Notas iniciais
Eu gritei tanto quando a fic ganhou mais duas recomendações. Da Let B e da Escarlett. Nossa eu gritei demais HAUHAUAHA E eu tô chocada dessa fic ter mais recomendações que as minhas anteriores, sinal que estão gostando mesmo da Memories e eu confesso que ela não é a minha favorita, mas vai acabar virando. Muito obrigada.

No táxi, Sara ainda estava tremendo e com os olhos lacrimejando. Natasha olhou pra ela e sentiu seu coração apertar.

N: Sara?

Sara olhou pra Natasha e ameaçou soltar a chupeta pra começar a chorar.

N: O papai está bem, ok? Tem vários médicos cuidando dele. Foi só um acidente.

J: O que houve?

Natasha olhou pra James e fez negativo com a cabeça.

N: Nada, só um susto que a Sara tomou.

J: Quando o papai vem pra casa?

N: Eu não sei, James. Espero que ele não demore muito.

O táxi estacionou em frente ao prédio de Steve. Quando Natasha saiu com as crianças, Sara logo pediu colo, mas estava impossível para Natasha carregar ela toda essa distância.

N: Quer apostar uma corrida?

Sara franziu a testa. James começou a pular.

J: Eu quero, quero.

Sara sorriu ao ver James animado.

N: Eu vou contar até 3 e vocês correm. 1, 2, 3 e... Já!

Sara e James começaram a correr e é claro que James chegou na portaria do prédio muito mais rápido, Sara tem as pernas curtas e ela é extremamente desajeitada correndo, sempre dobra os bracinhos e os balança pra frente e pra trás, tentando ganhar mais velocidade.

Natasha chegou na portaria alguns minutos depois, morrendo de dor. Ela cumprimentou o porteiro e subiu de elevador com as crianças.

Natasha esqueceu de pegar a chave do apartamento de Steve, mas isso não foi problema nenhum pra ela, ela conseguiu abrir com um grampo de cabelo.

As crianças entraram em casa correndo. James chutou o ar, removendo os sapatos dos pés, jogando um pé de sapato pra cada lado. Sara tirou a chupeta e botou no chão e começou a tirar o uniforme, ficando de calcinha.

J: Vamos brincar de polícia e ladrão, Sara.

Sara riu e começou a correr atrás do James, que subiu no sofá e pulou pra mesinha de centro, derrubando um vaso no chão. Natasha quase teve um treco, achando que o vaso ia quebrar e machucar os dois, mas era de plástico.

N: James, sem subir nas coisas.

J: Mas eu tenho que fugir.

Sara: Vou te pegar!!! HAAAA!

Sara estendeu as mãos abertas no ar para amedrontar James. Natasha a agarrou pela cintura e a ergueu do chão.

N: Sara, já que resolveu ficar pelada, vai tomar um banho, anda.

Natasha soltou Sara no corredor e ela correu de volta pra sala, tentando pegar James que correu pra trás do balcão da cozinha.

N: Aff. Desisto. Eu vou tomar banho.

Natasha os deixou sozinhos na sala e foi tomar banho no banheiro do quarto. Ela levou uns dez minutos no chuveiro, saiu e vestiu uma camisa de Steve, já que ela não deixou nenhuma roupa na casa dele. Natasha estava tranquila porque o silêncio finalmente predominava a casa. Devem ter dormido. Natasha pensou, enquanto caminhava para o corredor.

Ao se aproximar da sala, agora Natasha ouviu os dois falando baixinho. Natasha sorriu, imaginando os dois brincando direitinho, mas assim que ela chegou na sala, a visão era caótica.

Como duas crianças conseguiram fazer tudo isso em dez minutos? Havia rolos de papel higiênico por toda a sala e em cima da bancada da cozinha. O chão estava molhado de leite, Sara e James completamente brancos de tanta farinha de trigo no cabelo e rosto. Natasha não conseguiu gritar, nem falar. James e Sara a olharam e sorriram.

J: Nós fizemos o jantar, mamãe.

Sara: É pra você, mamãe.

Natasha ainda permaneceu imóvel e incrédula. James e Sara mostraram uma tigela com um monte de coisas que eles misturaram, na tentativa de cozinhar.

J: Não botei no forno, porque o papai não deixa a gente mexer no fogão.

Sara: Você gostou, mamãe?

A parte mais estranha é que Natasha gostou. Claro que ela queria matar, sacudir essas crianças de cabeça pra baixo por terem destruído a sala e a cozinha, mas eles fizeram isso para fazer algo pra ela, e é estúpida a sensação que Natasha sentiu ao ver aqueles dois pares de olhos brilhantes e satisfeitos. Como eu poderia brigar com eles, se eles estão tão orgulhosos de si mesmo?

Natasha apenas sorriu e fez positivo com a cabeça. Ela se aproximou da tigela e colocou na bancada.

N: Só vamos combinar de me avisar antes.

J: Mas era surpresa.

N: E o papel higiênico?

J: A gente quis decorar com fitas, mas não tinha.

Sara: Aí eu peguei o papel.

N: Eu não sei o que faço com vocês. Na verdade, eu sei sim. Já pro banho, os dois.

Sara: Os dois?

N: Sim.

Sara: Não pode.

N: Por que não pode?

Sara: Porque o James é menino.

N: Ah... Bem, é verdade. Então você vai na frente.

J: Ah não, ela demora muito.

N: Então vai, James.

James correu pro banheiro e tomou banho em menos de 3 minutos. Ele saiu do banheiro, enrolado na toalha. Natasha olhou pra ele com a testa franzida.

N: James, que banho foi esse? Deixa eu ver se você tomou banho mesmo.

James foi até Natasha, que estava arrumando a bagunça com a Sara.

N: James tem catchup no seu pescoço. E olha essas orelhas. Estão imundas. Pode voltando pro banheiro, só saia quando estiver limpo.

J: Ah mãe!

N: Ah nada, anda.

James voltou para o banho, e depois que ele terminou, foi a vez de Sara que insistiu muito pra Natasha encher a banheira pra ela tomar banho.

Natasha encheu a banheira e chamou Sara pro banho. Sara entrou e Natasha ia sair do banheiro.

Sara: Mamãe!

N: O que foi?

Sara: Você tem que ficar.

N: Por que?

Sara: O papai disse que não posso ficar sozinha na banheira.

N: Aff, por que?

Sara: Ele diz que posso me afogar.

Sara riu da impaciência de Natasha e começou a brincar com as espumas.

Sara: Mamãe?

N: O que é, Sara?

Sara: Pega minha Barbie?

N: Ai Sara, você não vai ficar brincando aí, vai?

Sara: Por favorzinho, mamãe.

Natasha suspirou e chamou James. Ela pediu pra ele pegar a Barbie da Sara. Natasha entregou a boneca pra ela, depois que James trouxe.

Sara: Mamãe?

Natasha apenas olhou pra Sara.

Sara: Você lava meu cabelinho?

N: Deus do céu.

Natasha sentou na beirada da banheira e James entrou correndo no banheiro com o celular de Natasha na mão.

J: Olha mãe, a tia Hill.

N: Me dá aqui o telefone, James.

James entregou o celular pra Natasha. Natasha atendeu a ligação.

N: Hill...

J: Posso jogar videogame? Posso? Posso, mãe? Deixa mãe.

N: Só um minuto, Hill...

Natasha respirou fundo.

N: Vai James, vai.

James saiu correndo pro quarto pra jogar videogame. Natasha voltou a falar com Hill.

H: Então, eu soube da missão, como Steve está?

N: Bem, eu espero.

H: Hum, essa voz... As crianças estão perto?

N: Sim. Foi bem difícil.

H: Sério? O que houve?

Natasha pegou o vidro de shampoo e começou a passar no cabelo de Sara que resolveu ficar se movimentando na banheira, Natasha segurou o cabelo dela com força, sem querer.

Sara: Ai!!!

H: Nossa, Natasha, coitada da menina. Tá matando a Sara aí?

N: Não, eles estão tentando me matar. Sara fica quieta! Hill, as coisas estão mais complicadas, eu preciso conversar com você.

H: Quando você não precisa de mim?

Natasha passou tanto shampoo que escorreu para os olhos da Sara que começou a coçar os olhos e resmungar.

N: Ai. Drogaaa... Hill, eu tenho que ir.

H: Cadê a babá?

N: Eu não posso deixá-los com a babá de novo por tanto tempo.

Sara agora estava resmungando mais alto.

N: Merda! Calma aí, Sara.

Natasha teve que desligar na cara de Hill. Ela ligou a mangueirinha da banheira e jogou água no rosto de Sara, até sair todo o shampoo dos olhos dela.

N: Não chora por favor.

Sara olhou pra Natasha com os olhos vermelhos de tanto esfregar, ela apenas fez um bico e pegou a Barbie de volta pra brincar. Natasha enxaguou o cabelo de Sara e esvaziou a banheira, em seguida ligou o chuveiro para enxaguar o corpo dela. Sara bocejou, enquanto Natasha a enrolava na toalha e a empurrava pro quarto.

N: Camisola?

Sara fez positivo com a cabeça. Natasha ajudou Sara a vestir a calcinha e a camisola.

Sara bocejou de novo, ela saiu do quarto e foi no corredor. Natasha a observou. Sara foi até o quarto de Steve.

Sara: Papai?

Não, não, não. Não chama por ele agora, por favor. Natasha gritava em seu pensamento, já se aproximando de Sara.

Sara: Papai? Papai?

N: Sara...

Sara não olhou pra Natasha, foi no banheiro de Steve, procurando por ele.

N: Você sabe que seu pai não está aqui. Ele está no hospital.

Sara olhou pra Natasha e ficou com os olhos cheios d’água. Natasha imediatamente a pegou no colo.

N: Nós vamos vê-lo amanhã, eu prometo.

Sara: Papai...

N: Eu sei, eu sei.

Natasha caminhou até a cozinha e tentou colocar Sara no chão, mas ela abriu as pernas, querendo ficar no colo. Natasha até esqueceu da dor que estava sentindo, o mais importante era impedir Sara de chorar. Natasha pegou a mamadeira dela na geladeira e esquentou no micro-ondas.

Natasha entregou a mamadeira para Sara, que tomou com a cabeça deitada no ombro de Natasha. Por instinto Natasha beijou a testa de Sara e recostou o queixo sobre a testa dela de maneira protetora.

Sara tomou metade da mamadeira e adormeceu, sem escândalos. Natasha a colocou na cama e assim que se levantou, Sara abriu os olhos, mas não estava ameaçando chorar. Natasha ainda sim ficou muito apreensiva.

N: O que foi?

Sara não disse nada, deitou de lado e tornou a fechar os olhos. Natasha ergueu as sobrancelhas, Sara é muito doidinha mesmo, mas há algo de encantador nela. Natasha acariciou o cabelo de Sara, a cobriu e beijou a testa dela.

Quando Natasha caminhou para sair do quarto, se deparou com James, encarando ela de forma acusadora. Natasha fechou a porta do quarto de Sara e James ainda olhava pra Natasha.

J: Ela é muito chorona.

Natasha agora estava analisando a atitude de James em observar ela com a Sara e estar sempre dizendo que Sara chora muito e fazendo pequenas implicâncias com ela, especialmente quando Natasha está perto. Natasha concluiu que James é extremamente ciumento como Steve, mas durão como ela, ele tem muito orgulho em dizer que não chora como Sara, mas é bem capaz de ter sentido muito mais falta deles do que ela.

N: Sabe de uma coisa, é verdade.

James franziu a testa, ele esperava que Natasha fosse defender Sara.

N: Você quer dormir comigo?

J: Eu sou grande!

N: Eu sei, mas é que estou com medo de ficar no quarto sem o seu pai. E você pode me proteger.

James continuou com a testa franzida.

J: Tá legal. Mas espera.

James correu no quarto pra desligar o videogame e pegar a arma de brinquedo dele.

J: Agora podemos ir.

Natasha sorriu e foi pro quarto de Steve. Ela não conseguiu dormir de imediato. James a abraçou tão forte que só comprovou a teoria de Natasha, ele quer carinho e não sabe como pedir ou expressar isso. Depois que James adormeceu, Natasha pegou o celular e ligou para o hospital de Steve, querendo notícias e informaram que a hemorragia foi controlada.

— Ele está acordado agora, quer falar com ele?

N: Ham...

Natasha não sabia o que responder, mas ela já telefonou, então não custa nada falar com ele e assim ela pode ter certeza que ele está bem.

N: Sim...

— Um momento.

A enfermeira transferiu a ligação pro quarto de Steve, informando ser Natasha.

S: Natasha? O que houve?

N: Nada...

S: Alguma coisa com as crianças?

N: Não, eles estão bem. Estão dormindo. James está dormindo aqui comigo.

S: Como a Sara ficou?

N: Primeiro achei que estava tudo bem, ela e James começaram a brincar, mas na hora do sono, ela começou a chamar por você, me deixando desesperada.

Natasha sorriu e Steve também, os dois podiam perceber que o outro estava sorrindo, apenas pela forma de falar.

S: Eles comeram?

N: Sara tomou meia mamadeira e James... Ai, eu esqueci de perguntar se ele queria jantar. Eu vou acordar ele.

S: Não, se ele já dormiu, deixa. De manhã reforça no café.

Logo em seguida um silêncio ficou na linha, mas nenhum dos dois desligou ou fez menção disso.

S: O seu pé melhorou?

N: Você está sentindo dor?

Os dois falaram ao mesmo tempo, depois do longo silêncio.

S: Você primeiro... Não, eles estão me dando analgésicos. Queria ir embora amanhã, mas disseram que só daqui a 4 dias. Mas poderia sair depois da amanhã se eu não ficar sozinho em casa. Estou vendo se o Sam ou Carol ficam lá em casa para me ajudar.

N: Eu posso ficar, Steve.

S: Ham...

N: Se você quiser...

S: Eu não quero te dar trabalho.

N: Depois de tudo que fez para me proteger, é o mínimo que posso fazer.

Novamente o silêncio tomou lugar na conversa. Os dois nem se sentiram estranhos de estarem apenas ouvindo a respiração um do outro.

N: Eu vou dormir.

S: Okay.

N: Prometi as crianças que os levaria para te ver amanhã.

S: Tudo bem, já estou bem melhor.

N: Okay.

S: Okay...

Silêncio...

S: Boa noite.

N: Boa noite.

Natasha desligou o telefone. Mas que merda foi essa? Natasha pensou. Pra que todo esse drama no telefone? Imagina quando ele estiver aqui.

Natasha adormeceu e no dia seguinte, se esforçou para conseguir arrumar as crianças para a escola, depois de deixá-los, Natasha voltou na enfermaria da Base dos Vingadores e levou uma bronca da Dra. Cho. Natasha insistiu que precisava de uns analgésicos, que estava cuidando dos filhos e que ia tirar o imobilizador do pé.

N: Você sabe que estou sendo legal em pedir, posso muito bem pegar, sem ninguém ficar sabendo.

Cho: Tomar remédio indiscriminadamente pode ser perigoso.

N: Eu sei, por isso vim consultar a melhor médica da base, segundo o que me disseram.

Cho suspirou e claro ter o ego massageado ajuda bastante. Cho foi até a farmácia da base e entregou as medicações para dor pra Natasha.

N: Sabe, eu devia levar para o Steve também...

Cho: Nem abuse da sorte, Natasha. O Capitão está no melhor hospital da cidade, vão prescrever remédios pra ele.

N: Só estou dizendo que confio mais em você. Não digo isso pra todo mundo.

Cho: Realmente não, mas deixa os médicos que cuidaram de Steve, decidirem o que ele deve tomar. Preciso ir. E só tome 1 comprimido desse por dia. Se sentir muita dor, 2 no máximo.

Natasha fez positivo com a cabeça. Assim que Cho se afastou, ela tomou 2 comprimidos de uma só vez e arrancou o imobilizador do pé. Esses analgésicos foram desenvolvidos pela Cho e Banner e tem um efeito muito mais potente, sem deixar a pessoa dopada. Logo em seguida Natasha se dirigiu para a SHIELD, ela havia combinado com Hill de se encontrarem lá.

Natasha chegou na sala de Hill e deu duas batidas na porta, apesar de estar aberta, foi só para alertar a presença dela.

Hill estava conversando com Fitz e Jemma.

H: Então vocês já sabem, quero isso até o final do dia.

Fitz: Impossível, se acelerarmos o processo, as partículas podem explodir.

H: Que explodam então.

JE: M-mas...

H: Nós criamos uma sala à prova de praticamente tudo, justamente para isso. Vão.

JE: Sim, senhora.

Jemma e Fitz se levantaram e olharam para Natasha. Fitz cutucou Jemma repetidamente.

Fitz: E-e-ela não é...

JE: Viúva Negra! É sim.

N: Como vão?

Fitz: E-e-ela fa-falou com a gente?

JE: Sim. Hã, Fitz... Viúva... Bem, bem e você?

H: Aff, vamos deixar isso pra mais tarde. Vão logo.

Natasha saiu da frente para Jemma e Fitz passarem. Ela entrou na sala em seguida e fechou a porta. Hill olhou para Natasha, a analisando.

H: Devo pedir um drink antes dessa conversa iniciar? Eu acho que devo pedir um drink.

N: Hill, eu e Steve...

H: Ai, ok, eu vou precisar de um drink pra ouvir essa conversa.

N: Hill, para, é sério.

H: Transaram de novo?

N: Não! Claro que não. Ele me beijou.

H: Ham... Eu não entendo vocês.

N: Nem eu, dessa vez foi... Foi diferente.

Natasha se aproximou da cadeira e se sentou, girando na mesma. Hill se encostou na mesa e cruzou os braços.

H: Sentiu algo?

N: Eu não sei. Bem, eu senti, mas... Eu não quero sentir isso de novo.

H: Você está lembrando talvez.

N: Não, eu não lembro de nada. E eu pedi pra ele me beijar, eu queria tanto naquele momento.

H: Você é obviamente atraída por ele.

N: Sim, nunca neguei isso.

H: E quanto à Feiticeira?

N: Pois é. Queria te pedir para agendar com ela.

H: Tem certeza?

N: Sim. Quando eu estou longe dele é tão mais fácil. Eu me sinto livre. E quando estou perto, é como se eu tivesse presa, e é como se eu não conseguisse escapar.

H: Por que não consegue ou por que não quer?

N: Eu não sei mais.

H: Você fala como se estivesse apaixonada. Está apaixonada?

Natasha olhou para Hill e Hill a olhou de volta com as sobrancelhas erguidas. As duas começaram a rir.

N: Você sabe que não estou.

H: Eu não sei, você só fala dele.

N: Eu sei... Mas se eu me lembrar vai ser bom pra todo mundo.

H: Parece que sim.

N: Menos para o Bucky. Ele está apaixonado por mim.

H: Quando não esteve?

N: Mas ele estava na dele e eu fui cutucar, eu fiz isso reacender e eu fiz uma promessa ao Steve. Eu não posso nunca me envolver com o Bucky.

Natasha e Hill conversaram bastante, até dar a hora de saída da escola das crianças. Natasha os pegou e os levou até o hospital. Ao chegar no corredor do quarto de Steve, Natasha pôde ouvir Steve conversando com alguém, que ela deduziu ser Sam ou até o Bucky. Quando Natasha chegou na porta do quarto dele, teve uma surpresa.

Sara: Papai!

J: Paiii!

James e Sara correram até a cama, mas não encostaram no Steve com medo de machucar ele. Natasha ainda ficou na porta, tentando descobrir quem era a visita no quarto de Steve.

S: Que saudade de vocês. Como foi na escola?

J: Bem.

Sara: Foi bem.

S: Vocês lembram da Elisa?

Sara e James olharam para Elisa, que estava extremamente sorridente.

E: Olá crianças. Como vocês estão bonitos.

Sara e James não disseram nada. Steve franziu a testa, estranhando a seriedade dos dois.

S: Falem com ela, crianças.

James: Oi.

Sara: Oi.

Elisa olhou brevemente para Natasha e o sorriso dela se desmanchou. Ela olhou para Steve e sorriu novamente.

E: Eu preciso ir, usei meu horário de almoço para vir trazer esses cupcakes. Espero que goste.

S: Tenho certeza que estão deliciosos. Ah, deixa eu apresentar vocês... Elisa essa é a Natasha. Natasha essa é a Elisa.

Notas finais
Opa...