Memories - Romanogers Fanfic
31 Natasha, essa é Elisa
Notas iniciais
No táxi, Sara ainda estava tremendo e com os olhos lacrimejando. Natasha olhou pra ela e sentiu seu coração apertar.
N: Sara?
Sara olhou pra Natasha e ameaçou soltar a chupeta pra começar a chorar.
N: O papai está bem, ok? Tem vários médicos cuidando dele. Foi só um acidente.
J: O que houve?
Natasha olhou pra James e fez negativo com a cabeça.
N: Nada, só um susto que a Sara tomou.
J: Quando o papai vem pra casa?
N: Eu não sei, James. Espero que ele não demore muito.
O táxi estacionou em frente ao prédio de Steve. Quando Natasha saiu com as crianças, Sara logo pediu colo, mas estava impossível para Natasha carregar ela toda essa distância.
N: Quer apostar uma corrida?
Sara franziu a testa. James começou a pular.
J: Eu quero, quero.
Sara sorriu ao ver James animado.
N: Eu vou contar até 3 e vocês correm. 1, 2, 3 e... Já!
Sara e James começaram a correr e é claro que James chegou na portaria do prédio muito mais rápido, Sara tem as pernas curtas e ela é extremamente desajeitada correndo, sempre dobra os bracinhos e os balança pra frente e pra trás, tentando ganhar mais velocidade.
Natasha chegou na portaria alguns minutos depois, morrendo de dor. Ela cumprimentou o porteiro e subiu de elevador com as crianças.
Natasha esqueceu de pegar a chave do apartamento de Steve, mas isso não foi problema nenhum pra ela, ela conseguiu abrir com um grampo de cabelo.
As crianças entraram em casa correndo. James chutou o ar, removendo os sapatos dos pés, jogando um pé de sapato pra cada lado. Sara tirou a chupeta e botou no chão e começou a tirar o uniforme, ficando de calcinha.
J: Vamos brincar de polícia e ladrão, Sara.
Sara riu e começou a correr atrás do James, que subiu no sofá e pulou pra mesinha de centro, derrubando um vaso no chão. Natasha quase teve um treco, achando que o vaso ia quebrar e machucar os dois, mas era de plástico.
N: James, sem subir nas coisas.
J: Mas eu tenho que fugir.
Sara: Vou te pegar!!! HAAAA!
Sara estendeu as mãos abertas no ar para amedrontar James. Natasha a agarrou pela cintura e a ergueu do chão.
N: Sara, já que resolveu ficar pelada, vai tomar um banho, anda.
Natasha soltou Sara no corredor e ela correu de volta pra sala, tentando pegar James que correu pra trás do balcão da cozinha.
N: Aff. Desisto. Eu vou tomar banho.
Natasha os deixou sozinhos na sala e foi tomar banho no banheiro do quarto. Ela levou uns dez minutos no chuveiro, saiu e vestiu uma camisa de Steve, já que ela não deixou nenhuma roupa na casa dele. Natasha estava tranquila porque o silêncio finalmente predominava a casa. Devem ter dormido. Natasha pensou, enquanto caminhava para o corredor.
Ao se aproximar da sala, agora Natasha ouviu os dois falando baixinho. Natasha sorriu, imaginando os dois brincando direitinho, mas assim que ela chegou na sala, a visão era caótica.
Como duas crianças conseguiram fazer tudo isso em dez minutos? Havia rolos de papel higiênico por toda a sala e em cima da bancada da cozinha. O chão estava molhado de leite, Sara e James completamente brancos de tanta farinha de trigo no cabelo e rosto. Natasha não conseguiu gritar, nem falar. James e Sara a olharam e sorriram.
J: Nós fizemos o jantar, mamãe.
Sara: É pra você, mamãe.
Natasha ainda permaneceu imóvel e incrédula. James e Sara mostraram uma tigela com um monte de coisas que eles misturaram, na tentativa de cozinhar.
J: Não botei no forno, porque o papai não deixa a gente mexer no fogão.
Sara: Você gostou, mamãe?
A parte mais estranha é que Natasha gostou. Claro que ela queria matar, sacudir essas crianças de cabeça pra baixo por terem destruído a sala e a cozinha, mas eles fizeram isso para fazer algo pra ela, e é estúpida a sensação que Natasha sentiu ao ver aqueles dois pares de olhos brilhantes e satisfeitos. Como eu poderia brigar com eles, se eles estão tão orgulhosos de si mesmo?
Natasha apenas sorriu e fez positivo com a cabeça. Ela se aproximou da tigela e colocou na bancada.
N: Só vamos combinar de me avisar antes.
J: Mas era surpresa.
N: E o papel higiênico?
J: A gente quis decorar com fitas, mas não tinha.
Sara: Aí eu peguei o papel.
N: Eu não sei o que faço com vocês. Na verdade, eu sei sim. Já pro banho, os dois.
Sara: Os dois?
N: Sim.
Sara: Não pode.
N: Por que não pode?
Sara: Porque o James é menino.
N: Ah... Bem, é verdade. Então você vai na frente.
J: Ah não, ela demora muito.
N: Então vai, James.
James correu pro banheiro e tomou banho em menos de 3 minutos. Ele saiu do banheiro, enrolado na toalha. Natasha olhou pra ele com a testa franzida.
N: James, que banho foi esse? Deixa eu ver se você tomou banho mesmo.
James foi até Natasha, que estava arrumando a bagunça com a Sara.
N: James tem catchup no seu pescoço. E olha essas orelhas. Estão imundas. Pode voltando pro banheiro, só saia quando estiver limpo.
J: Ah mãe!
N: Ah nada, anda.
James voltou para o banho, e depois que ele terminou, foi a vez de Sara que insistiu muito pra Natasha encher a banheira pra ela tomar banho.
Natasha encheu a banheira e chamou Sara pro banho. Sara entrou e Natasha ia sair do banheiro.
Sara: Mamãe!
N: O que foi?
Sara: Você tem que ficar.
N: Por que?
Sara: O papai disse que não posso ficar sozinha na banheira.
N: Aff, por que?
Sara: Ele diz que posso me afogar.
Sara riu da impaciência de Natasha e começou a brincar com as espumas.
Sara: Mamãe?
N: O que é, Sara?
Sara: Pega minha Barbie?
N: Ai Sara, você não vai ficar brincando aí, vai?
Sara: Por favorzinho, mamãe.
Natasha suspirou e chamou James. Ela pediu pra ele pegar a Barbie da Sara. Natasha entregou a boneca pra ela, depois que James trouxe.
Sara: Mamãe?
Natasha apenas olhou pra Sara.
Sara: Você lava meu cabelinho?
N: Deus do céu.
Natasha sentou na beirada da banheira e James entrou correndo no banheiro com o celular de Natasha na mão.
J: Olha mãe, a tia Hill.
N: Me dá aqui o telefone, James.
James entregou o celular pra Natasha. Natasha atendeu a ligação.
N: Hill...
J: Posso jogar videogame? Posso? Posso, mãe? Deixa mãe.
N: Só um minuto, Hill...
Natasha respirou fundo.
N: Vai James, vai.
James saiu correndo pro quarto pra jogar videogame. Natasha voltou a falar com Hill.
H: Então, eu soube da missão, como Steve está?
N: Bem, eu espero.
H: Hum, essa voz... As crianças estão perto?
N: Sim. Foi bem difícil.
H: Sério? O que houve?
Natasha pegou o vidro de shampoo e começou a passar no cabelo de Sara que resolveu ficar se movimentando na banheira, Natasha segurou o cabelo dela com força, sem querer.
Sara: Ai!!!
H: Nossa, Natasha, coitada da menina. Tá matando a Sara aí?
N: Não, eles estão tentando me matar. Sara fica quieta! Hill, as coisas estão mais complicadas, eu preciso conversar com você.
H: Quando você não precisa de mim?
Natasha passou tanto shampoo que escorreu para os olhos da Sara que começou a coçar os olhos e resmungar.
N: Ai. Drogaaa... Hill, eu tenho que ir.
H: Cadê a babá?
N: Eu não posso deixá-los com a babá de novo por tanto tempo.
Sara agora estava resmungando mais alto.
N: Merda! Calma aí, Sara.
Natasha teve que desligar na cara de Hill. Ela ligou a mangueirinha da banheira e jogou água no rosto de Sara, até sair todo o shampoo dos olhos dela.
N: Não chora por favor.
Sara olhou pra Natasha com os olhos vermelhos de tanto esfregar, ela apenas fez um bico e pegou a Barbie de volta pra brincar. Natasha enxaguou o cabelo de Sara e esvaziou a banheira, em seguida ligou o chuveiro para enxaguar o corpo dela. Sara bocejou, enquanto Natasha a enrolava na toalha e a empurrava pro quarto.
N: Camisola?
Sara fez positivo com a cabeça. Natasha ajudou Sara a vestir a calcinha e a camisola.
Sara bocejou de novo, ela saiu do quarto e foi no corredor. Natasha a observou. Sara foi até o quarto de Steve.
Sara: Papai?
Não, não, não. Não chama por ele agora, por favor. Natasha gritava em seu pensamento, já se aproximando de Sara.
Sara: Papai? Papai?
N: Sara...
Sara não olhou pra Natasha, foi no banheiro de Steve, procurando por ele.
N: Você sabe que seu pai não está aqui. Ele está no hospital.
Sara olhou pra Natasha e ficou com os olhos cheios d’água. Natasha imediatamente a pegou no colo.
N: Nós vamos vê-lo amanhã, eu prometo.
Sara: Papai...
N: Eu sei, eu sei.
Natasha caminhou até a cozinha e tentou colocar Sara no chão, mas ela abriu as pernas, querendo ficar no colo. Natasha até esqueceu da dor que estava sentindo, o mais importante era impedir Sara de chorar. Natasha pegou a mamadeira dela na geladeira e esquentou no micro-ondas.
Natasha entregou a mamadeira para Sara, que tomou com a cabeça deitada no ombro de Natasha. Por instinto Natasha beijou a testa de Sara e recostou o queixo sobre a testa dela de maneira protetora.
Sara tomou metade da mamadeira e adormeceu, sem escândalos. Natasha a colocou na cama e assim que se levantou, Sara abriu os olhos, mas não estava ameaçando chorar. Natasha ainda sim ficou muito apreensiva.
N: O que foi?
Sara não disse nada, deitou de lado e tornou a fechar os olhos. Natasha ergueu as sobrancelhas, Sara é muito doidinha mesmo, mas há algo de encantador nela. Natasha acariciou o cabelo de Sara, a cobriu e beijou a testa dela.
Quando Natasha caminhou para sair do quarto, se deparou com James, encarando ela de forma acusadora. Natasha fechou a porta do quarto de Sara e James ainda olhava pra Natasha.
J: Ela é muito chorona.
Natasha agora estava analisando a atitude de James em observar ela com a Sara e estar sempre dizendo que Sara chora muito e fazendo pequenas implicâncias com ela, especialmente quando Natasha está perto. Natasha concluiu que James é extremamente ciumento como Steve, mas durão como ela, ele tem muito orgulho em dizer que não chora como Sara, mas é bem capaz de ter sentido muito mais falta deles do que ela.
N: Sabe de uma coisa, é verdade.
James franziu a testa, ele esperava que Natasha fosse defender Sara.
N: Você quer dormir comigo?
J: Eu sou grande!
N: Eu sei, mas é que estou com medo de ficar no quarto sem o seu pai. E você pode me proteger.
James continuou com a testa franzida.
J: Tá legal. Mas espera.
James correu no quarto pra desligar o videogame e pegar a arma de brinquedo dele.
J: Agora podemos ir.
Natasha sorriu e foi pro quarto de Steve. Ela não conseguiu dormir de imediato. James a abraçou tão forte que só comprovou a teoria de Natasha, ele quer carinho e não sabe como pedir ou expressar isso. Depois que James adormeceu, Natasha pegou o celular e ligou para o hospital de Steve, querendo notícias e informaram que a hemorragia foi controlada.
— Ele está acordado agora, quer falar com ele?
N: Ham...
Natasha não sabia o que responder, mas ela já telefonou, então não custa nada falar com ele e assim ela pode ter certeza que ele está bem.
N: Sim...
— Um momento.
A enfermeira transferiu a ligação pro quarto de Steve, informando ser Natasha.
S: Natasha? O que houve?
N: Nada...
S: Alguma coisa com as crianças?
N: Não, eles estão bem. Estão dormindo. James está dormindo aqui comigo.
S: Como a Sara ficou?
N: Primeiro achei que estava tudo bem, ela e James começaram a brincar, mas na hora do sono, ela começou a chamar por você, me deixando desesperada.
Natasha sorriu e Steve também, os dois podiam perceber que o outro estava sorrindo, apenas pela forma de falar.
S: Eles comeram?
N: Sara tomou meia mamadeira e James... Ai, eu esqueci de perguntar se ele queria jantar. Eu vou acordar ele.
S: Não, se ele já dormiu, deixa. De manhã reforça no café.
Logo em seguida um silêncio ficou na linha, mas nenhum dos dois desligou ou fez menção disso.
S: O seu pé melhorou?
N: Você está sentindo dor?
Os dois falaram ao mesmo tempo, depois do longo silêncio.
S: Você primeiro... Não, eles estão me dando analgésicos. Queria ir embora amanhã, mas disseram que só daqui a 4 dias. Mas poderia sair depois da amanhã se eu não ficar sozinho em casa. Estou vendo se o Sam ou Carol ficam lá em casa para me ajudar.
N: Eu posso ficar, Steve.
S: Ham...
N: Se você quiser...
S: Eu não quero te dar trabalho.
N: Depois de tudo que fez para me proteger, é o mínimo que posso fazer.
Novamente o silêncio tomou lugar na conversa. Os dois nem se sentiram estranhos de estarem apenas ouvindo a respiração um do outro.
N: Eu vou dormir.
S: Okay.
N: Prometi as crianças que os levaria para te ver amanhã.
S: Tudo bem, já estou bem melhor.
N: Okay.
S: Okay...
Silêncio...
S: Boa noite.
N: Boa noite.
Natasha desligou o telefone. Mas que merda foi essa? Natasha pensou. Pra que todo esse drama no telefone? Imagina quando ele estiver aqui.
Natasha adormeceu e no dia seguinte, se esforçou para conseguir arrumar as crianças para a escola, depois de deixá-los, Natasha voltou na enfermaria da Base dos Vingadores e levou uma bronca da Dra. Cho. Natasha insistiu que precisava de uns analgésicos, que estava cuidando dos filhos e que ia tirar o imobilizador do pé.
N: Você sabe que estou sendo legal em pedir, posso muito bem pegar, sem ninguém ficar sabendo.
Cho: Tomar remédio indiscriminadamente pode ser perigoso.
N: Eu sei, por isso vim consultar a melhor médica da base, segundo o que me disseram.
Cho suspirou e claro ter o ego massageado ajuda bastante. Cho foi até a farmácia da base e entregou as medicações para dor pra Natasha.
N: Sabe, eu devia levar para o Steve também...
Cho: Nem abuse da sorte, Natasha. O Capitão está no melhor hospital da cidade, vão prescrever remédios pra ele.
N: Só estou dizendo que confio mais em você. Não digo isso pra todo mundo.
Cho: Realmente não, mas deixa os médicos que cuidaram de Steve, decidirem o que ele deve tomar. Preciso ir. E só tome 1 comprimido desse por dia. Se sentir muita dor, 2 no máximo.
Natasha fez positivo com a cabeça. Assim que Cho se afastou, ela tomou 2 comprimidos de uma só vez e arrancou o imobilizador do pé. Esses analgésicos foram desenvolvidos pela Cho e Banner e tem um efeito muito mais potente, sem deixar a pessoa dopada. Logo em seguida Natasha se dirigiu para a SHIELD, ela havia combinado com Hill de se encontrarem lá.
Natasha chegou na sala de Hill e deu duas batidas na porta, apesar de estar aberta, foi só para alertar a presença dela.
Hill estava conversando com Fitz e Jemma.
H: Então vocês já sabem, quero isso até o final do dia.
Fitz: Impossível, se acelerarmos o processo, as partículas podem explodir.
H: Que explodam então.
JE: M-mas...
H: Nós criamos uma sala à prova de praticamente tudo, justamente para isso. Vão.
JE: Sim, senhora.
Jemma e Fitz se levantaram e olharam para Natasha. Fitz cutucou Jemma repetidamente.
Fitz: E-e-ela não é...
JE: Viúva Negra! É sim.
N: Como vão?
Fitz: E-e-ela fa-falou com a gente?
JE: Sim. Hã, Fitz... Viúva... Bem, bem e você?
H: Aff, vamos deixar isso pra mais tarde. Vão logo.
Natasha saiu da frente para Jemma e Fitz passarem. Ela entrou na sala em seguida e fechou a porta. Hill olhou para Natasha, a analisando.
H: Devo pedir um drink antes dessa conversa iniciar? Eu acho que devo pedir um drink.
N: Hill, eu e Steve...
H: Ai, ok, eu vou precisar de um drink pra ouvir essa conversa.
N: Hill, para, é sério.
H: Transaram de novo?
N: Não! Claro que não. Ele me beijou.
H: Ham... Eu não entendo vocês.
N: Nem eu, dessa vez foi... Foi diferente.
Natasha se aproximou da cadeira e se sentou, girando na mesma. Hill se encostou na mesa e cruzou os braços.
H: Sentiu algo?
N: Eu não sei. Bem, eu senti, mas... Eu não quero sentir isso de novo.
H: Você está lembrando talvez.
N: Não, eu não lembro de nada. E eu pedi pra ele me beijar, eu queria tanto naquele momento.
H: Você é obviamente atraída por ele.
N: Sim, nunca neguei isso.
H: E quanto à Feiticeira?
N: Pois é. Queria te pedir para agendar com ela.
H: Tem certeza?
N: Sim. Quando eu estou longe dele é tão mais fácil. Eu me sinto livre. E quando estou perto, é como se eu tivesse presa, e é como se eu não conseguisse escapar.
H: Por que não consegue ou por que não quer?
N: Eu não sei mais.
H: Você fala como se estivesse apaixonada. Está apaixonada?
Natasha olhou para Hill e Hill a olhou de volta com as sobrancelhas erguidas. As duas começaram a rir.
N: Você sabe que não estou.
H: Eu não sei, você só fala dele.
N: Eu sei... Mas se eu me lembrar vai ser bom pra todo mundo.
H: Parece que sim.
N: Menos para o Bucky. Ele está apaixonado por mim.
H: Quando não esteve?
N: Mas ele estava na dele e eu fui cutucar, eu fiz isso reacender e eu fiz uma promessa ao Steve. Eu não posso nunca me envolver com o Bucky.
Natasha e Hill conversaram bastante, até dar a hora de saída da escola das crianças. Natasha os pegou e os levou até o hospital. Ao chegar no corredor do quarto de Steve, Natasha pôde ouvir Steve conversando com alguém, que ela deduziu ser Sam ou até o Bucky. Quando Natasha chegou na porta do quarto dele, teve uma surpresa.
Sara: Papai!
J: Paiii!
James e Sara correram até a cama, mas não encostaram no Steve com medo de machucar ele. Natasha ainda ficou na porta, tentando descobrir quem era a visita no quarto de Steve.
S: Que saudade de vocês. Como foi na escola?
J: Bem.
Sara: Foi bem.
S: Vocês lembram da Elisa?
Sara e James olharam para Elisa, que estava extremamente sorridente.
E: Olá crianças. Como vocês estão bonitos.
Sara e James não disseram nada. Steve franziu a testa, estranhando a seriedade dos dois.
S: Falem com ela, crianças.
James: Oi.
Sara: Oi.
Elisa olhou brevemente para Natasha e o sorriso dela se desmanchou. Ela olhou para Steve e sorriu novamente.
E: Eu preciso ir, usei meu horário de almoço para vir trazer esses cupcakes. Espero que goste.
S: Tenho certeza que estão deliciosos. Ah, deixa eu apresentar vocês... Elisa essa é a Natasha. Natasha essa é a Elisa.

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