo tinha um gosto doce. — Eu estarei te esperando, por mais que demore, estarei aqui pronto para te dar todo meu amor. Então por favor não se esqueça, eu te amo mais uma vez.
Ele então invadiu não só meus pensamentos e também... meu mundo.
Suas mãos guiaram até minha cintura, se aproximando ainda mais de mim e depositando um novo e longo beijo.
- Espero que eu não te machuque, Sakura. — Dizendo essas palavras então, ele me penetrou devagar, uma dor indescrítivel me abrangeu. Gritei extremamente alto.
- Shh... Vai passar meu amor. — Sussurrou ele baixinho ao pé do meu ouvido e logo mordendo o lóbulo. Eu arranhava suas costas com minhas longas unhas, ele me dava beijinhos e chupões em algumas partes de minha pele extremamente quente e ja suada, tentando amenizar minha dor. Sim, eu já não sentia mais dor, meus gemidos e gritos eram apenas por puro prazer e então ele pode se movimentar freneticamente dentro de mim. Meus pensamentos não fluíam e meu coração palpitava.
Em várias estocadas rápidas e fundas, nossos gemidos e meus gritos se uniram e foram convertidos em apenas um ecoando em um uníssonio baixo. Em um último grito e suspiro, cheguei em meu clímax. Haru por sua vez, também chegou em seu clímax e se retirou dentro de mim. Ele me beijou suavemente, nossas línguas brigavam se entrelaçando. Sem ar, quebrei o final do beijo em suspiros ofegantes.
Cai no largo sofá, ele se aninhou em meu lado e depositou um longo beijo em minha testa.
- Eu te amo, muito. — Essa foi a frase que escutei antes de o sono me abater.
- Eu também te amo, Haru. — Respondi inconsciente em transe do sono, mas não deixava de ser a verdade.
Acordei já era mais de 5:00 da manhã, eu e Ikuto já devíamos estar em casa. Haru dormia serenamente, ele estampava um fino sorriso quase impercebido. Selei nossos lábios delicadamente antes de partir, eu já havia de ir, infelizmente.
- Não penses que pode sair assim, e me deixar aqui. — Ele tinha sono leve, ele agarrou meu braço e me puxou para seu colo. Seus lábios pressionaram os meus em um beijo suave, doce e gentil.
- Irei te ligar hoje a tarde, está bem? — Sorri abertamente. — Encontro duplo.
Haru me abraçou fortemente, deslizando suas mãos em meu rosto e me puxando para um novo beijo, ardente.
Levantei-me e peguei minha pequena bolsa no criado-mudo ao lado do sofá, Haru se levantou também e vestiu-se alguma coisa. Suas mãos me puxaram pela cintura e então caminhamos pela porta assim, sorrindo.
- Sakura, não se esqueça. Eu deixaria tudo se você ficasse, tudo. Estou pronto pra fugir a qualquer momento. Depois de tudo você está fugindo dos meus braços, me deixando aqui... Sozinho. Sim, sim eu sei. Só sinto muito sua falta, pois eu te amo minha pequena.
E naquela altura, eu já estava em lágrimas.
Mas meu rosto, havia um sorriso. Eu estava feliz.
- Uhum, eu também te amo. — Pressionei nossos lábios rápidamente, fui puxada por um longo abraço. Abandonei seu corpo quente e saí pela porta, tinha de buscar Ikuto desta vez.
Não sabia mais o que fazer, era tantos desejos, loucuras e fantasias. E mais importante, era você.
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